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DISCO VOADOR: Zé Lencastre – Jazz e Música Improvisada #7
Fleuma – Lena (2022) (single)
Compor temas originais maioritariamente cantados em português foi o mote para a criação do projecto FLEUMA no início de 2020. Todos os temas são compostos em banda pelos três elementos criando assim um som inusitado, sem rótulos e que é moldado por múltiplas influências. Os FLEUMA são compostos pelos músicos Bruno Santos (bateria), Miguel Marafuz (voz e baixo) e Samuel Marques (guitarra e vozes),
Após várias paragens forçadas nos últimos dois anos, a vontade e a determinação de compor motivou a banda a reunir vários temas para se apresentar ao vivo em dois concertos em Maio e Outubro de 2022.
Até ao final do ano estarão a gravar mais três temas que irão acompanhar o single de estreia já lançado – LENA – preparando assim o seu primeiro EP.
Lançamento do single “LENA”
Em 12 Outubro de 2022 a banda lançou oficialmente o seu single de estreia “LENA” que transporta para a música a sua permanente observação do quotidiano, das pessoas, das cidades e do mundo. Um retrato do crescimento e formação da pessoa, das escolhas, das relações, dos amigos e das prioridades que nos definem e vão construindo a nossa personalidade. Este single, gravado e misturado na Audiospace Maia por Miguel Oliveira é também acompanhado por vídeo produzido por Rui M. Costa disponível no canal de Youtube da banda.
FLEUMA NA INTERNET
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“O Meu Disco É Melhor Que O Teu!” (2ª temporada): EP#8 Diogo Picao “Palavras Caras” (2022) (álbum)
Coffee Breakz #7 Beware of the Monkey!
Captain Boy – Dissolver (2022) (single)
CAPTAIN BOY APRESENTA O VÍDEO “DISSOLVER”
O TERCEIRO SINGLE DO ÁLBUM “DOMINGOS LENTOS”
Captain Boy está a lançar o terceiro single e vídeo do álbum “Domingos Lentos”: o tema que já toca nas rádios, “Dissolver”.
O músico de Guimarães apresenta o terceiro vídeo de uma trilogia que começou com “Só Se Estraga uma Casa”: um atrasar do luto de uma relação terminada que deu origem a uma trilogia em vídeo de negação e raiva, depressão e aceitação. Tudo se encaixa agora. Vemos nos videoclipes, um assassino que mata Captain Boy (“Só se Estraga uma Casa”). Não aguenta com a culpa e apaga-a com a auto-destruição (“Domingos Lentos”) e no final é submetido, à força, a lidar com a dor. Regressa então às águas de quem o faz sentir maior e por fim, resolve-se (“Dissolver”).
O novo vídeo foi realizado por Giliano Boucinha e pelo próprio Captain Boy.
O álbum “Domingos Lentos” foi totalmente escrito em português, inspirado por autores como Bukowski e Hermann Hesse e fala sobre autodestruição, perda e descoberta. Foi gravado num moinho em Torres Vedras, conta com a produção de Giliano Boucinha e Pedro Sousa Moreira e foi masterizado por Timothy Stollenwerk (Morphine, Kevin Morby, Chromatics).
“they say that hell is crowded, yet,
when you’re in hell,
you always seem to be alone.
& you can’t tell anyone when you’re in hell
or they’ll think you’re crazy
& being crazy is being in hell
& being sane is hellish too.“
Charles Bukowski, in Lost
Malú Garcia – Dois Mundos (2022) (single)
MALÚ GARCIA APRESENTA O ÁLBUM DE ESTREIA “CAMINHOS”
Concerto de Apresentação | 20 Janeiro, 21h30 – Auditório Carlos Paredes, Lisboa
Malú Garcia lança o seu álbum de estreia “Caminhos”, escolhendo a versatilidade para se definir como artista. Um álbum muito desejado, tendo a violinista trabalhado nos temas durante os últimos dois anos. Músicas cheias de ritmos contagiantes, de influências e amplitudes que vão do Jazz até à World Music, com incursões por estilos muito diversos, como, por exemplo, a Morna, o Tango, o Swing, o Samba e, até mesmo, o Fado.
Malú Garcia começou os seus estudos de violino aos 8 anos e, recentemente, sentiu necessidade e curiosidade de ir em busca de novos estilos, novas formas de tocar, novos ritmos e este disco é o resultado vivo dessa incursão. Com um percurso fascinante, a violinista já atuou tanto em performances clássicas com a orquestra Gulbenkian, como em performances pop, ao lado de Carlão, Capitão Fausto, entre outros artistas.
Uma das fortes características do projeto musical de Malú Garcia é a diversidade de estilos num só álbum, influências que advêm da sua paixão pela música e da sua busca incessante por novas culturas, sons e ritmos, tornando a sua música numa linguagem verdadeiramente universal.
O primeiro concerto do lançamento do primeiro álbum de originais de Malú Garcia, “Caminhos”, está agendado para dia 20 de janeiro, às 21.30h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa. Promete ser um concerto intimista, cheio de ritmos contagiantes, com a cumplicidade dos músicos Sebastian Scheriff, Pedro Baião, Rui Poço e Ricardo Marques. Os bilhetes vão estar disponíveis na Ticketline, Palácio Baldaya e Quiosque Grão Vasco.
Segundo Malú Garcia, “”Caminhos” é o começo, é fruto do início desta caminhada que sonhei e que quero continuar a percorrer. Sou violinista, de base clássica, mas a música é o que me define, sem barreiras algumas, e pretendo levar um pouco desta cultura universal e dos sons que me movem, me influenciam e me emocionam até todas as pessoas, de norte a sul. Quero que ouçam a minha música, que a sintam e que percorram no seu interior paisagens tão bonitas quanto as que eu imagino ao interpretá-las.”
Constituição:
Malú Garcia – Violino
Rui Poço – Guitarra Portuguesa
Ricardo Marques – Contrabaixo
Pedro Baião – Piano
Sebastian Scheriff – Percussão
Créditos Fotografias: Tomás Monteiro
BIOGRAFIA:
Malú Garcia conta com um percurso admirável na música clássica, tendo iniciado os seus estudos musicais aos 6 anos de idade na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa. Participou em diversas masterclasses com professores em Portugal, Inglaterra, Alemanha, País de Gales e Espanha. Em 2013, foi selecionada para a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). Um ano mais tarde foi selecionada para integrar na Young Franco-German-Hungarian Philharmonics com o maestro Nicolaus Richter, onde tocaram obras de Richard Strauss e Richard Wagner na grande sala Franz-List-Music-Academy em Budapeste.
Em Junho de 2015, terminou a sua licenciatura na Universidade de Évora em Música. Entre 2016 e 2018, tirou uma Pós-Graduação em Performance (Violino). No Reino Unido, foi selecionada para fazer parte do ensemble “String Soloists” onde trabalhou com maestros como Valery Gergiev. Em 2018, fez parte do Projeto Ibérico Orquestral. Neste mesmo ano ganhou o prémio de Menção Honrosa no Festival Verão Clássico, onde participou com o Trio Presságio.
Em Setembro de 2018, foi selecionada para fazer parte da Neue Philharmonie München onde realizou concertos pela Alemanha.
Em 2020 criou o seu próprio projeto, de nome Malú Garcia onde inclui composições originais que partilham estilos entre o jazz, fado e world music. Atualmente é professora de violino na Academia de Música de Santa Cecília e no Conservatório de Música e Dança de Lisboa. Colabora regularmente com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Câmara Portuguesa, Sintra Estúdio de Ópera, Orquestra Sem Fronteiras.
Manifesto Sonoro #9
Mary Anne – Cores da Procissão (2022) (single)
Mary Anne começou a compor originais aos 13 anos, sempre acompanhada pelo seu piano, e dando voz às suas letras.
Começou no violino, mas foi em piano clássico que terminou o Curso
Secundário de Música. Frequentou aulas e masterclasses do curso de Jazz, na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo oportunidade de trabalhar com a cantora de jazz, Maria João, e com outros nomes como Afonso Pais, Ricardo Pinheiro, entre outros.
Em maio de 2021 ganhou o “Concurso de Bandas de Palmela”, e o prémio “Melhor Banda do Concelho de Palmela”. Atualmente está a tirar a licenciatura em piano jazz pela Universidade de Évora.
Já conta com três singles lançados, e prepara-se para lançar o seu primeiro álbum em 2023. Sem um género musical definido, as suas músicas que bebem inspiração do mundo jazz e pop, são acompanhadas de letras e poemas criados em tons nostálgicos e crus.
O seu primeiro Single “Cores da Procissão”, nasceu de uma conversa entre Mary Anne e o seu piano, a letra e a música são de sua autoria, e nesta música fez-se acompanhar de Pedro Antunes na bateria, Nuno Adão no baixo e Paulo Araújo na guitarra.
“Não Sei Quantas Quantas Almas Tenho”, foi o segundo single de Mary
Anne. Desta vez, a letra não é de sua autoria, é um poema de Fernando
Pessoa, que serviu de inspiração para a música que viria a acompanhar este poema. Este tema leva-nos para um universo tranquilo e poético, juntando sempre o piano e a voz de Mary Anne.
Saiu em Julho deste ano, “Monet” é o mais recente single de Mary Anne. Este tema remete para sonoridades mais entre o Jazz e o Pop, e conta mais uma vez com letra e música da artista.
Nanook o vagabundo – Onde Foi Que Te Perdi (2022) (single)
Encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais o novo single de Nanook o vagabundo, “Onde foi que te perdi”.
Neste tema a voz de Nanook leva-nos para uma letra introspetiva invocando a perda que nos leva acima de tudo à esperança!
Conta com a participação de vários músicos convidados incluindo nomes como Poliana Magalhães (Adam Lambert), Augusto Macedo (Selma Uamusse), Vitor Bacalhau ou Carolina Fonson
“Onde foi que te perdi” é mais um single que integrará “INQUIETUDE”, o próximo longa duração do cantautor.
Importante também lembrar que este tema é acompanhado por um vídeo que nos transporta ao início dos saudosos anos 80 e que teve como realizador, Eduardo Raposo.
Link: https://www.youtube.com/watch?v=BCsY5qc-MqY
SITE
NANOOK O VAGABUNDO
Outros links:
https://linktr.ee/nanookovagabundo
Rogério Godinho – Reset (2022) (single)
Rogério Godinho é um artista multifacetado – pianista, cantor e compositor, cuja formação passou pela Universidade de Évora, Lemmensinstituut (Bélgica) e no Hot Club de Portugal, que tem na fotografia, nas filmagens e na poesia outras manifestações do seu universo artístico, como criador.
Nos seus trabalhos e espectáculos procura sempre que haja uma forte ligação entre a mensagem e a música, servindo um conceito e uma estética que vai definindo.
O seu novo álbum “We Change”, que começa a ser divulgado a 9 de Dezembro de 2022, com o single “Reset”, surge da necessidade que sentiu em ter a sua mensagem entendida para além da Língua Portuguesa, quebrando fronteiras numa arte em que, na realidade, estas não devem existir. Este disco é a prova que não devem, também, existir limites na criação, dado que cada pessoa tem em si muitas “outras personalidades” e facetas, devendo manifestá-las quando assim lhe fizer sentido.
Em 2015, editou o seu primeiro trabalho discográfico – “ETERNO REGRESSO”, num estilo distinto, também com música original por si composta e uma narrativa subjacente, em que transpareciam algumas das suas influências: o Fado, o Jazz e a Música Popular Brasileira (MPB), com muitos elementos clássicos também presentes. Tratou-se de um conceito maioritariamente intimista, onde a palavra, a imagem e a música são indissociáveis.
Em 2017 editou uma música que compôs em homenagem a Bernardo Sassetti, artista que muito admirava, a que chamou “Para Sassetti”.
Mais recentemente, editou a sua composição “Évora, Cidade do Mundo”, que fez parte do documentário do realizador Jorge de Sá, dedicado à distinção de Évora como cidade Património Mundial, por parte da UNESCO.
A ligação da sua música à obra de Fernando Pessoa tem despertado interesse junto da “comunidade pessoana”, nomeadamente, através da Casa Fernando Pessoa, onde já actuou por diversas vezes.
A partir da edição do seu primeiro disco, “Eterno Regresso”, teve a oportunidade de ver o seu trabalho apresentado nomeadamente na Antena 1, RTP, Rádio Amália, Rádio Nacional Española e Rádio Clásica, ambas pertencentes à rTVE, de Espanha.
Novo Single “Reset”
No dia 9 de Dezembro, foi lançado em todas as plataformas digitais o primeiro single (“Reset”) do segundo Álbum de originais de Rogério Godinho, “We Change”.
Num disco cantado em inglês, este tema tem a participação da cantora Ana Stilwell e fala da necessidade de mudança pessoal que cada um pode sentir em determinados momentos da vida. Porque o tempo não pára, quebrar rotinas que já não fazem sentido é imperativo para voltar a viver. E, para isso, é necessário arriscar e sentirmo-nos confortáveis a caminhar nesse “arame”, para chegarmos a algo melhor.
Num disco que conta com 14 músicos, em que todas as músicas são compostas por Rogério Godinho e com produção de Francisco Sales, este tema contou com a seguinte ficha técnica:
Letra: Rogério Godinho, Ana Stilwell, Manuela Quaresma
Piano e Voz: Rogério Godinho
Voz: Ana Stilwell
Baixo eléctrico: Rui Pedro Pity
Bateria: André Silva
Mistura e Masterização: Mo Hasler
Fotografia capa single: Brett Sayles