Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)

Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)

“Procura por mim”, que traz uma sonoridade Pop Punk, foi escrita por Francisco e composta pelo próprio em conjunto com o produtor Francisco Marques, responsável pela gravação, mistura e masterização do tema, materializa a insegurança, a revolta e a ansiedade. “Esta canção foi escrita em dois momentos diferentes da minha vida o que faz com haja uma dinâmica interessante entre as duas partes que a compõem. Escrevi-a também para retratar e materializar a minha ansiedade e a forma como a minha vida é, de alguma maneira, regida à volta dela. Ao escrevê-la notei que a minha razão de ser inseguro era uma espécie de ciclo vicioso que oscilava entre o medo de perder algo que gosto por ser inseguro e ser inseguro por ter medo de perder algo que gosto sendo este o sentimento presente do início, até ao fim”, revela o artista.

Links úteis
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4QYqoFuYQuOiKFYNj3GkkS
Instagram: https://www.instagram.com/francisco_mascarenhas/
Tik Tok: https://www.tiktok.com/@francisco_mascarenhas1/
Youtube: https://www.youtube.com/@FranciscoMascarenhasMusic

Jazztracks de Danilo Di Termini #101

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SLR – No Time To Cry (2023) (single)

SLR – No Time To Cry (2023) (single) ID

NO TIME TO CRY

Composer and Lyricist: Bruno Moreira,  Luís Água e Rui Paiva

Producer: RIVA

Mixer and Mastering engineer: Vítor Carraca Teixeira

Data de lançamento: 15 de setembro 2023

BIOGRAFIA

Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Agora, voltam aos lançamentos com o tema No Time To Cry que nos traz uma nova energia mais dançável e contagiante. 

MÚSICA

No Time To Cry escrita pelos dois membros da banda e o produtor RIVA, traz consigo uma energia renovada aos artistas de Losing. Com um refrão dançável e contagiante, NTTC torna-se um hino para a nova geração habituada a mais dias difíceis do que fáceis. Sem tempo para chorar os SLR propõe-se  a por todas as pessoas a dançar celebrando o dia-a-dia.

Com este single os SLR preparam-nos para o seu segundo EP com lançamento previsto para o início de 2024.

VÍDEO

Para o vídeo do single NTTC os SLR juntam-se a Ana Viotti, realizadora emergente portuguesa, para criar o seu vídeo mais rebelde e colorido até ao momento, num mundo cor de laranja e carregado de referências da cultura pop dos anos 2000.

Cheios de movimento, os SLR juntam-se às pessoas com quem se cruzam e transformam a cidade num espaço para sorrir, reescrevendo o legado triste da Losing com a impulsividade do graffiti e uma cara sorridente. Mostrando o que podemos esperar quando nos cruzarmos ao vivo, os SLR, fazem o público da sua ficção transpirar numa atuação underground e improvisada. Com um refrão sonante NTTC quer levar a euforia do vídeo para a realidade. 

LETRA

I got no time to cry

I got no time to cry

I’ve been crying

but I’m over it

Can’t deny 

I’m near to quit

I’m slowly dying, but it’s ok

I’m not immortal anyway

Are we crying?

I’m done with it

Don’t wanna explain why it’s time to quit

We’re slowly dying, but it’s ok

we’re not immortal anyway 

There’s no hope for me

Happy is all we can be

There’s no hope in me

And that is all!

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry I swamped my house 

But didn’t die

I crashed my car

And I don’t know why

I’m driving through the night

And I just can’t stop laughing

There’s no hope for me 

Happy is all we can be 

There’s no hope in me

And that is all!

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry

Now I can’t find

Time to be sad

Time to be mad

No more to be said

There’s no time to cry

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry

Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID

Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID

DELA MARMY REVELA UMA NOVA PELE COM “ACASO”

ARTISTA REGRESSA ÀS EDIÇÕES COM NOVO SINGLE E APRESENTA-SE PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGUÊS COM ÁLBUM A EDITAR EM 2024

“Acaso” é o novo single que traz de volta Dela Marmy a estúdio e que pode ser conhecido a partir de hoje em todas as plataformas digitais, com videoclipe oficial no YouTube, realizado por Nuno Miranda. Depois da edição de dois EPs (2019 e 2020), pode-se dizer que a canção que antecipa o lançamento do seu primeiro longa-duração dá conta de se estar perante uma nova Dela Marmy, cantando em português pela primeira vez.

Mais intimista e despojada do que nunca, parte de um corpo poético, cru, subjectivo, empático e político, abordando temas que falam essencialmente sobre amor, dor, procura, pensamento individual e, por consequência, colectivo, em clara resistência ao superficial, ao individualismo, ao alheamento e à ignorância, circunstâncias demasiado evidentes nos dias de agora.

Com uma sonoridade envolvente, que une elementos electrónicos e acústicos circundando a sua voz voluptuosa, Dela Marmy transporta quem a ouve para um território onde imaginação(ou irreal) e realidade não são passíveis de serem dissociados. Em “Acaso” não se apresenta só e a acompanhá-la está o coro polifónico Sopa de Pedra, assim como o produtor João Correia (Tape Junk), com quem se encontra a trabalhar no álbum a editar.

Dela Marmy explica que “desejo tornar transparente para o outro a minha forma, tão frágil quanto ousada, de sentir, pensar e agir sobre o mundo, e que é tão somente uma entre tantas. Escrevi esta canção porque quero celebrar os acontecimentos (aparentemente) inesperados que nos enlaçam e nos mudam o ‘plano {im}perfeito da vida’. Para tal, sublimando a continuidade do tempo, o fulgor do som colectivo, a delicadeza da perda assim como do desprendimento, a natureza que sempre acontece – haja o que houver – e os sonhos, esses escudos indefectíveis que vão resistindo para nos manterem vivos e despertos. Um enlace-alento individual e universal que, porventura, nos lembrará do brilho, ou até o devolverá”.

Sobre o vídeo, Nuno Miranda conta que “assistimos ao alter ego Dela Marmy em diálogo com os mais simples ou complexos estados emotivos, num momento de completa vulnerabilidade. Este filme faz jus ao acto de transfiguração da melancolia e de transformação do próprio processo criativo, desaguando num renascimento narrativo e visual”.

Depois de ter integrado a banda The Happy Mess, nos sintetizadores e voz, entre 2011 e 2017, Joana Sequeira Duarte lançou-se num percurso a solo, estreando-se com o nome Dela Marmy em 2019, desenvolvendo a partir daí uma música onde a pop mais sonhadora coabitava com influências do rock ou folk mais alternativos, ao mesmo tempo que, em palco, as canções ganhavam cor, volume e um corpo feminino performativo, ou não tivesse ela estado ligada à dança durante muitos anos. Dança aliás como canta, misto de delicadeza, encanto e verdade. Nada é um acaso.

Estória, Realização e Produção de Boaventura | Art Studio
Agradecimento – Rosa Vaz

Escrito por Dela Marmy
Voz // Dela Marmy


Produzido e gravado por João Correia


Misturado e masterizado por Tiago de Sousa

Gravação adicional de sintetizadores e teclados por António Vasconcelos Dias e João Correia

Colaboração musical no arranjo de vozes, Inês Campos e Mariana Gil

Participação especial – Sopa de Pedra {Inês Campos, Maria Vasquez, Mariana Gil, Rita Campos Costa}

João Correia – Arranjo, bateria, baixo, percussão, teclados e coros

António Vasconcelos Dias – Teclados e sintetizadores

Artwork

Alípio Padilha – Fotografia
 Boaventura | Art Studio – Design

Apoio
Sociedade Portuguesa de Autores

© ℗ KPRecords*KillPerfection

Jazztracks de Danilo Di Termini #100

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Reino Da Fruta – Ganso Preto (2023) (Single)

REINO DA FRUTA – SESSÃO PROMOCIONAL

Reino Da Fruta – Ganso Preto (2023) (Single)

“Ganso Preto” marca a estreia de Reino da Fruta

Uma salada de frutas de sintetizadores de vários sabores, polvilhada de guitarras e baixos funky em calda de beats, é o mote para Reino da Fruta, uma banda de synthpop que dança entre o electro e o house, o disco e o pop, e uma iguaria de Lisboa que começou a ser imaginada e confecionada em 2022 por João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mabooze, músico e produtor com participações em projetos como: Pongo, Niki Moss, Sequin, JP Simões, Melquiades, quartoquarto, André Henriques – e Gonçalo Costa, vocalista, guitarrista e mentor de Sevilla Red.

Com influências bastante características da eletrónica francesa, como Daft Punk e Justice, ou do R’n’B e Funk, como Tim Maia e Louis Cole, Black Sabbath e Late of the Pier, Reino da Fruta apresentam-se como uma distinta mistura de diferentes aromas.

“A ser servida antes, durante ou após a refeição”, a mais recente banda do panorama musical português estreia-se com o single “Ganso Preto”, um tema que fala da Teoria do Cisne Negro, de Nassim Nicholas Taleb: “O viés psicológico que leva uma pessoa individualmente ou coletivamente a não ver ou não querer ver a importância decisiva de determinado evento (raro) no desenrolar da história”.

Este single chega-nos também em antecipação ao primeiro EP homónimo da banda, produzido com a ajuda de Filipe Paes (Sequin, Whosputo) e masterizado por Luís Lucena, com data de edição agendada para fevereiro de 2024.

A faixa “Ganso Preto” e o videoclipe que a acompanha, realizado e editado por Inês Matias, estarão disponíveis a partir deste dia, 13 de outubro, em todas as plataformas digitais.

Jazztracks de Danilo Di Termini #99

Afeganistão – Entrevista Ustad Fazel Sapand #4 – Rubab (13/07/23)

Afeganistão – Entrevista Ustad Fazel Sapand #4 – Rubab (13/07/23)

Fazel veio para o estúdio da Rádio Olisipo para contar um pouco sobre a sua história e sobre a sua cultura. Oriundo de Herat (Afeganistão), estudou em Kabul e hoje reside em Lisboa, onde atua como músico e professor.

Durante a entrevista Fazel, mostra o Rubab (instrumento afegão), explica as características do instrumento e canta algumas peças clássicas.

Fazel está disponível para dar aulas de vários instrumentos ligados à música clássica indiana: sitar, rubab, tablas, harmonium entre outros.

Esta entrevista foi realizada no estudio da Radio Olisipo no Largo Residências, Lisboa 11/07/23.

Boa escuta!

Amy Winehouse – Frank (2003)