Coffee Breakz #37 — Godspeed You! Black Emperor Em Quatro Atos

Rodrigo Lourenço – Aprendiz (2023) (single)

RODRIGO LOURENÇO LANÇA VIDEOCLIPE DO SINGLE ‘APRENDIZ’
O cantor e compositor Rodrigo Lourenço lança hoje o videoclipe do mais recente single ‘Aprendiz’. A canção tem letra da autoria de Fernando Daniel e música e produção de Luís “Twins” Pereira conta com um videoclipe realizado por Henrique Lourenço.

“O tema ‘Aprendiz’ surge de uma maquete do Fernando Daniel que me foi enviada. A partir do momento em que a ouvi percebi que precisava daquela música, quer pelo significado da letra, quer pela leveza da canção”, confessa o cantor. “A gravação do videoclipe foi um desafio que coloquei ao Henrique Lourenço, que já trabalhava com vídeo mas nunca tinha realizado um videoclipe. O resultado final foi algo simples, bonito e leve como eu desejava”, revela Rodrigo Lourenço.
‘Aprendiz’ é a faixa-título do EP de estreia do vencedor do The Voice Portugal 2021, que inclui um total de quatro temas.

“É um EP sobre amor, que vive essencialmente da dor e da saudade e, ainda, sobre cada experiência ser uma aprendizagem, e daí chamar-se ‘Aprendiz’”, explica Rodrigo Lourenço. O artista refere, ainda, que estas canções “foram surgindo com o tempo. Músicas pedidas a outros compositores, outras sugeridas e, ainda, uma música minha que, com algum receio, arrisquei em partilhar com o público”.
Além de ‘Aprendiz’, o EP inclui o primeiro single ‘Amor Quase Perfeito’, com letra de Marisa Liz, ‘Máscara’, da autoria de Tiago Machado, e ‘Desejo de Voltar’, escrita pelo próprio Rodrigo Lourenço.
Rodrigo Lourenço nasceu a 7 de dezembro de 2004 e cresceu em Castelo Branco. Desde muito cedo que se interessou por música e começou a ter aulas de guitarra aos 6 anos. Após ter terminado os estudos no Conservatório Regional de Castelo Branco, escolhe Lisboa para prosseguir com a sua formação musical.

Em 2021 concorre ao The Voice Portugal, na equipa de António Zambujo, e vence o programa com apenas 16 anos. Gisela João – com quem cantou o tema ‘Louca’ na gala final do programa -, Pablo Alborán e Pablo López são algumas das suas maiores referências musicais.
Em março de 2023, Rodrigo Lourenço estreia-se com a edição do EP “Aprendiz”, que inclui canções da autoria de Marisa Liz, Tiago Machado e Fernando Daniel.

Eco Festival Azores Burning Summer – Entrevista com Filipe Tavares

ECO FESTIVAL AZORES BURNING SUMMER
23, 24, 25 e 26 de Agosto
Praia dos Moinhos, Porto Formoso, São Miguel
 
Selma Uamusse, The Legendary Tigerman, Club Makumba, Arp Frique, Mirror People e Filipe Karlsson, são alguns dos destaques de 2023.




O Eco Festival Azores Burning Summer acontece desde 2015 na praia dos Moinhos – Porto Formoso, um lugar especial, marcado por uma beleza natural distinta e por um legado de bons momentos vividos por várias gerações.
 
O Festival não pretende ser um evento musical de massas, mas sim um evento de acesso equilibrado, com reduzido impacto ambiental, que valoriza a qualidade da experiência por parte do público e a sua relação com a natureza envolvente.
 
A conjugação de um programa artístico e cultural de dimensão internacional com um posicionamento ecofriendly preenche os padrões da procura atual, indo ao encontro de um emergente turismo consciente, onde os lugares não massificados e o empenho na defesa ambiental são sinónimo de qualidade e sustentabilidade.
 
Música, cinema, debates, ecodesign, veículos elétricos, land art, saúde e ações comunitárias são os ingredientes que fazem deste eco festival a combinação perfeita entre a Natureza e o seu público.
 
Durante 4 dias, cerca de 60 artistas regionais, nacionais e internacionais sobem aos três palcos do festival. Juntos contribuem para a definição da identidade musical do evento que transpira world music, soul, jazz, dub, funk e outros estilos da música negra. A direção musical resulta da parceria entre Filipe Tavares, fundador e diretor do Festival, e Adrian Sherwood, anfitrião do evento.
 
Na praia dos Moinhos decorre a programação MOINHOS REVIVAL que pretende resgatar o espírito de uma época onde a liberdade, a amizade e o culto pela boa música viveram lado a lado naquele areal. A programação, de acesso gratuito, estende-se por quatro dias no PALCO NOS com cinema ao ar livre, Dj sets e concertos que terminam em jam sessionsque ligam os músicos convidados aos músicos locais. Na última madrugada do festival, o público é convidado a descer até à praia para presenciar a instalação de fogo “Burning Love” e contemplar o nascer do sol.
 
No parque dos Moinhos atuam as principais atrações do cartaz. O relvado em declive forma um anfiteatro natural perfeito, resultado da recuperação ambiental que tem sido promovida pela organização do festival ao longo dos anos. No intervalo entre os concertos no Palco Principal, o público dirige-se para a tenda montada no cimo do relvado para assistir aos DJ sets no Palco Tropical. A música e a diversão são constantes.
 
Em 2023, a organização do festival irá implementar o mesmo modelo de acessibilidades das edições anteriores, com a disponibilização de parques de estacionamento periféricos e serviço de shuttle reforçado com mais viaturas e horário alargado, que farão a ligação à praia e ao parque dos Moinhos.
 
Para mais informações sobre a programação consulte azoresburningsummer.com
 
Para além do programa musical, o Azores Burning Summer aposta também na vertente ecológica, cultural e social.
 
Com o objetivo de despertar a consciência ecológica coletiva, a organização implementa diversas medidas e práticas que levam à mudança de comportamentos, que por sua vez resultam na redução do desperdício e alteração dos hábitos de consumo. Iniciativas como o ECO MARKET (feira de ecodesign e produtos naturais), a EXPO VEÍCULOS ELÉTRICOS (exposição de diversos modelos de veículos eléctricos e híbridos) e as ECO TALKS (debates com temáticas sócio-ambientais) marcam esta vertente de sensibilização ambiental do festival.
 
Abrir portas à reflexão é o desígnio da iniciativa CINEMA NA PRAIA, com duas noites de cinema ao ar livre na esplanada do Moinho Terrace Café na praia dos Moinhos. Este ano serão exibidos os filmes “Entre Ilhas” de Amaya Sumpsi sobre a navegação no arquipélago dos Açores e “Cesária Évora” de Ana Sofia Fonseca sobre a diva cabo-verdiana.
 
Em 2023, o festival prossegue com os Programas Comunitários VIVE e HABITAT em parceria com a Junta de Freguesia e a paróquia do Porto Formoso.
 
PROGRAMA COMUNITÁRIO DE SAÚDE – VIVE

Com o objetivo de reforçar a responsabilidade social, estreitar os laços com a comunidade local e incentivar à consciencialização do indivíduo a ser um agente ativo e responsável pela sua saúde, o festival Azores Burning Summer aposta, mais uma vez, no programa de saúde comunitária – VIVE. Esta segunda edição decorrerá de 7 a 13 de agosto, dirigida a toda a população residente da ilha de São Miguel e, de forma especial, à população do Porto Formoso. Toda a programação é de acesso gratuito e foi cuidadosamente selecionada, segundo 3 eixos de ação:
 
–        Promoção da Literacia em Saúde, através da dinamização de workshops na área da nutrição, medicinas complementares e psicologia integral
–        Promoção da Atividade Física e Combate à obesidade, através das mudanças do comportamento alimentar e dinamização de atividades promotoras de exercício físico, como aulas de treino funcional
–        Promoção da Saúde Mental & Desenvolvimento pessoal, através de atividades experienciais e de autoconhecimento (como o Laboratório Teatral – chamado “Trincar a Terra”), bem como do desenvolvimento das terapias corpo-mente, nomeadamente sessões de yoga, pilates e de meditação em movimento
 
Para mais informações sobre o Programa Comunitário de Saúde: azoresburningsummer.com/vive
 
PROGRAMA COMUNITÁRIO HABITAT
 
O programa HABITAT visa fortalecer o sentimento de pertença e o gosto pelo lugar onde se vive, através da valorização e preservação da história, das vivências e tradições, do património cultural e natural.
 
Numa colaboração entre o Okeanos – Instituto de Investigação em Ciências do Mar, no âmbito do projeto MONIPOL, financiado pela Direção Regional das Pescas, e o Observatório do Mar dos Açores através do projeto “Conhecer para decidir”, financiado pela Direção Regional da Ciência e Tecnologia, o Azores Burning Summer traz à freguesia do Porto Formoso o projecto  “Detetives marinhos – conhece o peixe que comes”, com atividades e jogos para os mais novos. Esta iniciativa irá decorrer entre 23 e 25 de Agosto.
 
“Apesar de rodeadas pelo Oceano Atlântico, as crianças ainda têm alguma dificuldade em conhecer e distinguir os peixes que por aqui navegam. Quais serão as diferenças entre o Imperador e o Alfonsim? Será que os peixes comem todos o mesmo? Será que os encontramos todos à mesma profundidade? Para descobrir, aventura-te e transforma-te num detetive marinho!”

Para mais informações sobre o Programa Comunitário HABITAT: azoresburningsummer.com/habitat

DESTAQUES
 
O Eco Festival Azores Burning Summer foi vencedor nacional no “Iberian Festival Awards” na categoria “melhor contributo para a sustentabilidade” e vencedor regional nos Prémios “Espírito Verde” do Governo dos Açores na categoria “Economia circular, verde e azul” – O Azores Burning Summer tornou-se no primeiro e único evento dos Açores a obter a certificação “Evento Mais Sustentável” atribuída pela SGS Portugal.
 
Em 2023 o festival voltou a ser distinguido internacionalmente no “Iberian Festival Awards” em seis categorias: melhor festival de média dimensão, melhor programa cultural, melhor recepção e hospitalidade, melhor recinto de espetáculos, melhor contributo para a sustentabilidade e melhor contributo para a igualdade.
 
Segundo a CISION, o Azores Burning Summer é o evento musical do concelho da Ribeira Grande com maior projeção mediática, tendo registado o valor recorde de 19,3 milhões de impressões (audiência acumulada) e um valor equivalente em publicidade (AVE) estimado em 532 mil euros. Este é um sinal claro de retorno ao investimento que tem sido promovido pela Autarquia da Ribeira Grande, Governo dos Açores e restantes patrocinadores.
 
Com o objectivo de contribuir para a economia local, a organização garante que, em todas as edições, 80% do investimento realizado no festival destina-se a entidades, empresas e profissionais da Região Autónoma dos Açores.
 
PROGRAMA
 
23 de Agosto (quarta-feira, acesso gratuito)
 
Praia dos Moinhos
20:00    DJ Set – Las Mákinas
22:00    Cinema na Praia – “Entre Ilhas” de Amaya Sumpsi
00:00    Fim

24 de Agosto (quinta-feira, acesso gratuito)

Praia dos Moinhos
20:00    DJ Set – Zelecta
22:00    Cinema na Praia – “Cesária Évora” de Ana Sofia Fonseca
00:00    Fim
 
26 de Agosto (sexta-feira)
 
Praia dos Moinhos
16:00    DJ Set – Piu Piu
18:00    Moinhos Revival by Duo Atlântico & Isa B
20:00    Fim
 
Parque dos Moinhos
20:00    DJ Set – Esses Céus
21:30    Club Makumba
22:30    DJ Set – Isilda Sanches
23:30    Selma Uamusse
00:45    DJ Set – Mesquita & Laura
01:45    Arp Frique
03:00    DJ Set – Milhafre
04:00    Fim
 
27 de Agosto (sábado)
 
Praia dos Moinhos
16:00    DJ Set – Nex
18:00    Moinhos Revival by Manel The Island Man & Friends
20:00    Fim
 
Parque dos Moinhos
20:00    DJ Set – Galopim + Quaresma / Antena 1
21:30    Filipe Karlsson
22:30    DJ Set – Novo Major
23:30    The Legendary Tigerman
00:45    DJ Set – Residente – Adrian Sherwood
01:45    Mirror People
03:00    DJ Set – Pedro Tenreiro
04:00    Fim
 
Praia dos Moinhos
04:00    “Burning Love” Instalação de fogo na praia dos Moinhos
06:00    Fim
 
BILHETES (online)
De 15 a 30 de Junho – Passe Geral 25€ / Bilhetes diários 15€
 
BILHETES (online / pontos de venda)
De 1 de Julho a 24 de Agosto – Passe Geral 30€ / Bilhetes diários 20€
 
BILHETEIRA (recinto do festival)
26 e 27 de Agosto – Bilhetes diários 25€
 
Venda online: azoresburningsummer.com / seetickets.com

Pontos de Venda:
Ribeira Grande: D’Quina ( Mercado Municipal)
Porto Formoso: Moinho Terrace Café
Ponta Delgada: Livraria Solmar
 
www.azoresburningsummer.com
facebook.com/azoresburningsummer
instagram.com/azoresburningsummer
youtube goo.gl/Jxp3SU
artacazores.com

Lika – Música Da Barragem (2023) (single)

Lika – Música Da Barragem (2023) (single)


LIKA REGRESSA COM O SEU PRIMEIRO SINGLE EM PORTUGUÊS: 
“MÚSICA DA BARRAGEM”


A cantora, guitarrista e compositora LIKA, originária do Cazaquistão e que vive em Portugal, está de regresso com o seu primeiro single cantado em português.


“Música Da Barragem” foi composta e produzida pela artista, e gravada com a colaboração da sua banda e de músicos convidados: Miguel Barrosa na guitarra, Bernardo Fesch no baixo, João Colaço na bateria, na secção de sopros: Ricardo Pinto, António Bruheim, Eduardo Lála.
A mistura e masterização foram feitas em Los Angeles por Mehdi Hassine, professor do Berkeley College of Music, que já trabalhou com nomes como Dennis Chambers, Dave Weckl, Stanley Clark, entre outros.


Segundo LIKA, “O novo tema fala sobre a importância de podermos parar o tempo e desfrutar o momento, as emoções, a amizade, o amor e a viagem que é a vida. Foi daí que ela nasceu, numa viagem sem relógio, num dia quente, algures na Barragem de Montargil. A essência da música, a letra e o ritmo, a capa do single, foram inspirados pela constante corrida do tempo. A frase-chave da música revela a mensagem principal – “Faz parar o tempo!”

Cultoras #16 (2ª Temporada) – Sikura de los Andes (Fernanda Araya)

Prazeres Interrompidos #176: A Transcendência do Ego (Textos Filosóficos) – Jean-Paul Sartre (1937)

My Deer Watson – 12 Our Colors Are Getting Darker (2023) (single)

My Deer Watson – 12 Our Colors Are Getting Darker (2023) (single)


Descrição:
“Our Colors Are Getting Darker” – Um tema sobre o amadurecimento e a perda da inocência, sobre o olhar infantil, brilhante e colorido, que se perde após longos contactos com a realidade adulta. O resultado de um regresso às origens dos membros da banda.

Manifesto Sonoro #24

Napa – Gigantes (feat. Beatriz Pessoa) (2023) (single)

Napa – Gigantes (feat. Beatriz Pessoa) (2023) (single)


“Gigantes”, terceiro single e videoclip do novo disco Logo Se Vê dos NAPA, é uma balada servida em duas partes. A dualidade percorre a espinha da canção no eixo gigantes/ formigas, alegre/ triste, forte/ fraco. Uma música de amor sobre a dor da distância que assombra dois amantes destinados um ao outro. A saudade habita em todas as divisões deste mundo nesta que é a primeira faixa colaborativa do álbum. A voz da Beatriz Pessoa intercala com a do Guilherme em forma de conversa, trazendo uma dinâmica muito peculiar à canção.


O vídeo animado pela Teresa Arega ilustra a história com grande sensibilidade realçando a ideia de dualidade que pulsa no decorrer da canção. Frame a frame, Teresa Arega deposita a sua emoção crua num estilo muito próprio, dando uma vida nova e um habitat visual onde a música pode morar.


DISCO LOGO SE VÊ


Logo Se Vê é segundo álbum de originais dos NAPA. Depois da estética crua e genuína do álbum de estreia, ainda sob o nome antigo Men On The Couch, os NAPA decidiram rumar à descoberta de novas sonoridades e formas de compor. Neste novo álbum a banda leva o pop rock ao limite, trazendo uma visão inovadora sobre a tradicional música de 3/4 minutos. 


O novo álbum é composto por 11 faixas todas cantadas em português e foi gravado novamente no BlackSheep Studios. A relação estabelecida entre a banda e o estúdio nas gravações do primeiro álbum foi decisiva para o desenvolvimento deste novo projeto. Dispensadas as apresentações e formalidades, foi a vez da amizade e o respeito mútuo potenciarem as canções ao seu máximo. 


Na exploração de novas sonoridades, surgiu a necessidade natural de colaborar com outros artistas. O álbum conta com a participação de um quarteto de cordas, um trio de sopros, um coro e uma rica secção de percussão que vão surgindo pontualmente ao longo do álbum, numa sintonia muito pertinente com os elementos originais da banda. O disco conta também com a participação de duas artistas emergentes, Beatriz Pessoa e Silly, em duas faixas distintas. A voz delicada da Beatriz e a poesia incisiva da Silly trouxeram ar fresco às canções e elevaram-nas para um patamar onde seria impossível chegar apenas com a banda. 


À semelhança do álbum anterior, todas as canções têm um cunho autobiográfico muito forte, onde o autor procura o equilíbrio entre o seu lado racional e o seu lado emocional. As letras das canções abordam maioritariamente um ponto de conflito e decisão tanto a nível pessoal como profissional, próprio da idade em que nos apercebemos que a juventude não é uma garantia vitalícia.


African Roots #12

My Deer Watson – Graduation Day (2023) (single)

My Deer Watson – Graduation Day (2023) (single)


Descrição: 
“Graduation Day” – Um ponto de partida ou a linha de chegada? Uma reflexão sobre a conclusão de uma etapa através de uma dualidade de sentimentos. Êxtase e apatia perante o término de um ciclo. Uma introdução ao que a vida adulta nos reserva.

Guilherme Gomes apresenta Napa – Logo Se Vê (2023) (entrevista)

Guilherme Gomes apresenta Napa – Logo Se Vê (2023) (entrevista)


Entrevista com Guilherme Gomes (12/07/23)
Autor: Francesco Valente


Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)


“Assim, Sem Fim” marcou o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.
 
Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.
 
A banda lançou o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.
 
O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal foi lançado no dia 26 de Maio. 
 
https://www.instagram.com/os_napa/
https://www.facebook.com/osnapa/
https://www.tiktok.com/@_napa_napa