O Gajo – Não Lugar (2023) (álbum)

O Gajo – Não Lugar (2023) (álbum)

“NÃO LUGAR”:
Quando procuramos algo não paramos, mantemo-nos em movimento e o que nos define é a transição e não os lugares por onde passamos. “Não Lugar” é o nome do novo disco do GAJO e representa mais um ciclo de exploração da Viola Campaniça. O Quarto ciclo.
Desta feita, com momentos tão diversos como as colaborações com a Korá Guineense de Braima Galissá, o Sitar Indiano de Saturnia, a Viola Braguesa de Vasco Casais (OMIRI), a Viola Ressonadora Brasileira de Ricardo Vignini, o Saz Eléctrico Turco de Thomas Attar Bellier ou ainda a voz de Kátia Leonardo.
Uma viagem por 4 continentes a bordo de uma viola Campaniça aventureira.

TEXTO 1º single “Tarântula”:
A aranha Tarântula terá tido origem na cidade de Taranto, em Itália, e a sua picada inocula no ser humano uma toxina que pode provocar uma manifestação de delírio convulsivo. É Inspirada nesses movimentos rápidos que surge a dança da tarantella, característica dessa região.
A música do GAJO “Tarântula” é mexida, ritmada e assim como a picada da Tarântula, pretende provocar movimentos no corpo de quem a ouvir.

“Não Lugar” é o nome deste novo trabalho que tem data marcada para edição no dia 24 de Março de 2023.

SITE COM FOTOS, VIDEOS E OUTRAS COISAS:
https://ogajo.net/

Manifesto Sonoro #16

Paula Lovely & Foggy – Ketja Pina Mon Amour (2023) (single)

Paula Lovely & Foggy – Ketja Pina Mon Amour (2023) (single)

EN

“Ketja Pina Mon Amour”,  is a semi-serious dance on the edge of addiction, above insomnia, above boredom, in a permanently in bloom, shocking pink world. Spring sometimes catches us off guard. Often from behind. 

PT

“Ketja Pina Mon Amour” é uma dança semi-séria no limite da dependência, acima da insónia, acima do tédio, num mundo rosa chocante permanentemente em flor. A Primavera, por vezes, apanha-nos desprevenidos. Muitas vezes por trás.

O Meu Disco É Melhor Que O Teu (3a temporada) EP#5 O Gajo – Não Lugar

Mallina – Astrologia (2023) (single) ID

Mallina – Astrologia (2023) (single) ID

“Astrologia” é o novo single da Mallina, novo talento do panorama da pop emergente em Portugal e que agenda a edição do seu EP de estreia para setembro 2023.

Muito inspirada pela cultura pop atual, Mallina produziu este tema com DØR (Miguel Ferrador) e que desvenda um pouco do universo que a artista criou para o seu primeiro EP, um mundo onde se dança e se canta alto as ânsias de uma geração a crescer e a quem escapa o controlo de muitas das coisas que lhe acontecem.

“Escrevi a ASTROLOGIA como uma forma validar ‘o não te culpes por aquilo que não controlas’, quer seja em relacionamentos (no caso da música) ou outra coisa qualquer.” Afirma a cantora ao referir-se à mensagem do seu novo single.

A sonoridade da canção é propositadamente um meltingpot das influências da artista, um beat de pop latino, com melodias características da pop anglo-saxónica mas também com ideias de fado. “A ideia era fazer uma música que ficasse na cabeça das pessoas, mas que trouxesse algo de novo ao que já se ouve em Portugal, com letras engraçadas numa pop de fácil audição e que certamente as pessoas queiram dançar”, refere Mallina ao falar da sonoridade de “ASTROLOGIA”.

O EP de estreia da artista chega-nos em setembro e até lá serão conhecidos novos temas da artista.

Quem é Mallina?

Nasceu e cresceu entre o litoral do Alentejo e o Algarve e desde pequena que é conhecida entre a família como Moça Malina (mulher de força, feitio e raça forte). Sempre sentiu algo fora deste planeta quando via alguém em palco ou quando assistia a um espetáculo e hoje em dia percebe porque é que isso acontece. A música é um sonho para Mallina.

No entanto a relação com a música não foi uma coisa imediata. Só depois de sair da universidade é que decidiu explorar esse mundo e tirar um curso de produção musical. Desde essa altura que o seu foco é o de criar uma identidade artística e fazer música que goste, mas com que as pessoas também se identifiquem.

Hoje, a música faz parte do seu dia-a-dia, quer seja a fazê-la ou a ouvi-la. Faz música pop influenciada por vários ritmos, entre eles os de Ana Moura, Bárbara Bandeira, Doce, D’Alva, Dalida, Madonna, Bad Bunny, Kali Uchis, Katy Perry, Charli XCX e Tove Lo. Mas não se enganem, apesar de ter todas estas referências, quer fazer as coisas à sua maneira. 

Enquanto produz as suas músicas gosta de se imergir em cultura pop, música, moda, cinema. Tem sempre uma história para contar, um cenário imaginado e uma performance que, espera, que faça qualquer um fechar os olhos e dançar. Preocupa-se muito com identidade visual e em dar imagem ao que cria, quer ser uma artista que se reinventa nas suas eras e que traz sempre algo de novo, com um conceito disruptivo.

Contos da Trafaria #1 – “João Carlos Rodrigues: o professor de música”

Festival Micro Clima – Entrevista Com Francisco Cambim (15-03-23)

O Festival Micro Clima é um dos projetos da programação anual da Associação Micro Clima. Nasceu em 2017 pela mão de um conjunto de amigos em redor da SMUP – Sociedade Musical União Paredense e desde então tem sido acarinhado, crescendo a cada edição com a participação de vários artistas musicais e plásticos. A ideia é oferecer ao público um programa heterogéneo, não se limitando a um só género musical ou corrente artística. Os dois dias de festival pretendem ser assim uma celebração da transdisciplinaridade e do multiculturalismo, convidando o público, de diferentes gerações, culturas e geografias, a partilhar um ambiente acolhedor e plural. Nas suas edições anteriores, o Festival Micro Clima recebeu artistas como Conjunto Corona, B Fachada, Ena Pá 2000, Sensible Soccers, Bonga, Luís Severo, Jasmim, Rapaz Ego, Bone Slim, Filipe Karlsson, Tito Paris, Álcool Club, entre outros.
 
Abraçar novos talentos é uma das motivações deste festival, rodeado de um núcleo musical e artístico muito efervescente e consciente do paradigma artístico atual, juntando assim artistas de referência com uma nova geração. A prova disso é o cartaz que o Festival Micro Clima apresenta em 2023, com artistas consagrados como Pongo, EU.CLIDES, Ganso ou Progressivu e artistas emergentes como Soluna, Extrazen, Atalaia Airlines e M3DUSA. Mas não ficamos pela música e, como é costume, as artes visuais também marcam presença. Os artistas João Campolargo Teixeira e João Madureira apresentam uma instalação inédita e Eugénia Burnay, Margarida Conceição, Ricardo Oliveira e Luísa Tudela são os artistas escolhidos para a intervenção artística plástica que marca as casas-de-banho do nosso festival. Mariana Tudela e Pedro Fernandes voltam a ser os artistas responsáveis pela cenografia do nosso palco, que ano após ano não deixa de surpreender e de ser um símbolo distintivo do Festival Micro Clima. 
 
O Festival Micro Clima tem também como objetivo romper com a ideia de uma oferta cultural para a dita “periferia” da capital, trazendo uma programação diversificada e de qualidade, e promovendo novas centralidades, através do desenvolvimento de laços afetivos com o território e com a comunidade.
 
Informações
 
Local: SMUP – Sociedade Musical União Paredense
Morada: R. Marquês de Pombal, 319 2775-265 Parede, Cascais
 
Bilhetes
 
Passe geral (venda limitada, dá acesso aos dois dias de festival) – 35€
Bilhete diário – 20€
Os bilhetes estão disponíveis para compra online em See Tickets e de forma presencial na secretaria da SMUP (2ª a 6ª das 15:00 às 19:00, encerra nos feriados).
 
Nota importante: as condições de acesso ao evento estão sujeitas às medidas definidas pela DGS que se encontrem em vigor nas datas do festival.
 
https://www.instagram.com/micro.clima/
https://www.facebook.com/o.microclima

Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

SINGLE “BERÇO DE OURO”
 
“Berço de Ouro” é o tema de avanço para Megafauna, o novo álbum de Daniel Catarino.
 
Para além da base constituída por Molarinho no baixo e Xinês na bateria, também participam neste tema e respectivo vídeo o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh.
 
DISCO MEGAFAUNA
 
Observar o mundo de perto com olhos de satélite
 
Megafauna é o primeiro disco da Trilogia Bioma, em que o artista alentejano migrado no Porto se propõe a ligar metaforicamente as diferentes formas de vida com as especificidades humanas. O álbum surge 2 anos depois do EP Isolamento Voluntário?, e 4 anos após o LP Sangue Quente Sangue Frio. Desde 2018 que Catarino se apresenta ao vivo em power trio, e o formato vê agora a sua sonoridade impressa neste novo registo, com mais rock para reforçar a acutilância das palavras.
 
O novo disco de Daniel Catarino aborda dúvidas existenciais sem propor qualquer resposta e se questiona sobre quem se acha no direito de ter certezas. É um disco de cantautor, mas com os amplificadores bem altos.
 
A fauna proposta no título do álbum surge representada logo no primeiro tema, “Manequim”, e propaga-se por “Fado do Caixão” e “Olho do Tubarão”, que retratam os humanos pela forma como tratam os animais e os seus habitats, entre porcos a que só é reconhecido valor pelo sabor dos seus cadáveres, repastos de peixes em extinção, cães e gatos maltratados, e um tubarão que chora plástico.
 
Se “Fodidos” e “Até o Mais Honesto é Guloso” abordam a política social na era das opiniões debitadas em instrumentos de plástico, também há entradas a pés juntos no osso da precariedade artística em “Sonhos Sem Objectivos” e “Berço de Ouro”, que soltam lágrimas de raiva e uivos de ironia por não vivermos o mundo que sonhámos.
 
Embora os temas sejam largamente universais, “Teias de Aranha” fecha o disco com desabafos pessoais, narrando hipóteses perdidas, arrependimentos mal resolvidos e o amor enquanto força (des)motivadora.
 
Musicalmente, é rock. São canções rock despretensiosas, interpretadas maioritariamente no formato power trio que apresenta ao vivo, com momentos de psicadelia não conformada. É possível que não seja disco de deixar a rodar enquanto se escreve uma tese de mestrado ou se lava a loiça. Há malhas de guitarra que entram para furar os ouvidos, as letras tanto dão coices como carícias, o baixo dança de crista em riste, a bateria evoca pentagramas. Se os tipos do grunge não tivessem morrido, talvez soassem assim agora. É rock, com a honestidade que se lhe deve quando se tenta observar a vida de perto com olhos de satélite. Só dúvidas, zero respostas.
 
Megafauna é lançado em vinil, CD e nas plataformas digitais a 5 de Maio, pela editora portuense Saliva Diva. Foi produzido pelo próprio com Ricardo Cabral e Manuel Molarinho (Baleia Baleia Baleia) no entretanto gentrificado Quarto Escuro, no Porto.
 
Com a base rítmica fornecida por Molarinho (baixo) e Xinês (bateria), o disco conta com as participações de Francisco Lima (Conferência Inferno), Rodrigo Pedreira (Duas Semicolcheias Invertidas), e o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh. A masterização ficou a cargo de Joel Figueiredo (Omitir) e a arte gráfica foi criada por Cristina Viana.
 
Os concertos de apresentação confirmados são: 18 de Março no CAEP em Portalegre, 29 de Abril no GentriFest no Porto, 24 de Junho no Maus Hábitos em Vila Real e 20 de Agosto nas Festas de São Fecundo em Abrantes.
 
https://danielcatarino.bandcamp.com
https://www.instagram.com/catarinod
https://www.facebook.com/catarinodaniel
https://salivadiva.bandcamp.com

RIAFC

RADIO IS A FOREIGN COUNTRY is a registered 501(c)3 not-for-profit radio platform and mixtape series that exposes listeners to obscure regional folk and pop music from the global hinterlands. Our collections feature cut-ups of international radio broadcasts (AM, FM & shortwave), field recordings, ethnographic film, vintage records & cassettes, and digital ephemera from the far reaches of the internet. Our mission is to explore forgotten and new ways of making radio and to facilitate greater access and exposure to sounds and music not sufficiently documented by industrial music curation.

www.radioisaforeigncountry.org/

NoN Project

NoN project is an electro-acoustic music project funded in 2018 in Barcelona by Luisa Rossini, a.k.a. NoN, a songwriter, singer, multi-instrumentalist and music producer from Rome, Italy. Introduced to jazz music by her father, she began as a jazz singer and since 2013, composes songs and produces electronic music mainly using voice, electric guitar, eBow and synth.

NoN project mixes different musical styles such as experimental and psychedelic sounds with house progressive, melodic techno, trip-hop, rock-folk and nu-jazz. Her compositions are soundtracks recreating the psychedelic feeling of a dreamlike intimate journey in which soundscapes are constantly changing.  

NoN is also a dj and has been a partner of the label RARARA records (2020-2022).

Djing

IN HER VERY ECLECTIC DJ SETS, SHE CREATES ORIGINAL MIXES EXPERIMENTING WITH MANY DIFFERENT MUSIC STYLES, FROM HOUSE PROGRESSIVE, ORGANIC AND AFRO HOUSE & DOWNTEMPO, TO MELODIC TECHNO & BREAKBEAT, TO REGGAETON & TRAP BEATS.

Cultoras

EL PROYECTO CULTORAS

Cultoras es un proyecto que indaga en los pluriversos de mujeres hacedoras en las más diversas artes y oficios de la creación humana, a través de la intimidad y sencillez de la conversación y el homenaje radial.

Organizadas, empoderadas, disidentes, busquillas, desde distintas circunstancias culturales y sociales, las mujeres hemos debido atravesar las barreras impuestas por el orden imperante para abrirnos paso en la esfera de lo público, defendiendo nuestro derecho a ser trabajadoras, obreras, campesinas, intelectuales, activistas, sanadoras, ingenieras, choferas, artesanas, cantoras, cocineras, bailarinas, lesbianas, solteras, madres, abortistas, viajeras.

La configuración del mundo femenino es tal vez uno de los capítulos más complejos y transformadores de las últimas décadas. El género se ha deconstruido, puesto en disputa y refundado tantas veces como la propia naturaleza cíclica femenina muere y renace cada mes.

En este escenario, las creadoras de ideas, artesanías, escenificaciones, sonidos, instrumentos, recetas, historias, y tantos otros artes y oficios, constituyen uno de los capítulos más interesantes de ese flujo femenino que se abre paso para afirmar su derecho de existencia en un mundo dominado por los cánones y códigos masculinos.

¿Qué significa ser creadora en el Chile de hoy?, ¿qué barreras enfrentan aquellas mujeres que deciden hacer de la creatividad un oficio vital?, ¿qué motores impulsan sus decisiones muchas veces cuestionadas, incomprendidas?, ¿qué satisfacciones alimentan ese hacer continuo de las mujeres cultoras?

Nuestro proyecto indaga en este mundo íntimo, con programas que transitan entre la música y la palabra, recorriendo inspiraciones, conocimientos, complejidades y anhelos que habitan el hacer de las mujeres entrevistadas u homenajeadas.

Cultoras es transmitido a través de la Radio Comunitaria RCVO, espacio radiofónico que surge como resultado del proceso organizativo de la Histórica Villa Olímpica, y que habita junto a otras experiencias comunitarias de valorización y gestión cultural. Por ello, nuestro programa inaugural es un homenaje de mujeres villanas a la poetisa y ex vecina Stella Díaz Varín.

Todos nuestros programas son de libre descarga, esperando que puedan alimentar la parrilla de otros proyectos radiofónicos comunitarios.

LORENA ARDITO

Música y Maestra en Estudios Latinoamericanos. Ha desarrollado investigaciones y proyectos culturales sobre música, carnavales, afro-descendencia, género y derechos colectivos, desempeñándose además como docente y conferencista en Ciencias Sociales y Humanidades. Ha integrado diversas agrupaciones musicales y carnavaleras, así como colectivos de investigación inter-disciplinaria. Actualmente es parte de la Colectiva Tiesos pero Cumbiancheros, la Cooperativa T´ikana Ediciones, el Núcleo Kuriche y es Doctorante del CECLA de la Universidad de Chile.

KAREN GÓMEZ

Percusionista, Profesora de Música de la UMCE y Magíster en Ejecución Musical en Percusión de la Universidad Federal de Salvador de Bahia. Ha participado de diversos proyectos musicales vinculados a la raíz latinoamericana, tales como Alterlatina, LaBanda en Flor, Maracatú y otros. Además de sus actividades docentes, actualmente se dedica a la composición de su proyecto musical como cantautora, integra la Cantoría Popular de Mujeres como percusionista, y coordina desde Roma el proyecto autogestionado Talleres de Percusión, Rítmica y Movimiento.

Mail: mujerescultoras@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/Cultoras

1ª TEMPORADA

https://www.cultoras.cl/programas

2ª TEMPORADA

https://www.youtube.com/@cultoras4743

MATERIAL DE CADA UMA

https://www.cultoras.cl/cultoras

Cultoras

EL PROYECTO CULTORAS

Cultoras es un proyecto que indaga en los pluriversos de mujeres hacedoras en las más diversas artes y oficios de la creación humana, a través de la intimidad y sencillez de la conversación y el homenaje radial.

Organizadas, empoderadas, disidentes, busquillas, desde distintas circunstancias culturales y sociales, las mujeres hemos debido atravesar las barreras impuestas por el orden imperante para abrirnos paso en la esfera de lo público, defendiendo nuestro derecho a ser trabajadoras, obreras, campesinas, intelectuales, activistas, sanadoras, ingenieras, choferas, artesanas, cantoras, cocineras, bailarinas, lesbianas, solteras, madres, abortistas, viajeras.

La configuración del mundo femenino es tal vez uno de los capítulos más complejos y transformadores de las últimas décadas. El género se ha deconstruido, puesto en disputa y refundado tantas veces como la propia naturaleza cíclica femenina muere y renace cada mes.

En este escenario, las creadoras de ideas, artesanías, escenificaciones, sonidos, instrumentos, recetas, historias, y tantos otros artes y oficios, constituyen uno de los capítulos más interesantes de ese flujo femenino que se abre paso para afirmar su derecho de existencia en un mundo dominado por los cánones y códigos masculinos.

¿Qué significa ser creadora en el Chile de hoy?, ¿qué barreras enfrentan aquellas mujeres que deciden hacer de la creatividad un oficio vital?, ¿qué motores impulsan sus decisiones muchas veces cuestionadas, incomprendidas?, ¿qué satisfacciones alimentan ese hacer continuo de las mujeres cultoras?

Nuestro proyecto indaga en este mundo íntimo, con programas que transitan entre la música y la palabra, recorriendo inspiraciones, conocimientos, complejidades y anhelos que habitan el hacer de las mujeres entrevistadas u homenajeadas.

Cultoras es transmitido a través de la Radio Comunitaria RCVO, espacio radiofónico que surge como resultado del proceso organizativo de la Histórica Villa Olímpica, y que habita junto a otras experiencias comunitarias de valorización y gestión cultural. Por ello, nuestro programa inaugural es un homenaje de mujeres villanas a la poetisa y ex vecina Stella Díaz Varín.

Todos nuestros programas son de libre descarga, esperando que puedan alimentar la parrilla de otros proyectos radiofónicos comunitarios.

LORENA ARDITO

Música y Maestra en Estudios Latinoamericanos. Ha desarrollado investigaciones y proyectos culturales sobre música, carnavales, afro-descendencia, género y derechos colectivos, desempeñándose además como docente y conferencista en Ciencias Sociales y Humanidades. Ha integrado diversas agrupaciones musicales y carnavaleras, así como colectivos de investigación inter-disciplinaria. Actualmente es parte de la Colectiva Tiesos pero Cumbiancheros, la Cooperativa T´ikana Ediciones, el Núcleo Kuriche y es Doctorante del CECLA de la Universidad de Chile.

KAREN GÓMEZ

Percusionista, Profesora de Música de la UMCE y Magíster en Ejecución Musical en Percusión de la Universidad Federal de Salvador de Bahia. Ha participado de diversos proyectos musicales vinculados a la raíz latinoamericana, tales como Alterlatina, LaBanda en Flor, Maracatú y otros. Además de sus actividades docentes, actualmente se dedica a la composición de su proyecto musical como cantautora, integra la Cantoría Popular de Mujeres como percusionista, y coordina desde Roma el proyecto autogestionado Talleres de Percusión, Rítmica y Movimiento.

Mail: mujerescultoras@gmail.com

Links:

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1ª TEMPORADA

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2ª TEMPORADA

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MATERIAL DE CADA UMA

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