“Assim, Sem Fim” marcou o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.
Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.
A banda lançou o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.
O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal foi lançado no dia 26 de Maio.
Passado um ano desde a oficialização do projeto como trio, os Mary’s Bean revelam ao público o seu primeiro tema, centrado nas suas influências grunge, punk e prog.
Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o projeto leiriense composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista), acabam de editar o seu single de estreia, “Via Town”, faixa que reflete sobre uma relação de amor e ódio: “Numa relação aberta, as coisas são bastante quentes e, como sabemos, ao início tudo nos leva ao êxtase, mas em demasia pode tornar-se tóxico e, mesmo assim, somos levados pelo prazer”, sublinham os membros da banda, realçando também um dos versos da música; “Baby, I don’t know if there is another via for town”, como uma ode aos remorsos do autor por ter caído em tentação.
“Via Town” foi gravada e captada por 2495 Dois Quatro Nove Cinco, misturada e masterizada por Guilherme Salvador e está disponível nas plataformas digitais a partir do dia 2 de junho.
Créditos do Tema
Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra Hugo Santos: Baixo Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals Helio Major: Backing Vocals
Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco Mix/Master: Guilherme Salvador
African Roots #6
Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single)
Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single) ID
FILIPE KEIL mostra novo EP e procura abrir o debate homem vs. inteligência artificial
O cantor e compositor Filipe Keil lança hoje (19 de Maio), o seu mais recente trabalho discográfico: o EP “Artificial”.
Este novo projeto, composto por quatro faixas, aborda um tema actual e de grande relevância: a Inteligência Artificial (IA) e o seu controlo sobre as nossas vidas.
Com um som eletrónico e envolvente, “Artificial” pretende abrir o debate sobre a manipulação da IA e o seu papel na sociedade moderna. As letras das músicas exploram temas como a privacidade, a ética na utilização da tecnologia e a dependência do digital. Com “Artificial”, Filipe Keil convida-nos a refletir sobre a velocidade em que consumimos informação e sobre a falta de espaço para a emoção e criação. Trata-se de um manifesto sarcástico que fala sobre o universo digital em que vivemos. Uma disputa entre o homem e a IA.
O trabalho sonoro assenta no universo eletrónico, misturando diferentes influências musicais, onde se incluem nomes como Björk, David Bowie, Grace Jones, NIN, Arca, M.I.A e Noga Erez.
As quatro faixas que compõem o EP “Artificial” são: “Código de Verificação”, “Original”, “Sem Ligação” e “Artificial”. Todas elas foram escritas, compostas e produzidas por Filipe Keil. A produção teve a parceria do músico Gustavo Almeida e foi misturado nos estúdios Arda Records.
João Pires – Arraial Renovar A Mouraria 2023 #7
Prazeres Interrompidos #163: Never Let Me Go – Kazuo Ishiguro (2005)
Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)
Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)
Francisca Borges apresenta novo single “Ocupada”.
Francisca Borges lança o seu mais novo single “Ocupada”, passado dois anos do lançamento de “Tentas”.
A nova música flutua entre os géneros Pop e Garage, revelando uma mudança de estilo na cantora. Em “Ocupada”, a artista retrata a satisfação de observar alguém, por quem esperou tanto tempo arrepender-se, quando finalmente decidiu deixar para trás a relação. Francisca conduz-nos, por todo o processo de deixar um relacionamento tóxico, numa animada música de verão.
A música foi produzida por Tomás Costa (@tommasmusic). Gravada, masterizada e mixada por Prisma Rec. (prisma.rec). É acompanhada por um videoclipe produzido por Duarte Lapa e Artwork produzido pela GoodView Project.
A artista pode ser acompanhada através do seu Instagram (@_franciscaborges), Youtube (@FranciscaBorgesMusic), TikTok (@francisca.borges) e em todas as plataformas de streaming.
Coffee Breakz #30 — This World Couldn’t See Us
Diogo Picão – Arraial Renovar A Mouraria 2023 #6
Paulo Praça – O Baloiço (2023) (single)
Paulo Praça – O Baloiço (2023) (single)
PAULO PRAÇA LANÇA SINGLE COM A PARTICIPAÇÃO DE SÓNIA TAVARES
O cantautor e multi-instrumentista Paulo Praça regressa com um novo single, “Baloiço”, que conta com a participação de Sónia Tavares dos The Gift.
A letra de Baloiço é assinada em parceria por Paulo Praça e Gisela João, sendo a música e produção de Paulo Praça e Eurico Amorim. O tema foi misturado por João Bessa e masterizado por Mário Barreiros.
Filmado numa praia de Vila do Conde, terra natal de Paulo Praça, o videoclipe foi realizado por João Rei Lima, com coreografia de Ju Vasques e a participação de Maria Tomé Vasques. O videoclipe foi produzido pela produtora audiovisual Jworks.pt.
“Um baloiço levou-me à calma/ Um baloiço embala-me a alma/ Que tanto me apaixona em sonhos/ É o baloiço da vida que leva e traz”, diz a canção, que ao apresentar a vida como um baloiço, pretende ser, segundo o cantor, “um elogio à vida”.
O tema faz parte de um novo projeto do músico que será lançado este ano e vai surpreender o público.
BIOGRAFIA
Paulo Praça, cantautor, compositor, multi-instrumentista e produtor tem colaborado com grupos e artistas como 3 Tristes Tigres, GNR, Pedro Abrunhosa e The Gift. Foi fundador dos grupos TurboJunkie, Grace e Plaza.
A solo editou 4 álbuns: “Disco de Cabeceira”, “Dobro dos Sentidos”, “Um Lugar Pra Ficar” e “Onde. A maioria dos poemas das suas canções são da autoria de Valter Hugo Mãe.
Protagonista do projecto “Amália Hoje”, que vendeu mais de 100,000 cds.
Gravou mais de 20 álbuns em todos os projectos que integrou. Atuou em todos os continentes, tendo passado por países como Austrália, Canadá, EUA, Rússia, China, Brasil, Macau, Marrocos, Espanha, França, Itália, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Holanda entre outros e actuado em locais míticos como Central Park em Nova Iorque, ou Olympia em Paris.
Foi nomeado 3 vezes para os Globos de Ouro tendo vencido em 2010 o Globo de Ouro na categoria de “Melhor Canção” com os Amália Hoje.
Partilhou o palco com artistas como Stevie Wonder, Elton John, Bruce Springsteen, The Cure, Radiohead, Arcade Fire entre outros em Festivais de Verão.
Já trabalhou com alguns dos maiores produtores mundiais, como Ken Nelson (Coldplay, Gomez, Kings of Convenience), e mais recentemente com Brian Eno (David Bowie, Talking Heads, U2,etc.) numa aventura que durou quase 2 anos.
DISCOGRAFIA:
2020 – “Onde”
2019 – “Um Lugar Pra’ Ficar
2010 – “Dobro dos Sentidos”
2007 – “Disco de Cabeceira”
Radio Is A Foreign Country #3 – Stranger Things (014)
Radio Is A Foreign Country 14 – Stranger Things
Stranger Things (RIAFC 0014)
A sago beetle mouth harp from 1960s Papua New Guinea; beautiful night recordings from the forests of old Borneo ca. 1950s; a rare pareret orchestra from Bali; vintage Thai shadow music & Malaysian pop; amazing recordings made off the radio in India; a stunning field recording of what the Amazon, Gran Chaco & Patanal sounded like in the 1950s; and some great psychedelic chicha from Peru.
PLAYLIST
– “Live Beetle Jew’s Harp,” Mahisu. Recorded by Robert MacLennan [Papua New Guinea, 1963]
– “Joueur de Sampey.” Recorded by Guy Piazzini [Borneo, ca. 1956-1957] – “Joueuses de Lotong” [Borneo, ca. 1956-1957]. Recorded by Guy Piazzini.
– “Kapeng Dateng” [Borneo 1953-1954]. Recorded by Pierre Ivanoff.
– “Pinakang” [Borneo, ca. 1970s]. Recorded by Guy Saint-Clair.
– “Sewagati (Bersama),” Suling Pereret [Indonesia, Year Unknown]
– “Jew’s Harp (Juring Rangguin) of the Temiar” Recorded by Hans Oesch [Malaysia, 1963)
– “Pone Tala Pone,” P.M. 7/Jupiter [Thailand, year unknown]