Leexo – Nasty (2023) (single)

Leexo – Nasty (2023) (single)

“NASTY” é o primeiro single do LP “Love & Courage” de Leexo, um projeto de Lee, música, compositora, produtora e intérprete natural do Porto. O álbum foi produzido por Lee e Fred Severo, misturado e masterizado por Fred no estúdio BKK, em Lisboa.
O primeiro EP de Leexo, foi gravado e produzido inteiramente por Lee e distribuído digitalmente em plataformas de streaming em 2020. Em 2022, ficou decidido que era necessário materializar uma ideia que durante algum tempo, andou um pouco perdida. 
O projeto Love & Courage pretende juntar todos os géneros de música que foram categorizados como parolos, de má qualidade e comuns e mostrar que a música não serve apenas para ser qualificada, mas também para ser vivida e desfrutada. Contrariamente aos movimentos revivalistas que pegam num estilo de música tradicional e o transformam com um estilo moderno, Leexo pretende interpretar os estilos modernos e trazer o comercial ao “underground”. Neste projeto, o hip-hop, o kizomba, o reggaeton e o pop nascem outra vez num berço menos canónico e inclusivo para todos. 
O single “NASTY” será lançado independentemente pela artista no dia 3 de Junho, junto com videoclipe, e estará disponível em todas as plataformas digitais.

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João Sampayo – Luzes Da Ponte (2023) (single)

João Sampayo – Luzes Da Ponte (2023) (single)

NOTA SOBRE O SINGLE

“Luzes da ponte” é uma homenagem a Lisboa e aos momentos que a cidade nos propicia. A canção nasce da tentativa de recriar uma noite passada à porta de um bar de Jazz a ver a ponte. É uma viagem leve e nostálgica, quase a fazer lembrar aqueles romances da adolescência, com todo o entusiasmo e dúvidas à mistura. 

CRÉDITOS

Letra e Música:

João Sampayo

Produção:

João Sampayo

Miguel Sá Pessoa

Contrabaixo: 

Francisco Nogueira

Teclados: 

Miguel Sá Pessoa

Trompete: 

Laurent Filipe

Piano, Guitarra, Drums e Voz: 

João Sampayo

Mistura: 

João Sampayo

Master: 

Vitor Carraca Teixeira

BIO

João Sampayo é um músico, compositor e produtor lisboeta. Foi desde cedo que se entregou à música e, num regime autodidata, desenvolveu-se enquanto multi-instrumentista e compositor. Estudou Produção Musical na Restart e juntou-se à equipa do Bairro Up Estúdio, como produtor e engenheiro de som. Em paralelo com o seu projeto a solo, trabalha com diversos artistas e bandas, em variados géneros musicais, tais como o Pop, Rock, Jazz ou Hip Hop. 

Aos 26 anos, o artista decidiu dar início à gravação das canções que viriam a formar o seu primeiro álbum de originais, “ELIPSE”, lançado a 17 de Junho de 2022. 

Influenciado por artistas como John Mayer, Mac Miller, Bon Iver, Janeiro ou Tiago Bettencourt, o músico lisboeta aprofunda temas como o amor, o desamor, a depressão e as relações humanas na leveza da sua sonoridade Pop/Alt-Pop. O artista apresentou o disco ao vivo em Lisboa no dia 27 de Junho de 2022, perante um Teatro do Bairro esgotado. 

João Sampayo encontra-se de momento a escrever e produzir o seu segundo álbum. “Luzes da Ponte” será o primeiro avanço do novo trabalho do músico, com data de lançamento marcada para 26 de maio de 2023.

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DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #13

Prazeres Interrompidos #167: Elizabeth Finch – Julian Barnes (2022)

Cultoras #12 – Presentación del Libro Mujeres de Colores

Prazeres Interrompidos #166: The Cellist – Daniel Silva (2021)

Duques – Quando Tu Mudas (2023) (single)

Duques – Quando Tu Mudas (2023) (single)

Dia 2 de junho foi lançado o novo single dos Duques, intitulado Quando tu mudas.

Poderão ver o videoclipe no canal youtube da banda procurando por duques_banda.

Videoclipe com o selo da Cão de fila produções.

Os duques estão presentes nas redes sociais.

Katerina L’dokova – Sivaja (2023) (single)

Katerina L’dokova – Sivaja (2023) (single)

O novo videoclip de Katerina L’dokova vem repleto de mistério e encanto.

No dia 4 de Junho, dia da Lua Cheia, Katerina L’dokova, criadora do projeto MOVA DREVA lança o videoclipe “Sivaja”. 

A ideia nasceu nas aldeias de Xisto, que acolhem festas de Entrudo muito especiais. Nestas festas a típica máscara de cortiça é protagonista, por quem Katarina se apaixonou. Na Belarus, durante a Kalyada (Entrudo em Portugal) várias regiões têm suas máscaras e materiais para cada pessoa poder se transformar na criatura desejada. A música “Sivaja” retrata o espírito da Kalyada mas não só durante a festa, também depois, quando um ser caminha sozinho, vai cantar numa planície cheia de neve e toca um flautim no meio da noite. Observa a natureza e ali se encontra, fazendo parte da terra, sentindo as suas raízes.

A ideia condutora do MOVA DREVA é revelar os valores transculturais presentes em geografias aparentemente longínquas mas tão próximas em espírito. Seja Kalyada, Entrudo ou outros costumes de países distantes, há sempre semelhanças e pontos em comum. Os verdadeiros valores são universais.

Este vídeoclip Katerina dedica à Arte da Alena Kish (1896-1949) uma pintora de Arte Naif da Belarus. O mundo que Alena retratava era imaginário, mas que se tornava real através da pintura: lugares paradisíacos, onde sonhos se concretizam e animais, plantas e pessoas convivem em harmonia. Alena Kish pintava porque desejava — mesmo nos dias cinzentos — oferecer-nos o sol, o paraíso e desejava transmitir que tudo iria correr bem.

“Quero deixar uma mensagem de transformação livre no que queremos, mensagem de lugares imaginários que podem ser verdadeiros sempre que quisermos e acima de tudo, isso tudo, sempre com amor”

Link do vídeo

Manifesto Sonoro #22

Leo Middea – Gente (2023) (álbum)

Leo Middea – Gente (2023) (álbum)


“Gente” é o quinto disco de Leo Middea e será lançado através da editora francesa Pineapple French Pop. Este é o primeiro trabalho de Leo Middea a ter uma edição física, e com distribuição digital pela Altafonte Brasil. O novo disco foi gravado em várias cidades europeias e conta com a produção de Breno Viricimo, com a participação da cantora brasileira a residir em Portugal Mallu Magalhães em “Borboleta Efeito”, single que foi lançado em Março. “Gente” inclui também as participações da cantora Curandeira e do trompetista Béesau no tema “Balanço de Amor”, bem como de vários instrumentistas talentosos.


Em Julho o músico continua a digressão pelo país: no dia 5 de Julho atua em Mondim de Basto, no Favo das Artes; dia 6 vai estar no Porto, no Maus Hábitos; dia 7 atua em Coimbra, no Largo do Poço; dia 15 de Julho em Almada; dia 28 atua novamente em Lisboa; dia 29 atua em Grândola; no dia 14 de Agosto será a vez do Barreiro; em Setembro estará de regresso, desta vez no dia 9 no Funchal e depois dia 19 de Outubro atuará novamente no Porto.
 
No último ano, Leo Middea tem-se apresentado um pouco por todo o lado: Portugal, Brasil, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Espanha ou Cabo Verde. O músico tem viajado pelo mundo acompanhado pela sua guitarra e as suas músicas doces e orelhudas – como Lisbon Lisbon ou Freguesia de Arroios, são campeãs de streamings nas diversas plataformas digitais.  Atualmente, vive entre Lisboa, cidade onde gravou os seus discos anteriores: “Vicentina” e “Beleza Isolar” (2020) e Barcelona. Quem o vê em cima do palco é surpreendido pela energia e presença incessante do começo ao fim, ora em formato solo ora acompanhado com a sua banda.


“Sejam todos muito bem-vindos! Esse é o início do disco, mas se você está ouvindo no aleatório pode ser o final ou então se é uma playlist a próxima música pode ser “Give Me The Night” ao invés de “Borboleta Efeito”. Bom, esse disco é produzido por Breno Viricimo e pensamos com carinho em cada faixa misturando sentimentos de amor, alegria, perda, raiva, dor, esperança, contemplação, ou seja, um quadro de vida nos ouvidos atentos. Hoje é dia 22 de abril de 2023, mas pode ser 08 de junho de 2038, se você estiver escutando no dia 08 de junho de 2038. Viva o tempo e vida longa a esse disco, bom proveito e ouça sem moderação.” – Tema “Que Sorte” de Leo Middea.


“É impossível não o eleger já como um dos futuros grandes músicos da MPB”
Comunidade Cultura e Arte


Ficha Técnica:
Letras e músicas:
Leo Middea
Participações especiais:
Mallu Magalhães em “Borboleta Efeito”
Curandeira e Béesau em “Balanço de Amor”
Bateria: 
Udo Demandt em “Que Sorte”
Niek de Bruijn em “Borboleta Efeito” e “Meus Cachos”
Bruno Werner em “Acabou”
Guitarra elétrica: 
Breno Viricimo com exceção de
“Esse Jazz Tocar” por Jean-Jacques Rojer e 
“Meus Cachos” por Daniel de Moraes
Synth e baixo:
Breno Viricimo
Backing vocals:
Margaux Rodrigues, Noémie Eisenberg and LEAH em
 “Carnaval Breve – Ato 1 “ , “Que Sorte” , “Esse Jazz Tocar” , “Balanço de Amor” e “Acabou”
Gabriella Lima em “Borboleta Efeito”
Bárbara Rodrix, Fernanda Lira, Vanessa Spencer, Tais Reganelli , Nat Sant´Anna em “Olimpo ou Razão”
Bárbara Rodrix, Eloiza Montanha, Rita Paiva, Bérénisse Lucas, Jhon Douglas, Felipe Maciel, Bernardo Peixoto, Tomaz Lenz, Rodolfo Rodrigues em “Se Eu Disser Que Quero um Beijo”
Breno Viricimo e Leo Middea em “Carnaval Breve – Ato 2”
Breno Viricimo, Leo Middea and Bernardo Peixoto em “Sifude My Brother” 
Nanná Millano em “Meus Cachos”
Flauta
Lucas Figueiredo Santana em “Que Sorte”
LEAH em “Esse Jazz Tocar”
Sopro:
Lucas Figueiredo Santana
Cordas:
Sietse van Gorkom em “Acabou”
Percussão:
Steven Brezet em “Que Sorte” e “Borboleta Efeito”
Kabé Pinheiro em “Se Eu Disser Que Quero um Beijo”
Guitarra acústica:
Breno Viricimo
Trompete:
Béesau
Produção musical: Breno Viricimo
Mixagem: Mayam Rodilhano 
Masterização: Pierre De Wagter

African Roots #7

Sophia – Peito Aberto (2023) (single)

Sophia – Peito Aberto (2023) (single)


SOPHIA LANÇA SINGLE DE ESTREIA ‘PEITO ABERTO’


SOPHIA acaba de editar o single de estreia ‘Peito Aberto’. Com letra e música da sua autoria, a artista “chora e deseja, resiste e cede no frémito de uma paixão passada”, acrescentando que canta “um sintoma melancólico sobre alguém que me prejudicou, mas que se torna inesgotável no estímulo da minha criatividade”, neste que é o seu primeiro tema original.
‘Peito Aberto’ é acompanhado por um videoclipe realizado e produzido pela NOTPRO STUDIOS, no qual a cantora e atriz se apresenta com uma performance intensa e cativante. O tema antecipa o lançamento de “MELANCHOLIA”, o EP de estreia de SOPHIA, assumindo “a melancolia como uma experiência de interioridade necessária para cada conflito passado, presente e futuro”, um processo catártico de aceitação em que “a melancolia quotidiana nos torna mais conscientes de nós próprios na relação com o mundo”.


Os temas de SOPHIA surgem como provas de que os “assuntos que mais nos paralisam podem ser aqueles que mais nos libertam”, revela a artista, que considera que este trabalho de originais “é uma nova fase da minha vida que vem apenas com a consciência de que podemos ser tudo aquilo que quisermos. O EP é um rasgo que convoca vários universos sonoros e estéticas que me agradam e que todos juntos me representam”.
Em colaboração com o produtor FOQUE, o EP marca uma nova era da expressividade artística de SOPHIA, numa fusão entre a música tradicional, eletrónica e a componente coral, ligada à sua formação em música clássica. “MELANCHOLIA”, o primeiro trabalho de originais da cantora tem edição prevista para o final de 2023.


SOBRE SOPHIA
Nome artístico de Sofia Santos Silva, SOPHIA tem feito um caminho cimentado nas artes performativas. Nasceu no Porto, iniciando o percurso académico no Conservatório de Música da Invicta em Flauta Transversal e Canto Lírico e formando-se em Teatro pela Academia Contemporânea do Espectáculo e Escola Superior de Teatro e Cinema. 


O percurso profissional destaca-se pelo trabalho autoral na área do teatro, tendo vencido recentemente a 4º edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, com o projeto “Another Rose”, iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Viriato e O Espaço do Tempo. Paralelamente, integra vários espetáculos como atriz, colaborando com diferentes artistas em Teatro e Teatro Musical, como n’ “A Nova Cinderela no Gelo”, com Carolina Deslandes, e no recente “Feiticeiro de Oz no Gelo”, ao lado de Miguel Cristovinho da banda D.A.M.A  e Rita Redshoes.


SOPHIA é o seu alter-ego musical, uma extensão do trabalho artístico através da música que sempre esteve presente ao longo da sua carreira. O processo de criação de “MELANCHOLHIA”, o EP de estreia, teve início após um projeto teatral intenso que a conduziu a uma pausa. Durante esse período começou a escrever música, colocando-a na linha da frente e, assim, descobriu e construiu uma nova versão de si própria.