
Nico Assumpção: Guinga – Delírio Carioca (1993)
Memória de Elefante 13/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Nico Assumpção: Guinga – Delírio Carioca (1993)
Memória de Elefante 13/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #12
Autor:
David Calderon
(episódio de 13 De Agosto)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)

Ari$to – Papilo (2024) (single)
Nascido Obichukwu, que significa “coração ou mente de Deus” e conhecido como Temple, a história de Ari$to é de resiliência e paixão. Crescido em Suleja, no estado de Níger (Nigéria), Ari$to foi profundamente influenciado pelo pop nigeriano, afro-beat e hip-hop. Os seus primeiros sonhos com uma carreira enquanto artista e com o estrelato, foram alimentados pelo coro de igreja onde estava inserido e pelas competições escolares em que participava.
A carreira musical de Ari$to começou com a escrita de poemas para um concurso de música na escola primária. Já no ensino secundário, criou várias versões acapella da sua músicas favoritas e enquanto frequentava a univerdade gravava notas de voz no seu iPhone.
A sua primeira experiência em estúdio, no ano de 2015, confirmou o seu potencial, levando-o ao lançamento do seu single de estreia “Yeah Yeah Yeah” em 2016, sob o nome de Mayor. A este lançamento seguiram-se os hits “Oshamo”, “Goodlife” e “Yolo”, estabelecendo a sua reputação na criação de melodias cativantes.
Graduado pela escola de medicina em 2019, Ari$to escolheu ficar na Ucrânia para aperfeiçoar o seu conhecimento, lançando mais música e explorando vários géneros. Em 2022, mudou de nome para Ari$to e lançou novos temas como “Right Now”, “Price”, “Gra Gra Remix”, “Outside” e “Nah Rush”, procurando uma abordagem mais internacional para a sua carreira. Com a guerra na Ucrânia, Ari$to mudou-se para Portugal, onde continuou a lançar música e a ganhar visibilidade através de estratégias promocionais e de vários contactos estabelecidos.
A jornada singular de Ari$to, marcada pelas suas influências culturais, conhecimento académico e resiliências às adversidade, fizeram dele um artista dedicado à autenticidade e à inovação.
O seu compromisso com a autenticidade e inovação na música que produz, fez dele um artista destinado ao sucesso mundial.
O artista em ascenção internacional Ari$to está prearado para inspirar com o seu novo single “Papilo”, um tema poderoso sobre resiliência e otimismo!
Escrito durante um período de grande agitação devido à guerra na Ucrânia, “Papilo” é uma peça introspetiva que investiga as batalhas internas de Ari$to com a ansiedade e dúvida.
A música captura a decisão do artista em permanecer optimista apesar dos desafios, servindo como uma lembrança do seu progresso e uma promessa a si próprio e aos seus apoiantes de que nunca se deve desistir.
Com uma influência de ritmos afrobeat e uma letra sincera, “Papilo” está preparado para ecoar num público global.
A mistura única de influências culturais e o contar de uma história de forma autêntica, faz deste single uma adição notável à sua discografia.
“Papilo” é um tema instropectivo que reflete a sua jornada pela incerteza e pelo seu compromisso para se manter fiel aos seus sonhos. Com uma letra sincera e um beat contangiante, “Papilo” é a proclamação de que nunca se deve desistir e, assim, deixarmos orgulhosos as pessoas de quem gostamos.
“Enquanto escrevia esta música, estava num sítio de incerteza, a questionar a minhas decisões de vida”, confessa Ari$sto.
“A guerra na Ucrânia teve o seu preço, e eu tinha de decidir se continuava com o meu propósito ou se cedia à mediocridade. Papilo é a minha proclamação para manter o meu trajeto e deixar orgulhosa a minha família, amigos e toda a gente que acredita em mim”.
“Papilo” estreou dia 15 de julho e está disponível em todas as plataformas digitais. Para breve será lançado o videoclipe deste tema no canal de YouTube do artista!

Joji Yuasa – Territory (1974)
Memória de Elefante 12/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #54: Ali Farka Touré With Ry Cooder – Talking Timbuktu (1994)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“”Talking Timbuktu,” de 1994, é um álbum colaborativo entre o guitarrista malinês Ali Farka Touré e o músico americano Ry Cooder. Este trabalho funde blues do Oeste Africano e norte-americano, criando uma conexão sonora profunda entre as duas tradições musicais. Touré, conhecido por sua habilidade em tocar a guitarra em estilos tradicionais do Mali, e Cooder, um mestre da slide guitar, criam um diálogo musical rico e envolvente. Faixas como “Diaraby” e “Amandrai” destacam-se pela beleza melódica e pela harmonia intercultural. “Talking Timbuktu” ganhou o Grammy de Melhor Álbum de World Music e é celebrado por sua profundidade e autenticidade”.
Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #286: Junji Ito – Coleção de contos: Best of Best (2019)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Coletânea de histórias do grande mestre de horror.
O melhor de Junji Ito reúne dez histórias com argumento e desenho do autor, editadas em várias publicações no Japão, entre 1997 e 2019.
Os temas são variados e inusitados, sempre com o humor negro e macabro, muito característico de Junji Ito.

Caravana – Girl On The Magazine (2024) (single)
CARAVANA, artista musical e compositora portuguesa de 23 anos que traz no seu repertório um domínio da guitarra clássica aliado ao curso em Composição e Performance Musical na Restart. Depois de anos a trabalhar com com nomes renomados na indústria musical, finalmente dá vida às suas próprias criações.
CARAVANA, onde as ondas portuguesas encontram o toque cru do Pop/Rock. Nascida em Barcelos, a artista traz uma perspectiva nova e introspectiva ao cenário musical global.
A jovem artista portuguesa cria melodias e letras instigantes que ressoam profundamente nos ouvintes. A sua música capta a essência da vida moderna, explorando temas de amor, saudade e a busca pela autenticidade num mundo em rápida mudança.
Abraçando a luz e as sombras, o EP da CARAVANA é um reflexo das complexidades da vida, onde momentos de alegria se entrelaçam com ecos de melancolia. É uma jornada sonora que celebra a beleza da imperfeição e o poder da conexão humana.

Thornetta Davis – Sunday Morning Music (1996)
Memória de Elefante 1/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #134
Autor:
Manuel Pais
Esta semana partimos á descoberta do novo disco de Kid Andersen e evocamos a memória do guitarrista Son Seals na passagem do seu aniversário.

Toumani Diabate’s Symmetric Orchestra – Boulevard De L’Indépendance (2006)
Memória de Elefante 10/08/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tiago Vilhena – Tempo Para Chillar (2024) (single)
Uma música de verão e de inverno para dançar e sorrir. Fácil de ouvir sem deixar de lado o carácter, o experimentalismo, a essência da música alternativa e a personalidade do artista. Pop para alguns e para todos!
A música é uma forma de entrar no mundo da fantasia dentro da cabeça de quem a ouve. Um mundo tão próximo da magia quanto possível. Não é a magia que conhecemos do mundo do cinema, mas sim um mundo perfeito à medida de quem o vive. “Tempo Para Chillar” é um tema que surgiu deste conceito. Uma música para viver a melhor vida que temos. Tão perfeita que para ser abordada em palavras precisa de metáforas e de comparação ao mundo dos sonhos. Na verdade, não é mais do que uma justificação para chillar. E para quê mais do que isso? Aproveita o dia e confia o mínimo possível no dia de amanhã. Esse ainda está para vir.
Para chegar aqui, o Tiago Vilhena compôs o que parece ser um uma música disco portuguesa. Uma canção para todos os ouvidos que dá vontade de mexer o corpo e que ao mesmo tempo nos permite deitar numa cadeira na praia. Para a noite e para o dia, para dançar sozinho ou rodeado de pessoas. Culmina num solo de trompete que faz sentir um pouco do mundo jazz, faceta pouco explorada pelo artista até agora.
Assim, o Tiago Vilhena, como já nos mostrou até agora, surge com mais um tema que prova que ele não está preso a estilos musicais, mas sim à música na sua base. No propósito de ela existir que é ser ouvida, dançada, interpretada, partilhada e sentida.
Tempo Para Chillar (Letra)
Para escolher
uma forma de eu me entreter
Corro à volta do meu bairro até ter
um sonho
Um sonho é um espaço
Entre a vida a sorte e o acaso
Onde tudo surge sem programar
Azar
Encontro a carta que
Me dá a morada do tempo pra chillar
E sigo até encontrar
Em branco a morada está
Vou seguir a rota com tempo pra chillar
Sem nada no radar
Voar é normal
Para quem não passa de um animal
Não tem medo de ser levado a mal
Num sonho
Sem compreender
O enredo vive do imprevisto
O infinito existe se eu não resisto
Num sonho
Encontro a carta que
Me dá a morada do tempo pra chillar
E sigo até encontrar
Em branco a morada está
Vou seguir a rota com tempo pra chillar
Sem nada no radar