
Catman Plays The Blues #123
Apresentamos esta semana um olhar pormenorizado sobre o BB Blues Fest e o Festival Interncional de Blues de Faro dois festivais que estão aí á porta, e escutamos alguns temas de obras dos músicos participantes.

Catman Plays The Blues #123
Apresentamos esta semana um olhar pormenorizado sobre o BB Blues Fest e o Festival Interncional de Blues de Faro dois festivais que estão aí á porta, e escutamos alguns temas de obras dos músicos participantes.

José Mário Branco – Mudam-se Os Tempos, Mudam-se As Vontades (1974)
Memória de Elefante 25/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

E.Se – Galope (2024) (single)
“Hubris” é o terceiro longa duração de E.se. Sendo verdade que o nome do disco significa arrogância, este é acima de tudo um símbolo de autoconhecimento. Num álbum mais “escuro” que o seu antecessor, Mangrove (2022), em Hubris é clara a maturidade criativa de E.se, cada vez mais confortável na sua fragilidade, abordando temas como a saúde mental, separações relacionais, solidão e crescimento.
Nos singles de antecipação – “Gravito” e o tema homónimo ao disco -, o músico e rapper almadense já revelava o que é consolidado no álbum: E.se dá liberdade às suas emoções e obsessões para fluírem pelas paisagens sonoras que lhes dão o contexto adequado. Uma viagem mental que o leva às ambiências pop, ao jazz contemporâneo, ao r&b ou à música electrónica. O resultado desta mescla adere na perfeição a um álbum hip hop atrevido e característico, composto por 15 faixas onde E.se, além da sua escrita e interpretação, intervém também como produtor pela primeira vez.
A produção ficou a cargo de nomes como Lunn, Minus & MrDolly, E.se, NED FLANGER e Mei Rose, conta com colaborações vocais de xtinto, L-ALI, Mei Rose, Minus & MrDolly e Matheus Paraízo e mistura e masterização por Beiro (excepto na faixa ângulo morto por Pedro Borges). O álbum é editado pela Produções Hipotéticas.
O disco irá ser apresentado ao vivo no Porto no Maus Hábitos a 14 de Junho e em Lisboa no Musicbox a 15 de Junho. Nessas datas marcarão presença vários dos convidados que podem ouvir em Hubris.

DJ SHALABY – Music Instead of Weapon #14
Artist: Diverse 2020-24
Title: MIXTAPE 14 Dj Shalaby
Year Of Release: 2024
Genre: Arabic Modern Beats, Female and Male Hiphop
Quality: 24-bit/41kHz WAV, Mp3
Total Time: 00:41:32
Tracklist
1.The Divorce – Kozbara
2.Mekhasmak – Nawal
3.Darba Qadeia -Moha K Distinkt
4.Nayda – Flipperachi Ft. Alaa Al Hendi
5.Sawwah – Muhab
6.Seventy One – Muhab and Rap Shar3
7.966-Jara
8.Back to you again -Omar Al-Armouti
9.Work of Art -Dafenci feat. Mshakil
10.Calma – Dareen, Rashed Muzik
11.Online – MarSimba feat. Salvo Riggi
12.Ya Ghazal – Dina El Wedidi
13.Mesytara – Lamis Kan
14.Jalapeno – Dareen X Rashed
15.The fire burned – Essam Satti feat. Ali Naseraldeen
16.Fish Masari – Lina Makoul
17.Cairokee – Telk Qadeya that’s an issue
Intro Poem:
I will sail with a ship with its sails loaded with faith, and I will find peace, and if it does not come, I will bring it, and with it, security, stability and warmth.
SOUNDCLOUD

Prince Buster: Judge Dread Featuring Prince Buster – Jamaica’s Pride (1967)
Memória de Elefante 24/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Virgem Suta – Dois Dias (2024) (single)
“Dois Dias” é o nome do novo single dos Virgem Suta e marca o regresso da banda às edições, antecipando o universo daquele que será o quarto álbum de originais da dupla formada por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo que assinala 15 anos de carreira.
Habituados a transformar histórias em canções, os Virgem Suta mantêm a perspicácia e ironia a que habituaram os seus ouvintes, retratando em “Dois Dias” o tema da rotina frenética da sociedade atual e a generalizada procura de ideais de felicidade tantas vezes distorcidos.
Com produção de JP Coimbra, o single aponta para novos caminhos estéticos, abrindo o apetite para o álbum que se avizinha.
“Dois Dias” estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 3 de maio.
Com lançamento de novo disco previsto para outubro, o quarto álbum da banda de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo tem já definidas as datas de apresentação em Lisboa e Porto. Na capital a banda subirá ao palco do Teatro Maria Matos no dia 12 de novembro e na invicta, ao da Casa da Música, dia 21 de novembro.
No ano em que celebram 15 anos de carreira, os Virgem Suta propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto.
Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.
Sobre os Virgem Suta
Os Virgem Suta surgiram em 2009 com um álbum homónimo e desde essa data lançaram Doce Lar em 2012 e Limbo em 2015, todos com o selo da Universal Music. Em 2010 foram nomeados para os Prémios Globos de Ouro na categoria Melhor Banda e em 2013 na categoria Melhor Álbum.
Ao longo dos quatorze anos de existência nunca deixaram de atuar ao vivo, tendo no currículo centenas de concertos um pouco por todo o país, inclusive em alguns dos maiores festivais nacionais (Meo Sudoeste, Meo Marés Vivas, Festival F, Festival Med, Festival Músicas do Mundo de Sines, Festival Sem Soldos, entre outros). Internacionalmente já atuaram no Brasil, Canadá, Macau, Timor, Bélgica, Hungria, Espanha e mais recentemente no Chile, num dos maiores festivais de música do mundo, o Womad.
Exemplo de consistência artística, Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda são autores de algumas das canções mais irresistíveis da música portuguesa. As suas composições ganham uma intensidade que varia entre a energia contagiante de uma festa e a tranquilidade comovente, criando na audiência a sensação de estar em casa. Se temas como “Regra Geral” e “Linhas Cruzadas”, que continuam a integrar playlists das rádios nacionais, são obrigatórios ao vivo, a verdadeira festa surge nos primeiros acordes de “Dança de Balcão”, “Tomo Conta Desta Tua Casa” ou “Vovó Joaquina”.
Em 2024 a banda comemora o décimo quinto aniversário com novo álbum e nova digressão.

Retimbrar – Do Mesmo Cordão – Entrevista Com Sara Yasmine (09 – 05 – 24)
Sara Yasmine, membro do grupo Retimbrar, apresenta na Radio Olisipo o single e o videoclipe da música “Do Mesmo Cordão”
O ano de 2024 traz aos Retimbrar, formação renovada e a promessa de agarrar novas criações. Apuram-se as palavras, os timbres, os arranjos e desvendam-se pistas para o que há de ser um novo disco, mais de um ano após o lançamento do seu segundo álbum, Levantar do Chão.
Os 8 músicos voltam à estrada, estão à escuta e dão o salto, a bordo daquilo que são os sonhos, desafios e inquietações de uma humanidade veloz e voraz.
E é de inquietações que nasce uma primeira canção, “Do Mesmo Cordão”, composta e escrita por mulheres, numa colaboração desenvolvida com as Suspiro – coro jovem do Orfeão de Ovar composto por 19 mulheres entre os 14 e os 20 anos. O coro das Suspiro surge de uma vontade colectiva de não perder o contacto com a música. Todas ex-alunas da Academia de música do Orfeão de Ovar, fundem as suas vozes em projetos seus e em parcerias com artistas e músicos portugueses. Com o seu curto percurso (surge em Maio de 2023), o coro já partilhou o palco com Rodrigo Leão, Retimbrar e Jimmy P e encontra-se actualmente a criar o seu concerto a solo com releituras e originais.
Sara Yasmine Portuguesa. Nascida no Cairo, 1988
É formadora, autora e intérprete na área da música.
Frequentou o Conservatório de Música de Macau, o Círculo Portuense de Ópera, os cursos de Formação de Animadores Musicais da Casa da Música e da Associação Portuguesa de Música nos Hospitais, entre o Porto e Lisboa. Dirige projetos musicais criativos, como a Real Confraria do Canto Arouquense – uma orquestra comunitária co-fundada em 2018 – com quem trabalha competências de voz, de ritmo e de escrita. Colaborou com plataformas culturais de intervenção como a Olho Vivo, o Projecto Escolhas, a Ondamarela, o Colectivo Girassol Azul, a Anilupa, o Frenesim e a Revolução d’Alegria. Entre elas assumiu a co-direcção ou assistência de direcção em projectos como a Orquestra Fervença, Sons no Património, Orquestra da Bida Airada, Dias do Património a Norte, Europeade – Festival Internacional do Folclore de Viseu, o Circuito – gnration de Braga, Cor(p)o Metropolitano e Esta Máquina Cerca o Ódio e força-o a render-se. Compôs a banda sonora para Fim de Tarde, criação de Leonor Barata com as Comédias do Minho – companhia de teatro. Ainda na área do teatro e da dança colaborou com A Turma, a Pele, a Companhia Amálgama e a Companhia Instável. Tem como projetos musicais centrais no seu percurso, os colectivos Retimbrar e Sopa de Pedra. Atuou, gravou e/ou compôs para/com grupos como Caixa de Pandora, Ensemble de Gamelão Casa da Música, Tranglomango, Sarrabulho, Gambuzinos, Collectif Medz Bazar, Clã e artistas como João Grilo, Miguel Ramos, Turquesa, Manel Cruz, Catarina Carvalho Gomes e Homem em Catarse.

Robert Moog: Tangerine Dream – Phaedra (1974)
Memória de Elefante 23/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mónica Teotónio – Se Me Vens Salvar (2024) (single) Id
‘Se me vens salvar’ é o novo single de Mónica Teotónio com Latte
Depois do sucesso de estreia ‘Todos os dias’, seguido de ‘Tête-à-Tête’, canções escritas por Mónica Teotónio e João Só, numa parceria única entre os dois artistas, surge a primeira colaboração de Mónica Teotónio. Numa balada comovente, ‘Se me vens salvar’ junta a voz de Latte à de Mónica Teotónio, num prenúncio de esperança sobre o amor nos dias de hoje.
“Esta canção foi das primeiras a ser escrita, num momento em que estava desacreditada em relações, em compromissos descomprometidos e vem como um pedido de ajuda, de salvação, para que de alguma forma o amor fosse/seja levado mais a sério. De mim, para mim.” afirma a artista.
Nascida numa família de artistas, é na música que encontra o espaço e a voz para mostrar os textos escondidos, mas a par de tudo isto, Mónica Teotónio assume também outros papéis no mundo artístico como produtora não só de videoclipes mas também de publicidade. É nestas duas praias que a artista se sente realizada e é com este novo single que pretende mostrar que o seu Pop e timbre arrojado vieram mesmo para ficar.
Ainda sobre ‘Se me vens salvar’ a cantora afirma “É uma das minhas canções favoritas, oiço e sinto tudo aquilo que escrevi. Desde que comecei a lançar canções sinto que fiquei um bocadinho mais frágil, tenho dado espaço para sentir mais, escrever sobre o que sinto, falar sobre, e tem sido uma novidade permitir-me a aceitar os dias em que está tudo bem em não estar tudo bem.”.
Esta canção fala sobre a dificuldade de entrega total no amor. “Vivemos a correr, amamos a correr, esquecemo-nos que no amor também há dias de desamor e que aprender a vivê-los também é amar.” acrescenta Mónica.
Depois de apresentar este single num dos seus primeiros concertos, e de ter convidado Latte para a acompanhar, as artistas sentiram necessidade de unir as vozes nesta canção, e assim nasce esta colaboração.
Este é o terceiro single de Mónica Teotónio, que conta novamente com a produção de João Só, numa balada Pop, com o seu timbre distinto, que podemos escutar a partir de hoje em todas as plataformas digitais.

Prazeres Interrompidos #263: Don Winslow – Cidade de sonhos (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
«Épico, ambicioso, majestoso, Cidade em chamas é O Padrinho da nossa geração.» ADRIAN MCKINTY , AUTOR DE A CORRENTE «Nesta história de máfias irlandesas e italianas rivais que lutam tendo como pano de fundo a cidade natal de Winslow, a Providence dos anos 80, o leitor prevenido descobrirá imensos paralelismos entre o livro de Winslow e os antigos relatos da guerra de Troia.» ESQUIRE « Cidade em chamas é um livro com todos os ingredientes de um romance clássico da máfia.» LIBRÚJA «Protagonizado por Danny Ryan, Winslow ancora na sua terra, Providence, para explorar temas como a lealdade, a traição, a honra e a corrupção.» EFE «Uma maravilha de romance do último vencedor do prémio Pepe Carvalho de BCNegra.» JUAN CARLOS GALINDO , EL PAÍS «Um estivador, o sindicato do crime irlandés e uma mulher fatal. São os ingredientes básicos desta versão da guerra de Troia em forma de romance negro a cargo de uma das vozes mais pessoais do género.» EL MUNDO «O autor de A lei do cão , prémio Carvalho 2022, começa uma nova série com este romance ágil que deixa uma marca no leitor.» EL PERIÓDICO Depois do sucesso de Cidade em chamas (um romance descrito como «soberbo» por STEPHEN KING), chega a segunda e explosiva entrega da trilogia épica de Don Winslow, um dos autores de romance negro mais lidos em todo o mundo. Danny Ryan, um chefe jovem da máfia irlandesa, abandonou a Costa Leste depois da morte da sua esposa e instalou-se na Califórnia com o seu filho pequeno. Mudar de ares fez-lhe bem; na sua nova base de operações, o seu poder, a sua influência e a sua riqueza não pararam de crescer. Agora, Danny dirige-se para Hollywood para pôr ordem nos membros do seu gangue que tencionam conseguir lucros ilícitos da rodagem de um filme sobre o seu envolvimento na guerra dos gangues mafiosos de Nova Inglaterra. No set, Danny descobre uma réplica do seu antigo bairro e encontra-se frente a frente com o ator que interpreta o seu papel e Diane Carson, a atriz que interpreta a sua cunhada, Pam Murphy. Sente-se imediatamente atraído por Diane, mas depressa descobre um crime do seu passado que ela tenta esconder a todo o custo. Enquanto tenta ajudá-la, Danny entra em guerra com novos inimigos que não desejam que a sua influência se espalhe pela Costa Oeste, e os seus respetivos mundos levarão Danny e Diane em direções opostas, pondo-os em perigo.

Coffee Breakz #79 – Mahsa Amini não morreu domingo na queda de um helicóptero
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Majid Kazemi — Azadi (Freedom)
2. King Raam — My Iran (ایران من)
3. Shahyar Ghanbari — La La La la digeh basseh gol e Laaleh / No More Lullabies
4. Amirhossein Eftekhari — Vatan
5. Shahin Najafi — Shah
6. Amin Tijay & Lil Deafo — MehrQam
7. Gdaal, Imanemun & Sami Beigi — Nefrin
8. Fadaei
8.1 1000ta Maznoon
8.2 Abi Ghermez
9. Dariush — Barkhiz
10. Mehdi Yarrahi — Pare Sang
11. Sohrab Pournazeri & Homayoun Shajarian — Irane Man
12. Gola — Betars Az Man

Barry Rogers: Eddie Palmieri – Mambo Con Conga Es Mozambique (1965)
Memória de Elefante 22/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.