Coffee Breakz #70 Â Sound! Collages!

Coffee Breakz #70 Â Sound! Collages!

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Coffee Breakz #70 — Sound! Collages! 

1. Carlos Paredes (“Guitarra Portuguesa”) X DJ Ride (“Life in Loops”) 

2. Oneohtrix Point Never & Iggy Pop, “The Pure and the Damned” X Buck 65, “Untitled” X Steve Lehman & Sélébéyone, “Are You in Peace?” X Mount Kimbie & King Krule, “Blue Train Blues” 

3. “Anticon Label Sampler: 1999-2004” X Kate Tempest, “Everybody Down” 

4. Burial, “Etched Headplate” X Godspeed You! Black Emperor, “The Dead Flag Blues” X Nina Simone, “The Desperate Ones”

Jimmie Vaughan: The Fabulous Thunderbirds – Girls Go Wild (1979)

Jimmie Vaughan: The Fabulous Thunderbirds – Girls Go Wild (1979)

Memória de Elefante 20/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)

Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)

EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa. A sua música propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música. 

Em breve edita o seu disco de estreia, um trabalho que promete ser único no mundo da electro-pop portuguesa.


Single “o que acontece agora”, com lançamento a 8 março

Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)

Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single) 

O cantautor portuense Nuno Melo apresenta finalmente o seu disco de estreia “Fora de Formato”, após o lançamento dos singles “Polka Dot” e “O que Achares Melhor” (com o convidado Edu Mundo).

“Fora de Formato é um conjunto de canções que vêm sendo tricotadas há vários anos, um patchwork de géneros, estilos e ambientes. Feito com a co-producão de Edu Mundo, o músico procura além de tudo, autenticidade nas canções, nos temas e nas palavras. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, que o público é convidado a descobrir.

Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções. 

Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.

Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas, Manu Idhra na percussão e Miguel Pinto no baixo.

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #22

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #22

JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.

É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.

O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde. 

Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.

Patricia Pascal

(patriciapascal.com)

Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.

Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que

lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.

Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.

Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.

Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com

Links:

Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes

Patriciapascal.co

Amancio D’Silva – Konkan Dance (1972)

Amancio D’Silva – Konkan Dance (1972)

Memória de Elefante 19/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Coastel – Nevoeiro (2024) (single)

Coastel – Nevoeiro (2024) (single) Id

Coastel lançou o novo single ‘Nevoeiro’, já disponível em todas as plataformas digitais. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem já tinha colaborado em singles anteriores e no primeiro EP, “Back in ’01”, de 2021.

“Quando escrevi a ‘Nevoeiro’ tinha uma imagem muito clara em mente de uma pessoa que não viu a linha entre estar apaixonado e viver dependente. Alguém que, por meio de uma relação, deixou de ter os seus sonhos, as suas ambições, e passou a viver a vida da outra pessoa. A dependência fadiga a relação e é como se tudo tivesse acabado, ficou apenas o nevoeiro”, revela Coastel sobre o novo single.

‘Nevoeiro’ é acompanhado por um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan.

concordei. Todas as paisagens e a mensagem do vídeo ficam muito mais dramáticas com a ausência de cor e criam este retrato intenso de uma pessoa que está pessoa completamente perdida”, revela Coastel.

‘Nevoeiro’ sucede a ‘Ver-te assim’, editada no final de 2023, e ambas as canções marcam uma nova etapa na carreira do músico, antecipando um novo EP, que Coastel vai lançar este ano. O próximo curta duração do artista será o primeiro inteiramente interpretado em português e o segundo do seu percurso artístico, após “Back in ‘01”.

Músico, cantor e compositor, Coastel descobre a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começa, então, a cantar para se acompanhar à guitarra, encontrando também o gosto pela composição.

Em 2021 edita o EP de estreia, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams, só no Spotify. O curta duração inclui os singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, este último com airplay na rádio Smooth FM.

No ano seguinte concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressiona os mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.

A edição de 2023 do NOS Alive marca a estreia de Coastel no Passeio Marítimo de Algés. O artista lisboeta levou ao festival um concerto em formato acústico no Palco Coreto.

Em 2024 torna-se o primeiro artista MTV Push da MTV Portugal, com destaque no canal durante todo o mês de janeiro, através de conteúdos exclusivos em TV e nas redes sociais. O single ‘Ver-te Assim’ é o tema foco e Coastel sucede a outros artistas nacionais que também participaram na iniciativa, como Papillon, EU.CLIDES, JÜRA, Pedro Mafama, Ivandro, Nenny ou MARO.

Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.

Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single)

Papisa – Amor Delírio Feat. Luiza Lian (2024) (single) 

A compositora e multi instrumentista brasileira, PAPISA, edita hoje (01) o terceiro single de seu próximo álbum. A faixa Amor Delírio, que antecipa o álbum homónimo chega acompanhada de videoclipe dirigido por Mooluscos. A canção tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua) e participação de Luiza Lian, uma das principais vozes da música contemporânea do Brasil. Para a promoção da carreira internacional de Papisa, ela segue com o apoio do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai). Assista o videoclipe aqui. 

Na música, PAPISA fala de amor e faz alusão às estações do ano: “até o outono invadir o verão e o meu suspiro não ser por prazer”. Amor Delírio discorre sobre as fases cíclicas de uma paixão, desde dar-se conta do sentimento, até as angústias sentidas e o esvaziamento de tudo, com o término desse amor de verão. 

PAPISA – nome artístico de Rita Oliva – vai editar o álbum logo depois de uma digressão pelos Estados Unidos, onde vai, dentre outros concertos, se apresentar no SXSW, no Treefort Music Fest e no The New Colossus Festival, em Março.

Videoclipe

No videoclipe, decorre uma aventura a partir de memórias construídas pelo amor e reconstruídas pelo delírio. Um devaneio de um intenso sentimento de saudade.  “Quando a Papisa convidou-me para roteirizar e dirigir o clipe, pensamos sobre várias obras que traziam o tema do amor delírio, e a principal referência foi o filme ‘O Despertar da Mente’, de Michel Gondry. Conversamos também sobre obras de arte, como ‘Os amantes’, de René Magritte, e ‘O beijo’, de Gustav Klimt. Assim, construímos esta história composta por memórias que passeiam entre o real e o irreal”, descreve Lucas Mooluscos, diretor do vídeo.

Portugal

De ascendência portuguesa, a artista já esteve algumas vezes em Portugal e, em 2021, lançou o single “Fortuna” em parceria com o duo local HAĒMA, projecto partilhado por Susana Nunes e Diana Cangueiro. A faixa conta com um videoclipe gravado em Sintra. Veja aqui. 

FICHA TÉCNICA

Música

Composição: Rita Oliva (PAPISA)

Produção Musical: Felipe Puperi (Tagua Tagua)

Gravação: Alejandra Luciani e Felipe Puperi, exceto vozes de Rita gravadas por Fabio Pinczowski | Estúdio 12 Dólares, vozes Luiza Lian gravadas por Pepeu JC | Estúdio 12 Dólares e piano elétrico gravado por Sid Souza | Artsyclub Studios 

Mistura: Tiago Abrahão

Masterização: Brian Lucey (The Black Keys, Lizzo, Cage the Elefant)

Vídeo

Produtora: Mooluscos Filmes

Direção: Mooluscos

Roteiro: Mooluscos e Ana Mori

1⁰ Assist. de direção: Giulia Araújo

Produção executiva: Pedro Saviolli e Mooluscos

Produção de Set: Jota Sant’anna

Assist. Produção: João Pedro Barile 

Direção de Fotografia: Pedro Saviollii

1⁰ Assist. de câmera: Desirée Vasconcelos

Gaffer: Humberto Catta Preta

Drone: Desirée Vasconcelos

Direção de arte: Ana Mori

Asist. de Arte e styling: Araíne Calegare 

Maquiagem e Beleza: Bia Borghi e Ana Mori

Elenco: Papisa e Rafael Américo

Making of: Amilcar Neto

Catering: Isabela Molinari

Assist. Catering: Araíne Calegare e Bia Borghi

Edição: Mooluscos

Edição material de apoio: Juan Pablo Carrascosa

Color Grading: Pedro Saviolli

VFX: Caio Campos

Apoio: 22 Locações

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SOBRE RITA OLIVA

Rita Oliva integrou as bandas Cabana Café e Parati até lançar seu trabalho solo como PAPISA. A artista já passou por palcos de festivais brasileiros como Bananada (GO), Picnik (DF), Path (SP), Sonora (SP) e Contato (SP), além de ter  apresentado seu trabalho fora do seu país de origem, no festival SXSW, em Austin (EUA); e em Portugal, onde gravou a faixa “Fortuna”. Atualmente, ela prepara turnê norte-americana.

Yannis Markopoulos – Ithagenia (1972)

Yannis Markopoulos – Ithagenia (1972)

Memória de Elefante 18/02/24
Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #33: L.Shankar – Touch me there (1979)

1 Álbum 100 Palavras #33: L.Shankar – Touch me there (1979)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“O violinista Shankar colaborou com vários músicos de rock, entre os quais Peter Gabriel, Stewart Copeland, Bill Laswell, Steve Vai e Frank Zappa. Neste álbum produzido pela casa discográfica de Zappa, Shankar amostra todo o seu virtuosismo num violino de duplo braço. A sua tentativa é de misturar a música tradicional indiana com outras linguagens musicais. Trata-se de um álbum rico de momentos estilísticos diferentes, momentos excepcionais de música instrumental e canções demenciais. Deste singular instrumento, Shankar cria extraordinárias improvisações que conseguem juntar melodias instrumentais indianas e ocidentais. Zappa aparece como vocalista no tema Dead Girls of London. Boa escuta!”

A Prazeres Interrompidos #244: A Pequena Vendedora de Fósforos de Cabul – Diana Mohamadi (2009)

A Prazeres Interrompidos #244: A Pequena Vendedora de Fósforos de Cabul – Diana Mohamadi (2009)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

“Nasci em Cabul há quase 13 anos. Não sei em que mês, a minha mãe é incapaz de se lembrar.” Aos 13 anos, Diana é uma presença incontornável em Chicken Street, o grande bazar da capital do Afeganistão. Nascida numa família de 14 irmãos, é nas ruas que trava uma batalha diária pela sobrevivência, numa nação que ainda respira as opressivas tradições dos talibãs. Entre a infância que não teve e uma adolescência precoce, Diana continua a ir à escola e a brincar com os amigos, restos do que seria uma vida normal num quotidiano de miséria e horror.”

April Marmara – Finding My Ways (2024) (single)

April Marmara – Finding My Ways (2024) (single)

A cantautora folk April Marmara, projecto a solo de Bia Diniz, está de volta com um single emocional, um ano depois do sucesso do seu último álbum “Still Life”.

“Finding My Ways” é um passo significativo no crescimento musical de Bia Diniz, demonstrando o seu percurso pessoal e artístico. A letra honesta e a instrumentação quente das guitarras, violoncelo, clarinete baixo, trompa, tuba, piano, tornam a experiência auditiva ainda mais envolvente.

Desde a edição de “Still Life”, lançado em 2023 pela recente Lay Down Recordings, April Marmara tem recebido positivas críticas de jornalistas e fãs de música, conquistando um lugar em várias das listas de melhores-de-2023 como no Expresso, SBSR.fm, Mindies, Rádio Futura, BLITZ, and Revista Sound e outros.

A inspiração para este novo single chega-nos pelas palavras da própria Bia Diniz: “Escrita ainda no curso do “Still Life”, a Finding My Ways é sobre uma luta interior constante: a procura da inspiração mas sem certas barreiras; é sobre a evolução do artista, do seu tempo e da necessidade do seu espaço para a criação.”

“Finding My Ways” está agora disponível em todas as plataformas de streaming.

Bia Diniz — Composição, letra, co-produção, guitarra e voz

Afonso Cabral — Co-produção e piano

Martim Teixeira — Guitarra eléctrica

Ricardo Ribeiro — Clarinete baixo

Carolina Rodrigues — Violoncelo

Ana Conceição — Violoncelo

Gil Gonçalves — Tuba

Nuno Cunha — Trompa

Eduardo Vinhas — Captação e mistura

Miguel Vilhena — Masterização

Elisa Azevedo — Fotografia de capa

Mariana Matos — Styling

Pip Marinho — Vídeo

Lay Down Recordings — Editora