Checkpoint 303 – Gaza Mixtape EP

Checkpoint 303 | Free Tunes from Occupied Territories

GAZA Mixtape EP (Lançada a 8 de outubro de 2023)

O EP GAZA Mixtape consiste em novas remisturas e lançamentos anteriores de Checkpoint 303, combinados numa Mixtape de 4 faixas em apoio às corajosas mulheres, homens e crianças de Gaza. Uma celebração da sua resiliência e da sua luta pela justiça, liberdade e o fim do bloqueio ilegal de Gaza.

O primeiro tema do EP é uma remistura de 2023 de uma faixa anteriormente lançada pelo CP-303 sob o título “Gaza Soumoud”. A seguir, em “Gaza Calling”, ouve-se o nosso amigo Bilal, um cidadão de Gaza, ao telefone a tentar em vão contactar as Nações Unidas, perguntando por que razão a comunidade internacional abandonou Gaza e os palestinianos. A terceira faixa, “Gaza sea minor”, é uma colagem áudio que combina gravações de campo em Gaza (adolescentes a passear na praia) e excertos do autor e ativista político palestiniano Ghassan Kanafani, entrevistado pelo jornalista Richard Carlton em Beirute, em 1970. Por último, a peça “Time Passes” é uma homenagem ao falecido escritor, poeta e humanista John Berger (1926 – 2017), sob a forma de uma remistura/colagem/paisagem sonora baseada num registo em vídeo de John Berger a ler a “Carta de Gaza” de Ghassan Kanafani (poeta palestiniano assassinado em 1973).

Produção, mistura e masterização por CP-303.

“Se não tiveres cuidado, os jornais vão fazer-te odiar as pessoas que estão a ser oprimidas e amar as pessoas que estão a oprimir.”
– Malcolm X

Checkpoint 303 é inspirado nos sons que acompanham o dia a dia de milhões de pessoas no Médio Oriente. Sons estridentes de balas. Ecos de injustiça. Tumulto. Revolta. Desespero e tristeza. e ainda no meio de tudo isto os sons calmantes. De esperança. De normalidade. Actos triviais. A vida como em todo o lado. Isto não é um jogo de vídeo. A violência não é uma imagem em movimento na televisão. É o pesadelo diário de milhões…
Checkpoint 303 um projeto de arte sonora ativista liderado pelo designer de som SC MoCha. a experiência eletrónica teve início em 2004, quando o produtor de som SC MoCha se juntou ao captador de som palestiniano SC Yosh, de Belém. A ideia é cortar, seguir, fragmentar e reconstruir a paisagem sonora do quotidiano no médio oriente e em todo o mundo árabe. Novas reportagens áudio sobre a injustiça. Uma ode à resistência face à opressão.

Vários artistas e amigos de todo o mundo contribuem para as gravações do Checkpoint 303. Entre os colaboradores actuais e passados contam-se SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski e muitos mais.

Eng Version///

Checkpoint 303 Gaza Mixtape EP

Checkpoint 303 | Free Tunes from Occupied Territories

GAZA Mixtape EP (Released 8 October 2023)

The GAZA Mixtape EP consists of new remixes and earlier releases by Checkpoint 303, combined into a 4-track Mixtape in support of the brave women, men and children of Gaza. A celebration of their resilience and their fight for justice, freedom and an end to the illegal blockade of Gaza.

The first piece on the EP is a 2023 remix of a track previously released by CP-303 under the title “Gaza Soumoud”, Next, on “Gaza Calling”, you hear our friend Bilal, a citizen of Gaza, on the phone trying in vain to get through to the united nations, asking why the international community has abandoned Gaza and the Palestinians. The third track, “Gaza sea minor” is an audio collage combining field recordings from Gaza (teenagers strolling along the beach) and excerpts from the Palestinian author and political activist Ghassan Kanafani interviewed by the journalist Richard Carlton in Beirut in 1970. Finally, the piece “Time Passes” is a tribute to the late writer, poet and humanist, John Berger ( 1926 – 2017) in the form of a remix/collage/soundscape based on a video recording of John Berger reading Ghassan Kanafani’s “Letter from Gaza”.

Production, mixing, and mastering by CP-303.
Cover art designed using generative AI and prompt engineering by CP-303.

“If you’re not careful, the newspapers will have you hating the people who are being oppressed, and loving the people who are doing the oppressing.”
― Malcolm X

Tracklist
1.Gaza Resistance Remix 02:54
2.Gaza Calling 04:16
3.Gaza Sea Minor 03:58
4.Time Passes – A tribute to Berger’s tribute to Kanafani 03:07

Checkpoint 303 is inspired by the sounds that pace the daily lives of millions of people in the middle east. screeching sounds of bullets. echoing injustice. uproar. revolt. dispair and sadness. and still amidst all this the soothing sounds. of hope. of normality. trivial acts. life like everywhere else. this is not a video game. violence is not a moving image on tv. it’s the daily nightmare of millions…

Checkpoint 303 is an activist sound art project led by sound designer SC MoCha. the electronic experiment initially kicked off in 2004 when sound cutter SC MoCha teamed up with Bethlehem-based palestinian sound catcher SC Yosh. the idea is to cut, track, fragment and reconstruct the audio soundscape from daily lives in the middle east and across the arab world. new audio reporting on injustice. an ode to resistance in the face of oppression.

Several artists and friends from around the globe contribute to Checkpoint 303’s recordings. present and past contributers include SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski + many more

Tony Levin – World Diary (1996)

Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)

Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)

“Eu Disse Adeus” é o segundo single do EP de originais de Rita Ventura

Rita Ventura lança o seu segundo single “Eu Disse Adeus”, depois de revelar “Porque Foste?”, ambos do seu EP de estreia, a ser lançado em breve.

Tal como o primeiro tema lançado pela artista, também “Eu Disse Adeus” foi produzido por Agir, com letra da cantora e masterização de João André.

“O ‘Eu Disse Adeus’ conta a história do luto de uma relação: quando me apercebi que existia,  associado a mim, um sentimento de culpa e de cobrança, precisei de escrever esta canção como um grito de liberdade para me relembrar quem sou e não  permitir que as impressões dos outros definam a minha história. Esta canção salvou-me e eterniza o momento em que assumo o controle da minha vida.”

Antes de se lançar no mundo das canções originais, a cantora e compositora ficou conhecida do grande público depois da sua aparição no programa The Voice, com o duo “Andor Violeta”, onde cantava covers. Agora a solo, Rita Ventura prepara o seu EP de originais e traz-nos este novo tema com um videoclipe realizado por Mimi Sá Coutinho, com conceito e edição da própria cantora, e com o patrocínio da marca Tezenis.

Ainda sobre a produção de “Eu Disse Adeus” Rita Ventura acrescenta: “O Agir já seguia o meu trabalho antes e num dos nossos encontros convidei-o para produzir o meu segundo  single “Eu Disse Adeus”. Sem perder a minha identidade acústica, quis desafiar-me a explorar o “universo” da produção eletrónica. O Agir entendeu não só o que a música precisava, mas entendeu-me também a mim e encontrou o  ambiente perfeito destas duas sonoridades.”.

O EP de estreia tem lançamento marcado para 2024.

SOBRE RITA VENTURA 

Rita Ventura nasceu no Porto em 1994 numa família de músicos. Influenciada pelo fado, cantado pelo seu avô ao jazz tocado pelos seus pais,  confrontou-se desde sempre com uma aptidão natural e inata para a música.  

Em 2000 tem a sua primeira aparição no Festival de Marco de Canaveses, onde participa com a sua primeira canção original, e arrecada, com seis anos, o  prémio de melhor intérprete. Segue o seu percurso na música e apaixonada  pelas artes, licencia-se anos mais tarde em Comunicação Audiovisual na ESMAE.  

Em 2012 decide dedicar-se à música de forma profissional e cria a sua  primeira banda de versões “Andor Violeta”. O projeto ganha projeção em 2020 quando são convidados a participar no programa “The Voice”. Dois anos depois, assume-se como compositora e ao contactar com João André, produtor, inicia a  gravação do seu primeiro EP de originais. Lança os seus primeiros originais, “Porque Foste?” e o agora “Eu Disse Adeus”, e desde então continua a escrever e a ultimar o esperado  disco. 

Jazztracks de Danilo Di Termini #105

Checkpoint 303

checkpoint 303 is an activist sound art project led by sound designer SC MoCha. the electronic experiment initially kicked off in 2004 when sound cutter SC MoCha teamed up with Bethlehem-based palestinian sound catcher SC Yosh. the idea is to cut, track, fragment and reconstruct the audio soundscape from daily lives in the middle east and across the arab world. new audio reporting on injustice. an ode to resistance in the face of oppression. several artists and friends from around the globe contribute to Checkpoint 303’s recordings. present and past contributers include SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski + many more.


Using site recordings predominantly from Palestine and the arab world, Checkpoint 303 constructs soundscapes that weave cinematic audio with experimental sound processing and complex rhythms. Through its compositions, collected sounds and noise, Checkpoint 303 spreads a message of peace and a call for the respect of human rights. Contrasting with the mainstream media’s exclusive depiction of violence and suffering in the middle-east, CP-303’s sound collages also report on the heroic hope that subsists in the region as well as the seemingly banal but ever so meaningful little things that embody a daily search for normality in a state of emergency.

:: BIO
Checkpoint 303 (Palestine/Tunisia/France) is an avant-garde activist sonic project that creates experimental electronic music that aims at raising international awareness about the ongoing injustice and suffering of the civilian populations throughout the Middle East and the arab world. Checkpoint 303 combines field recordings performed in Palestine, Tunisia and Egypt with electronic beats, …FX, oud and subtle oriental tunes.

:: Checkpoint 303 Live
One of the highlights of CHECKPOINT 303’s live performances includes being invited by Massive Attack in several shows in the UK in 2007 and in France in 2008 and 2009. Over the last couple of years, Checkpoint 303 has performed electronic and live electro-acoustic sets in several countries (France, Spain, Italy, Sweden, Danemark, Japan, Australia, USA, Canada, Palestine, Tunisia, Belgium, etc.) spreading the word for peace, freedom and human rights through a blend of twisted electronica, downtempo, breakbeats, oriental riffs and field recordings…

Checkpoint 303

Checkpoint 303 is an activist sound art project led by sound designer SC MoCha. the electronic experiment initially kicked off in 2004 when sound cutter SC MoCha teamed up with Bethlehem-based palestinian sound catcher SC Yosh. the idea is to cut, track, fragment and reconstruct the audio soundscape from daily lives in the middle east and across the arab world. new audio reporting on injustice. an ode to resistance in the face of oppression. several artists and friends from around the globe contribute to Checkpoint 303’s recordings. present and past contributers include SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski + many more.
Using site recordings predominantly from Palestine and the arab world, Checkpoint 303 constructs soundscapes that weave cinematic audio with experimental sound processing and complex rhythms. Through its compositions, collected sounds and noise, Checkpoint 303 spreads a message of peace and a call for the respect of human rights. Contrasting with the mainstream media’s exclusive depiction of violence and suffering in the middle-east, CP-303’s sound collages also report on the heroic hope that subsists in the region as well as the seemingly banal but ever so meaningful little things that embody a daily search for normality in a state of emergency.

:: BIO
Checkpoint 303 (Palestine/Tunisia/France) is an avant-garde activist sonic project that creates experimental electronic music that aims at raising international awareness about the ongoing injustice and suffering of the civilian populations throughout the Middle East and the arab world. Checkpoint 303 combines field recordings performed in Palestine, Tunisia and Egypt with electronic beats, …FX, oud and subtle oriental tunes.

:: Checkpoint 303 Live
One of the highlights of CHECKPOINT 303’s live performances includes being invited by Massive Attack in several shows in the UK in 2007 and in France in 2008 and 2009. Over the last couple of years, Checkpoint 303 has performed electronic and live electro-acoustic sets in several countries (France, Spain, Italy, Sweden, Danemark, Japan, Australia, USA, Canada, Palestine, Tunisia, Belgium, etc.) spreading the word for peace, freedom and human rights through a blend of twisted electronica, downtempo, breakbeats, oriental riffs and field recordings…

The Silk Road Ensemble – Falling Out Of Time A Tone Poem In Voices (2020)

Prazeres Interrompidos #203: The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)

Prazeres Interrompidos #203: The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Autor: Octávio Nuno

The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)

Acclaimed by critics, beloved by readers of all ages, taught everywhere from inner-city grade schools to universities across the country, and translated all over the world, The House on Mango Street is the remarkable story of Esperanza Cordero. 

Told in a series of vignettes – sometimes heartbreaking, sometimes deeply joyous–it is the story of a young Latina girl growing up in Chicago, inventing for herself who and what she will become. Few other books in our time have touched so many readers.

Kumpania Algazarra – Corre Meu Puto Feat. JP Simões (2023) (single)

Kumpania Algazarra – Corre Meu Puto Feat. JP Simões (2023) (single)

DISCO HISTÓRIAS E RAÍZES
 
Os Kumpania Algazarra estão de volta com um novo disco, que dá o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024.
 
Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e é um álbum que conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
 
Este novo disco está também ligado às “nossas” raízes, no sentido multicultural do termo. Os temas mostram que não há barreiras para os Kumpania Algazarra, que viajam entre o tradicional e o hip hop, o fado e a música popular, o balkan e o rock, sem nunca abdicar do cunho particular que os caracteriza.
 
Histórias e Raízes conta com a participação de vários convidados, que representam uma diversidade sonora, como o rapper do Zimbabué, Synik, JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho nas vozes, Tiago Morna na guitarra portuguesa, Rui Carvalho nas vozes e acordeão, Carlos Godinho na guitarra, Marcelo Almeida na gaita de foles, Nuno Salvado no acordeão, o sérvio Dejvid Bajramovic e o macedônio Isidor Zecirovic nos trompetes. Esta mescla de participações resulta num disco multicultural que assinala a maturidade de uma banda com 20 anos de história.
 
Facebook: https://www.facebook.com/kumpanialgazarra/
Instagram: https://www.instagram.com/kumpaniaalgazarra/

CONCERTO 26 OUTUBRO NO B.LEZA
 
Os concertos de apresentação do novo álbum Histórias e Raízes arrancam na Finlândia, onde nos dias 20 e 21 de Outubro a banda marca presença no Oktoberfest, que se realiza em duas cidades diferentes. Em Portugal, a estreia do álbum ao vivo acontece em Lisboa, a partir das 22h do dia 26 de outubro, no B.Leza e os bilhetes podem ser comprados aqui.
 
O concerto de dia 26 de Outubro no B.Leza irá contar com diversos convidados: Synik Jaqueline Carvalho, ESTRACA, Tiago Morna (guitarra portuguesa) e Gil Gonçalves (tuba). A festa continua depois do concerto com os DJ Sets de Selecta Alice e El Gadze.
 
Os Kumpania Algazarra são uma das bandas portuguesas mais festivas, seja em palco ou nas ruas. Já viajaram várias vezes pelo mundo e o seu trabalho é representativo dessas vivências. A sua formação eclética reflete-se na sonoridade que lhes é tão própria. Acima de tudo, o coletivo Algazarra é conhecido pela energia inesgotável e contagiante em que se envolvem nos seus concertos, partilhando sempre as suas mensagens em modo de celebração.
 
A tour que agora começa com o lançamento de Histórias e Raízes assinala os 20 anos de carreira dos Kumpania Algazarra, que prometem continuar a criar histórias em inevitáveis regressos e novos encontros!

Bri – Normal (2023) (single)

Bri – Normal (2023) (single) ID

BRI INSPIRA-SE EM ANOTHER ANGELO PARA O NOVO SINGLE ‘NORMAL’

‘Normal’ é o novo single de Brienne Keller, cantora e atriz que se apresenta no meio musical simplesmente como Bri. O tema é inspirado no poema com o mesmo nome da autoria de Another Angelo, o aclamado ilustrador e criador português. ‘Normal’ tem como propósito alertar para a temática da saúde mental e de que não há nada de errado nos dias menos bons, pelo contrário: é ‘normal’. A canção é lançada em todas as plataformas digitais no Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro).

”Este tema foi criado na tentativa de normalizar os dias menos bons, a depressão e a ansiedade. Traz a mensagem de que está tudo bem em termos um dia mais cinzento, em que estamos mais tristes e ansiosos, que temos que assumi-los e vivê-los na sua totalidade. Escrevi-o num dia em que acordei triste e, depois de ler um dos poemas do Another Angelo, o ‘Normal’ nasceu de forma quase terapêutica”, revela Bri.

Com melodia coescrita pela artista com o músico e também ator Afonso Lagarto, a canção foi produzida por Francisco Cardoso e conta com a colaboração de Twins nas teclas, captação, mistura e masterização. ‘Normal’ apresenta-se com um vídeo animado por Madalena Monteiro.

Nas palavras de Bri, “eu sabia que queria um visual leve para equilibrar a ‘escuridão’ do tema, quase como uma abordagem inocente sobre uma coisa tão pesada como a depressão. Quando conheci o trabalho da Madalena Monteiro soube que iria ser uma colaboração muito feliz. Durante quase um ano fomos trabalhando com muita calma e explorando o caminho da personagem e, com a ajuda do Alexandre Braga da agência criativa Base, chegámos a este filme bonito”.‘Normal’ levanta o véu sobre as próximas composições de Bri, todas escritas pela própria e musicadas com Afonso Lagarto. A artista explora um universo baseado em memórias e histórias do seu imaginário e em temas como amor, perda, família, relacionamentos, medos, entre outros.Este sábado, dia 14 de outubro, Bri atua na cerimónia de comemoração dos 45 anos da SOS Voz Amiga, linha de prevenção e apoio emocional que ajuda pessoas em situações de solidão, ansiedade, depressão ou risco de suicídio. Durante o evento, que decorre na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, a cantora vai interpretar o novo single ‘Normal’.
Mais informações sobre a associação SOS Voz Amiga e o apoio que presta podem ser encontradas no site oficial, em www.sosvozamiga.org

Jazztracks de Danilo Di Termini #104

Coffee Breakz #50 — Frances Farmer & Allen Ginsberg’s Suburban House