Os Terra Livre estão de volta com o single What An Illusion, em antevisão do próximo album – Light Farmer
O Single estreia no dia 12 de Maio de 2023.
“What An Illusion” é uma fusão entre o reggae, o rock psicadélico e o folklore, num equilíbrio perfeito entre o roots Jamaicano dos 70’s e o dancehall moderno, com a candura do quarteto vocal, característico da banda, e da flauta transversal que voa entre os versos. Um hino ao valor intrínseco de todos os seres vivos, que está acima de qualquer valor económico.
“Que ilusão! Quando uma árvore é mais valiosa deitada abaixo…”
O video, realizado por Isabella Glock, foi filmado num forte abandonado onde a arte e a natureza tomaram conta e prevaleceram, transformando o que uma vez foi o símbolo de belicismo num sitio de criação e esperança, dando ainda mais ênfase á mensagem da canção.
O single é a primeira amostra do próximo album, Light Farmer, editado pela label francesa Cantos / Frochot Music, a estrear no Outono deste ano. A canção foi escrita por Gonçalo Sarmento, gravada nos estúdios Terra Livre e TooLateMan e a arte visual que a acompanha foi elaborada pela artista espanhola SuSana Tierra.
Prazeres Interrompidos #155: The Peanuts Papers – Andrew Blauner (2019)
Inês Apenas – Shinfrim (2023) (single)
Inês Apenas – Shinfrim (2023) (single) ID
Depois de ‘Tensa’, a cantautora e pianista INÊS APENAS lança ‘Shhinfrim’, o novo tema do próximo EP de originais, “Leve(mente)”. A faixa marca o reencontro entre a artista e o produtor NED FLANGER, depois de terem criado o tema ‘Batata Frita’ com Tom Maciel, que faz parte do “Vol. 1” do coletivo AVALANCHE e integrou o top semanal da Antena 3, no verão de 2022.
“Esta é a música que abre o EP e marca o tom de liberdade, um adeus aos velhos hábitos e empoderamento pessoal que quero passar com estes novos temas. A ‘Shhinfrim’ fala de um amor que já acabou mas que deixou restos no prato. Canto essa mudança necessária, a pé juntos, e com a atitude de quem não tem receios de seguir em frente”, declara INÊS APENAS.
O tema faz parte de “Leve(mente)”, o segundo EP da artista que acrescenta às composições uma forte componente imagética, através de visualizers para cada uma das novas músicas. Com lançamento agendado para 5 de maio, o novo trabalho de originais reúne seis canções, incluindo ‘Fim do Mundo’, o tema finalista do Festival da Canção, ‘Tensa’ com a participação de Malva e a faixa-título ‘Leve(mente)’ em colaboração com LEFT., que será lançada na próxima quarta-feira (03/05).
O concerto de apresentação do EP “Leve(mente)” de INÊS APENAS está marcado para 13 de maio, no espaço Musicbox (Lisboa), com banda e convidados especiais.
Coffee Breakz #26 — Sounds of the Universe
Mutu – A Seita (2023) (single)
Mutu – A Seita (2023) (single) ID
“A Seita”, terceiro single dos mutu presente no álbum de lançamento da banda, centra-se numa das mais ancestrais ferramentas de controlo populacional: as seitas. De um ponto de vista histórico, o exemplo mais vincado reside nas ordens religiosas, que utilizam figuras de poder superior como veículo para a implementação de regras sociais, controlo comportamental e exercício de poder em massa.
Nos dias de hoje, as seitas assumem uma figura bem mais camuflada. Numa sociedade onde a idolatração, a regra e o bem parecer imperam, os grupos de poder servem-se disso mesmo para exercer o seu controlo de forma subtil e eficaz.
Num constante assédio para seguir o “bom exemplo”, caso optemos pela diferença somos confrontados imediatamente pela crítica, o julgamento e a imposição do medo! Um claro exemplo disto está no atrito que os artistas enfrentam quando tentam evitar serem arrastados para o caudal da profissão convencional, facto este retratado no videoclipe do tema, produzido pela DOC Narrativa e realizado pela Juliana Ramalho.
“A Seita” pretende ser um estímulo à análise minuciosa das formas de poder que nos rodeiam e do seu impacto individual e social, mas também um grito de resistência à pressão por elas aplicadas.
A Morte do Artista vai ser editado no dia 28 de Abril.
BIOGRAFIA mutu
Os mutu são um projeto bracarense, com início em 2020, que consolida num só registo influências que vão desde a música electrónica à tradicional. Com uma abordagem moderna, procuram sensibilizar o público a refletir, através da arte, sobre o meio que o rodeia.
Conta com a participação de músicos oriundos de várias influências musicais: Diogo Martins na voz, Pedro Fernandes nos sintetizadores e guitarra, Nuno Gonçalves nos teclados e João Costeira na bateria.
Diogo Martins iniciou-se na música pela guitarra clássica e em 2009 fundou os Nó(s), um dueto acústico de originais em Português. Esteve envolvido nos grupos de percussão tradicional da Universidade do Minho e em 2010 fundou a Cabra Çega, banda dedicada à música de raíz tradicional que editou um álbum em 2012.
João Costeira, músico desde 2013, iniciou a sua formação em bateria em 2015 na Escola de Jazz do Porto. Projetos: Os Canto Esquina, GrandFather’s House, MÁLÁLÁ, Dead Men Talking, Palas. Discografia: EPs À Sorte 2014, Dente de Leão 2018 e Causa Perdida 2019; LPs Slow Move 2016, Diving 2017, Places Without Answers 2018.
Nuno Gonçalves, em atividade desde os 16 anos, estuda piano desde os 12 anos, tem os diplomas de 6º Grau de Piano Clássico e o 5º Grau de Piano Jazz pela ABRSM. Começou com o projeto Os Canto-Esquina que chegou ao fim. Integrou em 2017 o projeto GrandFather’s House. Neste momento conta com 2 discos editados.
Pedro Fernandes, músico com atividade desde os 15 anos. Projectos: Okultos (2002 a 2005) e EGGBOX (2005 a 2016). Instrumentos: Teclado, sintetizadores e guitarra. Trabalho discográfico: EP Contrariedades ambientais 2007, EP Blocked 2012, Colectânea À sombra de DEUS 2012, LP LALEIA 2015.
Gonçalo Mendonça – Festival Manouche (entrevista 03-05-23)
Gonçalo Mendonça – Festival Manouche (entrevista 03:05:23) FESTIVAL DE JAZZ MANOUCHE REGRESSA A ALMADA 18 A 21 DE MAIO NO CINE INCRÍVEL – ALMA DANADA
O Festival de Jazz Manouche regressa este ano depois do sucesso da primeira edição em 2022. O Cine Incrível – Alma Danada vai acolher cinco concertos, entre os dias 18 e 21 de Maio. O ciclo arranca, no dia 18, com Miss Manouche. No dia dia seguinte, 19, será a vez de atuar o duo de guitarras Mano a Mano, de André e Bruno Santos; segue-se depois a atuação de Tchavolo Schmitt. No dia 20 atuam Daniel John Martin & Romane. E o ciclo encerra, no dia 21, com Manouche Station e Dança Blues & Swing Lisboa.
O Jazz Manouche surge como expressão musical com o guitarrista cigano de etnia Manouche Django Reinhardt e do Quinteto do Hot Clube de França. Este quinteto manteve a sua actividade entre os anos 30 e 50 na Europa tendo como estética formal o Swing mas com a apropriação cigana sobre a influência de Django. A formação deste quinteto era particular por ser composto somente por instrumentos de cordas (três guitarras, violino e contrabaixo) e porque a improvisação de Stéphane Grapelli e Django Reinhardt era altamente criativa e enérgica.
O Jazz Manouche tem-se propagado e estabelecido em vários continentes, nomeadamente na Europa Central, com incidência em França, e nas Américas do Norte e do Sul bem como em alguns países na Ásia, tendo sempre como designação Hot Club, necessariamente associado ao Swing, hoje celebrado em todo o mundo.
No dia 18 de Maio a abertura do Festival, às 21h, está a cargo de um dos grupos portugueses mais prestigiados e com mais anos de actividade em Portugal a tocar este estilo de jazz, Miss Manouche. O ritmo swing dos anos 20/30, a paixão fogosa do jazz cigano e da incontornável figura de Django Reinhardt são o cartão de visita do quarteto Miss Manouche.
No dia 19, às 21h, é a vez dos Mano a Mano: os irmãos André e Bruno Santos, são dois dos guitarristas mais ativos do panorama nacional, com vários discos editados em nome próprio e participação em projetos variados (Maria João, Carlos Bica, Rita Redshoes, Salvador Sobral, entre outros).
Ainda no dia 19 de Maio, às 22h, sobe ao palco do Cine Incrível, Charles “Tchavolo” Schmitt, uma lenda do jazz manouche. Ouvir Tchavolo é vaguear pelos becos do Mercado de Chope des Puces em Saint-Ouen, viajar até a Alsácia e conhecer a tradição por detrás desta história ou viajar no tempo até Paris dos anos 50 e parar nos pequenos cafés da Porte de Montreuil ou no mítico Chope des Puces em Saint-Ouen.
No dia 20 às 21h será a vez de Daniel John Martin & Romane. Romane é uma referência incontornável e um sábio conhecedor do jazz francês na tradição de Django Reinhardt. Faz parte de um grupo de guitarristas contemporâneos que tornaram o gypsy jazz mundialmente conhecido. Daniel John Martin é um intérprete único, carismático e um dos mais talentosos e requisitados violinistas da sua geração. Nascido no Reino Unido, passou a sua infância em África e estudou violino nos conservatórios parisienses onde o jazz se tornou o seu primeiro amor. O violino de Daniel juntou-se a grandes guitarristas ciganos mundiais como Boulou Ferré, Angelo Debarre e Romane, entre muitos outros.
O Festival termina no dia 21 de Maio com Manouche Station e a Escola de Dança Blues & Swing Lisboa, às 17h. Formado em 2015 por João Novais, Estação Manouche torna-se paragem obrigatória para descobrir os eternos temas do repertório do Jazz Europeu. A Estação Manouche reproduz a sonoridade contagiante dos anos 20 e 30, prestando homenagem aos lendários músicos do Hot Club de France, Django Reinhardt e Stephane Grappelli, retratando o espírito boémio, de glamour e diversão que acompanham este estilo musical.
A acompanhar este concerto estarão os notáveis dançarinos da escola de dança Blues&Swing Lisboa. Às 16h haverá uma aula de dança aberta a todo o público que queira participar.
Os bilhetes podem ser adquiridos em Seetickets ou no local do espetáculo. Mais informação em http://www.festivaljazzmanouchealmada.pt/
Tayob J – O Meu Para Sempre (com Heber Marques E AMAURA) (2023) (single)
Tayob J – O Meu Para Sempre (com Heber Marques E AMAURA) (2023) (single)
Amaura, Héber Marques e Tayob J. juntos em “O Meu para Sempre” Single de avanço do álbum “A Beleza do Erro”, primeiro LP autoral do produtor musical do Noiz Estúdio, é lançado no mercado discográfico a 21 de abril, com o selo da Warner Music Portugal.
Amaura, que muitos já veem como a princesa no neo soul português, e Héber Marques, o vocalista dos HMB e um dos valores seguros do r&b e funk “made in” Portugal, emprestam as vozes ao single de arranque da estreia de Tayob J. nos álbuns autorais, em nome próprio e sob o título “A Beleza do Erro”.
“O Meu para Sempre”, o primeiro tema de avanço do longa duração, com finalização prevista mais para o final do ano, é lançado no mercado discográfico já no próximo dia 21 de abril.
“O tema fala sobre uma relação com muitos altos e baixos, talvez mais baixos do que altos, mas em que ambos têm a certeza de que a união será para sempre. A música é uma representação clara do conceito d’A Beleza do Erro, e abraça as imperfeições, nossas e as de com quem estamos, com a certeza de que o dia de amanhã chegará melhor. E que estaremos cá para vivê-lo”, revela Tayob J., que, ao leme do Noiz Estúdio, tem trabalhado nas novas sonoridades da cena musical portuguesa. Ao lado de nomes como Chullage, Wet Bed Gang, Dino d’Santiago, Virgul, Domingues, Murta, X-Tense NBC, Sir Scratch, Puro L, Soraia Tavares, Domi e tantos outros.
“Em ‘O Meu Para Sempre’ contei com o meu companheiro de vários anos, Nuno Melo, nas guitarras. O arranjo de sopros foi feito pelo Miles Bonny (de New Jersey, EUA), um cantor, produtor e trompetista de quem sou fã há muitos anos e com quem queria colaborar há algum tempo. A Maria João – uma violinista incrível, dotada também de uma paciência infindável para lidar com todas as minhas ideias – mostra a sua arte no violino. A letra foi escrita pela Amaura e pelo Héber, que desenvolveu também alguns detalhes adicionais na guitarra e de produção”, explica Tayob J.
“A Beleza do Erro será o meu primeiro disco e tento ser o mais fiel possível à minha identidade musical, que vem do rap e do neo soul. Haverá temas onde essas sonoridades serão evidentes, e outros em que marcarão presença de forma mais subtil. No LP, em algumas músicas, procuro conciliar este universo com uma linguagem mais pop e abrangente e, também, com momentos mais concetuais e com um “sound design mais presente’’, sublinha o “maestro” do Noiz Estúdio. Filho de mãe brasileira de ascendência polaca e pai moçambicano de origem indiana, Tayob Juskow nasceu na capital portuguesa, mas funde as suas (mundi)vivências iminentemente urbanas – que não só lisboetas – numa direção e produção musicais conscientes do seu ADN multicultural. “A música brasileira que a minha mãe ouvia para sentir um pouco de ‘casa’, ou a música indiana que o meu pai escutava nos domingos de manhã, para regressar às origens, tiveram um impacto gigante na construção do meu universo musical”, lembra. A própria busca das motivações para as palavras e o conceito que fizeram clique neste primeiro álbum é explicada com uma desafogada humildade. É que Tayob J. vê-se como a “anomalia” de uma família de comerciantes que simplesmente seguiu um caminho bem diferente, para criar as oportunidades que lhe permitiram fazer “algo de belo e artístico” na vida. Com as incertezas e os imprevistos próprios dos percursos que incessantemente abrem trilhos por entre uma floresta de tentativas.
Foi ess’A Beleza do Erro, que, mais do que facultar trabalho nas produções de uma grande variedade de músicos, de diferentes estilos, permitiu estender agora o desafio a uma dúzia de intérpretes conhecidos do grande público. Para, “através de cada take, conhecermos as múltiplas perspetivas sobre o conceito”.
Bruno PC – Acorda (2023) (single)
Bruno PC – Acorda (2023) (single) Bruno PC, cantor e compositor português, lança o seu aguardado single de estreia intitulado “Acorda”, uma música que aborda a questão da saúde mental de uma forma tocante e profunda. Chegou no dia 12 de abril a todas as plataformas digitais. “Acorda” é uma música autobiográfica que reflete as próprias experiências do artista com a saúde mental, abordando a importância da tomada de consciência da situação. Toca na essência de muitas questões que afetam a sociedade atual, com especial foco na comunidade jovem. A mensagem central é de esperança e de força para aqueles que lutam contra problemas de saúde mental, incentivando-os a procurar ajuda e apoio quando precisarem. Bruno PC refere que “mais do que nunca, é necessário estarmos atentos aos desafios diários que enfrentamos na nossa vida e à forma como podem impactar a nossa saúde mental. É preciso cuidarmos dela, mas precisamos de estar atentos a nós e a quem está próximo de nós. Viver em piloto automático, foi o que fiz durante muito tempo e não correu bem”. Através da sua partilha, mostra que é necessário cada um de nós “acordar” para a situação e que é importante continuar a sensibilizar e normalizar a discussão sobre o assunto. O artista tem vindo a trabalhar neste projeto com dedicação e empenho. Está entusiasmado para finalmente partilhar com o público esta música com um significado tão especial e com potencial para criar um impacto positivo na sociedade. “Escrevi e compus este tema há cerca de um ano e meio. Desde então, foram muitos meses de pesquisa e preparação para encontrar a melhor forma de passar a mensagem que queria. Vivemos numa altura em que, se queremos defender uma causa ou marcar uma posição, não podemos limitarmo-nos a olhar apenas pelo nosso prisma. Temos de ter todas as perspetivas em consideração e, mesmo assim, vai sempre faltar alguma coisa. Mas, o mais importante, é deixar claro a nossa intenção e demonstrá-la com amor e respeito, por nós e pelas outras pessoas”. Este lançamento é um marco importante na carreira de Bruno PC e uma conquista pessoal significativa. “Mais do que uma música, é um manifesto de esperança e uma chamada de atenção. Quero contribuir para quebrar o estigma em torno da saúde mental e promover a conversa sobre este tema crucial.” Esclarece, ainda, que “não quer dizer que é uma situação facilmente ultrapassável, porque não é. Cada caso é um caso e o acompanhamento profissional é fundamental para um diagnóstico correto e para um aconselhamento adequado. Ainda hoje faço terapia e continuo a trabalhar pela minha saúde mental. Mas, certamente, não estaria onde estou se não tivesse tomado consciência da situação e procurado ajuda. E esse é o ponto, perceber quando não estamos bem e falar sobre isso, sem receios.” Este é o primeiro de muitos projetos musicais que o artista irá lançar, com mensagens relevantes sobre relacionamentos, emoções e experiências pessoais.
Cultoras #6 – Erika Ramos Oróstica
African Roots #1
Manifesto Sonoro #19
Cave Story – Wide Wall Tree Tall (2023) (álbum)
Cave Story – Wide Wall Tree Tall (2023) (álbum)
“Wide Wall, Tree Tall” bem poderia ser a caracterização da envergadura da parede sonora que unifica os ramos post punk e art rock que sustentam a música dos Cave Story. E no fundo é, já que é o título dado ao conjunto das novas canções que compõem o disco, o terceiro, que a banda das Caldas da Rainha editou no dia 31 de Março de 2023.
Ao longo dos 11 temas que o compõem, são muitos os playgrounds sonoros explorados por Gonçalo Formiga, José Sousa, Bia Diniz e Ricardo Mendes que, em 30 minutos, reafirmam assim o seu amplo expectro de referências. Baladas introspectivas, sintetizadores quentes e peganhentos, batidas mais ou menos assertivas que não deixam de nos puxar, em momentos, para o mosh pit, guitarras que nos levam em viagens instrumentais constantes. E as letras, o fio condutor que celebra todo o manancial elegantemente artsy de uma banda que, ao terceiro disco, tem ainda tudo para crescer.
Para marcar o lançamento de “Wide Wall, Tree Tall”, a data de apresentação, ao vivo, está marcada para 18 de Maio, em Lisboa, no B.leza Clube.
Depois de “West” (2016), “Punk Academics” (2018) e dos EPs “Spider Tracks” (2015) e “The Town” (2021), o novo “Wide Wall, Tree Tall” surge como um tratado de afirmação da identidade estética e geográfica dos Cave Story, assim como uma celebração dos modos de fazer, da paixão e curiosidade da banda.