Terumasa Hino – City Connection (1979)

Sophia – Forma (2023) (single) ID

Sophia – Forma (2023) (single) 

SOPHIA DISPONIBILIZA EP DE ESTREIA “MELANCHOLIA” E ANUNCIA CONCERTO DE APRESENTAÇÃO

‘Forma’ é o terceiro single de SOPHIA e sucede a ‘Peito Aberto’ e à faixa-título, lançada no início de setembro. “MELANCHOLIA”, o EP de estreia de SOPHIA, está disponível em todas as plataformas de streaming e é apresentado ao vivo, a 3 de novembro, no Plano B, no Porto.

A cantora, compositora e atriz SOPHIA edita esta sexta-feira o EP de estreia “MELANCHOLIA”. Fruto da colaboração com o produtor FOQUE, este lançamento assume a melancolia como um processo catártico de aceitação que nos torna mais conscientes de nós próprios na relação com o mundo.

“Este projeto é um exercício musical a partir de um estado melancólico que me transportou para uma experiência de interioridade. A premissa foi cuidar de um empoderamento do estado melancólico e das suas contradições subjetivas, como se fosse um instrumento para compreender melhor a minha participação no mundo”, conta SOPHIA.

“MELANCHOLIA” marca uma nova era da expressividade artística de SOPHIA, numa fusão entre a música tradicional, a eletrónica e a componente coral, ligada à sua formação em música clássica. As canções surgem, nas suas palavras, como provas de que os “assuntos que mais nos paralisam podem ser aqueles que mais nos libertam”.

O EP de estreia de SOPHIA apresenta também o novo single ‘Forma’. Com música e letra da autoria da artista e produção a cargo de FOQUE, ‘Forma’ é um tema sobre a indecisão do caminho a seguir no final de uma relação.

“‘Forma’ materializa a indecisão como um estado bruto. A música procura dar forma à indecisão que descreve um término amoroso entre duas pessoas que não se reconhecem uma sem a outra, mas que precisam de avançar sozinhas”, afirma SOPHIA. 

O novo single apresenta-se com um videoclipe realizado por ALEXANDRA DE ALMEIDA, cujo conceito segue a narrativa da canção, espelhando o sentimento de indecisão e, também, a frustração por não conseguirmos que o outro se sinta como nós sentimos.

“A experiência visual de ‘Forma’ propõe uma ficção de intimidade partilhada entre uma figura que analisa, repensa, projeta uma relação e o seu desprendimento. A casa a céu aberto é um símbolo de um impasse emocional que não nos permite, muitas vezes, ver-nos de fora ou nos resgatar-nos de nós próprios. As figuras sem nome representam as pessoas que procuram ajudar-nos. Por mais certo e normal este processo de ajuda de quem está de fora, há sempre uma frustração de não conseguir fazer o outro sentir o mesmo que nós. O videoclipe procura expressar essa sensação óbvia”, revela a cantora.

Coastel – Ver – Te Assim (2023) (single)

Coastel – Ver – Te Assim (2023) (single)

COASTEL ESTREIA-SE EM PORTUGUÊS COM O SINGLE ‘VER-TE ASSIM’

Coastel lança hoje o primeiro single em português, intitulado ‘Ver-te assim’, já disponível em todas as plataformas de streaming. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem o artista já tinha colaborado no seu primeiro EP.
“Esta canção surgiu de forma muito natural. Descrevi um sentimento que é comum a muitas relações, a desilusão e até a humilhação, que advém de passar anos com alguém que sempre mostrou quem era, mas nós decidimos ignorar essa realidade e criar uma fantasia na nossa cabeça sobre essa pessoa”, confessa Coastel. “Quisemos retratar ao máximo a genuinidade da música. Gravámos o videoclipe num estúdio com um foco de luz, sem adereços nem distrações e penso que acabou por dar um toque bastante natural e sentimental à música e à forma como eu a cantei e deu à letra e harmonia uma essência honesta e crua”, revela o cantautor sobre o visual realizado por Henrique Guerreiro.

O novo tema foi apresentado pela primeira vez na estreia de Coastel na edição deste ano do NOS Alive, no Palco Coreto, com um concerto em formato acústico. ‘Ver-te assim’ marca o início de uma nova etapa na carreira do músico, com mais canções apenas em português e um EP, a editar em breve.
“Gosto sempre de pensar em trabalhos artísticos a longo prazo e este não é exceção. Planeio lançar mais um single e culminar isto tudo num EP com todas as músicas em português. Há cerca de 3 anos comecei a ouvir muito mais música portuguesa e desde aí que tenho este objetivo. Fico muito feliz por ter tudo o que preciso neste momento para tornar este sonho numa realidade”, afirma Coastel.
As novas canções sucedem aos singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, incluídos no EP de estreia editado em 2021, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams no Spotify.

Músico, cantor e compositor, Coastel descobriu a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começou a cantar para se acompanhar à guitarra e foi aí que descobriu o gosto pela composição.

Em 2022 concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressionou mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.

Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.

Jazztracks de Danilo Di Termini #102

Tamino – Amir (2018)

Mia Benita – Separar (2023) (single)

Mia Benita – Separar (2023) (single)

Sou a Mia Benita, tenho 15 anos, de Lisboa, sou cantautora, escrevo música em português e inglês. Invisto muito do meu tempo livre, a aprender cada vez mais sobre música, estudo canto desde os 8 anos, música e piano desde há 3 anos, guitarra elétrica recentemente.

Fui a finalista do CARLÃO, no The Voice Kids 2021, RTP 1, uma experiência marcante que me motivou ainda mais para perseguir o meu sonho, adoro estar em palco e cantar, quero seguir esta profissão no futuro !

O videoclipe da “SEPARAR”, disponível no YouTube, foi filmado de norte a sul e ilhas de Portugal  temos um país maravilhoso e as imagens mostram muitos locais lindos e que poucos conhecem de certeza. 

Muito obrigada !

LuizGa E Edgar Valente – AIÊ (2023) (álbum) ID

LuizGa E Edgar Valente – Exu (2023) (single)

Uma oferenda para o infinito

No dia 13 de outubro, “AIÊ”, álbum que congrega as poéticas do brasileiro LuizGa e do português Edgar Valente, sob produção musical de Guilherme Kastrup, estará disponível em todas as plataformas digitais (em novembro, disponível também em LP e CD). O lançamento, que acontece pelo selo alemão Ajabu!, expõe a rica parceria do duo, numa obra que passeia por cânticos, ‘rezos’, mandingas e temas instrumentais.

AIÊ: sua genealogia

Na mitologia Yorùbá a palavra Àiyé (ou Ayé) designa o “mundo terrestre” ou “mundo dos vivos”: um mundo onde acontecem os encontros físicos e a presença é celebrada, onde a invenção e o improviso engendram a vida e a sua mágica. Logo, é onde a música e a palavra carregam poder, e são capazes de abrir portais para o contato com o mundo espiritual, o Òrun. A reunião de LuizGa (alter ego de Luiz Gabriel Lopes) e Edgar Valente projeta-se como elogio a essa cosmogonia, iluminando delicadamente sua beleza, seus mistérios, sua complexidade e seus ensinamentos. A multiculturalidade instituída pelas diásporas luso-falantes é objeto central da pesquisa apresentada aqui – claro, reconhecendo a crueldade trágica que envolveu toda a travessia transatlântica ao fundar a modernidade ocidental. Esta obra, porém, faz a escolha de recolher os tesouros, como que pequenas conchas, as filigranas que segredam o poder transformador desses povos: a alquimia da colaboração; a superação pela festa; a costura de sons, sempre trançando novidades, algo que inventa as línguas; o feitiço do tambor e o tamborilar da voz. Aqui, Brasil e Portugal, o Atlântico e África, os territórios em transformação, tudo já não é só o seu passado. Suas ancestralidades, no entanto, são a promessa da existência do futuro. Uma oferenda para o infinito.

Jazztracks de Danilo Di Termini #102

The Selecter – Too Much Pressure (2021)

1 Álbum 100 Palavras #12 – Zakir Hussain – Making Music (1987)

1 Álbum 100 Palavras #12 – Zakir Hussain – Making Music (1987)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Zakir Hussein, tablista, é um dos grandes intérpretes da música tradicional indiana. Filho de Alla Rahka, um dos grandes protagonistas deste instrumento, que colaborou com Ravi Shankar, neste álbum é acompanhado por Hari Prasad Chaurasia (flautas), John McLaughlin (guitarras), Jan Garbarek (sax). Este álbum gravado pela ECM em 1986, representa um fascinante encontro entre a musicalidade oriental e ocidental. Neste género musical, a tabla além do acompanhamento, assume um papel de protagonismo. Numa atmosfera de quietude, os quatro músicos amostram o seu virtuosismo, contribuindo para criar momentos de rara beleza. As composições são quase todas assinadas por Hussein. Boa escuta!”

https://www.discogs.com/release/941419-Zakir-Hussain-Making-Music

Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II – Maurice Isserman (2019)

Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors – Maurice Isserman (2019)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Autor: Octávio Nuno

The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors (2019)

The epic story of the U.S. Army’s 10th Mountain Division, whose elite soldiers broke the last line of German defenses in Italy’s mountains in 1945, spearheading the Allied advance to the Alps and final victory.

At the start of World War II, the US Army had two cavalry divisions—and no mountain troops. The German Wehrmacht, in contrast, had many well-trained and battle-hardened mountain divisions, some of whom by 1943 blocked the Allied advance in the Italian campaign. Starting from scratch, the US Army developed a unique military fighting force, the 10th Mountain Division, drawn from the ranks of civilian skiers, mountaineers, and others with outdoor experience. The resulting mix of Ivy League students, park rangers, Olympic skiers, and European refugees formed the first specialized alpine fighting force in US history. By the time it deployed to Italy at the beginning of 1945, this ragtag group had coalesced into a tight-knit unit. In the months that followed, at a terrible cost, they spearheaded the Allied drive in Italy to final victory.

Ranging from the ski slopes of Colorado to the towering cliffs of the Italian Alps, The Winter Army is a saga of an unlikely band of soldiers forged in the heat of combat into a brotherhood whose legacy lives on in US mountain fighters to this day.

Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)

Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)

PRESS RELEASE:

CHONG KWONG ESTÁ DE VOLTA COM O SINGLE ‘QUEEN SIZE’

A rapper Chong Kwong lança o novo single ‘Queen Size’. A canção é um hino rap que glorifica a rainha que existe em cada mulher, de todas as culturas, origens, tamanhos, formas e cores e as suas identidades que merecem ser celebradas, destacando a sua diversidade, singularidade, criatividade  e força e o fato de serem muito mais do que apenas a sua herança genética. Esta é a primeira canção da rapper a ser editada, após um hiato pós-pandemia.

“A música é uma homenagem, uma ode às mulheres de todas as cores, formas, tamanhos e talentos, mas é mais do que género. Este é o momento da comunidade e da irmandade. Por cada mulher que exaltas e apoias, acrescentas uma pedra preciosa à tua coroa. Lembra-te disso”, afirma Chong Kwong’. “Comecei a compor esta música numa sexta-feira, depois de pagar todas as minhas contas e a sentir-me realizada, confiante e independente, e antes de sair com as amigas para comemorar e esquecer tudo o resto. Essa é a energia que se pode sentir em ‘Queen Size’”, acrescentou a artista.

O novo tema chega com um videoclipe que conta com a participação de mulheres de várias origens, identidades e culturas, criando com orgulho e independência o seu legado nas indústrias criativas. Para dar vida a esta mensagem e a ‘Queen Size’, a componente visual foi realizada por Leonor Patrocínio, que construiu uma equipa só de mulheres para a execução do vídeo. Ao fazer este esforço, a Chong Kwong junta-se a um número crescente de mulheres artistas em Portugal que se associam intencionalmente a outras mulheres, promovendo a diversidade e a comunidade, num universo tradicionalmente dominado por homens.

“A diversidade é muito importante para mim. Queria ter a certeza de que estava a representar a minha comunidade e trabalhei em estreita colaboração com a Leonor para garantir que isso acontecia. A intenção no convite a estas mulheres para participar no vídeo foi sem dúvida elevar outras mulheres na indústria, eliminar a concorrência prejudicial e criar vínculos saudáveis. A experiência de reunir tantas mulheres talentosas num espaço seguro para a auto expressão foi única, incrível e fora de série. A energia era naturalmente edificante; não havia insegurança nem competitividade”, referiu Chong Kwong sobre a gravação do videoclipe.

A realizadora Leonor Patrocínio acrescenta que “no mundo audiovisual, no cinema e, mais amplamente, na vida, as mulheres desempenham apenas um papel num sistema maior construído pelos homens. Como realizadora e mulher, nunca tinha sentido uma energia tão poderosa proveniente do facto de as mulheres serem o que são sem regras. É a isso que esta música e este vídeo dão vida”.

O regresso de Chong Kwong com ‘Queen Size’ antecipa uma evolução da sonoridade única da artista, que trabalha para incorporar mais elementos das culturas que integram a sua genética Afro-Asiática mista. Este novo single sucede a ‘High’ e ‘Lisboa Que Amanhece’, de 2022, uma colaboração com EU.CLIDES, Eva Rapdiva e DJ Ride que integra “SG Gigante”, uma coletânea lançada em homenagem ao aclamado cantor e compositor Sérgio Godinho.

SOBRE A CHONG KWONG:

Chong Kwong cresceu em Portugal, rodeada de ritmo e música, sem nunca perder a ligação às origens em Moçambique, Cabo Verde, São Tome e Príncipe, China e Timor. Deu início à sua carreira musical em 2019, com o lançamento independente do single homónimo, que contribuiu para que se afirmasse como uma das mais promissoras artistas da cena rap. No mesmo ano editou ‘Não Te Convidei’, canção sobre a importância da independência, foco, determinação e atitude, que nos podem levar onde quisermos apesar de existir sempre quem nos queira desviar do nosso caminho. Com apenas duas músicas lançadas atuou em festivais como o NOS Alive e MEO Sudoeste e deu vários concertos em Lisboa.
Em 2020 lança o single ‘Salute’, sobre valores como lealdade, confiança e respeito, ao qual se segue ‘Lótus’, no qual fala sobre uma relação tóxica e como foi superá-la. No ano seguinte Chong Kwong mostra toda a sua vulnerabilidade em ‘Bambu’, relatando ao pormenor a sua infância e relação com os pais. Em 2022 edita ‘High’ e ‘Vilã’, ambos produzidos por DJ Ride. No mesmo ano integrou o leque de artistas convidados a homenagear o músico Sérgio Godinho, no disco SG Gigante, em que participaram Dino D’Santiago, Sara Correia, EU.CLIDES, Eva RapDiva, Capicua, Branko e Jimmy P, entre outros.