Fumaça #10: Aquilo é a Europa Ep. 1: Mory (Série 1/1)
Fumaça #10: Aquilo é a Europa Ep. 1: Mory (Série 1/1)
DESCRIÇÃO
Quando Mory Camara fugiu da Guiné-Conacri nunca pensou vir para a Europa, queria apenas estar em segurança. Um ano e meio depois, atravessava o Mar Mediterrâneo pela quarta vez, depois de meses de tortura e escravatura na Líbia. Foi resgatado pela Sea Watch com mais 46 refugiados, a 19 de janeiro de 2019. Mas a sua viagem não acabou aí. “Mory” é a primeira parte da série “Aquilo é a Europa”. Ouve aqui.
[Nota: algumas das pessoas que entrevistámos nesta série falam em inglês. Se preferires uma versão dobrada em português procura o canal “Extras” do Fumaça, na tua aplicação de podcasts, ou vai a fumaca.pt.]
PUBLICADO
terça-feira, 21 de maio de 2019, 5:58 AM
African Roots #33
African Roots #33
Autor: Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Nito Nunes – Semba Quiá 2 – David Zé – Mona Ku Jimbe Manheno 3 – Bembeya Jazz National – Kana Sarakabo 4 – Os Kiezos – Guibanza Muenho Udmi 5 – Mac Gregor – Nan Ye Likan 6 – Houghas Sorowonko – Enuanom Adofo 7 – Amadou Balake – Wariko 8 – Os Úntués – Chi bo sa migu di vede 9 – Oluko imo – Were Oju Le (The Eyes Are Getting Red) 10 – Morgadinho – d’Stine d’Nos Criola 11 – Les Ambassadeurs du Motel de Bamako – Mana Mana 12 – Horoya Band – Apollo 13 – Prince Nico Mbarga – Rocafil
Prazeres Interrompidos #229: Obra Poética – José Enes (2018)
Prazeres Interrompidos #229: Obra Poética – José Enes (2018)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Reedição póstuma de Água do Céu e do Mar e poemas inéditos Montanha do Meu Destino, do filósofo picoense José Enes.
Os seus poemas retratam a paisagem, as vivências, a natureza e as emoções humanas.
Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)
Manwill – Don T Go (Fly Over) (2024) (single)
O músico Guilherme Minnemann (manwill)
apresenta “Dont’ Go (Fly Over)”, o single de avanço do álbum do seu novo projeto chamado “Friends Will”.
A ideia por trás deste projeto foi pegar em composições que acabriam por se tornar “beats” (eletrónicos) e tocá-las em banda de forma a captar o fator humano e orgânico, gravado em live take. Começou este projeto em Fevereiro de 2023 e está na altura de o por cá fora. O nome Friends
Will aparece pela banda ser feita de amigos (António Tocas, Diogo Caldas, João Rato) e pelo mote: “If you Won’t, Friends Will’. Obrigado!
Instagram e Twitter: @manwillonly Instagram: @friends.will
Coffee Breakz #63 — What A Time To Be Alive
Coffee Breakz #63 — What a Time to Be Alive
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
7. Erick the Architect & George Clinton — Ezekiel’s Wheel
8. Ana Tijoux — Tu Sae (ft. Talib Kweli & Plug)
9. 21 Savage — Pop Ur Shit (ft. Young Thug & Metro Boomin)
10. Drake & Future — Jumpman
11. Chelsea Wolfe — Everything Turns Blue
Inês Barros – Respira (2024) (single)
Inês Barros – Respira (2024) (single)
Inês Barros é cantora, compositora e violetista.
Foi concorrente do Factor X em 2014 e do The Voice Portugal em 2023. Atuou na abertura dos Globos de Ouro ao lado da Luciana Abreu e Vanessa Silva em 2015 e colaborou com o Berg no seu álbum “Tempo” em 2016.
Em 2019 integra a Orquestra Sem Fronteiras de Martim Sousa Tavares e em 2021 completa a licenciatura em música na Escola Superior de Artes Aplicadas.
No ano de 2023 atua ao lado de João Pedro Pais no Festival “Montepio – Às Vezes o Amor”, toca com Andrea Bocelli, Cuca Roseta e a Orquestra das Beiras no Altice Arena e com a Mariza e a Orquestra do Algarve na FATACIL.
Estreia-se como cantautora em 2024 com o single “Respira”.
A sua primeira canção integra o EP “Poesia”, que irá lançar em abril de 2024.
Neste projeto a solo, é cantora, compositora e violetista, criando uma fusão entre vários géneros musicais e uma sonoridade única.
Portuguese Instrumental Music #1
Portuguese Instrumental Music #1
Playlist de Joaõ Garcia Barreto
01. Jordão, Eduardo Gonçalo Jordão, CultManagement Lda, João Hora – 11381
02. Joao Hasselberg – The Old Man And The Sea
03. João Firmino – A Casa da Árvore
04. Pedro Branco – Vira-Lata
05. Bernardo Sassetti – Simplesmente Maria
06. Luís Figueiredo, Orquestra Jazz De Matosinhos – Canção Para O Bernardo
07. KOLME, Carlos Miguel Antunes, Miguel Amado, Ruben Alves – Voo
Arthur Melo – Na Avenida Com Benito (2024) (single)
Arthur Melo – Na Avenida Com Benito (2024) (single)
Arthur Melo homenageia Benito di Paula em novo single
Co-produzida pelo artista e Lucca Noacco, a faixa é uma ode ao samba Retalhos de Cetim e estará no próximo disco de Arthur sob o selo britânico Wonderfulsound.
No universo criativo do brasileiro de Minas Gerais, Arthur Melo, o eu lírico de seu novo tema Na Avenida com Benito (Wonderfulsound) passa pelas mesmas dores de amor que estão presentes na canção “Retalhos de Cetim”, de Benito di Paula, famoso cantor e pianista conhecido por criar um estilo de samba peculiar no Brasil. As duas canções são unidas pelo coração partido de quem foi abandonado em pleno carnaval. “O imaginário é o mesmo, mas com a ideia de que o personagem de Di Paula não precisa sofrer sozinho. Ele pode contar com o personagem da minha música para tomar umas cachaças no bar”, divide Arthur, que neste projeto é acompanhado de sua banda intitulada O Ministério da Consciência. Assista ao lyric video dirigido por Artur Souza aqui.
Depois de Álvaro Almeida, canção editada no final do ano passado, Na Avenida com Benito é a segunda a antecipar o novo álbum do artista, Mirantes Emocionais, que tem a promoção pelo selo britânico, Wonderfulsound. Com mistura do renomado produtor carioca Kassin, a música é um groove indie pop que ecoa elementos do samba e da MPB. “O violão e as percussões ganharam arranjos modernos, e a guitarra elétrica, o baixo e os sintetizadores são as principais texturas que guiam a música”, conta Arthur, que assina a co-produção ao lado de Lucca Noacco. “No final da música está o brilhante solo de guitarra de Douglas Scalioni, que tem como referência o refrão da canção de Benito”, continua o artista.
Sobre a parceria com Kassin, Arthur conta que: “a mistura fortaleceu a ideia da música como um quadro colorido e cheio de detalhes. Ele soube escolher os momentos em que o reverb na voz fosse um pouco maior e mais permeado por delay, e onde cada instrumento deveria brilhar para puxar a atenção do ouvinte para outro lugar da canção”.
Lyric video e capa
O vídeo e a capa que materializam o single são assinadas por Artur Souza, do Polvo Studio, e utilizam imagens do filme “Carnival of Souls”, de 1962. “As imagens do filme circulam entre o terror e a beleza de lugares e pessoas, sempre com certo tom obscuro que combina bastante com a música. Há um lado soturno nas nossas relações com os outros e com nós mesmos. Os glitches utilizados no vídeo representam a percepção do amor que pode ser alterada inconscientemente”, conta Arthur Melo.
FICHA TÉCNICA
Arranjos e Produção: Arthur Melo e Lucca Noacco
Composição, Voz, Violão, Guitarra, Baixo, Bateria, Percussão e Sintetizadores: Arthur Melo
Violão e Bandolim: Douglas Scalioni
Voz, Baixo e Sintetizadores: Lucca Noacco
Mixagem: Kassin (Studio Marini, Rio de Janeiro)
Assistência de mixagem: Mauro Araújo
Masterização: Ricardo Garcia (Magic Master Studios, Rio de Janeiro)
Capa e Projeto Gráfico: Artur Souza
Lyric Video: Polvo Studio
Selo: Wonderfulsound
Gravado por Arthur Melo na Vila do Calango, Belo Horizonte, entre Junho de 2020 e Janeiro de 2022; e por Lucca Noacco em Matozinhos entre Julho de 2021 e Abril de 2022.
Voy de despojo en despojo La vida en su antojo me premia y me priva… Vengo de muertes tempranas Vengo de batallas y causas perdidas… “Nosotras”. Fragmentos. Cantautora de vasta trayectoria nacional e internacional, Cecilia Concha Laborde se inició en el canto popular desde los años ochenta, al alero de las luchas estudiantiles contra la dictadura. Desde entonces, su música y poética han acompañado diversas trayectorias en las reivindicaciones por los Derechos Humanos, la dignidad y más recientemente los feminismos, tejiendo lazos con otras voces de la trova en Chile y Latinoamérica. Su trabajo ha contribuido a la apertura de una escena tradicionalmente masculina, siguiendo la herencia rebelde de mujeres que siguen la senda la Violeta Parra. Autora de dos producciones discográficas: “Te traigo mis versos” (Autoedición de 2013) y “Cancionera” (Autoedición de 2020, lanzado en en plena pandemia), es además una de las responsables del proyecto discográfico y asociativo que reúne a múltiples voces femeninas y feministas de nuestro tiempo, “Violeteras: Herencia Rebelde”. Con todo, su trabajo comprometido en el canto parece haberla acompañado desde siempre, junto a su oficio militante, educativo y de trabajadora social. Contactos: Facebook https://web.facebook.com/ceciliaconchalaborde Instagram https://www.instagram.com/ceciliaconchalaborde/?hl=es-la Youtube https://www.youtube.com/@CeciliaConchaLaborde Web https://ceciliaconchalaborde.cl/
1 Álbum 100 Palavras #25: The Who – My Generation (1965)
1 Álbum 100 Palavras #25: The Who – My Generation (1965)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“My generation”, junto com “The times they are changing” de Bob Dylan, é um claro testemunho da insatisfação e rebelião juvenil da década de 1960. Esta música é incluída no album de estreia dos The Who. Este album contribuiu para o sucesso da banda, que se consolidou com a obra rock “Quadrophenia” em 1973. A banda é liderada por figuras lendárias do rock como o guitarrista Pete Townshend, o canto Roger Daltrey, o baixista John Entwistle e o baterista Keith Moon. O album contem outros clássicos como “The kids are alright”, “The good’s gone” e “ A legal matter”. Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #228: American Prometheus The Triumph and Tragedy – J. Robert Oppenheimer (2005)
Prazeres Interrompidos #228: American Prometheus The Triumph and Tragedy – J. Robert Oppenheimer
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
American Prometheus is the first full-scale biography of J. Robert Oppenheimer, “father of the atomic bomb,” the brilliant, charismatic physicist who led the effort to capture the awesome fire of the sun for his country in time of war. Immediately after Hiroshima, he became the most famous scientist of his generation-one of the iconic figures of the twentieth century, the embodiment of modern man confronting the consequences of scientific progress.
He was the author of a radical proposal to place international controls over atomic materials-an idea that is still relevant today. He opposed the development of the hydrogen bomb and criticized the Air Force’s plans to fight an infinitely dangerous nuclear war. In the now almost-forgotten hysteria of the early 1950s, his ideas were anathema to powerful advocates of a massive nuclear buildup, and, in response, Atomic Energy Commission chairman Lewis Strauss, Superbomb advocate Edward Teller and FBI director J. Edgar Hoover worked behind the scenes to have a hearing board find that Oppenheimer could not be trusted with America’s nuclear secrets.
American Prometheus sets forth Oppenheimer’s life and times in revealing and unprecedented detail. Exhaustively researched, it is based on thousands of records and letters gathered from archives in America and abroad, on massive FBI files and on close to a hundred interviews with Oppenheimer’s friends, relatives and colleagues.
We follow him from his earliest education at the turn of the twentieth century at New York City’s Ethical Culture School, through personal crises at Harvard and Cambridge universities. Then to Germany, where he studied quantum physics with the world’s most accomplished theorists; and to Berkeley, California, where he established, during the 1930s, the leading American school of theoretical physics, and where he became deeply involved with social justice causes and their advocates, many of whom were communists. Then to Los Alamos, New Mexico, where he transformed a bleak mesa into the world’s most potent nuclear weapons laboratory-and where he himself was transformed. And finally, to the Institute for Advanced Study in Princeton, which he directed from 1947 to 1966.
American Prometheus is a rich evocation of America at mid-century, a new and compelling portrait of a brilliant, ambitious, complex and flawed man profoundly connected to its major events—the Depression, World War II and the Cold War. It is at once biography and history, and essential to our understanding of our recent past—and of our choices for the future.
André Marques – The Fear (2024) (single)
André Marques – The Fear (2024) (single)
O EP “Our Freedom” representa um trabalho em conjunto com o produtor musical André Marques e a cantora e liricista Nóra Jankovic, onde temas como o amor, perda, solidão e esperança são abordados numa balada musical baseada no piano, com sonoridades pop à mistura. Os singles “Two Little Birds” e “Beautiful Life” antecederam o lançamento deste EP, sendo que o single “The Fear” está agora a ser promovido como single.