1 Álbum 100 Palavras #27: Bob Marley – Natty Dread (1975)
1 Álbum 100 Palavras #27: Bob Marley – Natty Dread (1975)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Bob Marley, nascido em 1945, falecido em 1981 é o principal artista reggae e representante da religião rastafariana. A sua afirmação internacional começa em 1972, quando assina o contrato com a casa discográfica Island. Contudo Marley já era ativo na Jamaica com o seu grupo Wailers desde 1962. Com a Island o grupo gravou álbuns importantes como Catch a Fire (1972), Burnin´(1973) e em 1975, ano em que Peter Tosh sai dos Wailers, foi publicado o álbum “Natty Dread”, com pérolas do reggae como Lively Up Yourself, Them Belly Full, No Woman No Cry, Rebel Music, Talkin’ Blues. Boa escuta!”
Prazeres Interrompidos #232: Castelos I Maravilhas de Portugal – M.Silva e M.G. Martins (2019)
Prazeres Interrompidos #232: Castelos I Maravilhas de Portugal – M.Silva e M.G. Martins (2019)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Os castelos têm ainda hoje uma presença muito marcante na paisagem portuguesa e povoam a nossa imaginação com histórias de mouras encantadas e de valentes guerreiros.
Este livro, com as belas imagens de Libório Manuel Silva e o texto informado e rigoroso de Miguel Gomes Martins (um especialista consagrado da arte militar medieval), constitui uma viagem pela história maravilhosa dos castelos medievais portugueses.
Uma jornada de Bragança a Silves, passando por todas as outras regiões do país.
Não tenha o leitor a menor dúvida: foi à sombra destas fortificações que se escreveu grande parte da secular história portuguesa.
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)
ANTÓNIO MÃO DE FERRO APRESENTA NOVO ÁLBUM “BACK” CONVIDADOS ESPECIAIS – BJ COLE, GERALD CALHOUN, ENTRE OUTROS
António Mão de Ferro apresenta o novo álbum “Back”, um trabalho que percorre vários estilos musicais e que reflecte algumas influências. Segundo o músico portuense, “é um percorrer de memórias, daí ser um disco bastante pessoal, que passa por vários momentos do meu passado. Acho que é perceptível que faz um apanhado de histórias que vivi e cada uma tem o seu momento, a sua influência, o seu estilo. Isto é o que se sente ao ouvir o disco. É quase um medley de estilos e influências! A banda sonora de memórias, histórias pessoais vividas ao longo de muitos anos. Acho que esse é o verdadeiro conceito, não é um disco de blues, folk ou rock. É um disco de momentos.”
“Back” conta com alguns convidados como o guitarrista emblemático BJ Cole, que já tocou com artistas como Elton John, David Gilmou, Roger Waters, Procol Harum, Joan Armatrading, Cat Stevens, R.E.M, Depeche Mode, entre outros; Gerald Calhoun, baixista e produtor, membro da aclamada “KSB” (Kashmere ‘Thunder Soul’ Stage Band), que já colaborou com músicos icónicos como os Temptations, Patti LaBelle, Herbie Hancock, Kool and the Gang, Stevie Ray Vaughan, entre outros; Fernando Nascimento, guitarrista que marcou a história do rock nacional na banda Arte & Ofício.
António Mão de Ferro conta também com os músicos Bernardo Fesch (baixo), Diogo Mão de Ferro (guitarra “slide”), Diogo Santos (teclado) e Leandro Leonet (bateria).
A primeira amostra do novo trabalho foi apresentada em 2023, o single com o mesmo título do álbum, “Back”, e que conta com a participação de BJ Cole. O tema foi masterizado nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres, e conta com um vídeo filmado no rio Douro, realizado pelo galardoado Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza.
De destacar também a capa do álbum, da autoria do pintor Manuel Sousa Falcão, e que é um tributo ao rio Douro, uma das inspirações de António Mão de Ferro para o novo disco.
A acompanhar o lançamento do novo álbum, o músico apresenta o segundo single, “Old Times”, com um vídeo realizado por Alberto Almeida.
“Back” foi gravado, misturado e masterizado no MasterLab Studio.
BIOGRAFIA:
António Mão de Ferro nasceu no Porto, a 25 de Junho de 1976. A sua relação com a música começou aos 11 anos e a guitarra foi muito cedo a sua referência, influência do pai, Joaquim Cardoso empresário e músico conceituado da famosa banda dos anos 60, “Tártaros”. Tornou-se num autodidata da guitarra, e aprendia sobretudo, através da sua dedicação sob a orientação do pai. Integra a primeira banda aos 13 anos, “Sociofobia”, de rock sinfónico. Criou um estilo próprio tendo por base os Blues. Aos 17 anos esta sonoridade ganhou definitivamente um espaço importante na sua vida musical, com a banda “Funk, Soul and Blues”, onde foi acumulando, por bares e clubes de jazz de todo o país, a experiência e a consolidação do guitarrista e do músico. Um ano mais tarde, participa pela primeira vez numa edição discográfica, e nesse mesmo ano integra a Minnemann Blues Band, uma das mais consagradas e antigas bandas do género em Portugal, constituída por músicos reputados: Wolfram Minnemann, Manuzé, Rui Ferraz e Rui Azul. Participou em diversos festivais de Jazz e Blues (Funchal Jazz; Simply Blues, Viana do Castelo e Seia Jazz, Douro Blues).
Em 1998, com 22 anos, integra a conhecida banda portuguesa GNR (Grupo Novo Rock), ao lado de nomes como Rui Reininho e Toli Machado. Grava Popless e o Lado dos Cisnes em 2002, sendo este disco um dos mais famosos da banda. Foram inúmeras as atuações na televisão e em concertos no país e no estrangeiro, culminando em 2006 com a comemoração dos 25 anos dos GNR, no mediático festival Rock In Rio, em Lisboa. Mão de Ferro fez parte dos GNR durante 9 anos, como guitarrista. Em 2004 é convidado pelo baixista Jerrel Lamar, um dos elementos dos “Platters”, e que tocou com Gino Vanelli, Herbie Hancock e Stevie Ray Vaughan, para participar no seu projecto a solo. Em 2005 grava 4 faixas do projecto deste conhecido músico norte-americano, onde também participaram: Gregg Bissonette, Marcio Montarroyos, Ney Matogrosso e Alcione. Para além destes nomes, Mão de Ferro continua a surpreender tudo e todos como guitarrista e compositor e no seu currículo destacam-se mais colaborações em vários projetos com notáveis nomes da música internacional e portuguesa: Mable John (Raelettes – Ray Charles), Zakyia Hooker (filha do lendário John Lee Hooker), Kátia Guerreiro e Rui Veloso. Em 2007, inicia a sua carreira a solo com o seu primeiro disco “Karma Train” que acaba por ser lançado em 2010. Compõe, canta, toca guitarra e constitui simultaneamente a sua banda. Grava os seus primeiros originais no Estúdio Vale de Lobos de Rui Veloso. Este disco tem um sentimento muito especial para o músico, pois para além de ser o seu primeiro disco a solo, é dedicado em memória do seu pai. O disco “Karma Train” teve uma ótima aceitação por parte do público e dos media. Mais recentemente lançou “Lunatic”, que foi apresentado na Casa da Música e teve uma edição ao vivo também.
DISCOGRAFIA: 2010 – Karma Train 2015 – Somewhere 2017 – António Mão de Ferro 2020 – Lunatic 2022 – Lunatic (Live at Casa da Música) 2024 – Back
Catman Plays The Blues #107
Catman Plays The Blues #107
Autor: Manuel Pais
Catman Plays The Blues #107
Apresentamos esta semana 3 dos 12 discos por nós considerados os melhores de 2023. Sem qualquer ordem específica. Escutaremos assim , de forma parcial, Ridin’ de Eric Bibb, Up next de Mathias Lattin e Outside the line dos Misty Blues.
Joaõ Garcia Barreto
Portuguese Art Lover Ganho tempo de vida a ajudar a música dos outros e isto faz-me sentir bem. É um prazer. Continuem a ajudar-me a ajudar-vos. Um Abraço |
I win time in my life for supporting the music of others and it makes me feel happy. It’s a pleasure. Please keep supporting me to support you. Cheers. #iamportugueseartlover #indiemusic #portugal #music #musica
Manifesto Sonoro #38
Manifesto Sonoro #38
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Os subscritores desta semana foram:
PZ – Pu
Velho Homem – Rebanho
Bela Noia – Canção da Lua
Bela Noia – Já não tenho chão
Estilhaços · Adolfo Luxuria Canibal – Boa Noite
Grand Sun – Veera
There Must Be a Place (We Trust + Best Youth) – Nice Face
Best Youth – Back With a Bang
Monday – Wasteland
Kumpania Algazara – Vida vai, vida vem
Cabrita – 49th Birthday Blues
Castilho – The Wind Blows
Marinho – I Give Up and It’s Ok
Frankie Chavez – The Search
SaiR – What Does It Say About You (Armando Teixeira Remix)
SaiR – After All (Mirror People Remix)
#manifestosonoro
#radiolisipo
Gustavito – Princesa Dos Ciganos (feat Luiza Brina) (2024) (single)
Gustavito – Princesa Dos Ciganos (feat Luiza Brina) (2024) (single)
ASSOPRO é um disco que já está pronto faz alguns anos e esteve na gaveta durante muito tempo por questões da vida que fizeram outros trabalhos passarem na frente e agora eu resolvi lançar ele pro mundo!!!
Já está disponível em todas as plataformas digitais deixo aqui o link do Spotify:
Esse álbum possui uma formação inusitada, inspirada no rock psicodélico e pela primeira vez na vida eu troquei o violão pela guitarra elétrica e estou acompanhando pelos músicos Yuri Vellasco (bateria) Paulim Sartori (baixo elétrico) e Rafael Martini (teclados). Tem também 3 convidados muito especiais dividindo os vocais comigo: Ná Ozzetti, Luiza Brina e André Prando. A arte é da Jojo Hissa e mixagem de Kiko Klaus. Henrique Staino participa na programação em uma das faixas!
As canções são composições antigas e possivelmente se você me acompanha há algum tempo poderá reconhecer algumas que costumava tocar em meus shows antigamente.
Outras são completamente inéditas tendo sido pouquíssimas vezes apresentadas publicamente.
De toda forma ele está sendo lançado agora como um presente de natal pra quem sentir de ouvir e apreciar e se você sentir de me compartilhar um Feedback da sua escuta vou ficar muito feliz!
Feliz ano novo pra todes!
Analog Dakar Club #5 – Estrellas Africanas
Analog Dakar Club #5 – Estrellas Africanas
Analog Dakar Club for Radio Olisipo February 2024
Estrellas Africanas Vinyl Only
1 – Star Number One : Macakki 2 – Etoile Internationale de Dakar : Tu Veras 3 – Star Band de Dakar : Le Lolaye 4 – Abou Sylla et Baobab : Mi Son 5 – Laba Sosseh : Prepare Candela 6 – Mamadou Doumbia et Conseil de l’Entente : Congé 7 – Conjunto Estrellas Africanas de Dexter Johnson : Estrellas Africanas 8 – Le Grand Kalle, Don Gonzalo, Manu Dibango et l’African Team : Boogaloo La Fontaine 9 – Amadou Ballake : N’Dola Abibou 10 – Sagbohan Danialou – Agosar 11 – Les Volcans : Revolution 12 – Secs Atacora : Haro Ka Aba 13 – El-Em-Fanaja et le Jam Star : Comment allez-vous 14 – Amadou Ballake : Samba 15 – Boncana Manga : Wa Houno Go 16 – Jose Missamou : Son Sabrocito 17 – Laba Sosseh – Khalebi
Certains disent que la musique cubaine a voyagé dans les malles des marins, des caraïbes aux côtes africaines… d’autre que ce sont les étudiants des régimes socialistes partis étudier à Cuba qui ont popularisé ces rythmes devenu emblématiques d’une époque où l’anticolonialisme et les les luttes pour les indépendances se sont répandus en Afrique. Il était naturel que ces rythmes qui avaient voyagé dans les salles des navires négriers, s’étaient enrichies au contact des mazurkas européenes, du jazz américain et des boleros espagnols reviennent au pays, sur la terre mère. Nous les célébrons dans ce mix qui montre l’incroyable richesse du répertoire afro-latino-cubain : guajiras et cha-cha psychédéliques sénégalaises, rumba malienne, patchanga burkinabé, boogaloo camerounais, son béninois et salsa congolaises. D’abord copiées, puis réinventées par des musiciens géniaux qui y ont incorporées des rythmes locaux, elles ont connues une immense popularité dans les clubs, maquis et bals poussière des capitales comme des villages.
Some say that Cuban music traveled in the trunks of sailors, from the Caribbean to the African coasts… others say that it was the students of socialist regimes who went to study in Cuba who popularized these rhythms which became emblematic of an era where anticolonialism and the struggles for independence spread across Africa. It was natural that these rhythms which had traveled in the halls of slave ships, had been enriched by contact with European mazurkas, American jazz and Spanish boleros, returned home, to mother earth. We celebrate them in this mix which shows the incredible richness of the Afro-Latino-Cuban repertoire: Senegalese psychedelic guajiras and cha-cha, Malian rumba, Burkinabé patchanga, Cameroonian boogaloo, Beninese son and Congolese salsa. First copied, then reinvented by brilliant musicians who incorporated local rhythms, they gain a great popularity in clubs, « maquis » and « bal poussière » in capitals and villages.
Playlist lançamentos Janeiro 2024
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Janeiro 2024. Boa Escuta!
01. Kumpania AlGazarra – Vida vai, vida vem (2023) (single)
02. Spencer Zachary – Open Water (2024) (single)
03. Oliver Cañete – You’re Not Special (2024) (single)
04. Day Cube – His Reality (2023) (single)
05. Checkpoint 303 feat. Maloun – If I Must Die (2024) (single)
06. Senhora Do Ó – Sharô (2024) (single)
07. Zarco – Relógio (2024) (single)
08. Spencer Zachary – This Time (2024) (single)
09. Sara Monteiro – Mais de mim (2024) (single)
10. Day Cube – One Can Only See (2023) (single)
11. Checkpoint 303 feat. M.Kham le rouge – Said Guevara Si-Tar Remix (2024) (single)
12. El Sombra – El Sombra no Bairro Alto (2024) (álbum)
13. Madalena Palmeirim – Mudjer (2023) (single)
14. Susana Silva – Paraíso (2023) (single)
15. Galgo – Vapor (2023) (single)
16. T3d Bunny – Karma Pharma (2023) (single)
17. Spencer Zachary – Anything (2024) (single)
18. Fatspoon – James Jamon (2023) (single)
19. André Marques – The Fear (2024) (single)
20. Arthur Melo – Na Avenida Com Benito (2024) (single)
21. Inês Barros – Respira (2024) (single)
22. Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)
23. Merai – Quando A Tempestade É Forte Eu Mergulho Em Ti (2024) (single)
24. Mili Vizcaino & Ustad Fazel Sapand – Que me quema (2024) (single)
25. Also – Water Lilies (2024) (single)
26. Dark Miles – Your Heart Is An Empty Street (2024) (single)
27. Basalto – Blunt Knives (2023) (single)
Analog Dakar Club #4 – Chérie Coco
Analog Dakar Club #4 – Chérie Coco
Chérie Coco “Le lit des amoureux n’est jamais froid” Soukous Lovers Delight
Analog Dakar Club for Radio Olisipo / Jan. 2024 / Only vinyl mix
Wuta May « Chérie nobato » (Eddy’Son / Sonics 79419) Abéti « J’ai quinze ans » (Africa New Sound / ANS 8402) Pamelo Mounka « Ce n’est que ma secrétaire » (Eddy’Son / Sonics 79413) Tshala Muana « Amina » (SIIS / SIIS 00.01) Bumba Massa « L’argent et la femme » (Disco Stock / DS 7934) Bebe Manga « Ami »(SIIS / SHS 0010) Théo Blaise Kounkou « Rose Na Ngaï » (Super Likembé / TBK 003) Tabu Ley & Mbilia Bel « Ma Fille » (Gaeta / Gaeta 01) Sam Mangwana et l’African All Stars « Georgette Eckins » (Adios Records / ALP 01) Pablo Lubadika Porthos « Ma Coco » (Afro Hit Records Discafrique / DARL – 019) Sam Fan Thomas « Sabina » (Tamwo Records / Tam 4) Pepe Kalle & Nyboma « Nina » (Syllart Productions / SYL 8358) Denis Loubassou « Mon mari est soulard » (Syllart Productions / SYL 8329)
Analog Dakar Club “Donnes-moi ton corps, je te donnerai ma flamme.” Dakar (Sn) and Marseille (Fr) based only vinyls collective spinning hip-mooving grooves and rarities for yo to shake until it’s too late. Analog Dakar Club is a collective of dj’s passionate about analogue African popular music – vinyl records and tapes – which has been organizing parties since 2018. Check also our Instagram and Facebook pages for more analog treasures.
Prazeres Interrompidos #231: Das Pontes do Porto aos Doces Vinhedos Magiares – Miguel Pinho (2023)
Prazeres Interrompidos #231: Das Pontes do Porto aos Doces Vinhedos Magiares – Miguel Pinho (2023)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
“Das Pontes do Porto aos Doces Vinhedos Magiares” não é um guia, mas uma jornada pelas cidades famosas e vilas encantadoras, portos costeiros elegantes e aldeias intactas. Desde o flamenco da Andaluzia, até à música de Mozart e Schubert, em terras austríacas, passando pelos castelos da Baviera sem esquecer as cidades de leste, Praga e Budapeste.
O Marta – Inferno (2024) (single)
O Marta – Inferno (2024) (single)
“Inferno” é o segundo single d’O Marta que antecipa o novo álbum “Casta Brava”, a sair dia 22 de março.
Neste canção, o artista revisita algumas das sonoridades já escutadas na sua música, como os coros polifónicos, as intensas percussões tradicionais e as guitarras distorcidas que se juntam agora a uma base de produção bastante mais eletrónica.
“Já não arde mais / nem no Inferno ele arde / o meu coração desfeito”, é o verso que inspira o título deste novo single. Cantado por um coro polifónico maioritariamente masculino, transporta-nos para um mundo tribal e grotesco, onde o artista reflete, tal como no single anterior “Rapaz”, sobre as suas inquietações, desta vez mascaradas de uma paixão que, apesar de ardente, é baseada no sofrimento, na guerra e na dor, numa paixão incapaz de encontrar sossego.
“Inferno” é também uma crítica sobre a necessidade de existir sofrimento para a arte nascer e os versos “eu sorri / com a faca no peito” refletem isso mesmo, o nosso tão português orgulho das dores pelas quais passamos e ultrapassamos. A melodia e a letra levam-nos para este mundo obscuro, transportando-nos para o sentimento do artista na sua incapacidade em estar satisfeito e no sofrimento pela procura da sua paixão.
O Marta, prepara-se para lançar o novo disco em 2024, mais precisamente a 22 de março. “Casta Brava” é apresentado ao vivo pela primeira vez nos concertos de apresentação que passam por Lisboa, Porto e Viseu.
A 21 de março o artista sobe ao palco do Musicbox em Lisboa, já no dia de lançamento do disco apresenta-o nos Maus Hábitos no Porto, por fim a 23 de março atua no Carmo’81 em Viseu, a sua cidade natal.
Os bilhetes para todos os espetáculos de apresentação já estão à venda nos locais habituais.