Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Porque todos os manifestos são importantes nestes dias aqui segue o alinhamento do mais recente:
Os Manifestantes desta semana foram:
Hot Air Ballon – Keep me Going
Himalion – White Whale
Ela Jaguar – Kru 85
Mr. Gallini – Primavera
Cara de Espelho – D de Denúncia
Miramar – Café Planície
Miramar – I’m Leaving Cap. II
Human Natures – Simple Feelings
PZ – Ex-Piano Player
Carminho – Saber (feat Laurie Anderson )
Ricardo Reis Soares – Diz-me Quanto Tempo
Hugo Costa – Onde Vivem os Carneiros
Raquel Martins – Ninguém
Bernardo – What, If Not the Family
Humberto – Amarrotado (2025) (single)
Humberto – Amarrotado (2025) (single)
Humberto lança o álbum “MAU TEATRO” e apresenta o single “Creme” com concerto na Casa Capitão
Humberto, personagem musical de Bruno Humberto, compositor e artista multidisciplinar nascido nas Caldas da Rainha, acaba de editar o seu álbum de estreia, “MAU TEATRO”. O disco, já disponível em todas as plataformas digitais, é acompanhado pelo novo single “Amarrotado” e será apresentado ao vivo esta noite, na Casa Capitão (Lisboa). As portas abrem às 21h00.
Com uma sonoridade indie-folk e pop, influenciada pela música tradicional e pelo fado, Humberto propõe em “MAU TEATRO” um conjunto de temas originais em português que refletem “a nossa atuação ou impotência política”, inspirados na atualidade e na repetição de peças previsíveis, tanto na esfera pública como no interior das casas. O álbum remete para “um universo íntimo, ritualista, obscuro e ao mesmo tempo permeável à luz”, onde se exploram abandono, falha, drama, absurdo e catarse em igual medida.
As composições foram escritas nos últimos anos e são registo de uma experimentação continuada e multidisciplinar do artista, dando continuidade ao caminho aberto pelo EP “A Demolição das Casas” (2021).
Em antecipação a este lançamento, Humberto revelou já dois singles: “Peça Triste”, que aborda o crescimento do populismo e a repetição da coreografia do poder; e “FOLA”, música com espírito popular e espinha interventiva, que evoca a solidariedade, aqui representada pela comunidade piscatória, assim como a resistência inscrita na gente e paisagem de Peniche. “Amarrotado”, terceiro single retirado do disco, surge agora como uma peça sobre o mau teatro nas relações amorosas, e a absurda tendência humana para repetir as quedas.
O percurso de Bruno Humberto cruza a música, as artes performativas e a escrita. Estudou e lecionou no mestrado de Performance Making, na Goldsmiths College (Londres), onde cofundou a Orchestra Elastique, com quem lançou dois álbuns, um EP e compôs a banda sonora do filme “A Fallible Girl” (2013), apresentado no Festival Internacional de Cinema de Roterdão. Colaborou em performances e instalações sonoras com Allard van Hoorn, no festival Lisboa Soa (2016) e na abertura do MAAT (2017), e compôs para peças de Gustavo Ciríaco apresentadas em festivais como o Todos, Walk & Talk e Alcântara. É também fundador das bandas Catarata e Vicious Lodge e colabora regularmente em projetos de improvisação e música experimental.
“MAU TEATRO” é um disco que habita a falha e o improviso da vida real, explorando os limites da encenação no quotidiano, entre luz e obscuridade. Humberto apresenta-o hoje em palco, no formato em que as canções encontram a sua plenitude — ao vivo.
Murmudo – O Fim (2025) (single)
Murmudo – O Fim (2025) (single)
Murmudo apresenta o seu primeiro single: “O Fim”
Press Release
Depois de mais de uma década a dar vida a canções em Um Corpo Estranho, o músico de Setúbal Pedro Franco estreia-se a solo com Murmudo, um projeto instrumental que nasce como refúgio criativo e espaço de liberdade.
O primeiro single, intitulado “O Fim”, marca o arranque deste novo percurso. Um título que encerra e abre ao mesmo tempo: “É curioso começar este projeto com uma contradição, mas todo o fim guarda em si a semente de um novo começo”, partilha o músico.
Murmudo é música sem palavras, mas cheia de imagens. São composições que Pedro descreve como “bandas sonoras para os filmes que vivem na minha cabeça, mas que gostava que encontrassem também lugar nas histórias de quem as ouve.”
Mais do que um projeto pessoal, Murmudo abre-se igualmente ao teatro, ao cinema e a projetos artísticos em que o autor acredita. É nesse cruzamento — entre o íntimo e o partilhado, entre a memória e a criação — que “O Fim” ganha vida.
Com influências cinematográficas e um tom profundamente evocativo, este primeiro lançamento apresenta Murmudo como um espaço de autenticidade, onde a música se assume como linguagem quando as palavras já não chegam.
O vídeo de “O Fim” foi realizado por Pedro Estevão Semedo, com correção de cor de Mário Guilherme.
A produção do tema esteve a cargo de Pedro Franco e Sérgio Mendes, e conta com a chancela da Malafamado Records e da Mermaids and Albatrosses.
African Roots #88
African Roots #88
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
Tracklist:
1 – Féfé Di Calbicera – Tra Tchapéu
2 – Etalvino Preta – Mulato Ferrera
3 – Bongos Ikwue & The Groovies – I Have Find a Woman
4 – Bokoor Band – Onukpa Shawarpo
5 – Ernesto djédjé – Zadie bobo
6 – Le Mystère Jazz de Tombouctou – Teiduma
7 – Marumo – Khomo Tsaka Deile Kae
8 – The Apagya Show Band – Kwaku Ananse
9 – Ofege – Whizzy Llabo
10 – Heads Funk Band – Got to Know
11 – Nkengas – Anyi Bundi Igbo
12 – Le Kéné-Star de Sikasso – Hodi Hu Yenyan
13 – Anthony ‘Rebop’ Kwaku Bah – Lovin’ You Baby
14 – Samuel Belay – Aynotchesh Yerèfu
15 – Orlando Julius – Get the Funk
16 – Segun Bucknor – You Killing Me
Henrique Tomé – Edge (2025) (single)
Henrique Tomé – Edge (2025) (single) id
Henrique Tomé apresenta “Edge”, o segundo single do álbum de estreia “Thin Ice”
Henrique Tomé acaba de lançar “Edge”, o segundo single do seu álbum de estreia “Thin Ice”, com edição marcada para dia 7 de novembro pela Biruta Records. O tema sucede a “Rope”, lançado a 4 de julho, e marca mais um passo na afirmação do músico portuense enquanto cantor, letrista e compositor a solo.
“Edge” encerra o primeiro ato do disco e assume-se como uma canção mais densa e rock, onde se refletem o colapso, a atração pelo abismo e o caos. É o culminar de um crescendo de conflito interno: alguém consumido pelos seus medos, a ponto de deixar de viver e apenas existir. O ato conclui numa rebelião frouxa, uma fuga pela inconsequência e pelo niilismo, numa tentativa de ilusão de controlo sobre a vida através da desvalorização da mesma.
Com letra de Henrique Tomé e composição assinada em conjunto com Gabriel Valente e João Freitas, o single conta ainda com as participações de Inês Pinto da Costa (vozes de apoio), João Freitas (guitarras, vozes) e Gabriel Valente (bateria e sintetizadores). O próprio Henrique Tomé assume a voz principal e o baixo. A produção ficou a cargo de Gabriel Valente e João Freitas, também responsáveis pela gravação no Estúdio Cedofeita. A mistura foi feita por Gabriel Valente e a masterização por João Guimarães. A capa do single junta fotografia e edição de Rafaela Gomes, luz de Henrique Queirós e design de Matilde Santiago.
Com “Rope” e “Edge”, Henrique Tomé revela os primeiros capítulos de “Thin Ice”, um álbum conceptual dividido em dois atos — conflito e resolução —, construído como uma narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens densas e descargas viscerais, o disco explora fragilidade, ansiedade e superação.
Figura ativa da cena independente portuense, Henrique Tomé tem vindo a destacar-se como compositor, baixista e produtor em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho. Agora, apresenta-se a solo num trabalho profundamente pessoal, marcado pela exploração de questões existenciais e de saúde mental, através de canções que oscilam entre a introspeção e o caos.
“Thin Ice” será editado pela Biruta Records, terá edição física em Vinil e será apresentado ao vivo no dia 14 de novembro no RCA – Radioclube Agramonte. Os bilhetes já se encontram à venda na BOL.
Melo D – Pensamento Positivo (2025) (single)
Melo D – Pensamento Positivo (2025) (single)
Melo D, uma das vozes mais marcantes e pioneiras do hip hop e da soul em Portugal, está de regresso com nova música. “Pensamento Positivo” é o primeiro single de avanço do seu aguardado sexto álbum em nome próprio,
intitulado “Ouro Negro”, com edição prevista para dezembro de 2025.
Este novo tema reflete sobre os desafios do mundo contemporâneo e as situações inesperadas que, muitas vezes, fogem ao nosso controlo. Com uma mensagem de resiliência e equilíbrio, “Pensamento Positivo” sublinha a importância de manter a calma, relativizar os problemas e procurar sempre uma atitude construtiva perante a adversidade.
Sobre “Ouro Negro”
Este será o sexto disco de originais de Melo D, consolidando um percurso artístico ímpar que cruza hip hop, soul, funk e R&B, sempre com letras carregadas de reflexão e mensagem. “Ouro Negro” promete ser um marco na carreira do músico, onde se destacam temas de introspeção, crítica social e celebração da cultura afrodescendente em Portugal.
Sobre MELO D
Considerado uma das figuras mais influentes do hip hop português, Melo D deu voz a projetos incontornáveis como Cool Hipnoise, além de uma consolidada carreira a solo. Reconhecido pelo seu timbre inconfundível e pela forma como introduziu a soul e o R&B no panorama nacional, tem sido uma referência para várias gerações de artistas. Com mais de duas décadas de carreira, Melo D regressa agora com nova música, mantendo-se fiel à autenticidade e à inovação que sempre marcaram o seu percurso.
Single: “Pensamento Positivo”
Data de lançamento do single: 17 de outubro de 2025 Artista: Melo D
Álbum: Ouro Negro (lançamento previsto: dezembro 2025)
Who Plays Sessions #11 (#198)
Who Plays Sessions #11 (#198)
Autor:
Bad Intentions
WH0 PLAYS SESSION 198 – BAD INTENTIONS
01 – WH0 – BUBBLIN’ – WH0 PLAYS – 0:32
02 – RSQUARED – FANTASY – DEFECTED – 4:16
03 -RUZE, CHESSTER – MONDAY NIGHT LIVE – PIV – 8:11
18 – TOMMY MAMBRETTI & BAD INTENTIONS – SOUL SICK – WH0 PLAYS – 57:00
Prazeres Interrompidos #412: Charlotte Beradt – O Terceiro Reich do Sonho (2024)
Prazeres Interrompidos #412: Charlotte Beradt – O Terceiro Reich do Sonho (2024)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, Beradt iniciou em segredo uma audaciosa pesquisa: entrevistou cidadãos alemães para coligir os seus sonhos relacionados com as mudanças políticas no país e a difusão da ideologia e do terror nazis. Esse trabalho, que durou até 1939, só veio à luz em 1966, neste livro, em que os sonhos ajudam a «interpretar a estrutura de uma realidade em vias de se transformar em pesadelo».
GANA – Cartas ao Vento Ft. A Garota Não (2025) (single)
GANA – Cartas ao Vento Ft. A Garota Não (2025) (single)
É com o single “Cartas ao Vento feat. A garota não” que chega o primeiro álbum dos GANA, coletivo de Arruda dos Vinhos composto por Sandro Dosha (bateria), Freddy C. (baixo), Zandré Ramos (teclas) e Raffa (voz). “Outros Dias” é um disco composto por 14 faixas com uma forte identidade estética marcado por ambientes escuros, profundos e densos. Os GANA encontraram a sua própria linguagem na relação da música urbana – proveniente de várias latitudes – com textos cuidados e profundos. Trata-se de um álbum conceptual que se reveste de um ato de resistência, indo contra o curso da indústria musical contemporânea que privilegia os artistas individuais, os singles e o consumo rápido. “Outros Dias” dos GANA é um trabalho de composição totalmente coletivo – cujas composições são partilhadas pelos quatro elementos – em que o ouvinte é convidado a uma escuta atenta para seguir o fio condutor da primeira à última faixa. Vai estar à venda em formato digipack e vinil no site e nos concertos da banda, assim como em formato digital nas principais plataformas de streaming.
O novo single dos GANA, “cartas ao vento feat. A garota não”
consiste num diálogo que invoca as cartas, as mensagens ou as conversas que acabam por não ser escritas nem ditas. O tema é escuro, denso e emerge do âmago da desilusão que nos traz a fantasia. É uma música de contrastes que encontra o seu equilíbrio na relação da tensão com a libertação através dos diferentes registos interpretativos das vozes, assim como revela a liberdade da banda para compor, com os arranjos a irem muito mais além do que os instrumentos de base deste quarteto. O videoclipe, filmado novamente por Tiago Cerveira, procura uma abordagem conceptual com mensagens subliminares inspirando-se na estética surrealista. Remete-nos para o sonho e para a ilusão. A presença humana nunca é totalmente assumida pressentindo-se em vultos e objetos que contextualizam atmosferas, ilusões e referências oníricas.
Montanha – Vice City (2025) (single)
Montanha – Vice City (2025) (single)
Já está disponível “Alvorada”, o primeiro álbum de longa duração de Montanha, editado pela Favela Discos. O disco chega a todas as plataformas digitais e em vinil, assinalando um novo capítulo no percurso da banda. O single de apresentação, “Vice City”, foi lançado em setembro, acompanhado de videoclipe.
“Alvorada” nasce da revisitação de horas de material gravado, selecionando, recompondo e editando para construir um registo coeso, que aponta para um novo caminho eletrónico. O resultado é um álbum espacial, repleto de momentos de reflexão ambiental, mas que mantém a eletricidade que marcou o som do grupo, assente numa guitarra psicadélica e pesada.
O disco foi gravado maioritariamente em horas tardias da noite, com as janelas abertas para a cidade, deixando que o ar e os sons urbanos se infiltrassem na música — muitas vezes até aos primeiros instantes da manhã, a palavra que dá nome ao disco. Cada faixa acompanha esta viagem noturna: há energia e vibração inicial em “Vice City”, que cruza footwork, damfunk e citypop; caos e espaços liminares em “Decomur”, onde sintetizadores dialogam sobre um drone de guitarra; cadência bêbeda e dissonante em “Corno Tigre”; introspeção em “Cantarinha” e lamento em “Firmamento”; até ao desvanecer de “Ocaso”, que funde riffs elétricos num drone ambiente que acompanha o sono.
O universo onírico surge ainda mais evidente em “Vice Dream” e “Crepe Dream”, onde Montanha transforma faixas anteriores em versões sonhadas, numa espécie de eco surrealista da sua própria música. Como a própria banda afirma, este disco é também herdeiro da influência dos videojogos que marcaram a geração millennial dos anos 90 — “Vice City” transporta-nos para um cenário que soa a iates e champanhe em low poly, com ritmos footwork, um baixo melódico à Paul McCartney e sintetizadores que se aproximam de um poema inexistente à maneira de Kelela.
Formados em 2010 por André Costa Gomes, João Sarnadas, Nuno Oliveira e Tito Silva, Montanha nasceu de noites universitárias passadas entre o rock psicadélico e as bandas sonoras de videojogos como Age of Empires. Após um primeiro EP em 2013 e uma pausa, regressaram em 2017 transformados pela experiência no coletivo Favela Discos. A improvisação manteve-se como método central, mas a formação clássica de guitarras, baixo e bateria deu lugar a uma instrumentação mais eletrónica e aberta, com sintetizadores, samplers e drum machines.
Os membros da banda trazem percursos distintos mas complementares: André Gomes (músico e arquiteto, também em Batsaykhan e Gormes), João Sarnadas (cantor e compositor, também conhecido como Coelho Radioactivo, fundador de projetos como Flamingos e José Pinhal Post-Mortem Experience), João Tito Silva (músico e artista transdisciplinar, fundador da orquestra de improvisação Milteto e ativo em diversos projetos da Favela Discos) e Nuno Oliveira (músico e artista gráfico, envolvido em múltiplos projetos musicais e visuais ligados à Favela Discos).
“Alvorada” é editado pela Favela Discos, coletivo artístico e editora fundada em 2013 no Porto, que se distingue pela informalidade, colaboração e experimentação multidisciplinar. Para além de mais de 60 edições em diversos formatos, a Favela organiza eventos, residências e performances que atravessam música, artes visuais e multimédia, afirmando-se como uma das forças mais criativas do panorama experimental português.
“Alvorada” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e em vinil.
Tracklist
01 – Crepe Dream
02 – Vice City
03 – Cantarinha
04 – Firmamento
05 – Corno Tigre
06 – Decomur
07 – Beco
08 – Vice Dream
09 – Ocaso
Créditos
Montanha são André Azevedo, João Sarnadas, Nuno Oliveira e Tito Silva.
Gravado entre 2017 e 2019 no Spoiler Room, Porto.
Música por Montanha.
Misturado por João Sarnadas e Tito Silva.
Masterizado por Rafael Silva no C.C. STOP.
Capa por Juliana Campos.
Design por Rita Laranja.
Conceito de embalagem por Montanha.
Prensado pela Record Industry (Países Baixos).
Impresso em Portugal na Maiadouro.
Catálogo: FD075
Coffee Breakz #128 – Out the Way
Coffee Breakz #128 – Out the Way
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. The Bug — Militants (The Rocket, Holloway)
2. Bastien Keb — The City Is Beautiful (ft. Malik Ameer Crumpler & Mark Millington)
3. Insecure Men — Alien
4. David Byrne & Ghost Train Orchestra — What Is the Reason For It? (ft. Hayley Williams)
5. Maruja — Zaytoun
6. Jeff Tweedy — Lou Reed Was My Babysitter
7. Angela Muñoz — Noche No Te Vayas
8. Marta & Tricky
8.1 Slow Dance
8.2 Way Up in (ft. Marcela Rybska)
8.3 Concrete Juliet
9. Doja Cat — AAAHH MEN!
10. Danger Mouse & Black Thought — Up (ft. Rag’n’Bone Man)
11. Dim Star — Slipstream (ft. Billy Woods & Anaïs Mitchell)
12. Danny Brown — Starburst
13. Genesis Owusu — Pirate Radio
Daniela Galhoz – Partes de Ti (2025) (single)
Daniela Galhoz – Partes de Ti (2025) (single)
Daniela Galhoz revela “Partes de Ti” — um novo single em espanhol sobre amor perdido e reencontro interior
Depois de apresentar os singles “Wild and Fun” e “Happier”, Daniela Galhoz estreia agora uma nova canção ao público: “Partes de Ti”, já disponível em todas as plataformas digitais. O tema marca a primeira incursão da artista no universo da língua espanhola, refletindo a vida que hoje constrói em Madrid e o diálogo constante entre raízes portuguesas e experiências internacionais.
Intimista e arrebatadora, “Partes de Ti” funde pop com toques soul num registo cru e confessional. Sobre um arranjo delicado mas pulsante, a voz de Daniela move-se entre vulnerabilidade e força serena enquanto canta a dor de procurar pedaços de si própria depois de um amor desfeito — “pedazos de mi corazón” perdidos “entre tus brazos”. A instrumentação minimalista e as melodias emotivas permitem que a letra brilhe, transformando o desgosto numa história universal e catártica.
O novo single sucede aos lançamentos escritos na língua inglesa e representa um passo ousado na jornada artística de Daniela. Com “Partes de Ti”, a cantora convida os ouvintes a abraçar a honestidade, mesmo quando dói, e a encontrar beleza nos fragmentos que recuperamos após uma perda.
Com apenas 24 anos, Daniela Galhoz vive atualmente em Madrid, depois de ter iniciado o seu percurso musical no Reino Unido. Entre Cambridge e Londres, estudou e atuou em palcos de referência como The Half Moon e Amersham Arms, antes de se fixar em Espanha, onde já se apresentou em salas como o Intruso e El Pez Gato. Entre o indie alternativo, a pop confessional e influências anglo-saxónicas, Daniela constrói um caminho marcado pela autenticidade e por uma entrega emocional que conquista quem a ouve — seja em português, inglês ou agora em espanhol.
“Partes de Ti” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, abrindo um novo capítulo num percurso que Daniela Galhoz quer cada vez mais plural, honesto e sem fronteiras.