Prazeres Interrompidos #278: Gabriela Ruivo Trindade – Lei da Gravidade (2023)
Prazeres Interrompidos #278: Gabriela Ruivo Trindade – Lei da Gravidade (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
O que terão em comum um velho à beira da morte numa cama de hospital, o escritor de um bestseller, um pré-adolescente inquieto e um menino de dois anos com um fascínio por livros? Que destino espera as amigas Maria Ana e Ana Maria – o espelho uma da outra? Conseguirá uma livrar-se do marido agressor, e a outra do sofrimento da perda? E Marinela? E Mariana? E a mãe solteira que existe em todas elas, fruto de um abandono continuado? E o pai, protagonista do descalabro? E o futuro, que teima em ser passado, e o passado, que teima em ser futuro?
O tempo é o grande mistério. É ele que se ri de nós do outro lado do espelho, no reflexo onde procuramos o sentido da existência e que teima em nos devolver a imagem do absurdo. É também ele que perpetua um incessável padrão de violência, que faz com que a mesma história se repita uma e outra vez, lutando contra a esperança do leitor de que o ciclo, por fim, se quebre.
Neste ousado e original romance, Gabriela Ruivo oferece-nos com maestria um universo alternativo onde o tempo se sujeita à lei da gravidade – a força motriz que agrega passado, presente e futuro, e dissolve os contornos da realidade – e convida-nos a explorar outros mundos no interior dos conceitos de espaço e de tempo e, em última análise, da própria Literatura.
Dario Muci – A Li Furisi (2024) (single)
Dario Muci – A Li Furisi (2024) (single)
Talassa (from the Greek θαλασσα, which means “sea”) is one single song of protest and hope. Dario Muci, a cantastorie (singing storyteller) who sings about his land and its contradictions, becomes like a megaphone amplifying true stories about the sea and land, the Salento area and migrants, about work and exploitation, and pain and, always and in any case, about love. His voice is steeped in history and battles, and the stories of voiceless people whom Dario lends his to. Eight original tracks and a new form of writing for Dario Muci who, after twenty-five years of activity and research, debuts with his first album of unreleased songs.
DARIO MUCI
«Talassa»
The first album of unreleased songs by DARIO MUCI
Out on Friday June 14th 2024
Featuring Raphael Gualazzi, Nabil Salameh, Enza
Pagliara, Treble, Rocky G. Vox
– Zero Nove Nove –
Digital distribution: Believe
Physical distribution: Self (Italy),
Inouïe (France),
Xango Music (Belgium, The Netherlands, Luxembourg)
Thomas Lauderdale: Pink Martini – Sympathique (1997)
Thomas Lauderdale: Pink Martini – Sympathique (1997)
Memória de Elefante 14/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #130
Catman Plays The Blues #130
Autor:
Manuel Pais
Neste mês de Julho o Blues sobe ao palco !
Assim iremos ouvir em cada emissão deste mês o Blues no seu estado mais natural : em concerto !
Neste mês de Julho o Blues sobe ao palco !
Assim iremos ouvir em cada emissão deste mês o Blues no seu estado mais natural : em concerto !
Ficamosesta semana com a actuação da muito premiada e elogiada banda Cash Box Kings no Festival de Blues de Chicago deste ano de 2024 no passado dia 9 de Junho.
Violeta Dinescu – Lebenszeiten (2016)
Violeta Dinescu – Lebenszeiten (2016)
Memória de Elefante 13/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Krazye Loko – Carta (feat. Jess) (2024) (single)
Krazye Loko – Carta (feat. Jess) (2024) (single)
Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.
Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.
Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.
Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.
Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.
“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.
Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.
Atualmente em 2023, Krazye Loko já lançou 2 faixas extraídas do seu album, “Salvação” e “Viagem”, estas músicas podem ser ouvidas nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que soltará faixa-a-faixa as restante 8 que faltam e inclusive uma saíra ainda neste ano de 2023, “Virei Cinza” será o próximo lançamento marcado para dia 15 de Dezembro.
African Roots #48
African Roots #48
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Lucia de Carvalho – Saeli
2 – Teta Diana – Umugwegwe
3 – David Zé – Mona Ku Jimbe Manhen
4 – Norberto Tavares – Mundo Sta Di Bonita
5 – Gyedu-Blay Ambolley – Simigwa Soca
6 – The Founders 15 – I Can’t Be Satisfied
7 – Lobi Traoré – Mali Ba
8 – Okavango African Orchestra – Kele Magni
9 – The Strangers – Onye Ije
10 – Zézé Nha Reinalda – Djokina
11 – Mokoomba – Nzara Hapana
12 – Jeannette Ndiaye – Makom Ma Bobe
13 – Kina Zoré – Awu Duhalanga
14 – Bassekou Kouyate – Bassekou
15 – António Paulino – Kamba Ba Laumba
Liz Mitchell: Boney M. – Take The Heat Off Me (2007)
Liz Mitchell: Boney M. – Take The Heat Off Me (2007)
Memória de Elefante 12/07/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Carolina Zingler – Transformando O Céu (2024) (single)
Carolina Zingler – Transformando O Céu (2024) (single)
Transformando o Céu antecipa o próximo disco da artista criadora da Esquina do Jazz, que vive entre Brasil e Portugal
“A toda hora somos atravessados por forças contrárias que tentam nos tirar do nosso caminho e que nos fazem desacreditar de quem somos”, divide a brasileira Carolina Zingler sobre a experiência que inspirou a composição de Transformando o Céu, canção que lança neste 12 de Julho. “Foi um momento bem duro o que vivi. Mas peguei meu caderninho e a letra saiu flutuando pela caneta. Logo o meu violão já me mostrou o resto. Transformo sentimentos em música e isso transforma tudo”, conta. Oiça aqui.
É com o single que a artista responsável por criar a chamada Esquina do Jazz, em São Paulo, inicia os trabalhos do seu próximo disco, Eu viro bicho, com produção musical própria e no qual tem trabalhado desde 2022.
A canção, ainda que remeta a um desconforto, é um grito de liberdade e se desenrola de maneira crescente, com instrumental e backing vocals cheios de energia e com a mensagem final de que ‘chorar às vezes faz bem’. “Temos que encarar e sentir as coisas, colocar para fora e se firmar no caminho que queremos trilhar. Essa música sempre me acolhe quando alguma coisa me tira o chão”, comenta a artista, que em Transformando o Céu é acompanhada por Bárbara Mucciollo (bateria e percussão), Fernando Lima e Rafael Lorga (percussão), Tomás Gleiser Oliveira (baixo), Cisco Vasques (guitarra), Eloiza Paixão e Estela Paixão (backing vocals).
Com cerca de 15 anos de carreira e muitas esquinas percorridas mundo afora, a artista vive atualmente entre Brasil e Portugal, país que receberá o show que marca o lançamento de Transformando o Céu. No dia 12 de Julho, em Lisboa, a partir das 20h30, no Camones Artes Bar, Carolina Zingler vai atuar ao lado de Vanessa Garcia na percussão e Erica Freo no violino.
FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Carolina Zingler e Vanessa Garcia
Produção Musical e Mistura: Carolina Zingler
Masterização: Arthur Joly
Captação: Gustavo Breier
Edição: Tomás Gleiser Oliveira
Processamos Analógicos e Pós-produção: Raul Misturada
Arranjos: Carolina Zingler em colaboração com os músicos que gravaram
Guitarras e Vocais: Carolina Zingler
Bateria e Percussão: Bárbara Mucciollo
Percussão: Fernando Lima e Rafael Lorga
Baixo: Tomás Gleiser Oliveira
Guitarra: Cisco Vasques
Backing Vocals: Eloiza Paixão e Estela Paixão
Les Chants du Crépuscule
Une émission mensuelle sur Radio Campus Paris 93.9 FM dédiée au dévoilement des musiques populaires.
Radio Campus Paris is a student radio station in Paris. Created in 1998 as an internet radio station, it established a half-frequency on 93.9 FM in the Paris region in 2004 that it shares with Vivre FM, maintaining their online broadcast 24 hours a day.
Brazilian Caribbean Music #2: Lambada Uma Explosão De Amor Vol. 1
Brazilian Caribbean Music #2: Lambada Uma ExplosaÌo De Amor Vol. 1
Autor:
Daniel Cantagalo
Mais do que um estilo musical, lambada é a sintetização entre os ritmos caribenhos e a música do norte do Brasil. Surgido no final dos anos de 1970, no Pará, se espalhou pelo norte e nordeste do Brasil. Fez sucesso no país e mundo afora no final dos anos 1980, mas toca nossos corações sempre.