Matilde Fachada edita “Senso de Vida” . MIC – Música Independente de Coimbra de 2022
Matilde Fachada edita “Senso de Vida” No passado dia 23 de Março, Matilde Fachada editou Senso de Vida, tema produzido no âmbito do projeto MIC | Música Independente de Coimbra. Senso de Vida fala-nos de uma felicidade imensa que nos leva a dançar e a cantar, perto de um sentimento de euforia, que segundo a autora “devíamos procurar todos os dias da nossa vida”. É uma música simples, só tem voz, acompanhada à guitarra. O projecto MIC | Música Independente de Coimbra, da produtora Blue House, pretende descobrir novos talentos da região de Coimbra. A iniciativa procura apoiar a criação e a promoção da música emergente, ao incentivar a profissionalização dos artistas selecionados. Os projetos escolhidos integram a programação do ‘Café Curto’, um ciclo de concertos que acontece todas as terças-feiras, no Café Concerto do Convento São Francisco. Para além da apresentação ao vivo, os novos artistas têm, ainda, direito a uma sessão fotográfica e a oportunidade de gravar um tema original no estúdio da Blue House e de produzir o respetivo videoclipe com a realização do fotógrafo e videógrafo Tiago Cerveira.
Café Curto & MIC | Música Independente de Coimbra O ciclo ‘Café Curto’ convida o público a sentar-se à mesa com a música, todas as terças-feiras, às 19H30, no Café Concerto Coimbra do Convento São Francisco. Esta programação tem a curadoria da Blue House e o apoio da Câmara Municipal de Coimbra. Desde outubro de 2020 até ao final de 2022, servimos mais de 70 showcases de 30 minutos, mantendo a aposta em jovens artistas e projetos emergentes, providenciando-lhes um espaço onde podem mostrar o seu trabalho à cidade. Na última sessão de cada mês, o ‘Café Duplo’ proporciona um espetáculo de 60 minutos, fruto de um processo de sinergias e cocriação, em que dois artistas, — um local e um nacional — apresentam os seus temas separadamente, mas juntando-se em palco para duas músicas conjuntas, desenvolvidas em residência prévia, no estúdio da Blue House.
O ‘Café Curto’ integra, ainda, uma vertente de formação artística e profissional, com a convocatória ‘MIC | Música Independente de Coimbra’, em que os/as artistas selecionados/as têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho no Café-Concerto do Convento São Francisco.
Quem é Matilde Fachada? Matilde Fachada tem apenas 21 anos e assume que não é música, nem cantora, e que pouco percebe de música. No entanto, tem por hábito (e prazer) pisar o palco enquanto atriz e, atrás das cortinas, criar som e canções para os espetáculos onde participa. No teatro, costuma dizer as palavras de outras pessoas e, agora, propõe-se a cantar as suas, resultado de um processo experimental em que tenta juntar e brincar com as duas formas de arte que se entrecruzam na sua vida.
Dj Shalaby #10 – Dj Set Radio Olisipo (14-04-23)
Afeganistão – Ustad Fazel Sapand #2 (18/04/23)
Afeganistão – Ustad Fazel Sapand #2 (18/04/23)
Fazel veio para o estúdio da Rádio Olisipo para contar um pouco sobre a sua história e sobre a sua cultura. Oriundo de Herat (Afeganistão), estudou em Kabul e hoje reside em Lisboa, onde atua como músico e professor.
Durante a entrevista Fazel, mostra o Oud (instrumento árabe), explica as características do instrumento e canta algumas peças de Herat (Afeganistão)e do Irão.
Fazel está disponível para dar aulas de vários instrumentos ligados à música clássica indiana: sitar, rubab, tablas, harmonium entre outros.
Esta entrevista foi realizada no estudio da Radio Olisipo no Largo Residências, Lisboa 18/04/23.
Boa escuta!
Mema. – De Cabeça (2023) (single) ID
“De Cabeça” é o último single que antecipa o primeiro longa-duração de MEMA., “LeveEscuro”, com data de lançamento já na próxima semana, a 21 de abril de 2023.
Este single é uma canção assumidamente pop e electrónica, mas ainda assim despida de preconceitos de género musical, notórios nas suas pesadas guitarras eléctricas e apontamentos de RnB. Em “De Cabeça”, MEMA. canta (com alguma ironia) sobre o seu espírito impulsivo, ansioso, mas também destemido.
“É sobre atirarmo-nos a tudo de cabeça, cometer várias vezes o mesmo erro e mesmo assim parecer não aprender a lição.” refere a artista.
O lançamento do single é acompanhado por um videoclip realizado por Luís Água, artista que também participou de algumas das canções que fazem parte de “LeveEscuro”.
Contos Da Trafaria #5 – Nero e o Estúdio Pipa De Vinho Records
Henrique – Down Again (2023) (álbum)
Biografia do Henrique:
Henrique é um artista pop independente com o sonho de alcançar sucesso internacional. Natural do distrito de Coimbra, desde pequeno explorou as mais diversas áreas artísticas como forma de expressão, tanto nas artes plásticas como nas artes performativas. Consciente de que a escrita é a sua melhor ferramenta para comunicar e compreender as suas emoções, começou a compor e produzir temas originais que tem vindo a lançar nas plataformas digitais. Além de cantor e compositor, é ator e bailarino, com formação em teatro musical. Um dos seus grandes objetivos é poder representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.
Coffee Breakz #23 — A Cantiga Is The Weapon
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann – Wake Up (2023) (single)
Mary Ann’s new alternative/indie single “Wake Up Call” is a thought-provoking release from the rising singer/songwriter
About The Release Mary Ann is excited to announce the release of her newest alternative single, “Wake Up Call.” This powerful track showcases Mary Ann’s incredible vocals and message-heavy lyricism, laid seamlessly on top of a guitar and drum- driven production. The song delivers nostalgic rock elements while infusing a modern alternative/indie style, making it a perfect blend of old and new.
“Wake Up Call” is a song about taking responsibility for your actions and making a change for the better. Mary Ann’s lyrics are powerful and thought-provoking, encouraging listeners to take a step back and evaluate their lives. The song is an anthem for those who are ready to listen and reflect.
The production of the song provides the perfect backdrop for Mary Ann’s powerful vocals. The guitar riffs are nostalgic and reminiscent of classic rock, while the synths provide a modern and alternative feel. The production is expertly crafted, making the song a standout in the alternative genre.
The release of “Wake Up Call” is a pivotal moment for Mary Ann, as it marks a new chapter in her career. The song is a reflection of her growth as an artist and a message to her fans that she is not afraid to take risks and push boundaries. Mary Ann’s fans can expect more powerful and thought-provoking music in the future, as she continues to evolve as an artist. “Wake Up Call” will be released on February 27 on all digital streaming platforms.
About Mary Ann Mary Ann is a talented rising singer/songwriter from Porto, Portugal. Music has been in her life since a very young age. Throughout her career, she has had several bands, including the progressive-metal band Sollar. With Sollar, she released a 10-track album in 2019 and was featured on various websites, blogs, and magazines worldwide. She was also recognized as the face of Porto Hard Rock on International Women’s Day.
After completing her studies in marketing, Mary Ann decided to pursue her passion for music by studying at the music conservatory. She studied musical theater and took courses on singing and voice technique, becoming a professional singer. During the COVID pandemic, Mary Ann became a vocal teacher at the same music conservatory where she studied, and began working on solo songs with producer friend Mike More.
Mary Ann’s biggest influences include Amy Winehouse, Lana del Rey, Maria Brink, Billie Eilish, Puscifer, and Florence + the Machine. She is determined to leave her legacy and pass meaningful messages through her music.
Mary Ann’s passion for music and drive to inspire others make her an artist to watch in the alternative and indie music scene.
Jazznewblood Tapes #11
André Marques – Dreams Die And Never Come Back (2023) (álbum)
O meu último single “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK” estará presente no meu segundo álbum instrumental com o título “MYSTICAL BORDERS”, que será lançado no próximo dia 5 de Maio.
Bio: Sou um apaixonado por filmes e bandas-sonoras desde que me lembro de existir, e recentemente decidi aprender e começar a compor música instrumental, tendo já aprendido bastante e com a consciência de ter ainda muito mais para experimentar e desenvolver. No ano passado lancei o meu primeiro álbum instrumental intitulado “Nightmares”, com um ambiente mais relacionado com o tema do terror e inspirado nas sonoridades presentes em filmes desse género e de suspense.
Em 2023 irei lançar um segundo álbum “MYSTICAL BORDERS”, mais experimental e electrónico, onde exploro uma temática mais mística e ligada ao espaço/universo. O single “SINKING” foi o primeiro single, e “WE ARE ALL DUST” é o segundo single, para mostrar duas sonoridades diferentes que estarão presentes no álbum. Por fim foi lançado um terceiro e último single: “DREAMS DIE AND NEVER COME BACK”. O álbum será lançado no dia 5 de Maio e pode ser guardado aqui: https://share.amuse.io/album/andre-marques-mystical-borders
Sempre estive ligado ao cinema e formei-me em Audiovisual e Multimédia, sendo que tenho uma página dedicada ao cinema e também escrevo argumentos.
O futuro estará sempre ligado ao cinema e a tudo o que o envolve.
Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)
Dullmea – Lloc Comú (2023) (álbum)
DULLMEA APRESENTA O NOVO DISCO “LLOC COMÚ”
Dullmea apresenta o novo disco “Lloc Comú” – um trabalho apresentado em formato de instalação sonora que explora os conceitos de comunicação, diálogo, debate e consenso, instrumentos fundamentais a uma sociedade cada vez mais participativa. Cada peça foi co-composta e co-gravada por Dullmea e um músico convidado através de um esquema de pergunta-resposta virtual, resultando num objeto verdadeiramente coletivo e dialogado. Dullmea contou com os músicos convidados Ricardo Pinto, pianista do Porto, um dos mais relevantes criadores de música para teatro do país; Maria João, a voz emblemática do jazz em Portugal; Rui Rodrigues e Miquel Bernat dos Drumming, grupo de Percussão do Porto que tem sido um dos principais impulsionadores da evolução da percussão erudita em Portugal; Pedro Melo Alves, figura relevante do jazz contemporâneo e membro fundador de Omniae Ensemble, The Rite of Trio; Marcelo Rúben Aires, nome de destaque da bateria a nível nacional, membro fundador de Sullen e Rei Bruxo; Guilherme Lapa, contrabaixista e membro fundador dos coletivos Grão a Grão e Sono; Daniel Martinho, que foi Jovem Residente da Casa da Música e criador do álbum “Genealogy”; Tatiana Rosa, artista audiovisual, electrónica e flautista a residir em Amesterdão; Patrícia Lestre, voz, ukulele e arranjadora de Aquilo Que Vocês Quiserem; Frederic Cardoso, clarinetista que tem conquistado vários prémios em concursos nacionais e internacionais e dedica uma parte significante do seu trabalho à música de câmara e à música contemporânea; e o músico multi-instrumentista André Lourenço, membro fundador dos coletivos Trash Panda Collective e Pinturas Negras, a residir em Amesterdão. Ricardo Pinto foi o responsável pela mistura e masterização de “Lloc Comú”. O design gráfico é de João Pedro Fonseca (Zabra). Dullmea é um projeto que explora as infinitas possibilidades da voz e da eletrónica. Na sua discografia contam-se os discos “Keter” (2016), “Hemisphaeria” (2019) e dʊl’mjə̯. No final de 2021 lança “Orduak”, um disco que foi aclamado pela crítica nacional e internacional. Dullmea já se apresentou ao vivo nos Países Baixos, Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido. Compõe música para teatro.
“Lloc Comú” vai ser apresentado em formato de instalação sonora no Lisboa Incomum de 10 a 17 de Abril; e na Biblioteca Municipal de Felgueiras, de 13 de Maio a 3 de Junho.
Mais informação: www.dullmea.com https://dullmea.bandcamp.com/album/lloc-com