O primeiro single do ano do duo musical que mistura as influências R&B, Pop e Jazz saiu a passada Sexta-Feira dia 20. Este revela uma nova sonoridade no repertório trocando o habitual som cheio de sintetizadores, bateria, guitarras elétricas e efeitos sonoros por guitarras acústicas e uma voz intimista que nos conta a história de alguém que se encontra sozinho no seu dia de anos tendo organizado uma festa em que ninguém apareceu.
Also – Happy Birthday (2023) (single)
Leonor Baldaque – Few Dates Of Love (2023) (single)
Leonor Baldaque – Few Dates Of Love (2023) (ID)
Leonor Baldaque dá início a sua aventura musical. Celebrizada pelo seu trabalho de atriz, e com dois romances já publicados em França, a sua estreia como cantautora acontece com o single “Few Dates of Love”. Esta canção-poema, a primeira a ser revelada do trabalho musical de Leonor Baldaque, introduz-nos a um universo de sonhos, sentimentos e vivências da artista, um mundo que será completamente conhecido no último semestre do ano com a edição do disco de estreia. Este primeiro longa-duração, que pode ser visto como uma declaração de amor à poesia e à vida, é composto por uma dezena de extraordinárias canções em inglês, que revelam uma lindíssima voz, servida do poder interpretativo da atriz, a dar vida a melodias que abraçam de forma perfeita os seus poemas. A poesia está no âmago da vontade de Leonor Baldaque de fazer música. “Few Dates of Love” (ver letra completa aqui), é uma composição íntima, sobre deixar-se apaixonar e permear pela beleza envolvente de um verão, num registo delicado, que nos transporta de imediato para o universo que a artista criou com o seu videoclipe, realizado e editado pela própria.. 2023 será um ano preenchido para Leonor Baldaque; apresenta a nova faceta, a de cantautora, de uma artista plena, com uma carreira e uma vida nascida e mergulhada nas artes. As gravações do disco têm estado a decorrer no estúdio Arda Recorders, no Porto. Ainda este ano o segundo romance de Leonor Baldaque, “Piero Solitude”, será traduzido para português e editado pela Quetzal em data a anunciar em breve.
Conheça Leonor Baldaque:
Leonor Baldaque nasceu no Porto, instalou-se em Paris há mais de vinte anos, tendo também vivido em Roma.
Foi protagonista de vários filmes de Manoel de Oliveira, desde os seus 19 anos. Foi nomeada em 2003 uma das Shooting Stars europeias pela European Film Promotion e recebeu o prémio de Melhor Actriz da Fundação GDA pela participação em “A Religiosa Portuguesa”, do cineasta Eugène Green, em 2009.
Como escritora, escreve em língua francesa, e publicou em Janeiro de 2012 na prestigiada editora Gallimard o seu romance de estreia Vita (La Vie Légère), na sua célebre coleção branca. Em 2020, a prestigiada e exclusiva editora Verdier, publicou o seu segundo romance Piero Solitude. A caminho, está a publicação do seu terceiro romance.
Lx Revolver N.7
Mário Costa – Chromosome (2023) (single)
Mário Costa, baterista e compositor, apresenta o single “Chromosome”, o primeiro tema a ser desvendado do novo álbum com o mesmo título, a ser lançado no mês de Fevereiro pela editora portuguesa CleanFeed (considerada Editora do Ano 2022 pelo jornal The New York City Jazz Record). Mário Costa faz-se acompanhar de músicos de excelência no seu novo trabalho: Cuong Vu, trompetista de jazz vietnamita-americano que tocou com David Bowie, Laurie Anderson, Pat Metheny Group, entre outros; e os conceituados músicos franceses: Benoît Delbecq no piano e sintetizadores, e Bruno Chevillon no contrabaixo. O músico é uma das grandes referências do jazz contemporâneo nacional e da bateria em particular, e construiu um notável percurso ao longo dos últimos anos. Tornou-se também um caso sério de sucesso no jazz internacional, atuando ao lado de músicos lendários como Michel Portal, Wynton Marsalis e Joachim Kühn, e pertencendo a formações tais como o quinteto da revelação do jazz europeu, Emile Parisien, ou o quarteto do saxofonista britânico Andy Sheppard. Em Fevereiro Mário Costa irá apresentar o novo álbum e tem já agendados alguns concertos de apresentação:
24 de Fevereiro – Centro Cultural de Belém, Lisboa
25 de Fevereiro – Maison 826, Braga
26 de Fevereiro Galerie Paul Fort, Paris
https://mariocosta.bandcamp.com/
O Meu Disco É Melhor Que O Teu (2a temporada) EP#13 Palankalama “Lama Pela Anca” (2022) (álbum)
Malotira – Malotira (2023) (EP)
Malotira – Malotira (2023) (EP)
Malotira é ua banda de música mediterránea e balcánica que interpreta a música destas regiões para dar valor e visibilidade à sua cultura partilhada e a diversidade estilística.
Desde a sua formação em Lisboa em 2020, Malotira tem actuado em todo o país em teatros e festivais, incluindo o Cinema São Jorge (Festival Olhares do Mediterrâneo)e o Museu Nacional dos Coches no Dia do Mediterrâneo com o apoio da Fundação Lindh.
Com a sua instrumentação única, voz cativante e danças tradicionais vibrantes, Malotira apresenta um repertório de canções das tradições grega, italiana, eslava e romani. Cantada em vários idiomas e dialetos, a banda cria uma poderosa fusão que mostra como a música pode criar novo diálogos e trocas culturais.
Elisabetta Marcora – Voz, guitarra e dança
Ruben Leonardi – Percussões e voz
Josefa Dobraszczyzki – Acordeão
Robin Timmis – Violino
Salvatore Ciotta – Guitarra e voz
Moon In Motion – Petroleum (2023) (álbum)
Janeiro 2023
Os MOON(in)MOTION são um duo português que combina a música eletrónica com instrumentos, sons e ambientes mais característicos da música de cinema.
‘Petroleum’ é o segundo LP (Long Play) da banda que já havia lançado em 2011 ‘the silent room’.
O álbum composto por 8 temas, convida a um percurso pelo meio de sonoridades eletrónicas intercaladas por instrumentos de orquestra, violinos e violoncelos aludindo a atmosferas cinematográficas ou à categoria bandas sonoras.
‘Petroleum’ conta ainda com a participações de Márcio Alfama (NO!ON, Dead Men Talking; Vanished Into Nowhere) no tema ‘Beautiful Monster’, Martha Rocha (Invicta Big Band, Sensual Theme Show) no tema ‘Mirror Heart’ e Hugo Moreira (Unfolded Vision, Y?, In Solitude) nos destinos da bateria em ‘Ignition’ e ‘Petroleum’.
O álbum está disponível em todas as plataformas digitais
Coffee Breakz #12 – Black Fire! New Spirits! Radical And Revolutionary Jazz In The USA
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single)
Slimmy está a apresentar o mais recente single a ser retirado do álbum “Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe”: o novo tema conta com a participação de Nuno Norte.
“How Long can a Fool go Wrong” foi gravado e produzido durante a pandemia com o produtor Mike More, segundo Slimmy o tema fala de “por quanto mais tempo continuaremos a ser loucos ao tentar alcançar os nossos próprios sonhos e não os que nos impingem, seguindo o nosso caminho e não o que nos tentam dizer que é melhor, lutando para sermos nós próprios até ao fim.”
Conta com a participação do carismático e poderoso Nuno Norte, não só amigo de há mais de 25 anos, mas também uma das primeiras influências de Slimmy, com a sua banda Parkinson, que revolucionou o rock na cidade do Porto para toda a geração que cresceu nos anos 90.
Slimmy tem atuado pelo país a apresentar o 5º disco de originais depois de completar 20 anos de carreira. O título do novo álbum foi inspirado numa passagem do livro “Hollywood” de Charles Bukowski, em especial num momento em Venice Beach em que o escritor descreve as ondas do mar dessa forma: close enough to be seen, far enough away to be safe. Slimmy adoptou esta frase como uma analogia à sua vida, o “estar presente e visível, mas longe de tudo e (quase) todos”.
AGENDA:
24 FEVEREIRO | MAFRA
27 MAIO | PORTO
14 JULHO | ANGRA DO HEROÍSMO
DISCOGRAFIA:
2007 – Beatsound Loverboy
2008 – Slimmy Unplugged
2010 – Be Someone Else
2013 – Freestyle Heart
2016 – Left in the dust EP
2017 – beatsound loverboy remastered + B sides
2019 – I’m not crazy, I’m in Love
2021 – 20 Years, The Best (Of) is Yet To Come
2022 – Close Enough to be Seen, Far Enough Away to be Safe
Lançamentos de Janeiro 2023
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
Búfalo Sentado – Revolução (2023) (single)
O Búfalo Sentado é uma criatura mutante, especiaria sonora de raiz indecifrável.
Um coletivo humanimal que faz da música abrigo e rebelião. O Búfalo Sentado tem vindo a forjar uma sonoridade muito particular, enchendo de vida temas que sobressaem pela sua originalidade. A música é um fermentado de World, Folk, Afro, Rock, temperado com uma mão cheia de poesia abstrata, orgânica, à procura de sentidos. O som é orgânico, biológico, respira na vibração fundamental, a que permite plantar as sementes da imaginação e incitar a revolta do espírito.
Ao longo do tempo, vários músicos vieram a dar corpo, suor, alma e coração para que esta criatura de grande porte continuasse sentada, seguindo caminho. Fundado inicialmente por Miguel Soares, que ancorou um coletivo que se foi desdobrando em várias formações, o Búfalo Sentado tem tido uma vida irregular que se avizinha mais estável com a edição do primeiro disco – Folklore Terrestre. Depois de uns anos a cozinhar o repertório em diversos palcos, com formações distintas (duo, trio, quarteto, sexteto), o coletivo decidiu assumir o projeto de forma definitiva com a gravação do primeiro disco.
O disco foi sustentado por um núcleo de 6 músicos e um conjunto de 5 convidados: Miguel Soares – guitarra acústica, voz e composição / Daniel Neto – guitarras elétricas / Xico Santos – baixo elétrico e contrabaixo / Diogo Andrade – bateria / David Menezes – percussões / Carolina Varela – vozes / Eva Parmenter – concertina / Braima Galissa – kora / Li Cheong – guqin, bansuri / Francisco Andrade – saxofone tenor.
Bem haja
Miguel Soares