EVAYA desvenda agora um novo videoclipe para a canção “ofereço ao sol”, depois de ter lançado na semana passada (a 5 de abril) o seu disco de estreia “Abaixo das Raízes Deste Jardim”, numa edição Saliva Diva.
“ofereço ao sol” é uma das canções que compõe o novo disco de EVAYA e que agora ganha um videoclipe que materializa em imagem uma viagem pelo peculiar universo que a artista cria na sua sonoridade.
Imagens de beleza inquietante, numa animação que causa uma estranheza muito própria e que se torna ao mesmo tempo cativante. O vídeo remete para uma jornada por um mundo artificial e não existente, mas que nele se concretiza uma harmonia entre o ser e a natureza, a lembrar um pouco as paisagens fantásticas de Hieronymus Bosch e os seus paraísos impossíveis.
O vídeo foi realizado pela artista emmy Curl e produzido por Pastoral.
FICHA TÉCNICA:
EVAYA
Abaixo Das Raízes Deste Jardim
Título: Abaixo Das Raízes Deste Jardim
Ano: 2024
Produção / Composição / Arranjos / Gravação: Evaya e Polivalente Gravação adicional: St. James Park
Letras: Beatriz Bronze (Evaya)
Interpretação: Evaya
Mistura: Zé Nando Pimenta
Masterização: Miguel Pinheiro Marques
Misturado e Masterizado nos Estúdios Arda Recorders
Foto da Capa: Carolina Marta
Este disco conta com o apoio do Fundo Cultural da SPA
EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa, natural do Poceirão.
Em 2019 formou-se pela ETIC de Lisboa em Produção e Criação musical, uma formação de dois anos que culminou com um estágio profissional em Berlim – experiência que foi interrompida pela pandemia, mas o regresso a casa e a pausa imposta pelo contexto pandêmico valeram-lhe o seu primeiro EP “INTENÇÃO” – produzido e gravado pela artista no primeiro confinamento entre Poceirão e Lisboa e editado em outubro de 2020 de forma independente.
O seu single “doce linguagem” faz parte da coletânea FNAC Novos Talentos21. Atualmente já conta com várias performances ao vivo, nomeadamente em alguns espaços culturais da cena
Lisboeta como o Musicbox, Casa do Capitão, ZDB; foi finalista do Festival Termómetro na edição que terminou em maio de 2022; apresentou-se também noutros festivais importantes do panorama musical em Portugal como o Festival ID no limits, Nos Alive, MIL e o WestWay Lab.
Em novembro de 2022 participou na Mostra Nacional de Jovens Criadores da Gerador com o single “atenção”.
Em maio de 2023 fez parte do alinhamento de showcases do Festival Tallinn Music Week na Estónia. No final do ano participou da edição do Festival Emergente, tocando num Musicbox (Lisboa) lotado.
O formato live de EVAYA propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música, que evidencia as fragilidades e potências da partilha da mensagem com o público.
Dj Ibituruna #7 – Hiphop Jazz
Dj Ibituruna #7 – Hiphop Jazz
DJ IBITURUNA is a musician and DJ from Minas Gerias (Brazil). The episode N.7 show a playlist of hip hop and jazz.
Memória de Elefante 16/04/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Hadessa – Queimar Tudo E Recomeçar (2024) (single)
Hadessa – Queimar Tudo E Recomeçar (2024) (single)
No mês em que o país celebra, com um olhar atento, os 50 anos do 25 de abril, HADESSA apresenta “Queimar Tudo e Recomeçar”, refletindo sobre a dificuldade em descansar e apreciar os frutos do trabalho numa sociedade e indústria que nos pede contas a todas as horas e nos obriga a estar em direto, quase permanente, sob a ameaça de ser esquecido.
Este novo single é o derradeiro tema de “FORTUNA” e a primeira de duas novas canções adicionadas ao disco de estreia da artista, lançado em 2023, e que será editado em CD e Vinil, numa reduzida edição de autora, neste verão. “Queimar Tudo e Recomeçar” é também uma despedida da Era Fortuna, fazendo-se acompanhar de um videoclipe que referencia a própria artista e adota uma postura iconoclasta, levando quem vê e ouve a esquecer tudo o que pensava saber sobre a HADESSA.
A canção puxa ao movimento ritmado corporal, cruzando, numa pop eletrónica, elementos de música popular portuguesa da última década com influências de música cowboy e western. Produzida por Momma T, conta com a colaboração de Catarina Branco nos arranjos e gravação e foi misturada por Guilherme Simões.
“Queimar Tudo e Recomeçar” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
HADESSA – Biografia
HADESSA estreou-se em 2023 com o opulento e misterioso álbum de estreia FORTUNA. A infância passada a ouvir Fado, a juventude a descobrir as músicas tradicionais e a curiosidade pelas músicas do mundo são audíveis no seu trabalho, que não é alheio às influências blues, jazz, hip-hop, rock, pop. Cada canção é única e reflete uma faceta diferente da artista, que não se enquadra em apenas um género musical.
A música de HADESSA é o veículo das suas palavras. No princípio é o verbo e a sua mensagem. Os poemas das suas composições abrangem as inquietações e alegrias do coração e da vida, e cada canção é um planeta. Fala-nos de maternidade, sexualidade, precariedade, desigualdade e clandestinidade, mas também de abandono, relações tóxicas e doença mental em intricadas mas tangíveis fábulas. “Escrevo sobre o que conheço, o que vivo, o que observo e o que imagino. Cada capítulo da minha vida tem mil finais alternativos que me levam, na minha imaginação, porém invariavelmente, à destruição. Sinto necessidade de contemplar as possibilidades trágicas da vida para reconhecer a minha existência feliz e pacífica, como se apenas conhecendo a dor profunda, pudesse também conhecer o zénite do prazer”, diz-nos HADESSA.
André Júlio Turquesa – O Bobo (2024) (single)
André Júlio Turquesa – O Bobo (2024) (single)
Four years after the release of ORGÔNIO considered by Blitz as one of the 50 best national albums in 2020, André Júlio Turquesa, singer-songwriter, composer, and multi-instrumentalist musician, also known for his soundtrack compositions, now presents his new album titled DISCO DE RECLAMAÇÕES.
The album consists of 11 tracks with compositions and lyrics by Turquesa, and features the collaboration of various national and international artists, in a fusion of Indie Folk, Traditional and World music.
The release concert is scheduled for May 17th at the Auditorium of CCOP Porto, with Teresa Costa (flute and vocals), Laura Felício (keyboards and vocals), Filipe Louro (bass and vocals), Iúri Oliveira (percussion and vocals), Gonçalo Ribeiro (drums), and some special guests such as José Valente (viola), among others. Most likely, we will all dance.
The Rolling Stones – Aftermath (1966)
The Rolling Stones – Aftermath (1966)
Memória de Elefante 15/04/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #37: Steve Reich – Tehillim / The Desert Music (1981)
1 Álbum 100 Palavras #37: Steve Reich – Tehillim / The Desert Music (1981)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Steve Reich é um dos compositores contemporâneos mais influentes do seculo XX. Tehillim, composto em 1981, para um ensemble de vozes, percussoes, órgãos, arcos e sopros, é distante do minimalismo. Transparece o interesse de Steve Reich para a técnica do cânon, contudo aqui mistura algumas das técnicas compositivas presentes em outros seus trabalhos. As amplas melodias aproximam-se ao canto hebraico. A peça, composta quando o autor se aproximou à religião, é uma transposição de alguns salmos, onde Reich parece reinventar o próprio folklore. A escrita é refinada e produz um crescendo que explode na parte final da peça. Boa escuta!”
Sérgio Onze – Sapatinhos (2024) (single)
Sérgio Onze – Sapatinhos (2024) (single)
O fadista Sérgio Onze disponibilizou o novo single ‘Sapatinhos’. Com letra e música da autoria de CONAN OSIRIS e produção de AGIR, o tema antecede o álbum de estreia “NÓS”, com lançamento marcado para 12 de abril.
“Por estranho que possa parecer, especialmente por ser um tema que não é um Fado – mas que lhe dá alegremente o braço -, ‘Sapatinhos’ é das canções mais autobiográficas do disco”, revela Sérgio Onze. O fadista confessa que o tema “descreve a forma indelével como enfrento o mundo: no meio do caos, sei que há luz”, numa dança “na interseção entre os dois universos em que me movo: a música e o styling. Um cruzamento quotidiano que, com o tempo, se foi diluindo até se tornar num só”. A canção surgiu da “impulsividade de não ter nada a perder, convidar o CONAN OSIRIS para compor um tema para o “NÓS” e receber um sim”.
‘Sapatinhos’ sucede a ‘Canto Ainda Por Alguém’ e ambos os singles antecipam o álbum de estreia de Sérgio Onze, intitulado “NÓS”. O disco foi produzido por Ricardo Ribeiro e AGIR e inclui temas da autoria de CONAN OSIRIS, Joana Espadinha, AGIR e Teresinha Landeiro.
“Cada faixa é um nó fortalecido pelo laço e o seu desenlace – tanto desafio como processo, tanto pergunta como resposta. São “NÓS” que ligam produções tão antagónicas como Ricardo Ribeiro e AGIR, e é no seu centro que coexistem composições tradicionais e poemas clássicos ao lado das visões estelares de compositores contemporâneos”, afirma o artista. “”NÓS” existe em mim há muito tempo e tem sido cantado e desatado, de alguma forma, em todos os lugares. Mas agora é real”, conta ainda.
“NÓS” marca a estreia discográfica do fadista Sérgio Onze. O álbum é editado a 12 de abril, pelo Museu do Fado | EGEAC.
Sérgio Onze começou a cantar aos seis anos. Venceu vários concursos nacionais – entre eles a Grande Noite do Fado, em 2003 -, estudou guitarra clássica no Conservatório de Setúbal porque a voz ainda não tinha amadurecido tanto como as suas ambições e aos 17 anos começa a viver de noite, nas Casas onde ainda se sente Fado. Passou pelas Jovens Vozes de Lisboa no São Carlos, atuou no Belém Art Fest e já pisou palcos como o Campo Pequeno, o CCB, o Salão Preto e Prata, o São Luiz, o São Jorge e o Tivoli. Internacionalmente, já fez espetáculos na Alemanha, França, Finlândia, Itália e Roménia. Em simultâneo, cultivou a sensibilidade artística na Faculdade de Belas Artes e explora a multidisciplinaridade da Moda enquanto stylist, concretizando uma elevada consciência conceptual e a exigência de um propósito em tudo o que faz.
Sérgio Onze não vem do Fado, não carrega um legado ancestral nem antepassados para honrar. O Fado foi, por isso, uma decisão. Uma escolha que pareceu intrínseca, natural, como se tivesse sido encontrado, ou nele se encontrasse. Como se só a noite, a vulnerabilidade e o espanto soubessem a casa. Começar a cantar desde cedo e construir-se em contacto direto com os grandes mestres fez com que se deslumbrasse por todos os mundos que cabem dentro do Fado tradicional. Com o Fado enquanto fim para um meio e uma voz profunda e retumbante, cheia de certezas mesmo quando só se pergunta, Sérgio Onze entrega-se ao precipício que é cantar sem deixar os pés em terra firme. Na viagem, leva-nos a todos com ele com tanta firmeza que, quando nos vemos de volta ao cais, temos o corpo virado do avesso e sentimo-nos, finalmente, inteiros.
Prazeres Interrompidos #252: Do Libertino – Rui Sousa (2013)
Prazeres Interrompidos #252: Do Libertino – Rui Sousa (2013)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A COMPLEXIDADE DA TRADIÇÃO LIBERTINA PLASMADA NA OBRA SINGULAR DE LUIZ PACHECO
O pensamento libertino tem sido maioritariamente reduzido ao âmbito do desregramento dos costumes, sobretudo nos domínios da sexualidade e da problematização da experiência religiosa. Este livro propõe uma leitura mais ampla das questões suscitadas pela tradição libertina, concentrando-se na natureza humana e no contraponto entre liberdade individual e fixação cultural de representações do mundo universalizantes. A reflexão sobre as constantes históricas que ajudam a pensar o conceito de libertino toma Luiz Pacheco como caso exemplar, apresentando-o como o autor português que mais complexamente experienciou a condição libertina e, sobretudo, como aquele que mais reflectiu sobre ela, inscrevendo-a no panorama crítico do abjeccionismo português. A centralidade da crítica no discurso desenvolvido no contexto do surrealismo e do abjeccionismo em Portugal é analisada tendo como ângulo privilegiado a leitura específica que Luiz Pacheco fez da libertinagem, expondo-a como potencialidade para o dinamismo cultural assente na persistente revisão dos valores estabelecidos.
Fader – Serotonina (2024) (single)
Fader – Serotonina (2024) (single)
O artista FADER observa apresenta o single “Serotonina” após o lançamento da música “Chillin’ in Celorico”.
O single “Serotonina” surge como uma nova fase do artista, representando uma visão e predisposição mais otimista daquilo que o rodeia e do seu quotidiano.
FADER observa assume a faceta de beatmaker e produtor com inspirações dentro do Hip Hop, Lo-fi, Jazz, Neo-soul, numa viagem musical à volta da sua perspetiva marginal do quotidiano suburbano.
Todas as ligações através de: https://fanlink.tv/faderobserva
Sonja Kristina: Curved Air – Phantasmagoria (1973)
Sonja Kristina: Curved Air – Phantasmagoria (1973)
Memória de Elefante 14/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #117
Catman Plays The Blues #117
Autor:
Manuel Pais
Esta semana três novos discos de Sugaray Rayford, Sue Foley e Eric Bibb. Celebramos também o aniversário do cantor e harmonicista Shakey Jake Harris.