Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)
Depois do lançamento de “Your Heart Is An Empty Street”, Dark Miles acaba de disponibilizar “When The Lights Go Out”, o segundo single de antecipação ao primeiro longa-duração do projeto a solo de Pete Miles.
O vocalista dos extintos MOSH apresenta ao público um tema que exalta a liberdade e a forma como esta é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, e abre caminho para a edição de “10 Miles Into The Dark”, um disco representativo de uma viagem às profundezas da alma humana.
“When The Lights Go Out” surge durante a pandemia, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”, sublinha Pete Miles, acrescentando ainda que “seja naquilo que sentimos, naquilo que fazemos, naquilo que queremos e naquilo que somos, essa liberdade é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, em que o pesadelo da guerra voltou a retirar a muita gente a dignidade humana”.
A faixa e o videoclipe que a acompanha estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Dark Miles – Biografia
Dark Miles é o projeto a solo de Pedro Lima (a.k.a. Pete Miles), vocalista da extinta banda do Porto, chamada “MOSH”.
Os MOSH foram uma banda de rock que existiu entre 2004 e 2010. Com muita popularidade no panorama rock underground nacional, os MOSH foram convidados para tocar no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2005 e abriram concertos de bandas de referência, como Marilyn Manson, Ill Niño, Soulfly, etc. O seu vídeo-clip passava frequentemente na MTV Portugal, foram nomeados para Best New Act pela MTV em 2007, foram convidados pela marca de “streetwear” Volcom para tocar no evento mundial da marca em Biarritz, e durante esses anos de atividade tocaram imenso dentro e fora do País e arrecadaram um “following” de fãs bastante considerável, tanto dentro como fora de portas.
Com o final da banda, motivado por divergências musicais, veio um hiato artístico que acabou com a chegada da pandemia e com um súbito surto de criatividade, que originou um disco focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.
Com influências que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc., a banda Dark Miles, do agora renomeado Pete Miles (pseudónimo de Pedro Lima), tenta com este disco homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional.
Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.
Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.
“10 Miles Into the Dark” é uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
Pedro Lima – Talkin(g) (A)bout My Generation (2024) (single)
ARTWAY NEXT APRESENTA O DISCO DE ESTREIA DE PEDRO LIMA
“TALKIN(G) (A)BOUT MY GENERATION”
INSTALAÇÃO SONORA: ATÉ 10 DE FEVEREIRO – GNRATION, BLACKBOX, BRAGA
A Artway Next apresenta Talkin(g) (A)bout My Generation, o álbum de estreia de Pedro Lima, com lançamento exclusivo em vinil e formato digital. É um disco que reúne um conjunto de obras escritas ao longo dos últimos anos e se assume como uma mediação artística sobre traços identitários de uma geração, em que os conflitos, a política, a internet, os memes, a identidade, a vida na selva digital e a (re)conquista do espaço têm sido fatores estruturantes para a definição do futuro.
Natural de Braga, Pedro Lima é um destacado jovem compositor português. Formou-se no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian e, em 2017, ingressou no Mestrado em Opera Making & Writing, na prestigiada Guildhall School of Music and Drama. Com 21 anos, estreou a primeira peça para orquestra e um ano depois, venceu o Prémio de Composição da Sociedade Portuguesa de Autores. Após uma residência na Casa da Música em 2019, escreveu Talking About my Generation (2019), peça que dá agora nome ao disco de estreia do compositor.
Três das composições presentes no disco de Pedro Lima foram gravadas na Capela da Imaculada Conceição, em Braga. Recorrendo a uma técnica de posicionamento de microfones, Hugo Romano Guimarães foi capaz de captar não só os instrumentos, mas também as vicissitudes e a forma como o som viaja através deste espaço. Nesta instalação poderemos ouvir as idiossincrasias sonoras presentas nestas gravações, quase como se tivéssemos dentro da capela.
James Moody – Flute ‘N The Blues (1956)
James Moody – Flute ‘N The Blues (1956)
Memória de Elefante 25/02/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #34: Taraf de Haidouks – Band of Gypsies (2001)
1 Álbum 100 Palavras #34: Taraf de Haidouks – Band of Gypsies (2001)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Com um repertório de músicas populares da Transilvania (Romania), Taraf de Haidouks obtiveram nas últimas décadas um grande sucesso global. Trata-se de uma banda nómade que une músicos de várias idades em autênticos espetáculos de palco. Este disco, com título humorístico referido ao Jimi Hendrix, foi gravado num concerto ao vivo em Bucareste em 2000. Danças em compassos dispares, em que violinos, flautas, clarinetes, acordeões e cimbalom parecem transmitir uma energia atómica e um virtuosismo arrepiante. O disco amostra toda a energia desta banda, através de musicas antiquíssimas e de uma energia contagiante, efervescente, apesar da orquestração ser completamente acústica.”
Prazeres Interrompidos #246: O vento conhece o meu nome – Isabel Allende (2023)
Prazeres Interrompidos #246: O vento conhece o meu nome – Isabel Allende (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Viena, 1938. Samuel Adler tem apenas 5 anos quando o pai desaparece, na infame Noite de Cristal – a noite em que a sua família perde tudo. Procurando garantir a segurança do filho, a mãe consegue-lhe lugar num comboio que transporta crianças judias para fora do país, agora ocupado pelo regime nazi. Samuel embarca sozinho, deixando a família para trás, tendo o seu violino como única companhia.
Arizona, 2019. Anita Díaz e a mãe tentam entrar nos EUA, fugindo à violência que reina no seu país, El Salvador. No entanto, são separadas na fronteira, ao abrigo de uma nova lei que regulamenta a imigração, forçando à separação das famílias. A mãe desaparece sem deixar rasto, e Anita é colocada em sombrias instituições de acolhimento. O caso desperta a atenção de Selena Durán, uma californiana de ascendência latina, e de Frank Angileri, um promissor advogado, que tudo farão para reunir de novo mãe e filha. Juntos, vão conhecer de perto a violência que muitas mulheres sofrem em silêncio, sem que dela consigam escapar.
Entrelaçando passado e presente, O vento conhece o meu nome conta-nos a história destas duas personagens inesquecíveis, ambas em busca da família e de um lar. É uma sentida homenagem aos sacrifícios que fazemos em nome dos filhos e uma carta de amor às crianças que sobrevivem a perigos inimagináveis – sem nunca deixarem de sonhar.
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analogue Music Project – The Knight Rider (2024) (single)
Analog Music Project apresentam o terceiro disco “Loyalty and Respect”: uma mistura de composições originais e reinterpretações de bandas-sonoras de filmes e séries.
No novo trabalho pode escutar-se faixas-título de clássicos como “The Knight Rider”; “Das Boot; “Crocket’s Theme” (de Miami Vice) e Waltz #2 (de Eyes Wide Shut).
As composições originais “Linux”, “In The Pocket” e “Stars” desenvolvem ainda mais a experiência auditiva através de grooves edificantes.
Analog Music Project inclui músicos como JP Coelho nos teclados e vibrafone, Jorge Moniz na bateria, Vinícius de Magalhães no trombone e Hernan Castilho no baixo elétrico. Têm como foco a construção de um palco sonoro coerente, utilizando músicos, instrumentos e técnicas analógicos.
“Loyalty and Respect” vai ser apresentado ao vivo no dia 5 de Abril, no espaço Dual, em Lisboa (Rua D. Luís I, 22).
BIOGRAFIA
O AMP – Analog Music Project, é um acto musical que se foca na construção de um palco sonoro com músicos, instrumentos e técnicas analógicas. Da Electro-Bossa ao Cosmic-Swing, o projecto revive e reinventa géneros clássicos, dando-lhes um toque moderno mas orgânico.
Fundado em 2012 na Ericeira, editou o seu primeiro disco “Odyssey” em 2015 que mereceu distribuição internacional e integrou a lista dos discos do ano da Rádio Oxigénio.
O segundo disco do projecto: “Shinobi III – Return of the Ninja Master”, editado em 2019, apresentou novos arranjos tocados ao vivo, dos temas do video jogo homónimo, originalmente lançado para a consola Sega Mega Drive em 1993.
João Coração – Miúda (2024) (single)
Matilde Fieschi – João Coração – 10 de Dezembro de 2023.
João Coração – Miúda (2024) (single)
JOÃO CORAÇÃO LANÇA NOVO SINGLE PASSADOS 15 ANOS DA ÚLTIMA EDIÇÃO
“MÍUDA” É O PRIMEIRO SINGLE DO SEU NOVO DISCO A SAIR A 31 MAIO
Hoje é um dia bonito para a música portuguesa. João Coração volta às edições depois de um interregno artístico de 15 anos sem lançamentos. “Miúda” é o novo single do cantautor e antecipa um novo disco a ser editado a 31 de maio.
“Miúda” é uma canção que aborda uma história imaginária sobre uma figura feminina na vida do artista, nela ele debate-se com as suas próprias incertezas em reflexões dignas de um apaixonado que se questiona e se contradiz em discurso direto. É o primeiro single do novo álbum que está prestes a chegar ao mundo.
A música é uma experiência de equilíbrio, tão pesada quanto leve, tem um tempo arrastado e bateria contundente, como se carregasse uma árvore às costas, mas é também recheada de sabores barrocos, com cravos redondos e um travo pop arrancado com órgãos da moda.
O videoclipe, realizado pelo próprio artista, é a construção visual da letra de João Coração, numa representação melodramática e romântica onde o artista se transforma em personagem perdida, deambulando pela incerteza ao correr pelas ruas de Lisboa ou a indagar num sofá a arder.
A banda que acompanha João Coração nas gravações da canção conta com Salvador Seabra (Capitão Fausto), Tony Love (Lena D’Água, Joana Espadinha, Benjamim, Margarida Campelo), Jonatas Pires (Samuel Úria, Pontos Negros), Velhote do Carmo (Filipe Karlsson).
Em breve serão anunciadas as primeiras datas em que se poderá ver João Coração ao vivo.
Quem é João Coração?
Quem conhece João Coração sabe que ele é um ser de contradições, sonhador e fazedor, confortável com um intimismo para muitos desconcertante, ele descalça-se para entrar e convida quem o ouve a fazer o mesmo. As suas letras navegam os altos e baixos da existência e os protagonistas das suas canções estão em luta constante: o amor de um lado e o medo do outro. Quem ganha essa luta depende de quem ouve.
Numa vida passada fez dois discos que são tão diferentes quanto iguais. Diferentes porque um é a noite e o outro é o dia. Iguais porque ambos foram gravados de forma impetuosa e crua. João Coração das duas vezes convidou os seus amigos para uma casa repleta de instrumentos onde gravaram as suas canções ao vivo, sem ensaios prévios. Foi como havia de ser e encontrou o que procurava: verdade, crueza, realismo e todas as arestas por limar.
Em 2024 ressurge com um disco pela Cuca Monga (editora dos Capitão Fausto e Ganso) que testemunha a sua evolução pessoal e criativa. À medida que mergulha nas profundezas da sua existência, explora novos espectros sonoros. As canções surgem como as anteriores, de assalto, sem aviso, mas o processo de gravação é outro, mais ponderado e polido. Pela primeira vez em estúdio, com arranjos desenhados à priori e interpretados por uma banda de sonho. Sempre fiel à sua poesia, João Coração explora atmosferas novas, magnéticas e intrigantes.
Terror Gaivota #10
Terror Gaivota #10
Autor: Carlos Talhamares
Art Work: João Belga
Descrição:
Uma abordagem ao paronama musical do século XX, onde artistas convergem numa cadência musical e opinativa. Através de narrativas literárias e comentários satíricos, estes personagens elaboram, criam e criticam o status político e social num quotidiano nacional e internacional.
Tracklist:
CBGB Hilly Meets The Ramones
The Ramones Bonzo Goes to Bitburg
The Clash I Fought the Law
The Fall Totally Wired
Talking Heads New Feeling
Television Venus
Blondie X Offender
Dead Kennedys Holiday In Cambodia
Butthole Surfers Who Was In My Room Last Night
Bauhaus Stigmata Martyr
Suicide Devastation
iggy_pop__i_wanna_be_your_dog
Sonic Youth Kool Thing
CBGB Owner Hilly Kristal Interview 1994
Paul McCandless – Heresay (1988)
Paul McCandless – Heresay (1988)
Memória de Elefante 24/02/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #114
Catman Plays The Blues #114
Autor:
Manuel Pais
Divulgamos esta semana mais duas categorias referentes aos Blues Music Awards de 2024, no caso, Song of the year e Acoustic Blues Album.
Ficaremos ainda a conhecer o representante da Finlândia no European Blues Challange que está aí a chegar e celebramos o aniversário do grande guitarrista e cantor Johnny Copeland.
Louisiana Red – Anti-Nuclear Blues (1983)
Louisiana Red – Anti-Nuclear Blues (1983)
Memória de Elefante 23/02/24 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
A Mansão – Casa Grande (2024) (single)
“Casa Grande” é o primeiro single da banda “A Mansão”, um projeto musical que é resultado da paixão, da perseverança e da colaboração entre três músicos: Luís Palha, José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima. Este primeiro single surge em colaboração com M1KE, também conhecido como Miguel Coimbra, vocalista e produtor da banda D.A.M.A.
Esta primeira canção nasce de uma vontade maior de mostrar ao mundo algo inédito criado pelos três músicos, que encontraram na dificuldade uma oportunidade para inovar. É no palco do Miradouro da Senhora do Monte, diante do vasto público que vão tendo, onde vão construindo, em direto, as suas canções, e acabam por concluir que a melhor casa é onde juntos podem criar.
Foi assim que nasceu a colaboração com o produtor M1KE. O produtor veio trazer à Mansão uma nova roupagem, com elementos pop e digitais característicos das suas produções, criando assim uma atmosfera especial que resulta na Grande Casa que criaram – o primeiro single daquele que será o EP de estreia.
Dos miradouros ao ESPAÇO MOCHE, a Mansão teve casa cheia, na passada quinta-feira, no seu concerto de apresentação.
Ainda assim, é no Miradouro da Senhora do Monte e no Miradouro da Graça, que podemos encontrar a banda a encantar Lisboa. A Mansão é casa grande onde cabe sempre mais um, castelo andante onde se faz música sobre as coisas. De repente, essas coisas ficam maiores, quando se compõe junto. Simples e sustentável. Música portátil, fiel às raízes dos miradouros, onde ergueu paredes e tectos. É lá que as canções ganham as cores de quem se quiser juntar. Que a Mansão seja sempre aconchego e pão para quem o encontra na simplicidade.
“Casa Grande” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.