Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #9 – Lala Tamar (entrevista 21-05-24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #9 – Lala Tamar (entrevista 21/05/24)
Lala Tamar apresenta-se na Radio Olisipo. Vai tocar no Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024), no dia 01/06/24.
Autor:
Francesco Valente
Reclaiming her North-African heritage with an attitude, LALA Tamar is pop music’s new Eastern muse.Touring international stages from Morocco to Portugal, India to Holland and many more, LALA has successfully completed her debut performances at LINCOLN CENTER NYC. With a powerful voice and striking feminine presence,Lala brings for the first time the undiscovered songs of the Jewish women of Spanish Morocco, the Sahara and the Atlantic Ocean.Transforming these ancient hymns into punchy pop songs with dance and hip hop beats, Lala’s performance is sure to move even the most stubborn listeners to their feet, hands clapping.
In the Moroccan tradition “Lala” is the respectful lady of the house
Born to Brazilian-Moroccan parents, LALA Tamar is a unique artist taking her deep roots to the front of the stage. discovered the mystery of the ancient hymns of her heritage when she was in her early twenties. Hymns sang in Moroccan Jewish Arabic and Ladino, more specifically “Haqetiya” , a unique dialect spoken among the jews of Spanish Morocco, perfectly fit Tamar’s hybrid identity; a woman rooted deeply in the cultural seam between Latin and Arab, jewish and muslim, between East and West.
Tamar took to studying Moroccan and invested long hours uncovering old ethnographic recordings of Jewish Moroccan women singing in “Haqetiya” from the National Archive in Jerusalem. Painstakingly transcribing the lyrics, Tamar’s journey to reclaim her heritage began. She delved deeper and deeper into these ancient melodies, becoming the first artist to start compiling an artistic album in this unique dialect. Tamar had to smuggle the recordings out of the Hebrew University by recording them on her cellphone, and was soon picked up by the Jerusalem band Z’aaluk. The ancient hymns from the archives started to claim new life in a modern live show, and the band toured all over the country.
In parallel to her work with Zaaluk, Tamar joined forces with the Mediterranean flamenco maestro Ofer Ronen to complete the trio Ancient Groove, and performed with them all over Europe.
Tamar is also active in the Jerusalem collective Andelucious, noted for their rendition of Algerian classic “Hesbani” that has made digital waves, facilitating communication with Moroccan and Algerian fans every day. Tamar and Andelucious flew to Morocco in 2018 for a historical tour, performing in Essaouira, the capital of classical Moroccan music. Since then enthusiasm for Tamar’s voice and presence in her mother’s birthplace continues to grow every day.
In 2018 Tamar approached Ori Winokur, one of Israel’s most established producers (Asaf Avidan and the Mojo’s, Lola Marsh etc) to create a new album in Hakhetiya. An explosive creative connection was established, Tamar bringing her powerful voice and feminine presence, with her unique foothold in the lost language of Hakhetiya, and Ori bringing cutting edge Pop music production and dance floor groove. Eventually Zaaluk band parted ways, and from this encounter the new identity of LALA was born.
As she dove deeper into the intense studio work, LALA’s striking presence started getting noticed by the film industry. She was casted for acclaimed director Amos Gitay’s film “A Tramway in Jerusalem” alongside Israel’s top tier of actors (Yael Abeksis, Yuval Scharf, Achinoam Noa Nini), where she sings in Hebrew and Arabic with her traditional Qrakeb castanets in the film’s closing scene. This year she will perform in another role in Gitay’s upcoming fitur.
An intense year in the studio alongside concerts and tours in Morocco (performing next to Karim ziad and Omri Mor) performing with the choreographer Orly Portal and on stages around the world has brought about the debut album – LALA TAMAR, set to be released on may 29th 2020. A new hybrid creation that draws from the well of ancient women’s tradition with an unapologetic attitude that brings about a new genre on the seam of world music, pop and dance music. Moroccan glam,Ladino Pop, Hakhetiya world fusion, call it what you may – LALA transcends genres to meet the listeners directly through their hearts and hips.
Embodying a cultural mission to not only preserve but reinvent a language and tradition that was nearly buried.
Chick Corea: Return To Forever – Light As A Feather (1973)
Chick Corea: Return To Forever – Light As A Feather (1973)
Memória de Elefante 12/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
Sabi Sá – Liga Para Mim (2024) (single)
SABI SÁ é o nome artístico de Silvia Barros, cantora e compositora, natural de São Tomé.
Com as suas raízes bem assentes, é em Portugal que descobri o mundo da música e a sua maior paixão. Participou no FACTOR-X e posteriormente inicia a sua carreira de originais.
A artista espelha na sua arte, as vivências da infância e do crescimento, o que dá uma densidade muito própria às suas letras. Cantar para si é, sobretudo, um acto de liberdade. Inspirada pelas sonoridades do Rnb, Jazz e Hip hop, o seu timbre viciante e letras acutilantes têm conquistado o público e nomes reconhecidos como Valete, Rui Unas, Virgul, Dino d’Santiago, entre outros. Na sua discografia conta com dois EPs, “Nome” e “Nua”, e vários singles.
Depois de “Defesa”, tema que marcou a apresentação do livro “Para que fique bem escurecido” de Sanda Baldé e que defendeu na gala dos 25 anos da RTP representando o seu país, São Tomé, Silvia Barros apresenta-nos “Liga para mim” como SABI SÁ, o seu novo nome artístico.
SABI SÁ é o lado forte da artista, com o qual a mesma pretende defende a partir daqui a sua música e composições. SABI SÁ é para a artista “marcha de revolução de pé descalço e cabelo solto”.
Neste novo single “Liga para mim”, a artista traz-nos uma visão mais sensível sobre a saúde mental e as relações interpessoais. “Esta canção é como um abraço a mim mesma, é como olhar-me ao espelho e dizer – eu estou aqui para ti” acrescenta a artista.
“Liga para mim” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
Peculiar – Escura Noite (2024) (single)
“Lágrimas de Pérola”, o EP de estreia de PECULIAR está prestes a chegar a todas as plataformas digitais, sendo lançado ainda esta semana a 10 de novembro. Para celebrar este lançamento o artista anuncia agora as primeiras datas de apresentação ao vivo.
PECULIAR, um dos mais curiosos e magnéticos artistas emergentes da pop portuguesa, apresenta-se ao vivo em Lisboa e Faro, duas cidades que fazem parte da vida e do percurso do artista e que o acolhem agora para os seus primeiros concertos de “Lágrimas de Pérola”.
A 18 de novembro PECULIAR sobe ao palco do Tokyo, sala no Cais do Sodré em Lisboa, num concerto que começa pelas 22H00. Já no fim do mês, a 25 de novembro, toca na sua cidade natal, no IPDJ de Faro pelas 22H0.
Os bilhetes para ambas as datas já estão disponíveis. No concerto do Tokyo (Lisboa) podem ser comprados através da aplicação da sala “Tokyo Jamaica” por um valor de 6€, no IPDJ (Faro), pode ser adquirido à porta.
Desde o início do ano que PECULIAR já revelou temas do seu EP de estreia “Lágrimas de Pérola”, com os lançamentos de singles e videoclipes de “Lua”, “Chora” e “Chover”.
Na sexta-feira, 10 novembro, não só a totalidade do EP “Lágrimas de Pérola” é conhecido, como um novo videoclipe.
Quem é PECULIAR?
Ser PERCULIAR não se trata de querermos ser diferentes, isso é apenas uma consequência. Trata-se de querermos ser quem somos: isentos, independentes e livres.
É assim que se apresenta João Nicolau Quintela aka Joaquim Tela, um artista multifacetado de 21 anos oriundo de Faro, Portugal.
Inspirado no tradicionalismo musical português (Carlos Paredes, Madredeus, Zeca Afonso, entre outros), PECULIAR navega até ao modernismo e procura misturar estas influências na sua música juntamente com referências como Rosalia, Stromae e Tyler the Creator.
PECULIAR explora então, a sua própria sonoridade musical numa manifestação de liberdade de expressão, movimento e individualidade, com uma imagem que se desenquadra do que é suposto, distinguindo-se pelas suas letras, sombrias e realistas, inspiradas no mundo dos livros do fantástico que leu, onde não existem padrões e cada um é como é e há espaço para todos serem o que querem ser.
Para além da participação no festival de curtas-metragens 48 Hours como compositor de banda sonora, Peculiar conta com a bagagem musical de outros projetos de música autoral como o 4.º lugar no concurso algarvio Música Já em 2019, ser um dos artistas do projeto Cápsula do Faro2027, ter tocado em 2021 no South Music e em 2022 no Festival F em Faro. Mais recentemente contribuiu na composição de 3 temas para o novo álbum de Aurea “Moods”. Alcançou o 8.º grau com guitarra clássica e canto no Conservatório e encontra-se atualmente a estudar Criação e Produção Musical na ETIC e Canto e Guitarra Jazz no Hot Clube.
Texito Langa: Wired For Sound – Moçambique (2014)
Texito Langa: Wired For Sound – Moçambique (2014)
Memória de Elefante 09/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #3
Trovador Urbano #3
Autor:
David Calderon
(episódio de 11 De Junio 2024)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
O Marta – Dia (2024) (single)
O Marta – Dia (2024) (single)
Associamos a palavra dia ao começo de algo e a noite ao fim. E, por isso, “Dia”, a nova música d’O Marta que antecipa o álbum “Casta Brava”, marca também o começo do disco. Neste single, somos introduzidos por uma orquestra de timbalões que nos convocam para iniciar o álbum, como um despertador que nos acorda para começar o dia. Depois podemos ouvir um conjunto de percussões variadas, desde os bombos tradicionais, aos adufes, às tarolas das marchas e às cabaças. Apesar de ser um single que vive muito do ritmo, a letra também se constrói com força. Ela fala de uma luta desesperada em querer fugir às responsabilidades, de um combate constante contra a falta de atenção e a procura de uma liberdade que não é fácil de atingir (e que parece cada vez mais inatingível). Tudo isto se torna até desesperante, dando vontade de rir, chorar e gritar, tudo ao mesmo tempo, como podemos ouvir pela voz de Francisca Tadeu no solo final.
Notas de autor:
O que mais me deu gozo neste single, foi levar-me a mim e aos músicos a fazer coisas que nunca tínhamos experimentado antes, como colocar 3 bateristas completamente diferentes a tocar música tradicional sincronizados e cheios de power. Pedir a uma flautista clássica para tocar com o som sujo e distorcer completamente a sua flauta. Pedir á Francisca para gritar, rir e chorar para o microfone enquanto faz um solo vocal, tentando ser melódica nessa euforia. Foi uma experiência de produção fantástica e libertadora, tal como era objetivo transmitir na música.
Créditos:
Cover Art – Beatriz Teixeira
Foto – Pedro Martins
Composição:
Guilherme Marta
Produção, arranjos e gravação:
Guilherme Marta e Tomé Silva
Assistência de gravação:
Leonardo Patrício
Mistura:
João Bessa
Masterização:
Miguel Marques
Baterias e percussões:
Tomé Silva
Bombos:
Luís Sousa
Ricardo Pereira
Tomé Silva
Guitarra elétricas e acústicas:
Guilherme Marta
Guitarra PT:
João Barreirinhas
Sintetizadores:
Tomé Silva
Vozes:
Guilherme Marta
Tomé Silva
Francisca Tadeu
Coro:
Pedro Novo
Ruben Dias
Guilherme Marta
Tomé Silva
Leonardo Patrício
Sara Machado
Mariana Costa
Francisca Tadeu
Isabella Rollim
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
Rossana – À La Portugaise (2024) (single)
ROSSANA EDITA SINGLE “À LA PORTUGAISE”
TEMA SURGE EM ANTECIPAÇÃO AO SEGUNDO LP DA ARTISTA
“À La Portugaise”, é o primeiro single e a faixa-título do segundo álbum de Rossana, artista portuguesa radicada em Londres, e apresenta uma amostra emocionante do que está para vir.
De volta à língua portuguesa, a artista convida-nos a conversar numa linguagem que todos temos a sorte de saber falar: a dança. Por muito hábeis que sejamos, podemos sempre tentar. “Deixa o corpo falar / E é tão fácil”, ouve-se cantar o alter-ego de Inês Barroso. E é mesmo assim tão simples, sobretudo ao som de uma música como “À La Portugaise”, que através de um groove verdadeiramente colorido de influências que vão dos ritmos populares
portugueses à neo-psicadelia e melodias orientais, encontra uma forma única de pôr o ouvinte a mexer.
Gravado no Studio Alouette, em Confolens, França, por uma banda composta por músicos portugueses, franceses e ingleses, juntamente com as restantes canções do próximo LP, “À La Portugaise” marca o início de um novo capítulo para Rossana, onde apesar de se aproximar cada vez mais da sua herança, se recusa a diluir-se nela. Em vez disso, aproveita a oportunidade para procurar uma expressão musical cada vez mais abrangente, em que não só deixamos o nosso corpo falar, mas também nos lembramos de como isso é revolucionário.
O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Howlin’ Wolf – Howlin’ Wolf (1962)
Howlin’ Wolf – Howlin’ Wolf (1962)
Memória de Elefante 10/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #45: The Horace Silver Quintet – Silver’s Blue (1962)
1 Álbum 100 Palavras #45: The Horace Silver Quintet – Silver’s Blue (1962)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Horace Silver é um dos jazzistas mais autênticos de sempre. Neste álbum é acompanhado por músicos como Hank Mobley (sax), Doug Watkins (contrabaixo), Joe Gordon e Donald Byrd (trompete), Kenny Clarke e Art Taylor (bateria). Silver, Mobley, Watkins e Byrd tinham acabado de deixar os The Jazz Messengers, e neste disco Horace Silver apresenta-se pela primeira vez como leader. Os músicos amostram o seu virtuosismo na linguagem hardbop. As músicas são em grande parte de Horace Silver. Contudo, não faltam clássicos como The Night Has a Thousand Eyes. A técnica pianística de Horace carateriza-se de elementos de blues. Boa escuta”
Dullmea – Noite Curva Dia Morchella (single)
Dullmea – Noite Curva Dia [Morchella] (2024) (single)
Dullmea apresenta Ñe’ẽsẽ, um álbum com componente visual que parte da recolha de elementos da natureza para a criação de material sonoro e visual. Segundo a criadora artística Dullmea, “Ao longo do último ano tenho recolhido elementos da natureza e trazendo-os para o meu processo criativo. À medida que fui ficando mais fascinada com as minhas descobertas, quis convidar o meu querido amigo João Pedro Fonseca para criar vídeos para algumas das minhas composições. O álbum foi concluído quando o meu talentoso amigo Ricardo Pinto trouxe à tona toda a emoção e maravilha que eu procurava com as suas misturas. “Ñe’ẽsẽ” significa “voz” em guarani.”
O álbum terá uma edição física especial: um marcador de livros feito com papel biodegradável de sementes, contendo um código de acesso ao álbum digital. Uma vez feito o download, este marcador pode ser usado como qualquer marcador de livro, ou plantado, gerando as sementes nele contidas (margarida ou camomila).
Em Ñe’ẽsẽ podemos encontrar as seguintes personagens:
– Tema “Noite Curva Dia (Morchella)”: As linhas que compõem o chapéu de uma morchella (cogumelo) são vozes com caminhos individuais que se separam e encontram sucessivamente, deslizando e criando alvéolos.
– Tema “Dores de Crescimento (Árvore)”: Anéis de crescimento de uma árvore que ditam a proporção, altura e duração de “anéis” sonoros; a rugosidade de um tronco nos batimentos gerados pelo desvio gradual de afinação.
– Tema “Folhas Gerando Vento de Outono (Folha, Líquen)”: O padrão de desenvolvimento das nervuras de uma folha de plátano que se traduz na organização rítmica de uma melodia.
– Tema “Vinte Mil Léguas Submarinas (Ouriços)”: Ouriços espinhosos, perigosos, afiados são feedbacks organizados numa variada paleta. Um lamento com baixo ostinato, mas em vez de viola da gamba, feedbacks.
– Tema “A Estranha Esperança dos Pássaros”: O canto de pássaros: alguns que existem e outros que ficaram por inventar, em toda a sua polifonia, estridência, inocência e muitas vezes inconveniência.
– Tema “Folha de Mão Aberta “Ave Abanando Leque)”: A textura aveludada da Mentha Suaveolens é o cenário da antecâmara para um oásis de pássaros nunca antes escutados.
Dullmea (Sofia Fernandes) é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016. O novo trabalho vai ser apresentado nos seguintes locais:
Apresentações (conversa com o público sobre conceito, processos de criação, acesso ao
material de recolha e outras curiosidades):
24 de Maio, 18h – Galeria MIRA | Artes Performativas
25 de Maio, 17h – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Biografia:
Dullmea é uma artista e compositora que explora as inúmeras possibilidades da voz e da eletrónica desde 2016.
Lançou Keter (2016), Hemisphaeria (2019) e [dʊl’mjə̯] (2020) um álbum em andamento, Orduak (2021), LOGLIBRO N-RO. 01, Ao Vivo no Sinsal Outono 2022 e Lloc Comú (2023).
Entre outros, Dullmea já se apresentou ao vivo em Nijmegen (NL), Eindhoven (NL), Lisboa (PT), Porto (PT), Barcelona (ES) – Festival LEM, São Paulo (BR) – MAC, Berlim (DE) Copenhaga ( DK), Milton Keynes (Reino Unido) – Exposição de Paula Rego “Obedience and Defiance”.
Dullmea também compõe música para teatro.
Créditos:
Mistura e masterização por Ricardo Pinto
Capa: Fotograma do vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros”
Vídeo por João Pedro Fonseca
Vídeo “A Estranha Esperança dos Pássaros” com edição adicional de Joaquim Fernandes, João Bico, Nuno Figueira
Apoios:
República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes
Arte Institute – Portuguese Contemporary Culture
Galeria MIRA
Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Antena 2
Prazeres Interrompidos #268: Vários Autores – As Mais Belas Lendas dos Açores (2023)
Prazeres Interrompidos #268: Vários Autores – As Mais Belas Lendas dos Açores (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Ângela Furtado-Brum, em co-autoria com as professoras Ana Rosa Costa, Graça Rego Ponte, Manuela Vaz de Medeiros, Margarida Enes, Maria do Carmo Rodeia e Nélia Melo, dão a conhecer às crianças algumas das lendas do arquipélago dos Açores e sua misticidade.
Cada lenda conta com ilustrações de Francisca Paz Ferreira Cabral, de dez anos, que dá o seu cunho infantil à obra, evidenciando o olhar de criança perante estas narrativas fantasiosas seculares transmitidas pela tradição oral.