João Balão – Suite Mater (2024) (single)

João Balão – Suite Mater (2024) (single)

Ao ler o texto de “A Noite do Choro Pequeno”, fiquei maravilhado com a forma como João Ascenso contou uma história tão terna, ao mesmo tempo que expôs a realidade de ser mulher em Portugal dos anos 60 que infelizmente ainda persiste até hoje em muitos casos . Ao ler aquelas linhas fui tomado por uma imensa ternura pelas duas personagens que as atrizes Maria D’Aires e Joana de Verona tão magistralmente trouxeram ao palco, sob a suprema direção de Beto Coville e Luísa Ortigoso. Espero que esta banda sonora lhes tenha ajudado no seu maravilhoso trabalho.

“Duas histórias que se cruzam. Duas mulheres, duas princesas , uma de pé no chão , outra com a cabeça nas nuvens . Cada uma com seu som, sua música , sua marca. A mistura dessas histórias brindada com uma música única que representa esses dois lados da vida e que embala a narrativa num caminho fascinante onde a verdade de cada uma prevalece e brilha. O som da vida crua e dura da realidade do que é ser mulher.” (Beto Coville, encenador)

“Ambiência musical bela.  Envolvente, melancólica que nos transportou nesta espera conjunta. Nos suportou no encontro e levitou na emoção.” (Joana de Verona, actriz)

“A música evoca  o mapa de uma certa melancolia do tempo passado ou do que podia ter sido e não pode ser. Reconhece ao longe  o desenho de uma  constelação de sentimentos perdidos e não ditos, solta-os, desperta-os do vazio na procura de um novo ponto de encontro – o afeto. Em cada espectáculo é libertadora. É o incentivo à procura da verdade.” (Maria D’Aires, actriz)

Mais informações em https://joaobalao.wixsite.com/joaobalao

Marc Ribot – Songs Of Resistance 1942-2018 (2018)

Marc Ribot – Songs Of Resistance 1942-2018 (2018)

Memória de Elefante 21/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Fontayne – Sem Humor (2024) (single)

Fontayne – Sem Humor (2024) (single)

 Fontayne surge “Sem Humor” como cartão de visita do EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”

Após uma série de lançamentos bem-sucedidos, incluindo os singles “Feliz”, “Mar de Rosas” e “Falta de Ar”, Fontayne retorna com uma nova oferta musical que promete provocar reflexões e emoções intensas. Intitulado “Sem Humor”, o novo single de Fontayne não só mantém a sua linha crítica distintiva, mas também oferece uma visão íntima da batalha do artista com a saúde mental.

Disponível em todas as plataformas digitais desde 12 de abril de 2024

“Sem Humor” está disponível em todas as principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Amazon Music, Tidal e Deezer, desde o dia 12 de Abril de 2024. Este projeto, segundo Fontayne, surge da sua jornada pessoal de superação e da sua determinação em ajudar outros a identificarem-se com a sua mensagem através da música.

Uma expressão sincera sobre saúde mental

Com “Sem Humor”, Fontayne não apenas compartilha a sua própria luta mental, mas também destaca a importância da saúde mental na sociedade contemporânea. A letra da música revela a vulnerabilidade do artista e a difícil época que tem enfrentado, servindo como um lembrete poderoso sobre a necessidade de se cuidar da saúde mental.

Um Artista comprometido com a autenticidade

Fontayne, um talentoso jovem artista conhecido pela sua abordagem única que combina emo rap e pop rock, continua a desafiar as expectativas com cada novo lançamento. Com “Sem Humor” e o EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”, ele não só procura conectar-se emocionalmente com seu público, mas também compartilhar uma parte fundamental da sua jornada pessoal.

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #24

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #24

JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.

É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.

O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde. 

Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.

Patricia Pascal

(patriciapascal.com)

Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.

Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que

lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.

Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.

Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.

Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com

Links:

Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes

Patriciapascal.com

Ainda Há Arraial Na Mouraria (2024) #1 – Miguel Orama (entrevista 13-05-24)

Ainda Há Arraial Na Mouraria 2024 #1 – Miguel Orama (entrevista 13-05- 24)

Miguel Orama apresenta na Radio Olisipo a nova edição do Arraial Renovar a Mouraria de 2024.

Autor:

Francesco Valente

O arraial mais esperado dos Santos Populares está aí à porta! Ainda estamos aqui e por isso ainda há arraial na Mouraria. A nossa intervenção pauta-se por acreditar que o cultural é social e por isso o nosso arraial é um momento de dinamização social e integração cultural, sendo também importante para a nossa sustentabilidade financeira.

Uma programação musical diversa, preocupação com a sustentabilidade ambiental, colaboração com outras entidades, gastronomia variada… São pilares que tornam este arraial tão especial!

De dia 30 de Maio a 15 de Junho vem ter connosco ao Largo da Rosa! Veio-nos lá?

Promovido pela Associação Renovar a Mouraria, em parceria com @mensagem.lisboa , @radiolisipo , “jfsantamariamaior , @valorsul.pt , @biataki , @eco_brasa , @gergran_delifrance

Músicas que ouviram na entrevista:

Filipe Sambado – Um Lugar na Mouraria (2023) – Do último álbum, a própria vista da janela do Filipe Sambado nesta canção. Pode ser óptima para fechar. 

Braima Galissa –  (sem nome, 2019) : não tenho o nome, porque foi gravada ao vivo. É super difícil encontrar gravações dele e então peguei nesta gravação e dei-lhe uma masterização simples mas eficaz.   

Zenilton – Bacalhau à Portuguesa (1989): Este ano, agora que é um apoiante assumido da extrema-direita, não vou obviamente passar Quim Barreiros. No entanto, é o último dos meus problemas porque nenhuma das músicas dele é original. A maioria foi escrita por este génio do forró, o Zenilton. Eu pensava que as pessoas sabiam isto, mas tenho percebido ultimamente que ninguém faz ideia que todas estas músicas super famosas não são da autoria dele. Só este tema merecia outra entrevista no âmbito de DJ, pois o Quim Barreiros nunca deu destaque aos verdadeiros artistas originais. Irónico que um apoiante da extrema-direita tenha tido os seus maiores sucessos com covers de música brasileira! Enfim, esta música pode fazer uma ponte fixe quando falamos sobre as festas e a gastronomia. 

Marinella: Stelios Kazantzidis, Marinella – Oi Megales Epitychies (1995)

Marinella: Stelios Kazantzidis, Marinella – Oi Megales Epitychies (1995)

Memória de Elefante 20/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #42: Slim Harpo – The Best of Slim Harpo (1989)

1 Álbum 100 Palavras #42: Slim Harpo – The Best of Slim Harpo (1989)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“James Isaac Moore, em arte Slim Harpo, foi um bluesmen que suscitou o interesse dos jovens rockers britânicos que, na década de 1960, redescobriram os pioneiros do blues e incorporaram estas influências sonoras em seu trabalho criativo. Um exemplo são os Rolling Stones, que nos seus primeiros álbuns gravaram covers de Slim, como “I’m a King Bee” e “Exile on Main Street”. James Brown gravou uma versão soul/funk de “Baby, Scratch My Back”, e muitos outros exploraram o seu repertório, como os Yardbirds, os Kinks e Jeff Beck. Esta coletânea reúne uma parte do repertório deste grande bluesmen. Boa escuta!”

Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) Id

Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) 

DREIA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA ‘TRAZ O QUE É MEU’

Tema que apresenta o primeiro EP da artista foi escrito com Rita Onofre e produzido por Choro

Dreia, cantora e compositora, disponibilizou o primeiro single ‘Traz o que é meu’. Com letra e música coescrita pela própria com Rita Onofre e produção de Choro, esta é uma música indie-pop eletrónica sobre autodescoberta e a libertação de uma narrativa que a artista não sentia como sua. 

“Esta canção é a viagem da minha evolução interna, o primeiro capítulo do percurso de redescoberta da minha voz e identidade artística. Simboliza o meu renascimento e é um grito de libertação de tudo o que me limitou, de todas as partes de mim que fui calando para caber em sítios e pessoas onde não pertencia”, revela Dreia. 

“É uma honra poder trabalhar com a Rita Onofre e o Choro que, desde o primeiro dia, se preocuparam em servir da melhor forma a minha identidade artística e as minhas canções. Em ‘Traz o que é meu’ encontrámos o equilíbrio entre a voz doce e os elementos eletrónicos que trazem a força da transformação. É uma sonoridade que revela a vulnerabilidade como força, num ambiente etéreo e contemplativo, mas também de resiliência e superação”, conta ainda. 

‘Traz o que é meu’ foi a primeira canção escrita pela cantora e compositora e, por toda a simbologia de renascimento que encerra, é editada a 13 de maio, dia em que completa 28 anos de idade. O tema é acompanhado por um videoclipe cinematográfico realizado por Diana Mendes, inspirado no universo de “Alice No País Das Maravilhas”.

“A principal referência visual foi a “Alice no País das Maravilhas”, que nos permite brincar com os conceitos de proporções — aumentar e diminuir — e evocar um espaço de transformação, dando lugar à inocência e maravilhamento, mas também à tomada de consciência da importância da escolha e da afirmação de para onde quero ir. Foram muitas horas de gravação e um cuidado exímio na composição de cada imagem”, afirma a artista. 

O single ‘Traz o que é meu’ é o primeiro de vários lançamentos de Dreia previstos para 2024. O tema antecede o EP de estreia da cantora e compositora, que será editado em breve.

Dreia é o alter-ego artístico de Andreia Monteiro. Ligada emocionalmente à música desde cedo, sempre acalentou o sonho de ser cantora, no entanto, a timidez fez com que esse desejo ficasse em segundo plano. Teve aulas de guitarra e de piano e, posteriormente de piano jazz.

Entre as suas maiores referências musicais estão Billie Holiday, Chet Baker, MARO, Sarah Vaughan, Nina Simone, Billie Eilish, Lana Del Rey, iolanda, Rita Onofre, Jacob Collier, Mimi Froes, Milhanas ou Slow J, entre outros. 

Ao trabalhar como jornalista, Dreia entrevistou vários músicos e essas conversas despertaram o desejo de concretizar o seu sonho maior. Decidiu, então, frequentar a escola de jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz.

Posteriormente começou a trabalhar com Rita Onofre, com o propósito de melhorar a expressão das suas demos que, até então, sentia que não expressavam, ainda, a mensagem que pretendia passar. As palavras são profundamente importantes para a artista e um dos seus objetivos é transportar isso mesmo para a composição e para a forma como interpreta as canções, dando, a cada palavra, o seu peso.

Das sessões na Great Dane Studios nasceu o primeiro single, ‘Traz o que é meu’, que, segundo Dreia, conta a sua “história de transformação e superação de forma justa e bela”. Este é o tema que antecede o EP de estreia da artista, do qual serão, ainda, reveladas outras faixas no decorrer de 2024.

Prazeres Interrompidos #262: A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)

Prazeres Interrompidos #262:  A. do Canto Machado, A.M. Cardoso, A Guerrilha do Remexido (1981)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

A figura de José Joaquim de Sousa Reis, conhecido pela alcunha de Remexido, suscitou grande repercussão, merecendo abundantes referências jornalísticas, literárias e históricas, que primam na quase totalidade pelo seu pendor apaixonado. Encarado por uns como herói romântico, que tudo sacrificou ao serviço da causa de D. Miguel, foi por outros considerado como chefe cruel de bandos de salteadores, que desde 1833 ensanguentaram o Algarve com as suas atrocidades. Atraído pelas dramáticas vicissitudes da sua vida, também Camilo lhe dedicou algumas páginas num dos seus mais notáveis romances, A Brasileira de Prazins. 

A presente obra debruça-se, de forma empolgante, sobre uma das mais combativas guerrilhas miguelistas, abrindo clareiras de luz no nevoeiro espesso que ainda envolve a nossa história do século XIX.

Grace Jones – Nightclubbing (1981)

Grace Jones – Nightclubbing (1981)

Memória de Elefante 19/05/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #122

Catman Plays The Blues #122

Autor:

Manuel Pais

No programa desta  semana destaque para a audição alargada do novo disco de Rick Estrin & the Nightcats.

Congratulamos ainda o cantor e guitarrista Guy Davis na passagem do seu aniversário.

Manifesto Sonoro #45

Manifesto Sonoro #45 – Best Youth – Change your Life

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Selvagem Duarte

Esta semana a viajar por Zanzibar, na Ilha da Reunião no Índico e em Manipor no Tibete Indiano.

Esta Semana subscreveram o MANIFESTO:

Best Youth – Change your Life

North Clear Bush – Speed Your Mind Away

Casseta Pirata – Na Na Nada

emmy Curl – City Of Choices

Momma T – HEADSPIN (feat. B Ghost)

Nile Valley – new beginning

Zanibar Aliens – Rejoice

Clã & Mangka – Nura Pakhang (Eu e Tu)

Maro & Nasaya – Lifeline

Luis Capitão – Fogo Fátuo

Pluto – Quadrado

Unsafe Space Garden – How Beautiful life is

Meses Sóbrio – AVA

Girls 96 – Ficas no Chão

Clear eyes e Vaarwell – Not Awake

Branko – Leve (feat. Tuyo)