Prazeres Interrompidos #222: Tratado sobre a tolerância – Voltaire (1763)

Prazeres Interrompidos #222: Tratado sobre a tolerância – Voltaire (1763)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O Tratado sobre a Tolerância (1763) constitui um dos escritos mais significativos do combate que Voltaire desenvolve contra o conservadorismo mais radical, o espírito de intolerância religiosa que lhes anda associado. Neste livro, o autor coloca-nos perante a ideia de tolerância como combate continuado, como conquista infindável, como prática de transformação de nós mesmos.

DISCO VOADOR: Maze – “A Versão” #5

DISCO VOADOR: Maze – “A Versão” #5

A versão é um programa de autoria de André Neves Valente, também conhecido por Maze.
O original e a sua versão, sucedem-se ao longo de cada episódio, contando histórias que cruzam tempos e espaços diferentes, criando a partir da própria criação. Diggers vasculham as lojas em busca daquele pedaço nunca antes cortado, músicos reconstroem as suas músicas favoritas com a sua própria essência e de repente do velho nasce o novo.

Tracklist – A Versão #5

Barrington Levy – Under Mi Sensi
Aphrodite – All Over Me
Ronnie Foster – Mystic Brew
A Tribe Called Quest – Electric Relaxation
Steve Jeffries, Mary Carewe & Donald Greig – Evil at Play Aphex Twin – Xtal
The Glitterhouse – I Lost Me a Friend The Wiseguys – Ooh La La
Erik Satie – First Gymnopédie
Flying Lotus – Puppet Talk
Iron Butterfly – Real Fright
Blu & Exile – Below The Heavens
Jon Barry – Capsule in Space
Propellerheads feat. David Arnold – On Her Majesty’s Secret Service

Malaramu – Dreamer (2023) (single)

Malaramu – Dreamer (2023) (single)

“Ola!

Somos “Malaramu”, a banda baseada em Lisboa, Portugal. 

Somos apaixonados por criar música que mistura o retro-soul e o funk com vibrações modernas. 

As nossas colaborações globais com vários vocalistas têm sido uma viagem de exploração musical, e a nossa última aventura é algo que nos entusiasma particularmente.

Gostaríamos de apresentar-vos a “Dreamer”, a nossa canção mais recente, criada em colaboração com o incrível artista tanzaniano Tofa Jaxx. 

A canção é um tributo sincero ao género de soul, ecoando a sua elegância e profundidade intemporais. O Tofa está a trazer uma riqueza e emoção extraordinária aos vocais, lembrando os maiores nomes da soul music, mas com um toque fresco e contemporâneo.

O que faz com que “Dreamer” se destaque é o seu toque atmosférico e ligeiramente psicadélico. Estes elementos entrelaçam-se para formar uma paisagem sonora sonhadora, perfeita para momentos de relaxamento e reflexão. 

Acreditamos que esta mistura única irá ressoar profundamente com o público, oferecendo uma experiência de audição distinta.”

African Roots #30

African Roots #30

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

Todos os temas que passei foram de discos que saíram este ano, alguns deles edições que foram redescobrir músicas que só tinham sido editadas em cassete ou em singles muito raros, outros são temas de projetos de nova música Africana que como já é habitual aqui no programa sem “rótulos estilísticos”.

TRACKLIST:

1 – Tinariwen – Tenere Den (Wedge)

2 – BOMBINO – Ayes Sachen (Partisan Records)

3 – John Chibadura – Chiiko (Universal Music)

4 – Baaba Maal – Ndungu Ruumi (Marathon Artists)

5 – Dobet Gnahoré – Ayoka (Cumbancha Records)

6 – Idrissa Soumaoro – I djidja (MIERUBA)

7 – Ah ! Kwantou – Mami wata (Black Stamp Music)

8 – King Ayisoba – Adinooma (Glitterbeat Records)

9 – Thandi Ntuli – Nomayoyo (International Anthem)

10 – IzangoMa – Mgungundlov (Brownswood Recordings)

11 – Balimaya Project – Seasons of Baraka (New Soil)

12 – Fatoumata Diawara – Somaw (Wagram Music)

13 – Ibrahim Hesnawi – Kesati (Habibi Funk Records)

14 – Mawuli Decker – Mawu Nafako Nam (Kalita Records)

15 – Wegdayit – Geteru Bete (Meedo Records)

16 – Witch – Streets Of Lusaka (Desert Daze Sound)

17 – African Head Charge – Asalatua (On-U Sound)

18 – Nakibembe Embaire Group – Omulangira Mpango (Nyege Nyege Tapes)

19 – Vumbi Dekula – Maamajacy (Hive Mind Records)

20 – Vusi Mahlasela – Abantu Abangana Buso (Strut Records)

21 – Ghoula – Addit (Shouka)

22 – BCUC – Ntuthwane (On The Corner)

Irving Ashby: Perez Prado – Prez (1958)

Irving Ashby: Perez Prado – Prez (1958)

My Noisy Twins – Bite The Bullet (2023) (single)

My Noisy Twins – Bite The Bullet (2023) (single)

Sinopse: 

“Este novo álbum, o 3⁰ da discografia de My Noisy Twins, apresenta-se como um natural retorno à sua linguagem original. Misturando texturas cinemáticas com um ambiente sombrio e obscuro, “Behind Mist and Morning” é um território sonoro pulsante, onde as vibrações pesadas do dub e do trip hop se encontram com uma expedição sonora étnica e exótica. Uma odisseia onírica e distópica, um filme urbano que nos conduz a um tempo futurista, transitório e impermanente”. 

“Behind Mist and Morning”, conta com dois vocalistas convidados, Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”. A mistura e a masterização ficou a cargo de José Veiga, o design gráfico é de PSTR e as fotos promocionais e a foto da capa são de Mário Jerónimo Negrão. Este projecto foi apoiado pela Fundação GDA, no âmbito do Programa de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete. 

Ficha Técnica: 

Composição e produção por My Noisy Twins/ Jorge Cunha Machado | linktr.ee/mynoisytwins 

Voz e Letra por Scúru Fitchádu na faixa 3. “Ninar” e Karlon na faixa 6. “Flan”. 

Podem descobrir e seguir os seus trabalhos a solo em: 

Scúru Fitchádu | https://scurufitchadu.bandcamp.com/

Karlon | https://www.karlonkrioulo.com/

Misturado e Masterizado por José Veiga no Miasma Studio | www.miasma-studio.com

Design Gráfico por PSTR | https://diogoesteves.net/

Fotos promocionais por Mário Jerónimo Negrão | https://chamferism.com/

Fumaça #6: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 3: Hebron, o labirinto do apartheid (Série)

Fumaça #6: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 3: Hebron, o labirinto do apartheid (Série)

DESCRIÇÃO

Em Hebron, há ruas só para colonos, bairros só para colonos, onde os palestinianos não podem passar. Palestinianos e colonos vivem separados por checkpoints em forma de jaula, redes de metal e pano e soldados armados por todo o lado. É nesta cidade que se passa este episódio.

PUBLICADO

quinta-feira, 21 de junho de 2018, 8:00 AM

Prazeres Interrompidos #221: Os Loucos da Rua Mazur – João Pinto Coelho (2017)

Prazeres Interrompidos #221: Os Loucos da Rua Mazur – João Pinto Coelho (2017)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.
Paris, 2001. Yankel – um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama – recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se veem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram – e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk – hoje um escritor famoso – está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira.

Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne – a editora que não diz tudo o que sabe –, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.

Na senda do extraordinário Perguntem a Sarah Gross, aplaudido pelo público e pela crítica, o novo romance de João Pinto Coelho regressa à Polónia da Segunda Guerra Mundial para nos dar a conhecer uma galeria de personagens inesquecíveis, mostrando-nos também como a escrita de um romance pode tornar-se um ajuste de contas com o passado.

Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)

Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)

Trio de jazz fusão de Lisboa, que procura consolidar uma linguagem comum, na composição dos seus temas, utilizando abordagens experimentais e improvisadas, criando ambientes que referem aos mais distintos estilos que contribuem para a personalidade musical de cada elemento da banda.

BAND BIO

Este projecto reune um grupo de músicos e amigos que partilham gostos musicais semelhantes, como o jazz, a fusão, o blues, a worldmusic, entre outros e, durante o período pandémico, resolveram juntar esforços na exploração de novas ideias, ritmos e sonoridades, formando os Lost Train Trio.

Projecto: Lost Train Trio (jazz/fusão)

Eduardo Faustino: guitarra

Sérgio Ferreira: baixo

Rui Lucena: bateria

www.facebook.com/LostTrainTrio

Instagram @lost_train_trio

youtube.com/@losttraintrio

Coffee Breakz #59 — Lacrimosa Sampled Et Al.

Coffee Breakz #59 — Lacrimosa Sampled Et Al.

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Nym Lo & Statik Selektah — A Kid From the Town (ft. Curren$y)
  2. Masayoshi Takanaka — Crystal Memories
  3. El Michels Affair & Black Thought — That Girl
  4. Killer Mike & El-P — Don’t Let the Devil (ft. thankugoodsir)
  5. The Webs — It’s So Hard to Break a Habit
  6. MC Wicks — Where You Been
  7. Wounded Buffalo Beats — Home Is Where the Heart Is (ft. Smellington Piff, Nakter Wolf & JabbaThaKut)
  8. Napoleon Da Legend & D-Styles — Wu-Masters
  9. Doja Cat — Paint the Town Red
  10. Dionne Warwick — Walk On By
  11. MistaKay — Recargar
  12. Backxwash — Vibanda
  13. Retro X — Orphée aux Enfers
  14. Hgemona$ — Knock Knock
  15. Wolfgang Amadeus Mozart — Requiem in D minor, K. 626: Lacrimosa

João Roque – The New World Order (Interlude)(2023) (single) Id

João Roque – The New World Order (Interlude)(2023) (single) Id

Música original do compositor e guitarrista João Roque,
onde se fundem influências do rock e jazz numa estética particular, privilegiando melodias cativantes e ambientes sonoros com forte componente imagética.

João Roque – composição e guitarras
João Capinha – saxofones alto e soprano, flauta e clarinete baixo André Murraças – saxofone tenor
Xico Santos – contrabaixo
João Rijo – bateria e percussão

DESCRIÇÃO DO PROJETO – ROQUE
Este projeto nasceu da vontade do guitarrista João Roque em compor e tocar música original que integrasse as suas influências da música rock e do jazz mas, simultaneamente, envolvesse o lirismo das canções folk e o paisagismo e imagética da música para cinema.

2o DISCO – BRAVE NEW WORLD
O segundo disco reflete um estado de maturação mais avançado do grupo, mais coeso, orgânico e interactivo, fruto das dezenas de concertos desde o primeiro disco, da convivência e do entrosamento musical daí resultante.
Formalmente, a música do grupo afastou-se um pouco do formato “canção” e seguiu na direção de formas musicais diferentes e mais amplas, como a sonata ou a suite.
O crescente interesse pelo arranjo, orquestração musical e desenvolvimento temático contribuíram para o surgimento de composições mais longas e uma estética mais densa, orquestral e holística, com vários temas a constituírem o todo.
Também a exploração de outros instrumentos, e especificamente da amplitude de registo de cada um deles, tornou-se parte integrante da música como veículo de expressão artística, onde as texturas tímbricas dos instrumentos se assumiram como características das personagens musicais. O carácter lírico das melodias permaneceu, no entanto, inalterável.
Conceptualmente, a música e a arte gráfica deste disco procuraram musicar uma realidade onírica distópica, algo obscuro e misterioso que não se percebe se é real ou imaginado, como proveniente dum sonho/pesadelo.
Porventura influenciado pela súbita e drástica realidade pandémica em 2020, e claramente influenciado pelos livros de Aldous Huxley, George Orwell, William Golding, mas também pelas realidades imagéticas de séries como Westworld, Black Mirror, Handmaid’s Tale, e de filmes como Laranja Mecânica, Shining e Eyes Wide Shut
de Stanley Kubrick, Lost Highway e Mulholland Drive de David Lynch, Fight Club e O Jogo de David Fincher, ou Shutter Island de Martin Scorsese, entre outras referências, esta música foi inspirada pela linha ténue que pode existir entre a realidade/sonho, e a capacidade de criação e gestão artística dessa dúvida no espectador.
Atualmente ambos os discos encontram-se disponíveis em joaoroque.bandcamp.com e nos principais canais de streaming: iTunes, Deezer, Spotify, Tidal, Google Play, Amazon, etc.

Mary’s Bean – Rage (2023) (single)

Mary’s Bean – Rage (2023) (single)

“Rage” é o terceiro single dos Mary’s Bean e define o ritmo para a edição do seu disco de estreia.

Após o lançamento dos dois primeiros singles, “Via Town” e “Just a Process”, os leirienses Mary’s Bean acabam de disponibilizar o terceiro single em antevisão ao seu disco de estreia, agendado para 2024.

“Rage”, como o nome indica, fala sobre raiva – e a forma como nos deixamos levar quando estamos de cabeça quente e o êxtase dessa emoção nos faz tomar ações que, se estivéssemos sãos, não as faríamos. “Podemos sentir isso na música: do momento em que estamos eufóricos até quando tudo cai pelas mãos, mas ainda assim deixamo-nos sucumbir pelos maus pensamentos, voltando outra vez para o mesmo ciclo de autodestruição”, sublinha Filipe Cordeiro, vocalista e guitarrista dos Mary’s Bean.

Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o trio composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista) prepara-se para deixar a sua marca com a edição do seu disco de estreia, centrado em influências muito características e vincadas no grunge, punk e prog.

“Rage” está disponível, digitalmente, a partir de 6 de dezembro.

Créditos:

Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra
Hugo Santos: Baixo
Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals
Helio Major: Backing Vocals
Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco
Mix/Master: Guilherme Salvador