Fumaça #1: Inquietações, uma homenagem a José Mário Branco (Especial)

Fumaça #1: Inquietações, uma homenagem a José Mário Branco (Especial)

José Mário Branco sempre fez parte do Fumaça, não sabia ele quanto. Em quase todos os eventos que organizámos – lembrar-se-á quem lá esteve – havia uma pequena sala com um gravador e um microfone. Entrava quem queria, não sabendo ao que ia. Quando se sentava, uma pergunta apenas era feita: “O que é que te inquieta?” Hoje, no dia em que se cumpre um ano da sua morte, ouvimos as respostas de pessoas anónimas a esta pergunta.

1 Álbum 100 Palavras #17: Pete Seeger – The World Of Pete Seeger (1972)

1 Álbum 100 Palavras #17: Pete Seeger – The World Of Pete Seeger (1972)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Filho de um musicólogo e de uma professora de violino, o cantor Pete Seeger, acompanhou muitas batalhas da esquerda durante mais de meio século. Colaborou com Alan Lomax, Woody Guthrie, Almanach Singers e os Weavers, entre as décadas de 1930 e 1950, tornando-se um dos maiores promotores da música folk. Autor de mais de cem discos, Seeger apoiou sindicados, batalhas do pacifismo, ecologismo e direitos civis, sendo condenado por isso a um ano de cadeia e à exclusão de programas televisivos por mais de uma década. Esta antologia é uma recolha da sua produção da década de 1960. Boa escuta!”

Link: https://www.discogs.com/release/3161390-Pete-Seeger-The-World-Of-Pete-Seeger

Madalena Palmeirim – É Bô (2023) (single)

Madalena Palmeirim – É Bô (2023) (single)

 
“É bô” é o single de avanço
de “Morna mansa”
 
Durante a pandemia, quando tudo parou, Madalena Palmeirim fugiu Atlântico fora com o seu cavaquinho e cercou-se entre o mar-a-toda-a-volta e as montanhas-cima-abaixo na ilha de São Vicente, onde recuperou a respiração, a canção. Começava a preparar o seu 2º disco Morna mansa quando conheceu John D’Brava, nesta que era uma das suas muitas ilhas. E foi num desvio, enquanto trocavam coisas de lá com coisas de cá, que compuseram “É bô”, sem sequer se darem conta disso. Não fora o acaso, feito arquivista, lembrar-se de um registo que regressou no bolso, de avião, talvez esta canção lhes tivesse escapado entre os dedos que tocavam aquelas cordas mornas: o John D’Brava na guitarra; a Madalena Palmeirim no cavaquinho; e as suas vozes num passo trocado, entre o crioulo e o português. Vinda da errância, do desvio, “É bô” avança agora como 1º single deste álbum, gravada ao vivo no estúdio Vale de Lobos pela Suse Ribeiro.
 
O concerto de estreia de Morna mansa está marcado para 18 de janeiro no Clube Bleza em Lisboa e as bilheteiras já esão abertas.
 
No dia seguinte, Morna mansa estará disponível em todas as plataformas digitais e à venda nos concertos numa edição de autor com o Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.
 
AGENDA:
 
18 de janeiro – Clube Bleza – Lisboa – Bilhetes à venda
22 de fevereiro – c/ Rainhas do AutoEngano – Outonalidades – Estarreja

Monday – Wasteland (2023) (single)

Monday – Wasteland (2023) (single)

“Wasteland” é o nome da nova canção de Monday e o primeiro single do álbum “Underwater, feels like eternity”, a ser editado no início de 2024 com o selo Lay Down Recordings.

A cantautora explora nesta canção um lugar nostálgico e liminar, uma encruzilhada entre a apatia do deixar-se ir ou a resolução de abraçar a mudança que vem de um lugar de conforto desconfortável.

”‘Wasteland’ nasceu da necessidade de encontrar a minha linguagem no meio da solidão. Tudo começou com os acordes, a melodia e a letra a surgirem rapidamente depois de contar uma história pessoal sobre mudanças na minha vida. É tão fácil cair logo na nostalgia de algo que não funcionou, mas no entanto pode ser libertador reconhecer isso e avançar em direção a algo novo”, refere Monday sobre o surgimento da nova canção.

Ainda sobre o processo de escrita de “Wasteland”, Monday refere que aconteceu um outubro de 2022, num fim de tarde em que o céu estava pintado em tons de laranja e dourado, “o que sempre me deu um sentimento de esperança e entusiasmo pelo que está por vir. Eu queria resumir esses sentimentos sem também abandonar o desconforto que existe quando temos de enfrentar algo que nos magoou de forma profunda.”

Com traços folk e pop, inspirada pelas estórias e vozes femininas de artistas como Laura Marling e Bess Atwell, Monday mergulha nesta nesta nova fase de composição também como produtora das suas próprias canções. Este é o primeiro single daquele que será o seu próximo disco, “Underwater, Feels Like Eternity”, o primeiro em que a artista está encarregue da produção.

O disco é lançado no primeiro trimestre de 2024 com o selo da editora lisboeta Lay Down Recordings.

”Wasteland” é acompanhado por um videoclipe realizado por André Tentúgal e Le Joy, filmado em Londres. A canção já está disponível em todas as plataformas.

Sobre Monday:

Reconhecida pela voz assombrosa, emotiva e envolvente, estética sonhadora e influências folk combinadas com uma sensibilidade pop, a cantautora Cat Falcão tem sido uma figura respeitada na cena musical alternativa em Portugal, desde que apareceu em 2014 ao lado da sua irmã, Margarida Falcão, nas Golden Slumbers, um duo folk com o qual lançou dois álbuns e um EP, tendo feito digressões a nível nacional, onde passou por muitos dos principais festivais do país, e internacional.

Em 2018, Cat fez a sua estreia a solo com o álbum “One” sob o nome artístico Monday. Em 2020, regressou com um som diferente em “Room for All,” uma coleção de canções coloridas, cativantes e vibrantes. Este álbum recebeu aclamação crítica e foi elogiado como um dos melhores discos do ano por proeminentes meios de comunicação, como a Blitz, a Antena 3 e a Vodafone FM.

Em 2021, “Room for All” ganhou reconhecimento internacional ao ser reeditado no Japão pela Inpartmaint Inc., uma editora conhecida por trabalhar com artistas como DIIV, Paul Weller, Jenny Hval, Vivian Girls, Nils Frahm, entre outros.

Cat tem também um histórico de colaborações com artistas como JP Simões, Marinho e Samuel Úria.

Atualmente está a preparar o lançamento do seu próximo álbum, “Underwater, feels like eternity,” no início de 2024. Este próximo lançamento será o primeiro disco produzido pela Cat, constituindo assim marco significativo na sua caminhada artística.

Prazeres Interrompidos #212: Para Uma História do Fado – Rui Vieira Nery (2012)

Prazeres Interrompidos #212: Para Uma História do Fado – Rui Vieira Nery (2012)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Prémio Amália de Ensaio e Divulgação de 2006, Para Uma História do Fado converteu-se desde a sua publicação original, em 2004, numa referência fundamental da bibliografia sobre o género. Uma leitura rigorosa, crítica e problematizante do percurso histórico do Fado, desde os seus processos de formação à actualidade, acompanhando ao longo de dois séculos fadistas, guitarrista, compositores e poetas, mas também formas musicais, convenções poéticas, práticas performativas e enquadramentos institucionais, a partir do contexto mais geral da história política, económica, social e cultural do Portugal contemporâneo. Nova edição revista, precedida de um estudo introdutório de actualização sobre a última década.

Ramon Galarza – Mundo Cénico (2023) (single)

RAMÓN GALARZA APRESENTA “SYMETRIX UNIVERSE” Novo disco com a colaboração da Orquestra Filarmónica Portuguesa    O músico e produtor Ramón Galarza apresenta o seu novo trabalho: “Symetrix Universe”. Um disco instrumental, com uma abordagem de fusão entre as influências da música clássica e a contemporânea, executado pela Orquestra Filarmónica Portuguesa.   “Symetrix Universe” é um disco que conta a história de um mundo utópico, ao longo de 12 temas que se assemelham a uma banda-sonora. Ramón Galarza explica desta forma o conceito: “Era uma vez, uma ideia chamada Sy. Sy nasceu com o propósito de criar um mundo livre, em que a criatividade imperaria de forma espontânea. Para alcançar a liberdade e projetar novas oportunidades, conseguiu criar um novo mundo: “O Universo Metrix”. Este espaço podia proporcionar-lhe tudo em que acreditava, para criar e ser feliz com o objetivo de partilhar e doar as suas obras, pois receberia seguramente em troca a felicidade e a realização que tanto ambicionava.”     O novo disco reflecte várias fontes de inspiração: da música, à literatura, pintura, vídeo, teatro, cinema, entre outras.    Ramón Galarza contou com a colaboração da Orquestra Filarmónica Portuguesa, dirigida pelo Maestro Osvaldo Ferreira, e com os músicos Bernardo Fesch e Diogo Sebastião dos Santos.    “Symetrix Universe” vai ser apresentado no dia 3 de Outubro, às 18h30 num evento de lançamento no Jardim Nativo em Miraflores.

“SYMETRIX UNIVERSE” – História    Era uma vez, uma ideia chamada Sy. Sy nasceu com o propósito de criar um mundo livre, em que a criatividade imperaria de forma espontânea. Para alcançar a liberdade e projetar novas oportunidades, conseguiu criar um novo mundo: “O Universo Metrix”. Este espaço podia proporcionar-lhe tudo em que acreditava, para criar e ser feliz com o objetivo de partilhar e doar as suas obras, pois receberia seguramente em troca a felicidade e a realização que tanto ambicionava.     Quando Sy acordou, ficou imediatamente ansioso para concretizar as suas novas experiências e acionar em pleno os seus sentimentos, sabendo que teria o gozo de ter conseguido criar o lugar certo e principalmente porque seria a sua única oportunidade para perceber o que seria viver num mundo ideal. Pela sua liberdade, o Universo Metrix oferecia muitas possibilidades e desafios, mas Sy sabia que para atingir os seus objetivos precisava de organizar as suas motivações e suas dúvidas. Assim, começou por criar o Cofre das Ideias, pois seria fundamental estar estruturado. No seu cofre, Sy armazenou várias fontes de inspiração: a música, a literatura, a fotografia, a pintura, o vídeo, o teatro e o cinema entre muitas outras. Ficou muito emocionado e muito motivado por tão vasto horizonte de caminhos, daí reconhecera necessidade de uma estratégia cirúrgica para alcançar os seus objetivos.     O primeiro exercício de Sy foi descobrir o mundo das letras. Mergulhou na literatura, descobrindo a beleza das palavras com o seu vasto poder de liberdade, inspiração e conceção de novos caminhos. Teve dificuldade em processar no seu íntimo tantas vias de conhecimento. Mas simplesmente, bastava só a sua imaginação para alcançar o êxtase, gerindo tão maravilhosos conteúdos. E criou!   Sy continuou a sua exploração, descobrindo o mundo cênico. Teatro, Circo, Cinema, relevaram-se com a mágica capacidade de contar histórias e sentimentos por meio da atuação e da performance, perante a quem é dirigida toda a sua inspiração e intenção: o Público. O seu lema: “criar, doar e partilhar, em liberdade”, receberia a felicidade e a realização em troca. E assim foi… Voltou a criar!    E partiu para um novo exercício. Com as suas habilidades de cinegrafista, adquiridas pelo conhecimento que Metrix lhe apresentou, teve a oportunidade de criar histórias visuais, capturando momentos de beleza e de inspiração, que conseguiu converter em registros que lhe ofereceram o gozo de poder brincar com os conteúdos. O Universo Metrix proporcionou-lhe todos os meios operacionais e a devida formação. Foi tão bom poder converter ideias em imagens! Depois, foi somente levantar voo. E criou de novo!    No seguinte exercício, tornou-se Musicógrafo, capturando a essência do som e do ritmo através de suas lentes artísticas, criando, doando, partilhando, sempre em liberdade e recebendo a felicidade e a realização com que tinha sonhado. Tornou-se amigo do solfejo, foi apresentado a inúmeros instrumentos e com eles partilhou toda a sua pura criatividade. Poderia nunca mais ter parado, tal o prazer vivido, mas tinha de continuar a absorver as suas descobertas.    Os exercícios não tinham fim… Sy não parou, conheceu, sentiu, viveu, absorveu e aproveitou as muitas propostas do Metrix, forjando novas amizades e conhecimentos ao longo deste fabuloso caminho.   Sy aprendeu a acreditar em si mesmo e na sua sensibilidade, entendendo que a criatividade é uma jornada sem fim de aprendizagem e crescimento. Mas sem o intercâmbio, nunca teria conseguido aprender nem de disfrutar o prazer da partilha.    As saudades começaram a surgir… Mas mesmo assim, continuou a aprender e a criar, aprimorando as suas motivações e ideias, enquanto assimilava novas técnicas e estilos. Quando chegou a hora, Sy deixou o Universo Metrix, onde aprendeu a amar (estranhamente com muita alegria), porque não poderia ter tido mais sorte no seu destino, por tudo o que aprendeu e também porque a felicidade o ensinou a não ser egoísta. Esquecer o seu umbigo, foi decisivo para ser o que sempre quis ser: livre, justo, inspirado e distribuidor de sensações.    Ao partir, Sy sabia que nunca esqueceria esta extraordinária experiência neste maravilhoso Universo que teve o mérito de criar, lugar onde encontrou o seu verdadeiro propósito e conseguiu um mundo de liberdade, beleza, criatividade e felicidade.   Depois de uma longa e sinuosa viagem, Sy chegou ao seu novo destino, cheio de emoções e expectativas, pois sabia que poderia pôr em prática tudo o que aprendeu e viveu. Neste novo mundo ao seu redor, reunia as condições para espalhar a felicidade! “CRIAR, DOAR E PARTILHAR, EM LIBERDADE”

Tagua Tagua – Tanto (2023) (single) ID

Tagua Tagua – Tanto (2023) (single) ID

Uma jornada apaixonada: oiça Tanto, novo disco de Tagua Tagua

Segundo álbum de Felipe Puperi navega na neo soul para falar das diversas formas de se apaixonar

Por dois anos, Felipe Puperi, a identidade por trás de Tagua Tagua, mergulhou num processo de produção intenso: daí nasceram as canções de Tanto, segundo disco do compositor e produtor, que está sendo editado hoje (03 de Março) pela gravadora norte-americana, Wonderwheel Recordings e com divulgação nos Estados Unidos e Europa, além do Brasil. Oiça aqui.

Os singles divulgados até o lançamento foram Tanto, Colors e Pra Trás e, desde o primeiro trabalho revelado ao público, ficou evidente a linha neo soul que se encontraria ao longo das dez faixas do disco. “O álbum fala por si, o estilo dominante acredito ser o neo soul, mas tem um pouco de RnB, dream pop e indie rock. Acredito que o fato de tudo ser cantado em português ajuda a quebrar os ritmos e deixar as coisas mais fluidas e soltas dentro desses estilos”, comenta Felipe.

Também como produtor musical da obra, Felipe comenta o conceito do álbum: “É sobre se apaixonar por se apaixonar. Uma mistura de diferentes sensações e sentimentos. Gosto de pensar que você flutua pelas letras e pode imaginar esses muitos encontros e como eles mudam as coisas todas”.

Baseado no seu home studio, Felipe conta que registou o álbum em casa, mas uma parte significativa foi gravada durante uma imersão de alguns dias nas montanhas, em São Francisco Xavier, no interior de São Paulo, perto de Minas Gerais. “Foi uma criação bem solitária, como costuma ser o meu processo. Fico bastante tempo a pirar nas ideias e instrumentos até me conectar com as músicas de fato e entender que elas são um conjunto e que fazem sentido juntas. A partir disso, chamei músicos amigos que tocam comigo e fomos pro meio do mato ficar alguns dias a gravar coisas e a lapidar essas ideias. É um processo que gosto bastante e acho que funcionou bem nesse caso”.

PortugalEm 2019, foi a primeira vez que Tagua Tagua se apresentou em Lisboa e no Porto. Depois, em 2021, realizou uma digressão com sete concertos em Portugal. A parceria com a agência Lazarus segue em frente e ainda neste ano de 2023 é esperada a volta do projeto para terras portuguesas. 

Capa

Na arte visual do álbum, Tagua Tagua segue em parceria com João Lauro Fonte, responsável também pela arte do primeiro disco do projeto, Inteiro Metade. A ideia inicial foi, inclusive, buscar se diferenciar do maximalismo anterior. “Eu queria algo minimalista dessa vez, algo que fosse curioso, misterioso, mas ao mesmo tempo trouxesse alguma sensualidade. Imaginei que isso ia ajudar a dar o tom do disco e, depois de algumas ideias, chegamos nessa arte bem subjetiva que meio que faz uma conexão com as artes anteriores dos singles e traz esses elementos que mencionei. O projeto gráfico do vinil ficou bem bonito, com um universo gráfico bem rico. Ficamos felizes com o resultado”.

FICHA TÉCNICA

Produzido, composto e arranjado por Felipe Puperi

Mixado por Tiago Abrahão 

Masterizado por Ryan Smith, no Sterling Sound.

Leo Mattos – bateria em todas as faixas e percussão nas faixas 1,2,5,8,9,10 

João Agusto Lopes – guitarra nas faixas 2,3 e baixo na faixa 2

Daniel Pires da Silva – viola nas faixas 1,8

Ricardo Takahashi – violino nas faixas 1,8

Tiago Paganini – violino nas faixas 1,8

Jonas Moncaio – violoncelo nas faixas 1,8,10

Alessandra Romero – violino na faixa 10

Kassio Tonelo – violino na faixa 10

Cristiano Florindo – viola na faixa 10

Tracklist

01 – Pra Trás

02 – Tanto 

03 – Me Leva

04 – Brisa

05 – Barcelona

06 – Starbucks

07 – OODH

08 – Colors

09 – Cada Passo

10 – Te Dizer

LINKS

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Site Oficial

SOBRE TAGUA TAGUA

Baseado em São Paulo e formado em 2017,  Tagua Tagua é o projeto solo do compositor e produtor gaúcho Felipe Puperi, que esteve à frente da banda Wannabe Jalva com um currículo extenso no cenário independente: já se apresentou no Lollapalooza, abriu shows de Pearl Jam e Jack White, foi destaque nos veículos KCRW, NY Times, Stereogum, Brooklyn Vegan e WFUV.

Atualmente, Tagua Tagua se destaca como um dos artistas promissores da música brasileira.  Além de ser elogiado no seu país de origem, ganhou também destaque no exterior, sendo mencionado na NPR e Remezcla, além de ter emplacado uma música no FIFA 20 e aberto shows para a banda americana The Growlers, nos Estados Unidos.

Após dois EPs lançados, Tombamento Inevitável (2017) e Pedaço Vivo (2018), Tagua Tagua lançou seu primeiro LP Inteiro Metade (2020).  O álbum entrelaça a psicodelia tropical, os princípios do ye ye ye e a influência das figuras do funk e do soul.  Dominadas por melodias suaves e timbres oníricos, todas as músicas foram escritas e gravadas pelo próprio Felipe, mixadas pelo colega de Wannabe Jalva, Tiago Abrahão, e masterizadas por Brian Lucey (The Black Keys, Chet Faker). Recentemente, Tagua Tagua excursionou pela Europa, se apresentou no festival SXSW e também na costa oeste dos Estados Unidos. E em 2023, lança o  segundo álbum Tanto pela gravadora americana, Wonderwheel Recordings.

Manifesto Sonoro #33

Manifesto Sonoro #33

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

De regresso às sonoridades nacionais, esta semana os convidados foram os NOALLA, banda que nos chegou de VN Gaia e veio apresentar o novo trabalho HAUNT.

O alinhamento desta semana foi:

Vaarwell – tomorrow (Houdtrack remix)
Lince – Call me home
April Marmara — Who Knows Where the Love Goes
Frankie Chavez – Mar de Gelo
Noalla – Haunt
Noalla – Out of Order
Miramar e JP Simões – Thelma
Pedro Branco e Noiserv- Cinco Minutos Antes
A garota não e Luca Argel – Países que ninguém invade
Almirante Ramos e Filipe Sambado – Volta
emmy Curl – Mudança
Luta Livre – Um T Zero No Barreiro
North Clear Bush – The Messiah
Primeira Dama – Rita
Dead Combo – Quando a alma não é pequena

King John – Good Son (2023) (álbum) (Entrevista)

King John – Good Son (2023) (álbum) (Entrevista)

King John visitou a Radio Olisipo para comentar o lançamento do seu disco “Good Son” no dia 24/11/23.

Autor entrevista:
Francesco Valente

DISCO GOOD SON

Por vezes na música e na vida, o “silêncio” não significa inércia e, neste caso, isto não poderia ser mais verdade.

O silêncio destes últimos 3 anos, traduziu-se no segundo LP a ser editado por King John, projecto musical de António Aves, nascido na ilha de S. Miguel (Açores) e sediado desde há 7 anos em Lisboa.

O músico que conta com passagens por palcos como o Festival Tremor, Mare de Agosto, Festival Monte Verde, Musicbox, A Porta e The Shacklewell Arms (Londres), redescobriu-se e foi ao encontro de uma sonoridade mais próxima do que sempre pretendeu para o projecto.

GOOD SON é o título do disco, traz consigo 9 originais e na sua génese estiveram duas perguntas: Fui/ Sou um bom filho? Serei um bom pai?

Foi gravado entre Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) e Lisboa no estúdio HAUS, coproduzido e misturado por Makoto Yagyu dos PAUS e masterizado nos estúdios Abbey Road por Frank Arkwright (Arcade Fire, The Smiths, New Order, Joy Division).

Será editado no dia 24 de Novembro pela Echo Rock, com edição especial em vinil coeditada pela Black Sand (Music).

African Roots #27

African Roots #27

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

01 – Sara Tavares – Di Alma (World Connection)

02 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Hado Deeli (Wah Wah 45s)

03 – Super Mama Djombo – Dissan na m’ber (Cobiana Records)

04 – Bana – Pontin Pontin (Analog Africa)

05 – Akira Ishikawa & Count Buffaloes – Animals (Calabasas Films)

06 – Kooii – Kick It (Vitamin Records) 

07 – Hamad Kalkaba and The Golden Sounds – Fouh Sei Allah (Not On Label)

08 – Papa Yankson – Mumumde (Kalita Records)

09 – Orchestre Super Borgou de Parakou – Hanoubiangabou (Analog Africa)

10 – Jewel Ackah – Onipa Dasa Ni (BBE Africa)

11 – Koudede – Dounia (Taxila)

12 – Leon Keita – Dalaka (Analog Africa)

13 – Sara Tavares – So Sabi (Sony Music) 

Monte Branco – Cura (2023) (EP) (entrevista Mário Moreira)

Monte Branco – Cura (2023) (EP) (entrevista Mário Moreira)

Mário Moreira comenta numa entrevista na Rádio Olisipo sobre o lançamento do EP “Cura” dos Monte Branco.

Autor entrevista:
Francesco Valente

EP CURA

Os Monte Branco nasceram no Porto no início de 2023, resultado da convergência de músicos habituados a outros ambientes sonoros e que encontraram no indie pop o lugar comum!

O primeiro avanço da banda é o Ep CURA que será editado dia 24 de Novembro de forma independente. A sua matriz constrói-se à volta do dream pop e soft rock pincelados com o revivalismo dos synths dos anos 70 e 80.

O EP foi gravado em 2023 entre o Porto e Lisboa e contou com a produção de Miguel Nicolau, produtor que já colaborou com J.P Simões, Memória de peixe, Golden Slumbers, Monday, entre outros.

O ambiente sonoro revivalista, mas ao mesmo tempo moderno e urbano, foi pensado com detalhe fazendo de cada escuta uma descoberta de novas dimensões das canções.

Os temas dos Monte Branco falam-nos essencialmente da vida, de amor e de sonhos, numa linguagem metafórica urgente e intensa que permitirá ao publico identificar-se com as situações no seu próprio quotidiano e criar relações de proximidade com as canções.

O EP será apresentado ao vivo no dia 29 de Novembro, pelas 21h30m, na Casa da Música no Porto e custam 15€.

Os Monte Branco são João M Pinto, Mário M Moreira, Rui Miguel, Luis Zandré e Gonçalo Palmas.

João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)

João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)

O meu projeto de música a solo chamado “João Pinho”, ou seja, com o meu nome, é um projeto no qual eu crio, componho as minhas músicas originais e trabalho a fazer álbuns para partilhar a minha música com o mundo.

Toco piano e canto, e as minhas composições contém instrumentais, peças para piano a solo, canções em português e inglês, um poema escrito e declamado por mim “à capela” neste meu primeiro álbum “Sun & Moon”.

A Canção original “The Blues of the Night” é o primeiro single do meu primeiro álbum a solo “Sun & Moon”.

 “The Blues of the Night” (faixa 1) é uma canção de Rock Blues, na qual toco ao piano e canto, que expressa a mensagem de eu me ir divertir para a noite à procura do amor, da amizade, da liberdade e diversão, para compensar o trabalho e rotina do dia.

Reflete o desejo da sociedade se querer divertir e conhecer pessoas novas durante as noites, desligar da rotina dos empregos dos dias, e ter liberdade para ter bons momentos de música, amor, amizade ao som de um rock blues, e por isso mesmo o tema se chamar “The Blues of the Night”.

O tema inclui também a colaboração do Xinês na bateria, o baixo, guitarra, edição e mistura de Charlie Mancini, que é o técnico de som deste projeto.

Colaboração de voz de Joana Capela Pires.

O álbum “Sun & Moon” tem géneros de música variados, alternativa, rock progressivo e psicadélico, músicas a solo para piano, canções acompanhadas com piano, peças para piano, canções escritas em inglês e em português, um poema escrito e declamado por mim.

A história e temática do álbum é a relação entre o sol, a lua, e o planeta terra, a humanidade e a natureza, no universo. O álbum tem o mesmo nome de uma canção do álbum, “Sun & Moon”, que expressa a relação do sol e da lua com o planeta terra, os seres humanos e a natureza, e os efeitos entre si.

O Álbum aborda a mensagem da partilha do amor universal, de todos os tipos de amor e amizade, da harmonia entre seres humanos e a natureza para tornarmos o mundo um lugar melhor para se viver, sempre com temas que fornecem uma experiência às pessoas que ouvem estas músicas do álbum, transmitindo todos os sentimentos e histórias comuns ao Álbum.

É a minha visão do mundo e do universo à nossa volta que expresso e comunico no álbum às pessoas, sempre com a ligação ao Sol e à Lua, apelo ao amor e harmonia, à luz superar a escuridão.