Robbie Shakespeare: Sly & Robbie Meet N.P. Molvær Feat. E. Aarset And V. Delay – Nordub (2018)

Robbie Shakespeare: Sly & Robbie Meet Nils Petter Molvær Feat. Eivind Aarset And Vladislav Delay – Nordub (2018)

Memória de Elefante 27/09/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)

Midus Feat. Tim Alford – Shakin’ All Over (2024) (single)

E dois anos depois do álbum “Minhas Canções, Meus Amigos”, Midus está de volta aos discos. A antecipar a edição de um novo álbum, a cantora e baixista que agitou e marcou o rock “made in Portugal” nos 80’s, apresenta-se em “tons” do melhor rock, com uma versão de “Shakin’ All Over”, tema que marcou os primórdios do rock britânico no início dos anos 60.

A viver em Londres há décadas, onde, recordo, tocou com nomes como Anne Clark, Tanita Tikaram, Bryan Ferry ou Mel C, entre muitos outros, numa conversa de amigos sobre música, Midus embarcaria numa “viagem” pelo rock britânico até 1960, ano em que Johnny Kidd & The Pirates, dava nas vistas nos meios roqueiros precisamente com este tema.

E Midus e Tim Alford, um dos amigos envolvidos na “viagem”, aterrariam no tema mais emblemático da banda e que esteve no Top 20 britânico, durante 4 meses naquele ano, tendo atingido a liderança do mesmo: “Shakin’ All Over”.

O tema seria, anos mais tarde, incluído no álbum “Live at Leeds” dos The Who, o que atesta a sua importância no mercado britânico. A banda, que terminaria em 1966, pela morte de Johnny, aos 31 anos de idade, é agora revisitada com uma eletrizante versão por Midus.

“Shakin’ All Over” de Midus feat. Tim Alford aí está para “agitar” os meios musicais, com uma inesperada, mas sempre expectável energia roqueira. Ou não fosse Midus uma mulher de e do rock.

A deixar ainda mais expectativas quanto ao álbum de originais que se seguirá.

António Ramos

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #163

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #163

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Ambrose Akinmusire featuring Bill Frisell & Herlin Riley → Owl Song 1

Jonathan Suazo → Esperanza pa’ mi pueblo

Bessie Smith feat. Louis Armstrong → St. Louis Blues

Clifford Brown & Max Roach → I Get a Kick Out of You

Max Roach → Booker Little

Booker Little → Things Ain’t What They Used to Be

Max Roach & Mal Waldron → Monk’s dream

Thelonious Monk → Easy Street

Manhattan Transfer → Sing Joy Spring

Nina Simone → Feeling Good

African Roots #54

African Roots #54

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Emmanuel Hatungimana – Rwanda Nziza

2 – Baba Sissoko – Oluyafara

3 – Galáxia 2000 – Bá Na Bô Kamim

4 – Mokoomba – Kumukanda

5 – Hamad Kalkaba – Touflé

6 – Noumoucounda Cissoko – Noumou Koradioulou

7 – Sai Galaxy – Okere

8 – Eko Roosevelt – Emen’ango

9 – Kodjovi Kush – Togolo

10 – Johnstone Mukabi – Kwetu George

11 – George Mukabi – Jared Onyango

12 – Trio Da Kali – Kene Bo

13 – Songhoy Blues – Badji

14 – Geoffrey Oryema – Jok Omako Nyako

15 – Bulimundo – Djâm Brancu Dja

16 – Herve Samb – Làmp Faal

17 – Nancy Vieira – Rosa Sábi

Les Chants du Crépuscule #3: Les musiques extra-portugaises à l’ICTM 2022

Les Chants du Crépuscule #3: Les musiques extra-portugaises à l’ICTM 2022

Le 7 novembre, aux Chants du Crépuscule, nous avons écouté les musiques Portugaises qui ont été présentées à la dernière conférence mondiale en ethnomusicologie. Cette conférence a été organisée en juillet 2022 à Lisbonne par l’ICTM – The International Council for Traditional Music. Ce lundi 5 décembre, nous écouterons les musiques extra-portugaises qui ont également été présentées dans cet événement. Il s’agit, donc, d’une émission constituée par des carnets sonores faits par moi-même, Carlos Balbino, que je compléterai avec des commentaires sur ce qu’on écoute.

À 22h30, le lundi 5 décembre 2022 sur Radio Campus Paris (93.9 FM) et sur podcast sur le site de la radio.

Groupes et artistes : 

– Imbirrantes do Samba & Choro ; 

– Inyjalarrku Manyardi (musique indigène australienne) ;

– Rubab ensemble, et Nahid Ensemble of Afghan Traditional Music ;

– Marin Naruse (musique indigène de l’isle Amami, au Japon) ;

– Finka Pé.

Photo : Renfred Manmurulu, Rupert Manmurulu, Reuben Brown, and Marin Naruse jouent ensemble à la cérémonie de clôture de la 46ème Conférence Mondiale de l’ICTM. Lisbonne, Portugal, juillet 2022. Photo par Brian Diettrich.

https://www.radiocampusparis.org/emission/8Ml-les-chants-du-crepuscule/z6X8-les-musiques-extra-portugaises-a-lictm-2022

https://podcasts.apple.com/pt/podcast/les-musiques-extra-portugaises-à-lictm-2022/id1718093056?i=1000635807356

Stuart Tosh: 10cc – Deceptive Bends (1977)

Stuart Tosh: 10cc – Deceptive Bends (1977)

Memória de Elefante 26/09/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #300- José António Saraiva – O homem que mandou matar o Rei D. Carlos- Os Bastidores de Um Crime (2024)

Prazeres Interrompidos #300: José António Saraiva – O homem que mandou matar o Rei D. Carlos: Os Bastidores de Um Crime (2024)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O trio que planeou o assassínio de D. Carlos dava pelo nome de Coruja e era formado por dois monárquicos, José d’Alpoim e visconde dA Ribeira Brava, e por um terceiro indivíduo que nunca foi revelado. Ribeira Brava estava encarregado de comprar as armas e Alpoim arranjou o dinheiro. As pistolas e as carabinas foram adquiridas na Espingardaria Central, ao Rossio. E as reuniões de preparação do atentado tiveram lugar nas águas-furtadas de um prédio situado nas Escadinhas da Saúde, na Costa do Castelo, ao Martim Moniz, onde morava o regicida Manuel Buíça com dois filhos e a sogra. A investigação ao atentado começou logo após o crime, mas deparou-se com inúmeras dificuldades e entraves políticos. E depois da revolução de 5 de Outubro o processo desapareceu misteriosamente no ministério da Justiça. O nome do homem que deu a ordem para matar o Rei permaneceu até hoje por descobrir.

«A descoberta de quem ordenou o regicídio de 1908 constituiu a principal motivação para esta investigação. Foi o seu leitmotiv. Mas depois afigurou‑se‑me necessário enquadrar o acontecimento, contextualizá‑lo, inscrevê‑lo na sua época. Saber quem era D. Carlos, como foi educado, como reinou e acabou por tecer os fios que o conduziram à morte. Assim, este livro é também uma biografia do Rei assassinado. Na qual estão presentes os seus pais, D. Luiz e D. Maria Pia, unidos por uma ligação sui generis. Em que se fala do casamento com D. Amélia, do ambiente na Corte e do relacionamento com os políticos. E onde resulta claro que o regicídio não foi um impulso de momento, nem o trabalho de dois homens, tendo sido laboriosamente preparado durante nove meses.»

Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single)

Magano – Terra Dos Meus Pais (2024) (single) Id

“Terra dos meus Pais” é o primeiro single do novo álbum de Magano, “A caminho de Casa” com data de lançamento marcada para 20 de Setembro. O novo disco da banda vai ser apresentado no Auditório Fernando Lopes Graça, em Almada.

Ficaram conhecidos do grande público em 2018, quando editaram o seu primeiro disco através da Universal Music Portugal. Este álbum contou com 12 temas do cancioneiro popular alentejano, o nos leva ao nome da banda e à sua origem. 

Magano é um rapaz malandro. Era a avó Rosa quem usava esse adjetivo, com origens em Safara, no baixo Alentejo. O grupo é composto pelos netos Sofia Ramos e Nuno Ramos, e ainda um terceiro elemento, Francisco Brito. Neste novo projeto contam com músicos convidados André Santos e André Sousa Machado.

Ainda em 2018, acerca do primeiro álbum de Magano “É como se dos coros passássemos a versões de câmara, onde os instrumentos amparam as vozes numa leveza que não dispensa profundidade, surgindo como distinta ousadia o bom jogo tímbrico das vozes masculina e feminina.” afirma Nuno Pacheco, in Jornal Público.

“Terra dos meus pais” é o primeiro avanço do segundo disco da banda intitulado “A caminho de casa”. Este single conta com letra e música de João Espadinha e produção de Magano.

Ao contrário do primeiro disco, onde a banda deu uma nova roupagem a modas alentejanas, este contará com 7 temas originais, compostos e escritos por Joana Espadinha, João Espadinha, André Santos, Edumundo, Sofia Ramos, Nuno Ramos e Francisco Brito, e apenas 3 modas populares. Este segundo projeto conta também com a participação de Carlos e Henrique Leitão, e de Rui Poço.

A sonoridade dos novos temas talvez se possa afastar da sonoridade original do Cante, mas junta três temas transversais a todo o disco: o Alentejo, a Família e Almada. O nome do novo álbum surge das viagens entre cá e lá – “A caminho de Casa” – nada melhor do que celebrar os quase 10 anos de Património Imaterial da Humanidade de Cante, se não com um novo disco onde as raízes se fundem nas raízes do Alentejo.

O projeto Magano surge de uma história comum a muitos alentejanos que se mudaram para Almada em busca de uma vida melhor. O avô João, que cantava no grupo coral de Safara, trabalhava na Lisnave. Rosa era costureira. Aí criaram duas filhas que já não voltariam para a aldeia. Os netos, que sempre estiveram ligados à música, tiveram a ideia de criar um projeto musical que unisse os seus dois mundos. Foi assim que as modas que sempre cantaram em família se tornaram a raiz de Magano — um projecto de jovens que nasceram na cidade mas que têm uma ligação profunda às suas raízes alentejanas.

 “O interior do Alentejo traz sossego ao coração!”

O novo single “Terra dos meus pais” traz-nos o embalo daquilo que é viver longe mas saber-se e sentir-se as origens de perto, e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #162

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #162

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

John Scofield Trio → Mr. Tambourine Man
Andrea Paganetto → La Porta
James Brandon Lewis → Swing Low
Alison Miller → Potomac
Art Hirahara → Aoi Blue
Fabio Vernizzi → Piccola Capitale
Steve Lehman & Orchestre National de Jazz → 39
Joshua Redman featuring Gabrielle Cavassa → Stars Feel in Alabama
Joshua Redman → Alabama

Coffee Breakz #89 – Trumpets & Turntables

Coffee Breakz #89 – Trumpets & Turntables

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Bright Eyes — All Threes (ft. Cat Power) 

2. Sun Kil Moon & Amoeba — Cat Ladies 

3. Matangi Quartet & Ruben Hein — Poem of the Offended 

4. Nubya Garcia — Dawn (ft. Esperanza Spalding) 

5. Marc Cary — Dollar Black (ft. Indigenous People) 

6. Ibrahim Maalouf — Capitals (ft. Trombone Shorty) 

7. George Burton — The Weight (ft. The Black Opera) 

8. Accaoui, Dafina Zeqiri & GIMS — Ma Bella 

9. Summer Cem — Ver Kaç 

10. Curse & Moses Pelham — Firmament 

11. Central Cee & Raye — Moi 

12. Megan Thee Stallion — Mamushi (ft. Yuki Chiba) 

13. Dua Saleh — Pussy Suicide 

14. Shiva — Take 5 

15. Renzo Mori — Madonina

Glenn Gould: Brahms / Glenn Gould – 10 Intermezzi For Piano (2007)

Glenn Gould: Brahms / Glenn Gould – 10 Intermezzi For Piano (2007)

Memória de Elefante 25/09/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Homem Em Catarse – Gueto Da Paz (feat. Luca Argel, Sara Yasmine E Nuno Prata) (2024) (single)

Homem Em Catarse – Gueto Da Paz (feat. Luca Argel, Sara Yasmine E Nuno Prata) (2024) (single)

Por mais que o céu da paz nos pareça distante, todos temos a esperança de um dia vivermos em comunhão, na partilha, na união, na igualdade…

a cor dos nossos corações não é diferente. Lutar para sobreviver num futuro no qual possamos amar livremente parece nada, quando os senhores da guerra agem como se as pessoas, como nós, fossem números. Não podemos ignorar! Eu sonho com um mundo, um país, uma cidade, um bairro, onde a guerra nunca entrou, no qual as diferenças não segregam, mas celebram-se, onde toda a gente tem voz. Se a paz for utopia, não devemos recear ser os maiores utópicos do mundo, ainda que esse mundo seja apenas um gueto, o nosso “Gueto da Paz”. Na união, um somos todos nós.

Homem em Catarse

No tema “Gueto da Paz”, editado hoje digitalmente nas principais plataformas digitais, Luca Argel, Sara Yasmine (Sopa de Pedra, Retimbrar), Nuno Prata (Ornatos Violeta, Cara de Espelho) uniram-se a Homem em Catarse para celebrar qualquer reduto de paz onde se possa dançar livremente e abraçar quem vier. Ainda há esperança neste gueto, onde não nos cortam as asas e a economia é abrir corações. “Gueto da Paz”, tal como “O tempo vem atrás de nós” e “Hipoteca”, vai fazer parte do novo e ecléctico disco “catarse natural” que o músico vai editar dia 11 de Outubro e que vai apresentar ao vivo nas seguintes datas:

28 Setembro | Póvoa de Varzim | Sons no Património 05 Outubro | Vila Nova de Famalicão | Parque da Devesa 16 Outubro | Bragança | Teatro Municipal

18 Outubro | Chaves | Festival Bilhó

19 Outubro | Lisboa | Musicbox

08 Novembro | Porto | Maus Hábitos