Um podcast de 12 episódios sobre a movida cultural, associativa e artística das Terras da Trafaria. É aqui, que habitam os 12 protagonistas do podcast, 12 vozes que nos contam a história deste território, através da sua própria realidade, 12 vidas que tomam em mãos a sua região, que a refletem e transformam, através da cultura, da arte e mesmo da investigação.
Com estreia a 21 de Março, o 1o episódio terá como protagonista “João o Professor de Música”. Nas últimas 3 décadas ele ensinou gerações a escutar e fazer música. É estimado por os jovens da Trafaria, com quem formou orquestras de cajados e búzios e com as quais correram o país. Raro é quem, entre eles, não o conheça e exclame: é o maior !
Uma criação de Marta Miranda no âmbito do projecto T-Factor.
Foi do encontro entre uma artista e o projecto T-Factor que nasceu este podcast.
T-Factor é um projecto da Universidade Nova com objectivos de reverter as tendências de abandono e negligência de zonas históricas nas zonas urbanas; criar aumento de interesse e mudar positivamente a sua percepção relativamente a essas áreas, por parte da administração pública, operadores económicos e culturais, cidadãos, os media e outros participantes; endereçar problemas relacionados com as alterações climáticas ou o ambiente.
Marta Miranda, voz e direção artística do projecto musical OqueStrada, sempre foi uma apaixonada por políticas sociais e o papel do indivíduo na comunidade, inicia, em 2001, o seu trabalho enquanto criadora, com uma linha onde a dramaturgia parte da realidade de um país em transição económica e, de revelar o espectador como parte integrante na construção de uma criação e não como mero consumidor de “cultura”.
Trabalha há 20 anos o território de Almada pelas características únicas de cidade fronteira entre economias, entre o norte e o sul, o urbano e o rural. Nesta região desenvolveu vários projetos e criações inspirados em histórias de populações e lugares com memória.
A proposta “Contos da Trafaria” podcast surge com a consciência que para novos futuros participativos precisamos de entender o território e a sua dinâmica. Precisamos de conhecer quem nele mora, o dinamiza e transforma com impacto na comunidade. Mapear parte deste agentes é um passo para ir ao encontro de questões lançadas por o T-Factor, como de que forma podem as artes, a cultura e a tecnologia reabilitar as nossas cidades?
PODCAST- CONTOS DA TRAFARIA
Data de lançamento: 21 Março 2023 – (@Spotify e YouTube ) Duração aproximada de cada episódio: entre 25 a 50m Frequência: semanal criação e linha editorial: Marta Miranda
captação e edição: César Atouguia comunicação: Sandra Simões grafismo: @acarteirista um projecto T-Factor da Universidade Nova de Lisboa.
A Universidade NOVA de Lisboa, em colaboração com a Câmara Municipal de Almada e englobada no projecto T-Factor, está a transformar a antiga prisão militar da Trafaria, com o objetivo de unir forças pela criação de valor nas ruínas das cidades e renovar o tecido social, cultural e económico dos espaços em regeneração.
No T-Factor estão também envolvidas a Universidade de Artes de Londres e a La Friche La Belle de Mai de Marselha, que, juntamente com a NOVA, se debruçam sobre o impacto das práticas artísticas na transformação urbana. A NOVA pretende assim modelar e prever alguns dos futuros possíveis onde o património, a arte e a tecnologia desempenham um papel central na educação, na investigação e na transformação urbana, com impacto na comunidade.
Mais informações sobre o Projeto T-Factor disponíveis AQUI
Marta Miranda cantora, dramaturga, compositora. Criou o projecto musical OqueStrada, paralelamente, desenvolveu processos criativos com a comunidade e para a comunidade a nível nacional e internacional. Apaixonada por políticas sociais e o papel do indivíduo na comunidade inicia, em 2001, o seu trabalho como criadora com 2 espetáculos para o Porto 2001 Capital da Cultura. Desenvolve, até à data vários projetos e criações numa estética inspirada em histórias de populações e lugares com memória. Protagonista do premiado filme “Silêncio, Vozes de Lisboa” e única artista portuguesa a cantar na cerimónia oficial do prémio Nobel da Paz.
– “Silêncio Vozes de Lisboa”: VER VIDEO
– Nobel Prize Concert: VER VIDEO
– “Chorar Faz Bem, Dançar Também”, documentário sobre o trabalho musical de OqueStrada e a Cova do Vapor enquanto símbolo de resistência popular: VER VIDEO
Coffee Breakz #19 – Quando O Metal Olha Para Os Sapatos (1 – 2)
Beak Scenatrio – The Gull, The Whale And The Gale (2023)(single)
O novo single dos Beak Scenatrio já se encontra nas plataformas digitais!
“The Gull, the Whale and the Gale” é o novo single dos Beak Scenatrio. Inspirado por um poema de Banjo Paterson, o trio cria uma espécie de banda sonora instrumental, impulsionada por batidas funky e linhas de baixo hipnóticas, enquanto sons ecléticos de guitarra elétrica, banhados em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à fundação de groove.
O novo single da banda formada por Abel Beja na guitarra/composição (Primitive Reason), João Sousa na bateria (Lusitanian Ghosts) e Pedro Pinto no contrabaixo (The Voice) já se encontra nas plataformas digitais.
Já se encontra disponível online o vídeo oficial de “The Gull, the Whale and the Gale”, o mais recente single dos Beak Scenatrio. O clipe, inspirado no poema de Banjo Patterson, “The grey gull sat on a floating whale”, retrata a história de uma gaivota que conta a sua história sobre a tempestade e o vendaval que encontrou enquanto voava pelo Mar do Norte.
A faixa animada e divertida do trio instrumental Lisboeta liderado por Abel Beja (guitarrista/compositor e membro de longa data dos Primitive Reason) é impulsionada pelas batidas saltitantes de João Sousa (bateria) e as linhas graves hipnóticas de Pedro Pinto (contrabaixo) enquanto guitarras elétricas ecléticas, banhadas em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à base orientada pelo groove.
O videoclipe oficial já está disponível no canal dos Beak Scenatrio no YouTube: https://youtu.be/HM5Edg2l4LE
DISCO VOADOR: Jazznewblood Tapes #10
Rogério Godinho – We Change (2023) (single)
Rogério Godinho – We Change (2023) (single)
FICHA TÉCNICA:
Letra, música, arranjo, piano, voz: Rogério Godinho Violinos: Pedro Lopes, Daniel Bolito Violoncelo: César Gonçalves Viola de arco: Joana Tavares Contrabaixo: Miguel Menezes Flugelhorn – Pedro Monteiro Flauta transversal: Carlos Teixeira Clarinete: Miguel Costa Trombone: Eduardo Lála Produção musical do album: Francisco Sales Mistura e Masterização: Mo Hausler Imagem original da capa: Jorge de Sá Design gráfico: Rogério Godinho, Crisálida Agency, Tiago Alves
CURA – A Música Portuguesa A Gosta Dela Própria -Tiago Pereira (entrevista)
| CURA |o espaço físico daMúsica Portuguesa a Gostar Dela PrópriaFESTA DE INAUGURAÇÃO Dias 24, 25 e 26 de março 2023
CURA é o lugar da Música Portuguesa a Gostar Dela Própria. Sediado em Serpins, concelho de Lousã, distrito de Coimbra. É no centro do país que será inaugurado, no dia 25 de março de 2023, o espaço físico que celebra 100 anos de tradição oral portuguesa.
“CURA é o nome que vamos dar ao espaço físico da Associação A Música Portuguesa a gostar dela própria, resultante de uma candidatura à Operação Renovação de Aldeias. CURA significa a ação do tempo e celebra todo o nosso trabalho de registo audiovisual da memória colectiva portuguesa, dos últimos 100 anos. Gravando desde 2011; canções, músicas, práticas religiosas, artesãos, histórias de vida, sempre na primeira pessoa a cidadãos que nasceram entre 1920 a 1990, e, acompanhando, assim, a mudança de uma era. Com mais de 7000 vídeos que podem ser agora vistos e ouvidos no mesmo espaço, em Serpins, colocamos todo o mapa de Portugal nesta pequena vila do Concelho da Lousã. Onde estamos à mesma distância do Algarve e de Trás- os– Montes.Revelar este espólio num sítio único, destacar uma montra de artesãos, organizar debates, oficinas de saberes, trabalhar numa programação na busca incessante de humanização da cultura oral portuguesa. O processo foi longo, mas foi muito bonito chegar até aqui e sabendo sempre que isto é só o início. Espero-vos ver em breve aqui, nesta CURA possível, um espaço de partilha e de escuta, onde se honra o legado do passado nunca descurando o presente e o futuro. A memória colectiva regenerativa.Promover a partilha e a escuta, esta é a nossa missão. Tiago Pereira, fundador d’A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria. Combater a escassez da oferta cultural na zona centro do país, promover a diversidade artística, revelar tradições, e acima de tudo celebrar a mestria dos nossos anciãos, lutando contra o idadismo, são traves mestras na edificação de uma nova geografia que terá, em Serpins, as suas fundações.
CURA O ESPAÇO Tratando-se de um espaço físico, CURA permite o contacto com o outro lado menos visível da Associação A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, as suas edições, uma revista semestral, Serpins Magazine que pode ser lida e adquirida, tal como os mapas ilustrados por diversos ilustradores, Mantraste, Mafalda Salgueiro, Ana Gil, com códigos digitais para os vídeos gravados em Vila Nova de Poiares, Montemor-o-Novo, Alandroal e até todo o Baixo Alentejo e também os discos editados e produzidos por Tiago Pereira, “TOMO 1” de Sílvio Rosado e em breve “O Bombo” do percussionista Tiago Sami Pereira, ou ainda os documentários realizados e produzidos, As memórias da Mina da Panasqueira ou as Polifonias de Arouca, a Música Invisível sobre a música cigana em Portugal e muitos mais. Aqui vai nascer a Tasca Digital, um espaço com chão de azulejo, um balcão, mesas de taberna e uma mesa digital interactiva, onde se pode assistir aos vídeos do espólio da MPAGDP enquanto se provam vinhos e queijos de várias regiões do país, permitindo uma fruição e um conhecimento interactivo do país. Em cima há um espaço multifunções equipado com sistema de som e projetor de vídeo onde se pode assistir a filmes,debates, espectáculos de música ou de dança ou participar em oficinas. CURA tem o apoio da Fundação Inatel, Junta de Freguesia de Serpins e Câmara Municipal da Lousã.
INAUGURAÇÃO CURA dias 24, 25 e 26 de março 2023 PROGRAMA DAS FESTAS 24 Março · Ensaios para o ‘Coro da Janela’ ao fim do dia. A Direção do Coro é do Maestro Nuno Costa. Atividade aberta a quem quiser participar, com a população local e de fora. · Concerto com Rua das Pretas no Miradouro da casa Cortez às 21h; · Visita às instalações da Cura. 25 Março · Parada Musical com mais de 300 músicos vindos do país todo, do Alentejo a Trás os Montes, entre o 12h e as 14h; · Piquenique e Mega Almoço com os chefs André Magalhães (Taberna da Rua das Flores, Lisboa), e José Júlio Vintém (Tomba Lobos, Portalegre), a decorrer em simultâneo, na cozinha do Rancho Folclórico e na Praia Fluvial Senhora da Graça (respetivamente) às 14h; · Atuação DJ MARYZKA no Palco da Praia Fluvial às 21h. 26 Março · A casa Cortez, memória daquilo que é hoje a Cura às 10h; · Passeio pelas memórias de Serpins às 11h; · Inauguração da TASCA Digital na Cura, com Concertos e conversas variadas das 14h às 20h.
Nile Valley – Floating Lines (2023) (álbum) ID
ARTISTA: Nile Valley TÍTULO: floating lines DATA DE LANÇAMENTO: 9 de Março de 2023 RESUMO: O álbum é composto por seis canções, que abordam temas como liberdade, nostalgia, recomeços e sensações recorrentes no dia-a-dia. Neste disco, de caráter leve e contemplativo, mas enérgico e dançante, alguns pensamentos são expostos, sob um ponto de vista sereno e otimista. “linhas flutuantes” que se movem por uma ampla e abstrata paisagem, com espaço e tempo infinitos para decorar e redecorar, expressando o que queremos e não sabemos dizer, e que podem representar um lugar mais leve e livre. Interligam-se ideias do Soul moderno e referências desde o Jazz, ao R&B, passando pelo Hip-Hop e música eletrónica, com produção inteiramente a cargo da banda, criando um ambiente sonoro muito próprio.
BIOGRAFIA: Projeto fundado no Porto, no ativo desde 2022, formado por Teresinha Sarmento (voz e eletrónica), Ricardo Martins (baixo e fx) e João Pedro Almeida (bateria e eletrónica). Uma voz, um baixo, e a electrónica, fundem-se num amplo espaço para explorar. A banda lançou os singles “new beginning” em Julho de 2022, ano em que iniciou também os primeiros concertos, e mais recentemente “lighter than thoughts”. Lança dia 9 de Março de 2023 o primeiro álbum “floating lines” pela editora Saliva Diva e prepara a agenda de concertos de lançamento do disco (25 de Março: Citynizer- Ribeira, Porto; 14 de Abril: Maus Hábitos, Vila Real)
Terror Gaivota #2
Mamashemade – É Pra Amanhã (2023) (single)
Mamashemade aliás Sheylla B apresenta novo álbum “É pra amanhã” com saída dia 03 de Março 2023.
Um segundo EP produzido pela sua label SheO, que é uma introspeção e reflexão à procrastinação um apelo à necessidade de viver o momento presente.
Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, ter tempo para recomeçar, esperar, festejar, encontrar-se, meditar etc…
Mamashemade vive inspirada por temas que para ela são símbolos de liberdade, inovação e audácia artística, exemplo do tema “É pra amanhã”, um título escolhido em homenagem ao cantor António Variações que representou e inspirou toda uma geração do Portugal pós-salazarismo.
Outros temas estão em destaque como “Hipnótico Rio” uma poesia entre dois rios, dois amores o Sena e o Tejo, ou “Music” que se inspira de um dos temas mais impactantes da artista cantora Sade. O clip vídeo do tema “É pra amanhã”, está em preparação, com saída prevista par fim de março.
O álbum está disponível no site bandcamp somente, pelo momento. Mamashemade opta por uma divulgação independente a fim de alimentar e apoiar a criação artística e independente. Contamos com o vosso apoio, Boa escuta!
Lx Revolver #9
O Meu Disco É Melhor Que O Teu (3a temporada) EP#4 Bela Ensemble
The Invisible Age – Magic Trick (2023) (single)
The Invisible Age Magic Trick
‘Magic Trick’ é o segundo single de ‘Sixth Effect’, novo disco da The Invisible Age, com lançamento previsto para o dia 17 de março. A faixa marca novamente a colaboração entre a banda e o amigo de longa data Raphael Katyara, com a adaptação do poema ‘Morada’ para o inglês.’Magic Trick’ também conta com a participação de Pedro Veríssimo, vocalista da já extinta banda brasileira Tom Bloch, e filho do escritor Luís Fernando Veríssimo.
Magic Trick tem Luiz Alberto na voz, violão, guitarra e synths; Marcelo Caldas no baixo; Iuri Freiberger na bateria e produção; Pedro Veríssimo na voz; Carlos Mallmann nos trombones; e Renato Dallago no trompete. A mixagem e masterização ficaram por conta de Ignacio Sodré.
Metais e voz de Pedro Veríssimo gravados no Estúdio Marquise 51, Porto Alegre, Brasil.