Prazeres Interrompidos #175: Uma Biografia de Agostinho da Silva – António Cândido Franco (2015)

Mallina – So Many Ways (2023) (single)

Mallina – Fuso (2023) (single) ID


Mallina edita o novo single ‘FUSO’, uma canção sobre desencontros amorosos, inspirada no R&B e Hip Hop dos anos 90. O tema foi composto e produzido por Miguel Ferrador e Mallina, que também assina a letra e melodias, em parceria com André Matos e João Nicolau Quintela.
“Este ‘FUSO’ fala sobre estar mal de amores, sobre não acertar o tempo com quem se ama, como se nunca acertassem o ponteiro. Quando dois corações estão em fusos diferentes, amam-se, mas sabem que nunca acabarão juntos e está tudo bem com isso”, revela a artista. “Para mim, esta canção serviu para expressar esse mesmo sentimento de aceitar que por mais que se goste, não estamos sempre em sintonia nem no timing certo da outra pessoa”, acrescenta Maliina.
Este novo tema sucede a ‘ASTROLOGIA’, single de estreia editado por Mallina em março deste ano. ‘FUSO’ é acompanhado por um videoclipe realizado pela cantora e o irmão André Matos. Estas canções antecipam o EP de estreia de Mallina, com edição prevista para o final de 2023. 


SOBRE MALLINA 
Conhecida entre a família como Moça Malina, mulher de força, feitio e raça fortes, Mallina cresceu entre o litoral do Alentejo e o Algarve. A música não foi algo imediato e só depois de terminar a universidade decidiu explorar aquilo que, até há pouco tempo, era “apenas” um hobbie e estudar produção musical. 
Para Mallina a música é o seu porto seguro e aquilo que mais a conforta, com uma aposta forte em compor e produzir canções assumidamente pop, influenciadas por vários ritmos e artistas, entre eles Ana Moura, Bárbara Bandeira, Doce, D’Alva, Madonna, Bad Bunny, Charli XCX ou Tove Lo. Além da música, a cultura pop, a moda e o cinema são também algumas das suas grandes referências artísticas.
Com uma identidade visual própria, Mallina propõe-se a ser uma cantora e performer que apresenta uma roupagem inovadora e disruptiva, através de canções e videoclipes singulares e cativantes.

Coffee Breakz #36 — O Grupo Wagner Explicado Às Crianças (e Outras Histórias)

Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)

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Birds Are Indie – So Many Ways (2023) (single)


BIRDS ARE INDIE
So Many Ways – novo single e vídeo do LP Ones & Zeros
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Os Birds Are Indie assinalam o início do verão com um novo single. “So many ways” é o segundo tema retirado do mais recente álbum, “Ones & Zeros”, e é um autêntico banger de pista de dança.


O trio de Coimbra volta a apresentar-se com o rasgo demonstrado em “21st Century Heroes” – o primeiro single – , onde a sua pop é salpicada pelo fuzz das guitarras, entre o nervo e a catarse. Contudo, em “So many ways”, desce uma bola de espelhos e Joana Corker, Ricardo Jerónimo e Henrique Toscano montam uma matiné dançante. Os sons quentes dos sintetizadores e o passo marcado pela drum machine são agora o motivo perfeito para mexer o esqueleto. Apesar do irresistível convite, Joana, co-adjuvada por Jerónimo na voz, canta sobre um sentimento de não-pertença, insatisfação e sem rumo à vista, que vai de encontro à narrativa monocromática e dicotómica de “Ones & Zeros”. Mas, como os próprios Birds Are Indie explicam, “para fugir a melancolias, resolvemos juntar-lhe o ritmo mais disco sound que conseguimos”.


João Couto – Massa Do Meio – Dia (2023) (single) ID

João Couto – Massa Do Meio – Dia (2023) (single) ID
O cantautor João Couto regressa aos palcos já a partir de Setembro com o novo espetáculo Canções Sobre o Meu Carro e o Meu Quarto. O título surge de uma conversa com o produtor Pedro Pode (doismileoito e S. Pedro) e é o ponto de partida para uma viagem pelos temas mais íntimos da carreira do cantor e compositor nortenho, numa busca de sinergia e proximidade com o público.
Para abrir o apetite para esta digressão João Couto lança ainda uma versão especial do single “Massa do Meio-Dia” (Carro e Quarto).
No dia 16 de Setembro a digressão começa em Chaves, na Sala Amarela; o músico segue depois para Argoncilhe no dia 21 de Outubro. Em Novembro é a vez de Lisboa, onde atua no dia 17 no Auditório Carlos Paredes. Dia 3 de Dezembro o músico sobe ao palco do Novo Ático – Coliseu do Porto.
Nesta digressão não vão faltar os êxitos radiofónicos do músico como “Canção Só” e “Os Meus Amigos”, mas também canções que vão certamente surpreender e impactar o público, entre elas o novo single “Caixas” que será lançado em Setembro. Haverá espaço também para temas mais pessoais do seu álbum de estreia Carta Aberta (2018) e do aclamado sucessor Boa Sorte (2021), para além de músicas que escreveu ou partilhou com artistas de renome nacional, tais como Ana Bacalhau, Os Azeitonas, Perpétua, Samuel Úria, Tomás Adrião, entre outros.
Desde cedo habituado aos grandes palcos e numa altura em que se encontra a trabalhar no terceiro registo de originais, faz mais sentido do que nunca mostrar-se num formato mais intimista e despido, onde a ligação com o público será uma constante.
O músico cujo último disco de originais, lançado em 2021, “Boa Sorte”, foi considerado um dos álbuns do ano por alguns meios de comunicação social, segue assim para a estrada com aquela que promete ser a sua digressão mais confessional e marcante até à data.

AGENDA:
16 Setembro, 21h30 – Chaves (Sala Amarela) – BILHETEIRA
21 Outubro, 21h30 – Argoncilhe (Grupo Musical Estrela de Argoncilhe) – BILHETEIRA
17 Novembro, 21h30 – Lisboa (Auditório Carlos Paredes) – BILHETEIRA
3 Dezembro, 19h – Porto (Novo Ático – Coliseu do Porto) – BILHETEIRA

Prazeres Interrompidos #174: How the Two Ivans Quarrelled – Illustrated Nikolai Gogol (2017)

Hossam Hilal – Cidade De Mil Caras (2023) (álbum)

Hossam Hilal set to release new album “Cidade de mil caras (Live at Zaratan)”
The Egyptian multi-instrumentalist mixes the oriental and African elements with the psychedelic and ambient ones. In his new album, recorded live in Lisbon, he explores the common origins of traditional Arab and Portuguese music; in his own way.
The idea behind the album set to be released on July 15th started with fado guitar tracks on some Arab vocals and evolved into a journey of mixing influences and traditions. Hilal -who composed the music, performed percussion and electric guitar, as well as recorded and produced the record- collaborated with the Portuguese poet Dinis Lapa to translate the lyrics of three Arabic songs -sung by Mohamed Abd el wahab and Fairouz- and two parts of a poem entitled by the Algerian writer Dalila Si Larabi about her relationship with Cairo to Portuguese. He then worked with three Portuguese musicians; Joao Madeira on double bass, M-Pex on fado guitar and Patricia Domingues on vocals to create an experimental mix between both cultures.
“Bateu-me à porta do peito is a great trip. The vocals are really nice, the singer is reminiscent of Leila Bounous, it sounds like Hilal’s project is nicely taking shape, really good work,” said Jason Kohnen (Bong-Ra)

The process:
Hilal was an artist in residence during September and October 2022 at Zaratan arte contemporana in Lisbon, Portugal. The concept is based on Fado music origins, which include several Arabic references, especially in the vocals and the way lyrics are written; and also the Fado guitar, which is a direct descendant of the Oud. The Arab tracks that he chose,
which are “Daket ala sadry” (Bateu-me à porta do peito) and “Law kan qalbi mai” (E nem aceita a culpa) by Fairouz, and “Hann el wed” (Ouvi dizer) by Mohamed Abd el Wahab are already heavily inspired by Andalusian music. When making the initial trials for the tracks by
adding Fado guitar pieces that are performed in similar keys and styles, it was evident how well the timbre of the instruments and the broken rhythms mix together.
He worked on composing the tracks, using the same maqams as their respective Arab tracks, with intended spaces left for improvisation.
The two tracks based on the poem entitled “Cairo 90” are meditations on themes, one of them is composed by Hilal (Almas asfaltadas) and the other is an ode to the track “a singer’s childhood” (Cidade de mil caras). The last track “ Não creio que o zombo fará diferença” is the Encore of the concert, it is the only fully improvised track in the album.

Pre-save the album here
For more information about the artist: hossamhilal.com
For more information, album artwork, photography or to request interviews with the artist, contact hossamhilalmusic@gmail.com

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Os Sabugueiros – Boa Sorte (2023) (single)

Inspirados na floresta do Alto Alentejo, este leque de músicos viajantes conheceram-se em Marvão, onde se juntaram para criar e misturar melodias vindas de várias regiões do mundo. Oferecem um concerto interativo cheio de energia, humor, histórias e de ritmos variados criando um som próprio e sólido como a paisagem serrana do interior.
As suas letras transmitem uma clara mensagem de esperança e resistência e recordam-nos a necessidade de retornar aos ritmos naturais de outrora num mundo onde cada vez mais é necessário recuperar os valores ancestrais que a Mãe Terra nos ensinou.

Juan Abalos – voz, guitarra e timbales
Zé Conde – baixo, harmónio e hammond
Agostino Aragno – voz, violino, percussão
Andrea Versè – congas, cajon e percussão

Próximas datas:

15/07 Folk Ancas

18/07 Festival do Teatro de Almada

Contos Da Trafaria #11 – Associação Moradores Da Cova Do Vapor

African Roots #11

Cálculo – Já Sei (feat. Left) (2023) (single)

Cálculo – Já Sei (feat. Left) (2023) (single) ID


Cálculo lança “Já Sei” em colaboração com LEFT.


O rapper e produtor Cálculo lança sexta-feira, 30 de junho, “Já Sei”. O tema resulta de uma colaboração com LEFT, estreando também novo vídeoclipe. Este é o quarto lançamento do artista este ano pela Cosmic Burger.


Em “Já Sei”, Cálculo deixa brilhar as influências do groove e da dance music no instrumental, estilos com os quais se tem vindo a identificar cada vez mais no decorrer dos últimos dois anos. Com a malha sonora composta, faltava apenas voz e letra a que servisse — é aí que entra LEFT, alias artístico do cantautor António Graça, que também participou na pós-produção do tema.


Podemos dividir a história de “Já Sei” em dois atos. No primeiro, encontramos a leveza e a excitação dos primeiros encontros e do flirt descomprometido, em que as ações não parecem carregar em si consequências e tudo é simples, direto e inocente. Entrando no segundo ato, a trama adensa-se e os sentimentos aprofundam-se — o que era leve já não o é e alguém acaba por inevitavelmente se magoar. É o clássico “player getting played” a ganhar nova vida pelas mãos dos dois artistas.


O single vem ainda com novo vídeoclipe realizado por Ana Viotti, onde Cálculo e LEFT embarcam numa boys night out porque, por vezes, no final de tudo, o melhor que temos a fazer é espairecer.

Prazeres Interrompidos #173: The Brontes – Harold Bloom (1987)