Mary Ann – Welcome (2024) (single)

Mary Ann – Welcome (2024) (single)

Cantora e compositora portuguesa Mary Ann lança novo single “WELCOME”

Uma Ode à Autenticidade e à Resiliência Humana num Mundo Dominado Tecnologicamente

17 DE JULHO DE 2024 – Após seu aclamado single “Pressure”, a vencedora do Hollywood Independent Music Awards 2023, Mary Ann, anuncia o lançamento do seu terceiro single, “WELCOME”.

Este novo tema e o respetivo videoclipe que a acompanha, produzido por DANADO, serão lançados no dia 17 de julho de 2024, em todas as plataformas de streaming.

Mary Ann, uma artista independente do Porto, Portugal, continua a ultrapassar limites com a sua música. Conhecida pelas suas mensagens profundas e significativas, ela quer, mais uma vez, inspirar o público com “WELCOME”. A faixa explora temas de autenticidade e resiliência em um mundo cada vez mais padronizado e tecnológico, infundido com uma narrativa de ficção científica, futurística e inspirada em IA.

“WELCOME” investiga a luta humana para manter a individualidade e a autenticidade em meio às pressões de um cenário digital em rápida evolução. Com letras como “Prefiro ser real do que alguém que não sou”, Mary Ann desafia a superficialidade e a necessidade constante de validação que assola a sociedade atual. A música enfatiza a importância de permanecer fiel a si mesmo e abraçar a sua identidade única.

O videoclipe de “WELCOME” complementa o tema da música com uma narrativa visualmente marcante. Situado em um mundo futurista, apresenta dois humanóides e Mary Ann como uma personagem híbrida meio humana e meio andróide. O enredo deixa o final aberto à interpretação, sugerindo que, embora os humanos possam precisar de se adaptar a um mundo dominado pela tecnologia, não é crucial manter a nossa essência e características distintas?

Os vocais poderosos de Mary Ann, em um cenário de sintetizadores, teclados e guitarras distorcidas, criam uma atmosfera assustadora, mas poderosa. Frases como “a necessidade constante de buscar validação fodeu as mentes da nossa geração” ressoam profundamente, encorajando os ouvintes a se libertarem das restrições sociais e a acreditarem no seu próprio potencial.

Com influências que vão desde Amy Winehouse a Florence + the Machine, o som único e as letras ousadas de Mary Ann continuam a cativar o público. O seu single anterior, “Pressure”, destacou os efeitos prejudiciais das pressões sociais externas sobre a saúde mental, e “WELCOME” cimenta ainda mais a sua posição como uma artista que não tem medo de abordar questões complexas e relevantes através da sua música.

Mantenha-se atualizado sobre a jornada de Mary Ann seguindo-a nas redes sociais e plataformas de streaming. “WELCOME” promete ser uma adição instigante e impactante ao seu crescente repertório.

SOBRE MARY ANN

Mary Ann é uma cantora e compositora indie pop-rock/alternativa emergente e vencedora da categoria alternativa do Hollywood Independent Music Awards 2023. Natural do Porto, Portugal, cria música autêntica e socialmente relevante.

Jazztracks #114

Sonu Nigam – Sankata Mochana Hanuman (2022)

Sonu Nigam – Sankata Mochana Hanuman (2022)

Memória de Elefante 30/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #10

Trovador Urbano #10

Autor:

David Calderon

(episódio de 29 De Julio)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

JonTravelz – Keep On (2024) (single)

JonTravelz – Keep On (2024) (single)

Olá, chamo-me João Daniel Marrazes Amaral Martinho da Silva, tenho 26 anos e sou da Marinha Grande, Leiria. Sou um músico produtor e intérprete há 5 anos. 

A minha vida como músico começou aos 10 anos, fazendo parte de um grupo de orquestra, sítio onde adquiri as verdadeiras bases da música e o meu primeiro instrumento: o trompete. Fiz parte desta orquestra durante cerca de 6 anos. Enquanto isso, comecei a despertar o interesse por aprender a tocar guitarra, mas desta vez, por iniciativa própria. Graças a isso, eu e o meu grupo de amigos fundámos uma banda, e foi a partir daí que comecei a perceber o verdadeiro sentido de tocar livremente e por diversão. Nesse efeito, tomei a decisão de abandonar a orquestra e dar início à procura da minha sonoridade. 

Graças a estes amigos, tive oportunidade de ter interação com a produção e captação de música. E isso foi o clique final para o começo desta caminhada. 

Entre instalações de programas, horas em tutoriais, imensos pedidos de ajuda, finalmente lancei na plataforma SoundCloud, com o canal CaveRecordz. 

Jazztracks #113

Konstantin Orbelyan: Shostakovich, Schnittke, Moscow String Quartet – Piano Quintets (2009)

Konstantin Orbelyan: Shostakovich, Schnittke, Moscow String Quartet – Piano Quintets (2009)

Memória de Elefante 29/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #52: Philip Glass, Uakti – Aguas Da Amazonia (1999)

1 Álbum 100 Palavras #52: Philip Glass, Uakti – Aguas Da Amazonia (1999)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Águas da Amazônia,” lançado em 1999, é uma colaboração entre o compositor minimalista norte-americano Philip Glass e o grupo brasileiro de música instrumental Uakti. O álbum, inspirado pela Amazônia, apresenta peças compostas por Glass e interpretadas por Uakti com sua variedade única de instrumentos feitos à mão. As faixas compostas em homenagem a um rio amazônico, combinam o estilo repetitivo e hipnótico de Glass com as texturas sonoras orgânicas de Uakti. Esta fusão resulta em uma paisagem sonora rica e evocativa que celebra a beleza e a diversidade da Amazônia, destacando a criatividade e a inovação de ambos os artistas.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #282: George Steiner – As Lições dos Mestres (2003)

Prazeres Interrompidos #282: George Steiner – As Lições dos Mestres (2003)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O encontro pessoal entre mestre e discípulo é o tema de George Steiner neste livro absolutamente fascinante, uma sólida reflexão sobre a interacção infinitamente complexa e subtil de poder, confiança e paixão que marca as formas mais profundas de pedagogia. Baseado em conferências que o autor proferiu na Universidade de Harvard, Lições dos Mestres evoca um grande número de figuras exemplares, nomeadamente, Sócrates e Platão, Jesus e os seus discípulos, Virgílio e Dante, Heloísa e Abelardo, Tycho Brahe e Johann Kepler, o Baal Shem Tov, sábios confucionistas e budistas, Edmund Husserl e Martin Heidegger, Nadia Boulanger e Knute Rockne.

Fundamentais no desenvolvimento da cultura ocidental, Sócrates e Jesus foram mestres carismáticos que não deixaram obra escrita nem fundaram escolas. Nas realizações dos seus discípulos, nas narrativas de paixão inspiradas pelas suas mortes, Steiner divisa as origens do vocabulário íntimo, dos reconhecimentos codificados de grande parte da nossa linguagem moral, filosófica e religiosa. Partindo de diversas tradições e campos do saber, o autor examina e desenvolve três temas subjacentes: o poder do mestre para explorar a dependência e vulnerabilidade do aluno; a ameaça de subversão e traição do mentor pelo seu pupilo; a troca recíproca de confiança e afecto, aprendizagem e instrução entre professor e discípulo.

Escrito com erudição e paixão, o presente livro é em si mesmo uma lição magistral sobre a elevada vocação e os sérios riscos que o verdadeiro professor e o verdadeiro aluno assumem e partilham.

Slowburner – All The Possibilities Of The Universe (2024) (single)

Slowburner – All The Possibilities Of The Universe (2024) (single)

Às vezes é preciso mudar os móveis do lugar. Desarrumar. Esqueçamos por um momento as prateleiras ordenadas da música. Pop, rock, clássica ou electrónica. Pensemos em música sem classificações, como a vida, orgânica, imprevisível e misteriosa, aceitando que não conseguimos decifrar tudo, a partir de uma música instrumental de sensibilidade clássica, onde o piano é omnipresente, bem como os ambientes e uma consciência que parece pop.

Élvio Rodrigues é Slowburner. É da popular ou da clássica? Da aprendizagem formal ou autodidata? O que interessa por agora é que existe um single e um videoclipe (“All the possibilities of the universe”) para mergulhar, e em Setembro haverá todo um álbum (“Life Happens In The Interim”) para decifrar.

Não é um desconhecido (antes já lançou o EP “Before I Return To Dust” em 2017 e a mixtape “Sunday Mornings Are For Piano” em 2019), mas dir-se-ia que este é um renovar de energias, como se fosse a primeira vez. No tema e vídeo que agora são revelados são representadas realidades diversas, com Élvio tentando equilibrar as diferentes facetas da vida – os afetos, o tempo, a saúde, o mundo interno em contraponto ao externo – como a sua música, balanço entre notas de piano, tempo, espaço, percussão e atmosfera. Música que sugestiona, que convida à imersão, um lugar mental aberto às mais diversas possibilidades. Como o álbum que será lançado depois do Verão.

Serão nove temas de notas ou cascatas de piano, sons concretos do quotidiano (o mar, as ruas, as crianças), ambientes e ocasionais motivos percussivos. Um território híbrido, seu. Mas ao qual se pode tentar dar uma família, ou várias famílias, porque não existe uma nomenclatura consensual para os nomear. Neoclássicos, pós-clássicos, clássicos modernos, são algumas dessas denominações que foram sendo arremessadas para o espaço público nos últimos anos, no fim de contas, refletindo a dificuldade em situar a música de Nils Frahm, Ólafur Arnalds ou Max Ritcher, em fórmulas estáveis.

Slowburner está, e não está, aí. Está num ponto de confluências, onde se incluem diversos elementos sonoros e diferentes formas de os experimentar, com essa certeza de que é música que é capaz de transformar a relação connosco próprios, e a realidade circundante, através de sons calorosos e intimistas, mostrando que a realidade é por vezes mais fascinante, porque imperfeita e imprevisível, do que as prateleiras onde a tentamos arrumar.

Élvio Rodrigues é Slowburner, da Madeira, a viver em Lisboa. Mas isso é de onde vem. Relevante, mas não determinante. Na sua música está inscrito para onde quer ir. E isso é que é importante para quem quiser ir com ele.

JazzTracks #112

David “Junior” Kimbrough – God Knows I Tried (2009)

David “Junior” Kimbrough – God Knows I Tried (2009)

Memória de Elefante 28/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.