Terror Gaivota #7

Zoot Sims Quartet – Zoot (1957)

Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)

Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)

Hola, soy Sergio del grupo Nothing Perfect de Alburquerque (España). El pasado 30 de septiembre lanzamos nuestro nuevo disco Magic Beans. Os agradeceríamos cualquier tipo de difusión, ya sea en algún programa de Radio Olisipo o en alguna de vuestras redes sociales.  

Podéis escuchar el disco aquí: 

Para conocer un poco más sobre el grupo: 

https://www.facebook.com/nothingperfectrock

Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)

Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)

THIERRY STREMLER 

single 

“Le Fado de Faro”

Thierry Stremler é um músico, cantor e compositor francês, tendo sido na década de 90 líder do grupo pop-funky Vercoquin (com Hervé Salters, também conhecido como GENERAL ELEKTRIKS, nos teclados).
Em 2000, iniciou uma carreira solo mais pop, sob o selo de ETIENNE DE CRECY, SOLID, com o álbum TOUT EST RELATIF, que alcançou algum sucesso de crítica e mídia, e contou com a participação de MATTHIEU CHEDID e JEAN-BENOIT DUNKEL, da banda francesa: AIR.
Algumas músicas, como MA FEMME EST PHOTOGRAPHE e MARGUERITE, viraram sucessos de rádio.
Seguiram-se vários outros álbuns e turnês, viagens (Brasil etc.), uma experiência teatral como ator com ROMANE BOHRINGER e colaborações notáveis, notadamente com o ícone pop francês FRANÇOISE HARDY.
Regressa hoje com o álbum HOTEL, gravado entre França e Portugal (lançado a 1 de setembro), e a música LE FADO DE FARO, uma mistura de influências francesas e portuguesas.

Jazztracks de Danilo Di Termini #107

Manifesto Sonoro #31

Durgati Nashini Durga – Sacred Morning Mantras (2012)

Filipe Sambado – Caderninho (2023) (single)

Filipe Sambado – Caderninho (2023) (single)

CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO:

16 NOVEMBRO – LUX FRÁGIL, LISBOA. Bilhetes aqui.

23 NOVEMBRO – CCOP, PORTO. Bilhetes aqui.

Filipe Sambado edita o seu 4.º álbum de originais. “Três Anos de Escorpião em Touro”, é o mais íntimo longa-duração da artista, um reflexo das várias mudanças significativas que aconteceram neste período.

A obra de quinze temas foi sendo conhecida ao longo do verão através do álbum visual homónimo com os títulos: “Mau Olhado”, o single “Talha Dourada”, “Choro da Rouca”; “Laranjas/Gajos”, “Entre os Dedos das Mãos”, e por último Caderninho

Numa carta aberta a todas as pessoas a que chega “Três Anos de Escorpião em Touro”, Filipe Sambado escreve:

“Aconteceram em mim mudanças significativas durante estes Três Anos de Escorpião em Touro: a minha reafirmação de género, uma reconstrução familiar (ser pai, mãe, papita ou outro papel de parentalidade não binária), reapropriação discursiva, incerteza, ansiedade, depressão, que trouxeram consigo um confronto com a identidade. 

Este trabalho exigiu uma transposição muito concreta de imagética metamórfica, em consequência de todas estas vivências e do período em que foi criado: o cenário eco ansioso, pré-apocalítico, pandémico, pós-pandémico e esta profunda crise belicista do autotélico regime antropocénico, que nos estrangula com a aproximação a uma meta já visível. 

A resiliência de algumas memórias ou o brotar espontâneo de outras mais esquecidas, fundem-se entre si, talvez troquem alquimiamente de existência. Esse processo celebra-se na narrativa informal do disco, nas canções, entre canções, na composição, na instrumentação, no espaço e nas mudanças de espaços, na poesia, na melodia, na harmonia, na estrutura, na estética e no questionamento constante de todas as valências nele abordado. Imperou, na produção, esta urgência de trazer para vários planos e dimensões, a efetividade da imagem e a transcendência da mesma, assim como esta variabilidade e instabilidade mutante. Isto é o simulacro dum bombardeamento, de toda a ostentação barroca, que é o ruído do fim.

“You are excrement. You can change yourself into gold.” (Jodorowsky, 1973).

Há uma notória sugestão esotérica no título, uma atribuição de culpas às condicionantes astrais. O impacto do meu Saturno e do meu ascendente em Escorpião, num conflito de três anos com Vénus em Touro. É a minha imagem social, são os meus receios e inseguranças em luta com as minhas rotinas e com o amor que nelas expresso. É um duelo de aparências. No fundo, procuro encontrar aqui a leveza necessária, um contraste com o peso do mundo. Dedicar fé e crença em infactualidades, mas de observação e dedução milenar. Ao mesmo tempo, esperar que a força gravitacional de um conjunto de astros do nosso sistema solar, possa ser responsável pela gestão do meu arbítrio, descansa-me tanto as noites, quanto as atormenta. 

O referencial comportamental do horóscopo perpetua arquétipos, estereótipos, caracteres e preconceitos, todavia com muita simbologia e significância de útil aplicação na compreensão e explicação empírica. É uma espécie de senso comum astral. 

Pegando nestes pressupostos herméticos, pretendi interligar a videografia e os grafismos deste álbum, conectando elementos do zodíaco constituintes do meu mapa astral, no tecido textual dos vídeos. Há outros esoterismos e paganismos latentes na minha obra e neste trabalho, que andam de mão dada com a expressão naturalista e desafiadoramente concreta da tradição. Isto é a necessidade de criar gramática para novas realidades, novas experiências, por isso novas inteligibilidades, novas noções de sublime e de poética, são a metamorfose do progresso.

Acredito que a expansão do objecto artístico através de outros meios, produz e recria sentidos. O intuito deste álbum visual, é adicionar linguagem e ramificações ao que foi criado no aspecto musical e sonoplástico. Chegar à palavra pela imagem, ao som pela experiência ou pela indução, sugerir a abstracção pelo concreto, propôr o subjectivo.

Senti a necessidade de criar gramática para novas realidades, novas experiências e por isso novas inteligibilidades, noções de sublime e de poética para o progresso. São canções dum cancioneiro comum que transgridem o local de existência e de pertença. O tempo e a paisagem são o que define o objecto. A diferença entre a aberração e o belo, o estranho e o comum é dada pelas condicionantes que o rodeiam.”

Três Anos de Escorpião em Touro” está a partir de agora disponível em todas as plataformas.As primeiras apresentações ao vivo deste disco acontecem em Lisboa e no Porto, no Lux Frágil e no CCOP respetivamente, nos dias 16 e 23 de novembro.

Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID

Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID

JOANA ALEGRE LANÇA ‘COPO CHEIO’, NOVO DUETO COM MIKKEL SOLNADO, 9 ANOS DEPOIS DE ‘E AGORA?’

‘Copo Cheio’, o novo single de Joana Alegre, já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Com letra e música da autoria da cantora e compositora e produção de Choro, o tema conta com a participação de Mikkel Solnado, marcando o reencontro da dupla, 9 anos depois do aclamado ‘E Agora?’.

“Escrevi esta canção num diálogo interno sobre o que é e o que foi, num daqueles momentos em que nos questionamos sobre os caminhos seguidos, o lugar onde chegámos e lançamos um olhar sobre a vida no tempo presente. Senti, depois, que devia ser um dueto, cantado em conversa com um amigo, alguém próximo e com quem partilhasse muita história. A voz em que pensei foi a do Mikkel, ele aceitou e ainda bem! Já era mais do que altura de voltarmos a cantar juntos”, revela Joana Alegre.

Editado em 2014, ‘E Agora?’ conquistou o público e tornou-se um êxito de airplay nas rádios nacionais, dando a conhecer a voz única de Joana Alegre. A canção conta com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube e acima de 2 milhões de streams nas plataformas digitais. O novo dueto apresenta-se com um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan, a dupla responsável pelos três visuais que antecederam ‘Copo Cheio’. 

“Entreguei, uma vez mais, a visão do que imaginei para o videoclipe da ‘Copo Cheio’, ao Luís Água e ao Pedro Ivan. Quisemos realçar o diálogo e a ternura entre dois amigos que se amparam com cuidado e atenção, na cumplicidade de quem se conhece há muitos anos. A ideia era que fosse algo minimal e natural, sem a pretensão a ser nada mais que um acompanhamento visual do que a canção é: leve em profundidade e essencialmente positiva“, diz a artista.

‘Copo Cheio’ sucede a ‘Rosa Carne’, ‘Ciclotímica’ e ‘Nó’, temas que antecipam “Luas”, o terceiro álbum da cantautora, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2024. Joana Alegre descreve o disco como “um álbum mais feminino, selvagem e visceral e que explora a consolidação de uma sonoridade baroque pop mais eletrónica”. 

Cantautora entre as fronteiras do folk, art-rock e baroque pop, Joana Alegre fez formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos da América e Itália. Apaixonou o público português com a sua voz em 2014, com ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que produziu o seu primeiro disco “Joan & The White Harts”, de 2016, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA.

Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’. No mesmo ano lançou o aclamado segundo disco de originais, “Centro“, produzido por Luísa Sobral e eleito pela Revista Blitz como um dos Melhores Álbuns do Ano. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que dará origem a um disco com o mesmo nome a editar já no início de outubro. 

O Marta – Rapaz (2023) (single)

O Marta – Rapaz (2023) (single)

O MARTA LANÇA NOVO SINGLE “RAPAZ”

SINGLE ANTECIPA O PRÓXIMO LONGA-DURAÇÃO, A SER EDITADO EM 2024

O Marta,  projeto artístico a solo do artista viseense Guilherme Marta, edita o seu novo single “Rapaz”, a primeira canção a ser desvendada do seu próximo disco de originais, com edição agendada para 2024.

E se um dia nos pudéssemos tornar numa canção? Em “Rapaz”, O Marta procura essa liberdade, ser “livre sem definição”, no meio de uma cascata de escolhas e perguntas. Para se ser como uma canção é preciso ser-se livre, ter liberdade de questionar e liberdade de decisão; mas também compreender o medo e o desconforto que advém disso mesmo.

A composição e letra da “Rapaz” é da autoria d’O Marta, e é uma canção que reflete não só sobre o tema da libertação e conquista de liberdade, como também sobre os estereótipos que a sociedade nos impõe de diversas formas. O tema é um grito ao questionamento “o que seria do nós sem a bravura de fazer perguntas? Sem pessoas de “casta brava”, que sonham e questionam o mundo.” 

Sobre “Rapaz”, O Marta refere:
Este single caiu-me como um balde de água fria numa daquelas semanas que desejamos poder esquecer, onde a quantidade de questões parecia transcender as perguntas de uma vida inteira, ora pela aparência do meu vestido, ora pelo meu quarto desarrumado, ora pelo meu estado de querer ficar sossegado num canto, ora pelo meu sotaque beirão que surge em momentos onde me encontra mais stressado, ou mais exaltado, ora pela maquilhagem no rosto, ora pela crença ou descrença de uma entidade qualquer espacial, ora pela dificuldade em querer mudar. Dessas questões surgiu a canção “Rapaz”, uma canção que serviu como terapia, deixando-me cair nos braços do mundo de forma a poder ser abraçado ou rejeitado por ele, mas sempre com a esperança de um dia conseguir mudar, para ser “livre sem definição”. Escrevi a letra num estado de revolta e fragilidade, chateado com um mundo que não se torna fácil de se pertencer e chateado comigo mesmo por não me querer deixar abrir para ele, viver nele e ser feliz. Nesta canção deixei-me soltar e mostrar-me mais do que alguma vez me mostrei, exibi nela a minha pele e a minha face, para que um dia se torne mais fácil de falar para o mundo, sem me esconder num quarto entulhado de roupas, e poder viajar numa barca, rumo à mudança, sem ninguém fazer questão.” 

O lançamento de “Rapaz” é acompanhado pela estreia de um videoclipe com a realização do próprio artista. 

Ao vivo, O Marta apresenta-se já hoje em Aljustrel e a  13 de outubro atua em Cantanhede no festival A Festa d’Anaia.

Conheça O Marta:
Identidade musical de Guilherme Marta que busca a sua essência enquanto músico e cantor da tradição. Com este projeto, procura criar uma mistura sonora de ritmos típicos de Portugal, com harmonias vocais polifónicas que relembram não só os cantares portugueses, como os do leste europeu, sempre unidos num alicerce que explora em detalhe a linguagem do indie-pop/rock. As composições para este projeto exploraram um leque de sonoridades que vão desde as flautas tradicionais às harmonias vocais, passando pelos instrumentos de percussão tradicionais portugueses (como o Adufe ou o bombo), à inevitável Guitarra Portuguesa e aos sons psicadélicos das guitarras elétricas, sintetizadores e baterias do indie-pop/rock.

Em 2022, após o lançamento de 2 singles: “Quando o corpo não te convém” e “A Mulher Beirã”, lança também o seu álbum de estreia intitulado “Ó Moça! É Folclore”, que se compõe com os temas já mencionados anteriormente e seis outros, que em conjunto completam uma ode às mulheres que o criaram e viram crescer: a sua avó, a sua mãe e a sua irmã. No fim deste ano ganha o prémio de Talento Super Emergente no Festival Emergente em Lisboa.

Em 2023 volta às edições com “Rapaz”, o single de estreia do seu segundo disco de originais que será editado em 2024.

African Roots #24

Jazztracks de Danilo Di Termini #106