Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
Inês Monstro – Nunca Te Esqueço, Meu Amor (2024) (single)
A cantora e compositora Inês Monstro editou o novo single ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra da sua autoria e música coescrita pela artista com Rita Onofre e Choro, o produtor do tema, esta é uma versão alargada e com novos versos do tema Pop, originalmente incluído no álbum “Brilho”, editado no final de 2023.
“Escrevi esta canção numa noite, quando estava no meu quarto, e falo sobre um amor desmedido por alguém, tão grande ao ponto de acreditar que se pode morrer de amor ou de desgosto quando nos sentimos abandonados. É uma música que aborda a devoção, não só a uma relação amorosa mas, também, ao que se quer fazer no resto da vida”, afirma Inês Monstro. “Escolhi estender esta música porque, sempre que a canto ao vivo, é uma das faixas do álbum que mais gosto de cantar. Então, após seis meses do “Brilho”, decidi que seria um bom momento para dar uma nova roupagem a este tema”, confessa ainda a artista.
‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’ é acompanhada por um videoclipe realizado por Vasco Souto, inspirado pela estética cinematográfica de Pedro Almodóvar, uma das maiores influências visuais da artista. O visual conta ainda com a participação especial dos guitarristas Alex Sweeney e Eugénia Contente.
Eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso, “Brilho” marca a estreia discográfica da cantora, compositora e atriz Inês Monstro. Totalmente escrito e composto pela artista com as colaborações de Rita Onofre, na composição e letras, Matheus Paraizo, na faixa ‘Perto’, e com produção de Choro, o disco é uma coleção de canções com ritmos fortes e disruptivos apoiados em guitarras e percussões marcantes que cruzam as sonoridades Pop, Hyperpop, Eletrónica e Urbana.
Além de ‘Nunca Te Esqueço, Meu Amor’, “Brilho” inclui os singles ‘Porque Te Quero’, com rotação na Rádio Comercial, ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’, em rotação na Antena 3, e ‘Sina’. A par da componente musical, Inês Monstro liderou a direção criativa de todos os videoclipes e dos espetáculos ao vivo, que já passaram por salas como o Musicbox ou festivais como o Super Bock em Stock 2023. A cantora e compositora vai atuar no próximo dia 22 de junho no Rock In Rio Lisboa 2024, no Super Bock Digital Stage, ao lado dos guitarristas Alex Sweeney e NED FLANGER e das bailarinas Sasha Costa e Meg Reis.
Depois do sucesso do álbum de estreia, Inês Monstro prepara agora novos temas originais e mais datas de concertos ao vivo, a anunciar em breve.
Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa artista madura e com narrativas únicas.
Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora, atriz e performer mas, também, como songwriter.
No início de 2023 lançou o primeiro single, ‘Porque Te Quero’, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’, ‘Hipnose’ e ‘Sina’. Os temas anteciparam o álbum de estreia, “Brilho”, editado em outubro de 2023 e eleito um dos Melhores Álbuns de 2023 pela Blitz/Expresso. O disco foi apresentado em salas lotadas como o Musicbox ou a Casa do Alentejo, em Lisboa, este último integrado no cartaz do festival Super Bock em Stock 2023.
Prazeres Interrompidos #267: José Carlos García e Rui De Sousa Martins – A Indústria Baleeira dos Açores (2021)
Prazeres Interrompidos #267: José Carlos García e Rui De Sousa Martins – A Indústria Baleeira dos Açores (2021)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A obra resulta de um trabalho de investigação sobre a baleação Açoriana, parte integrante da identidade cultural da Região, com base numa perspetiva antropológica, desenvolvida sob orientação de Rui de Sousa Martins, membro da Comissão Coordenadora Científica do Centro de Estudos Humanísticos da Universidade dos Açores.
O autor refere que a edição aborda questões como “a cetofauna, a riqueza das baleias arrojadas, a importação de azeite de peixe do Brasil, a passagem da baleação atlântica anglo-norte-americana, que privilegiou o cachalote e o desenvolvimento da sua pesca longínqua, interinsular e local”.
José Carlos Garcia, natural de São Roque do Pico, é um investigador na área da antropologia da ilha do Pico, sobre a qual tem produzido trabalhos de temática patrimonial e museológica. Como autor, conta já com várias publicações, nomeadamente sobre a temática baleeira, tendo editado o seu primeiro livro em 1998.
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores – Regresso (2024) (single)
Os Senhores apresentam o novo single do disco de estreia “Sr. Saraiva”: segundo o vocalista e autor da letra, David Pinheiro, “Regresso” fala sobre a importância que o MAR pode ter na vida e na criatividade de uma pessoa. Sobre a importância deste tipo de elementos para nos sentirmos completos enquanto seres humanos. E claro, é também uma história de Amor. Ou seja, o MAR ganha uma importância tal que até o Amor se encontra lá. A personagem principal do vídeo volta a ser o Sr. Saraiva que se percebe que esteve muito tempo afastado do MAR por razões que o ultrapassam…porém, a vida encaminha-nos sempre para o sítio certo, para o devido lugar e neste caso o Sr. Saraiva regressa ao MAR. Ainda assim e durante todo o tempo que esteve afastado do seu destino, nunca deixou de acreditar e de procurar ao mesmo tempo aquilo que nos une a todos, o Amor. E quem sabe se não foi também isso que lhe permitiu o tal REGRESSO. É uma metáfora simples da vida que nos mostra que nunca devemos deixar de lutar por aquilo em que acreditamos.”
O vídeo conta com a realização de Tiago Albuquerque, ilustrador e responsável pelos vídeos da banda.
Os Senhores contam com dois elementos dos Amor Electro, Tiago Pais Dias e Ricardo Vasconcelos, Bruno Jardim Fernandes, e tem como líder David Pinheiro. É um projecto que tem como principal objectivo voltar aos elementos que caracterizaram grande parte da música dos anos 90: a honestidade, a sinceridade, a emoção. As suas canções são um regresso à importância das palavras.
No dia 7 de Junho Os Senhores atuam na 4ª Edição do Douro Wine City, no Peso da Régua.
Monnette Sudler: The Sounds Of Liberation – New Horizons (1972)
Monnette Sudler: The Sounds Of Liberation – New Horizons (1972)
Memória de Elefante 05/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Wave – Viver (2024) (single)
Wave – Viver (2024) (single)
André, Diogo e Gonçalo formam os WAVE, uma banda de rock,
natural de Barcelos. Juntaram-se em 2018, sem grandes objetivos
traçados, para tentarem fazer música juntos. 6 anos depois, lançam
finalmente o primeiro EP – “MATÉRIA”.Em 5 faixas, a banda explora questões existenciais e distópicas, comsonoridades mais energéticas e maduras. Estas músicas são consequência do projeto “Criar a Criatividade”, organizado pelas Guitarras de Manhente: Escola de Rock. Aí nasceu a música“Finalmente”, a primeira em português escrita pela banda.Perceberam que o português resultava com o tipo de música quecriavam, e continuaram a escrever. O EP conta com três músicas emportuguês e uma em inglês. Em comparação ao que faziam anosatrás, este EP marca um capítulo muito mais energético e madurodos WAVE.Uma das maiores inspirações criativas da banda passa muito pelaprópria cidade de Barcelos, de onde nasceram tantas outras. OsWAVE consideram urgente continuar a fazer música rock, sobretudopara não deixar morrer a tendência de aparecerem todos os anosbandas novas.
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira – Sonhos (2024) (single)
Luís Braz Teixeira estreia o novo single “sonhos”
Cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista com influências de R&B, Indie Pop e Soul, Luís Braz Teixeira começou a aprender música com 4 anos e desde 2020 conta com 26 temas originais e 2 EP’s.
Quando queremos deixar a realidade para trás, existe uma melodia que nos leva para longe, sem sair do lugar: “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira
Com uma fusão entre o Pop e o R&B, “sonhos”, a segunda música do primeiro projeto em português de Luís Braz Teixeira, tem uma atmosfera calma e letra profunda, transmitindo uma mensagem triste e introspectiva, perfeita para momentos em que nos queremos fugir à realidade.
Uma bonita dualidade entre o significado da música e as melodias vibrante torna este tema ainda mais reconfortante.
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #6 – Toupeira – João Berhan (entrevista 24/05/24)
Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #6 – Toupeira – João Berhan (entrevista 24/05/24)
João Berhan apresenta na Radio Olisipo o projeto Toupeira que vai se apresentar no do Arraial Renovar a Mouraria de 2024, no dia 06/06/24 às 19h.
A Toupeira trata-se de um projecto que, tratando-se de um projecto, Zé Mário nunca aprovaria. Conjunto sem membros, sem pés nem cabeça, a Toupeira tem corpo, taninos arreganhados e final de boca polifónico, ideal para marinar carnes fracas.
Parida na Gare de Austerlitz, é criada por uma família de tamagochis latifundiários e aprende tudo o que sabe sobre amor e criptomoeda numa sessão de ayahuasca no parque de campismo de Sines. É avistada pela primeira vez em Abril de 1974, no vagão-bar do Sud-Express, a googlar “coisas p fazer no dia da revolução”.
Que caminho tão longo: 50 anos depois da madrugada inicial, inteira e limpa, a Toupeira fura-fura, sai da toca e canta as alvoradas que ficaram por raiar. Ou seja, canções de José Mário Branco e Zeca Afonso, com arranjos de Teresa Campos, Olmo Marín, Inês Melo, Diogo Picão, Ricardo Ribeiro e João Berhan.
Mikey Dread – African Anthem (The Mikey Dread Show Dubwise) (1979)
Mikey Dread – African Anthem (The Mikey Dread Show Dubwise) (1979)
Memória de Elefante 04/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #2
Trovador Urbano #2
Autor:
David Calderon
(episódio de 21 De Mayo 2024)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
sús – Abdolmen (2024) (single)
sús – Abdolmen (2024) (single)
“Entre” é o álbum de estreia de sús
Depois dos singles, “Primavera Deserta”, “Cicatriz” e “Além do Tempo”, sús edita o seu álbum de estreia “Entre”, um álbum que é tanto um convite como uma ode à impermanência das transições.
Para sús, foi um “processo longo e muito empoderador” assinar pela primeira vez a produção, composição, gravação e performance de todo o disco cujas canções foram escritas na Dinamarca, mas terminadas em diversos lugares.
A forma como percecionamos o conceito de interior, de casa, de útero e de tudo que nos é íntimo e que tem como consequência a demanda pelo exterior, é a reflexão que a artista nos propõe no seu primeiro longa duração a solo.
“É nesta reflexão que me deparo com o “Entre”, com as membranas ou paredes que nos confrontam com o facto de estarmos unidos pelo que nos separa.”
É um disco sobre processos, transições, relações consigo e com o outro, com lugares, memórias, ideias, palavras, e sobre o encontro com os lugares de calma entre as tempestades. Num tom contemplativo e melancólico, “Entre” fala também sobre o amor, a perda e o afeto.
Com uma sonoridade que se acerca do folclore, do misticismo e do realismo mágico, “Entre”, é um disco que abraça o experimentalismo, a música eletrónica e a art-pop mas com a palavra em evidência.
No fundo são “canções sem receita, mas com uma vaga memória daqueles livros de culinária que percorrem gerações”, como nos explica a artista. Na música de sús, subsiste um paralelismo entre os saberes antigos, a música tradicional portuguesa no alto da sua ritualidade e um fascínio da artista pela tecnologia, a eletrónica e uma estética avant-garde.
Esta pluralidade marca o ponto de partida para a busca incessante de uma sonoridade que procura o novo, transportando consigo o antigo. sús bebe da tradição mas olha a vanguarda nos olhos.
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Contradição – Carlos Sanches, Filipe Keil (2024) (single)
Dois cantautores Flavienses, Carlos Sanches e Filipe Keil, juntaram-se e combinando as suas habilidades musicais distintas, criaram “Contradição”, uma obra que é um mergulho na complexidade e dualidade dos relacionamentos. Esta canção retrata a desconfiança e o ceticismo dos afetos de uma forma que é ao mesmo tempo pessoal e universal. É um convite para uma reflexão sobre a intimidade.
Carlos Sanches é conhecido pelas suas canções introspetivas de indie folk, que capturam a essência do amor, desamor e solidão. Com a sua habilidade única de traduzir emoções em palavras, Sanches conquistou a crítica com o segundo EP – “A Migração das Andorinhas” – e recebeu uma menção honrosa nos Novos Talentos Fnac 2023 com o tema “Clara em Contraluz”.
Filipe Keil, também nascido em Chaves, é um músico multifacetado que, desde cedo, demonstrou talento para a música, escrita e produção musical. Com um corpo de trabalho diversificado, que inclui diversos singles e EPs, Keil não tem medo de explorar temas profundos e diversificados nas suas composições. O seu mais recente lançamento foi o EP, “Artificial”. Para Keil, a composição e a escrita são exercícios diários, uma paixão que transporta para cada projeto.
A produção musical de ‘Contradição’ ficou a cargo do músico Gustavo Almeida (Guss What) e está disponível em todas as plataformas digitais.
CONTRADIÇÃO
Carlos Sanches, Filipe Keil
Composição: Carlos Sanches, Filipe Keil
Letra: Carlos Sanches, Filipe Keil
Direção e Produção musical: Carlos Sanches, Gustavo Almeida
Mixagem e Masterização: Diogo Costa – MLN Studios
Distribuição: Morada
Jimmy Rogers – That’s All Right (1992)
Jimmy Rogers – That’s All Right (1992)
Memória de Elefante 03/06/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.