Tiago Cardoso, músico e compositor, disponibilizou o primeiro single “Leonor” enquanto artista solo. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que conta a história de Leonor a partir da primeira estrofe do poema “Descalça Vai para a Fonte” de Luís de Camões e coloca a personagem principal, Leanor, nos dias de hoje.
O cenário de Camões é belo e romântico, mas a Leanor que ganha vida nesta canção não é a mesma, não nasceu no mesmo local. A Leanor que a música retrata nasceu num país como a Palestina, a Ucrânia ou o Sudão e vive uma realidade muito diferente. Leanor está descalça porque não tem nada para calçar, vai à fonte, mas não consegue trazer muita água, é uma mulher bela, mas isso pouco lhe serve quando vive o sofrimento da guerra.
“Leonor” é a primeira canção apresentada pelo músico, depois da sua passagem pela banda Vila Martel e o primeiro de vários lançamentos de Tiago Cardoso previstos para 2024.
A canção conta com um videoclip, realizado por Francisca Carreira, e gravado no Hub Criativo do Beato, onde Leanor é representada por uma bailarina, Bonnie Hiron, retratando a realidade das pessoas que vivem neste cenário. Foi possível contar com 13 refugiados de diferentes países para participarem como figurantes, tornando a mensagem e o simbolismo da canção ainda maiores.
Gravado no Shepherd Studios e no Clube Capitão Leitão
Tiago Cardoso- Composição, Produção, Letra, Voz, Baixo, Guitarra Lead, Guitarra Elétrica, Sintetizadores, Piano Acústico, Piano Elétrico
Carolina Nóbrega- Guitarra Ritmo
Mariana Tereso- Piano Acústico
Afonso Alves- Bateria
João Centeno- Co-produção
Diogo Castelo Branco – Mistura e Masterização
quem é tiago cardoso
Tiago Cardoso desde cedo começou o seu percurso no mundo da música, estudando na Academia de Música de Santa Cecília. Anos mais tarde, e já afastado da música, começou a ganhar o gosto pela escrita e ouvindo aquela que seria a sua banda preferida, Pink Floyd, percebeu que podia expressar o que sentia através de canções. Assim, numa mudança de rumo repentina e, seguindo o coração, arriscou neste mundo!
Iniciou a sua aventura na banda Vila Martel, com dois discos editados, onde foi baixista, compositor e letrista. O disco “Nunca Mais é Sábado” esteve bastante presente por diversas rádios (Antena 3, Vodafone FM, Radar) com os singles “Não Nos Deixem Ir Embora” e “Ninguém”.
Agora, procura a sua estreia a solo, com temas mais conceptuais e que abordam temas como os Direitos Humanos. A evolução musical prende-se no género que assume, onde procura um Rock mais progressivo e psicadélico, sem se prender tanto ao “óbvio”. Assume também uma postura mais atrevida, arriscando na megalomania e grandiosidade, tentando sempre juntar vários artistas, de diferentes áreas, na criação de projetos muito completos e diversos,focados na música criada, mas que tragam novas interpretações, visões e criações!
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Sogranora – O Que For Será (2024) (single)
Os Sogranora editaram o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, já disponível em todas as plataformas digitais. Com uma sonoridade indie-pop, este é o terceiro curta-duração do trio composto por Ricardo Sebastião (voz, guitarra, baixo, sintetizadores), Tomás Andrade (guitarra, baixo, sintetizadores, voz) e Vasco Gomes (bateria, sintetizadores, voz). O EP é o primeiro em que todos os elementos da banda assumem a voz principal e inclui 5 canções com letra, música e produção da própria banda. Nas palavras do grupo, o curta-duração é um conjunto de “histórias e pensamentos sobre desamor. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”. Os Sogranora revelam que encontraram nas canções do novo EP “uma forma de libertação e expressão de sentimentos e pensamentos, num ambiente de melancolia harmoniosa que leva o ouvinte numa jornada emocional que vai desde a tristeza e desespero até à esperança e aceitação. “Dançar Sobre Arquitetura” é um registo de baladas sentimentais, pinceladas com camadas de guitarras acústicas e elétricas nostálgicas, ruidosas e funky, coros e vocais épicos, baterias acústicas e eletrónicas e sintetizadores variados”. Além dos temas habitualmente interpretados pelo vocalista principal Ricardo Sebastião, “Dançar Sobre Arquitetura” “apresenta um novo universo criativo e performativo, no qual os três elementos da banda assumem o papel de compositor e vocalista principal. ‘Que Distância É Essa?’, por exemplo, conta com a voz groovy do baterista Vasco Gomes e é uma música que aborda a importância da demonstração de vulnerabilidade e empatia, caracterizada por um ambiente dançável e percussivo, enquanto o carácter intimista e, de certo modo, conformista de ‘O Que For Será’ faz da canção uma balada soft-rock melancólica e sentimental, marcada pela leveza da voz do Tomás Andrade e do seu piano. A partir desta ambivalência musical expandimos a nossa sonoridade para novos rumos sonoros que não tínhamos explorado até agora”, confessa a banda.
Os Sogranora anteciparam o novo EP com o tema ‘Sereias do Mal’, que “conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, conta o trio. “Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, esta é mais em tom de brincadeira”, acrescenta a banda. “Dançar Sobre Arquitetura” é acompanhado pelo novo single ‘O Que For Será’, uma balada indie pop que o trio descreve como “um grito de libertação e crescimento pessoal, uma necessidade de despertar e um mantra que nos lembra que a vida fluirá sempre como tiver de ser, de forma genuína e não forçada”. “Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora. O curta duração sucede a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020, projetos que deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.
Ligados à música desde cedo, Tomás Andrade e Vasco Gomes estudaram no Hot Clube. Já Ricardo Sebastião descobriu a paixão pela música mais tarde e aprendeu tudo o que sabe praticamente de forma autodidata. Além de músicos são todos professores de música, com formação pela ETIC e pela ESML.
Coffee Breakz #82 – Ill Communication, Pt. 2
Coffee Breakz #82 – Ill Communication, Pt. 2
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Beastie Boys — Sure Shot
2. Beside — Change the Beat (aka Une Sale Histoire)
3. Beastie Boys — Root Down
4. Jimmy Smith — Root Down (And Get It)
5. Doug E. Fresh & the Get Fresh Crew — The Show
6. Bob Marley & The Wailers — One Love / People Get Ready
7. Beastie Boys — B-Boys Makin’ With the Freak Freak
8. Mantan Moreland — That Ain’t My Finger
9. Rammellzee & K-Rob — Beat Bop
10. Grandmaster Flash — Flash to the Beat (Pt. 1)
Carlos Henriquez – The Bronx Pyramid (2015)
Carlos Henriquez – The Bronx Pyramid (2015)
Memória de Elefante 14/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
Pipa Maldonado – Flores (2024) (single)
‘Flores’ é o terceiro single a solo de Pipa Maldonado
Depois de, no passado mês, nos apresentar ‘Quem sabe’, o primeiro levantar do véu do seu EP de estreia que tem lançamento já no próximo mês de junho, Pipa lança mais um inédito que dá seguimento à história que todo o EP nos contará.
‘Flores’ é o novo single de Pipa, que surge de um lugar bonito, totalmente escrito e musicado pela artista. Numa estética quase “etérea”, Pipa fala-nos sobre a canção “A ‘Flores’ foi uma música que escrevi do início ao fim em, talvez, uma hora. Surgiu verdadeiramente de uma necessidade de musicar as coisas maravilhosas que estava a sentir. É uma canção de amor, leve e simples que procura transportar-nos para o sentimento de entrega quando percebemos que nos foi dada a oportunidade de viver algo verdadeiramente especial.”.
Este novo single é o segundo single do EP ‘Florescer’ que contará com o já conhecido single ‘Quem Sabe’ e outro inédito a ser lançado no próximo mês. Será um EP de uma leveza tal que nos transporta para sítios bonitos tanto pelas letras como pelas suas produções. ‘Flores’ conta com a produção dos Mogno.
De relembrar que Pipa ficou conhecida do grande público depois da sua especial participação no THE VOICE Portugal e do lançamento do seu single de estreia, na altura em colaboração com Sebastião, a canção ‘Vem’ que conta com mais de 1 milhão de streams nas plataformas digitais.
‘Flores’ vem assim trazer-nos mais um bocadinho daquele que será o seu primeiro curta-duração a sair ainda antes do verão.
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks – Pure Smile (Infinite Roots) (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
O novo single “Pure Smile (Infinite Roots)” transporta uma mensagem tão simples quanto universal: o poder de um sorriso puro. Com melodias soul e ritmos envolventes, Freddy Locks traz as vibrações desta expressão brilhante. Canta sobre empatia e a luz que irradia dos nossos olhos quando compartilhamos um sorriso verdadeiro, enquanto as harmonias capturam a essência do que chamamos de Amor, uma força que muitas vezes é melhor expressa sem palavras.
“Pure Smile” é um verdadeiro clássico no repertório de Freddy Locks. Remonta ao verão de Lisboa de 2003: um momento especial para o reggae português. Foi então, que dois artistas visionários, Asher Guardian e Freddy Locks, produziram RootsRockStruggeling, o álbum de estreia de Freddy. “Pure Smile” é uma das faixas desse álbum.
Quando Fred Oliveira iniciou a sua jornada musical, encontrou a sua voz nestas letras poderosas. Levando-as consigo desde o início, apoiaram-no através dos altos e baixos da vida. Agora, está aqui a nova versão, “Pure Smile (Infinite Roots)”, que reúne 20 anos de vida, amor e desamor.
Desde o seu álbum de estreia até agora, os lançamentos de Freddy Locks são uma declaração de unidade e harmonia. Cada faixa, imbuída da essência do reggae, fala das lutas e triunfos do espírito humano. “Pure Smile (Infinite Roots)” destaca-se como um farol de esperança e conexão.
Para celebrar estes 20 anos, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 13 de julho na Gemmi Taverne (CH), 14 de julho em Kandersteg (CH), 15 de julho no Tollwood Festival (GER), 30 de agosto no Arrendas Folk Fest (PT) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #11 – Filipe Sambado (entrevista 21-05-24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #11 – Filipe Sambado (entrevista 21/05/24)
A Filipe Sambado apresenta o seu último álbum “Três Anos de Escorpião em Touro (2024) na Radio Olisipo. Vai tocar no Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024), no dia 15/06/24.
Autor:
Francesco Valente
A Filipe Sambado cria, compõe, escreve e produz música intrinsecamente portuguesa. Passou a infância e a adolescência em Elvas, Vila Nova de Santo André e Lagos. Regressou a Lisboa para estudar Teatro e Dramaturgia na Escola Superior de Teatro e Cinema e Técnicas de Som na Restart, acabando por se fixar nesta cidade. É co-fundador da produtora e agência musical Maternidade. Integrou o coletivo Springtoast Records.
Filipe Sambado faz canções imediatas que nos fazem cantar e reflectir sobre o mundo que nos rodeia e afecta. Composições notáveis que partem de uma matriz pop e consolidam um universo sonoro que tanto estabelece cumplicidades com a música portuguesa – da canção de autor à música popular e de baile -, como se deixa contaminar pelo krautrock, lo-fi ou a hyperpop.
Attila Zoller – Gypsy Cry (1970)
Attila Zoller – Gypsy Cry (1970)
Memória de Elefante 13/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
Raquel Santos – Bills (2024) (single)
O aguardado single de estreia, intitulado Bills que chega hoje às plataformas digitais, juntamente com um videoclipe onde a estética impera, é uma poderá canção, que promete cativar os ouvintes com a sua fusão elegante de ritmos contagiantes e letra profundamente pessoal.
Bills é mais do que uma simples música é uma expressão autêntica da fase emocional de Raquel.
Com uma voz que transcende fronteiras e uma presença magnética em palco, Raquel Santos está destinada a conquistar os corações dos amantes da música me todo o mundo O seu talento inegável e a sua paixão pela arte prometem inspirar uma nova geração de artistas e music lovers.
Prazeres Interrompidos #269: Ana Paula Mateus – Um Rasto de Perfume (2023)
Prazeres Interrompidos #269: Ana Paula Mateus – Um Rasto de Perfume (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
«Um Rasto de Perfume é um romance de personagem, em que a Mulher ocupa o lugar central, numa abordagem penetrante, capaz de deixar a nu as fragilidades do ser humano, nas suas mais enviesadas contradições. Todas as mulheres tendem a ser a mesma mulher, quando o infortúnio as escolhe. O espaço onde decorre a ação é um prédio denominado Prédio das Flores, ameaçado de demolição. Os moradores, a pouco e pouco, vão partindo, ficando apenas cinco mulheres, subtilmente batizadas com nomes de flores. O Feminino que as irmana parece estar na origem da sua desventura, independentemente de berços, competências, estatutos sociais, habilitações literárias, ideologias ou crenças. É na pluralidade, no diverso com que caracteriza as personagens, que Ana Paula Mateus faz convergir a narrativa para um ponto fulcral: o sofrimento como apanágio da mulher, num mundo governado por homens. Se, no final do romance, elas saem vencedoras ou vencidas, fica em aberto a questão, sujeita à sensibilidade do leitor.
Um romance para ler com uma flor numa mão e, na outra, se não uma espada, pelo menos um escudo.»
Dinis Mota – No Stress (2024) (single)
Dinis Mota – No Stress (2024) (single)
Dinis Mota apresenta novo single “No stress”
Dinis Mota, produtor, cantor e multi-instrumentista, disponibilizou o primeiro single “No Stress”. Com letra e música escrita pelo próprio, esta é uma música que fala sobre a vontade de sentir intensamente sem se apegar, capturando a essência do verão e dos amores efémeros.
Com influências de AfroSwing, Amapiano, R&B, House e Hip-Hop, “No Stress” promete mover o público pela sua energia e frescor.
Parte do primeiro álbum a ser lançado ainda em 2024, a música mistura inglês e português, refletindo suas influências e evolução artística, convidando todos a embarcar nessa vibrante viagem sonora.
Este trabalho foi selecionado para fazer parte do Projeto “O Monitor”, promovido pelo Teatro Aveirense e pela Câmara Municipal de Aveiro, que conta com um ano de mentoria e aprendizagem sobre o mundo da indústria musical, sob a responsabilidade de Rafaela Ribas.
quem é dinis mota
Dinis Mota, de 22 anos e natural de Aveiro, é um artista multifacetado que se dedica à música desde a infância. Desde cedo, desenvolveu uma paixão pela música, começando a ouvir discos e a tocar instrumentos como guitarra e piano. Lançou a sua primeira música instrumental no Soundcloud e YouTube em 2019, ainda no secundário. Estudou Produção e Tecnologias da Música e fez mestrado em Artes e Tecnologias do Som, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, enquanto lançava os seus projetos musicais.
202 foi um ano produtivo para Dinis Mota: lançou o EP “TRIAGEM”, na sequência do lançamento em 2022 do single “Longe”, que foi masterizado na Sine Factory e ainda, em dezembro desse mesmo ano, o EP “REFLEXO”. Seu trabalho mistura diversos estilos musicais e busca uma estética sonora única.
Para Dinis, a música é uma forma de comunicação universal. Ele cria para o mundo, desejando conectar-se profundamente com seu público e evoluir continuamente como músico.
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #10 – Batucadeiras Das Olaias (entrevista Clarisse 22-05-24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #10 – Batucadeiras das Olaias (entrevista Clarisse 22/05/24)
Clarisse apresenta as Batucadeiras das Olaias na Radio Olisipo. As Batucadeiras das Olaias vão se apresentar no Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024), no dia 15/06/24.
Autor: Francesco Valente
Dedicado à performance do batuku, as Batucadeiras das Olaias surgem com o objetivo de partilhar, divulgar, reivindicar e exaltar a história, memória e a cultura cabo-verdiana. A celebração enquanto representação central da cultura de Cabo Verde e das comunidades cabo-verdianas na diáspora, prende-se não apenas com a música, o ritmo e a arte mas sobretudo com o sentido de amizade, familiaridade, vizinhança e sociabilidade a partir da partilha de memórias, conhecimentos, histórias de vida, de evasão da vida quotidiana e da marcação identitária no contexto migratório.