Abe Pe Show #2: Bamba A.k.a. Pain Killer “Timeless” (2021) (EP)
Lona Musik #2 “REGGAE, SKA & DUB”
Entrevista com Pedro Saavedra – A REPÚBLICA ALEXANDRINA
A REPÚBLICA ALEXANDRINA de Pedro Saavedra – Entrevista
Apresentamos uma entrevista realizada na Rádio Olisipo com Pedro Saavedra, realizador da peça A República Alexandina.
“Num tempo em que diferentes linhas de possibilidades se cruzam, em realidades paralelas, e que, acima de tudo, duas ideologias se desafiam continuamente, nada, mas mesmo nada, os fará parar de lutar. Lá fora, os sons das máquinas e dos violinos começam a ouvir-se.
“
A REPÚBLICA ALEXANDRINA de Pedro Saavedra
em parceria com @ofimdoteatro
Espectáculo de Teatro
20 a 30 Out 2022 Qui. a Sáb. às 19h / Dom. às 16h Sala Estúdio A, LARGO Residências – Quartel do Largo do Cabeço de Bola, Lisboa
Bilhetes – 10 euros (preço único)
Online –
Ticketline link na bio
FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA
exto e encenação – Pedro Saavedra @eusouosaavedra
Interpretação – Andreia dos Santos, Edmundo Rosa, Inês Fernandes, Pedro Saavedra, Ricardo Barbosa e Rogério Jacques
Design de cena – SurumakiFigurinos – Cláudia RibeiroMúsica – Clothilde
Masterização de música – João MeloDesenho de luz – Paulo SabinoSonoplastia – Rui Miguel
Fotografia – Andreia MayerIlustração – Rui Guerra
Assistência de encenação – Rafael Fonseca
Produção executiva – Bernardo Carreiras
Uma produção em parceria com LARGO Residências
Entrevista com Pietro Paris Quartet – “Underneath” (2021) (álbum)
Pietro Paris Quartet – Underneath (2021) (álbum)
Apresentamos a entrevista com Pietro Paris, um contrabaixista italiano que acabou de realizar uma residência artística no Quartel (Lisboa), em que se cruzou com músicos locais. Vamos apresentar também o seu recente trabalho discográfico, que é também o seu primeiro álbum á solo: “Underneath” (2021).
Bio:
Born in Perugia in 1984. A bachelor degree in Physics and a deep love for jazz that moved him to dedicate himself full time to music.
In 2019 has been released “Seamless”, the first album from “The Sycamore”, pubblished by Emme Record Label.
In 2020 won the “Artist in Residence” endorsed by Midj (the Italian Association for Jazz Musicians) that consists in an artistic residency of a month in Lisbon, Portugal.
Link: https://www.pietroparis.com
Matteo Nocera feat. Luisa Briguglio – Ammore Consumato (2022) (single)
Matteo Nocera feat. Luisa Briguglio – Ammore Consumato (2022)(single)
Passione scolorita già al primo lavaggio.
Amore consumato una volta e subito stantìo.
Passione ordinata e portata a domicilio.
Amore in confezioni monodose, come lo zucchero al bar.
Passione subordinata alle leggi del mercato.
Ammore [ai tempi del capitalismo:] consumato.
Il brano è un misto di suoni derivanti dai miei assidui ascolti di canzone napoletana e suoni magrebini: due mie grandi passioni.
L’ammore consumato è l’amore “usa e getta”: qualcosa in perfetta sintonia con i tempi che corrono, in cui tutto si consuma velocemente, nei quali si rastrella lì dove è necessario invece scavare (e provare a piantare qualcosa?). Apparire conta più che essere, l’individuo solo e [IN]felice è un modello per la società.
L’amore come pratica da fastfood in una vita spesa a sgobbare, competere, accumulare – non c’è tempo per soffermarsi.
musicisti: Sergio Peón, Andres Balbucea, Alessio Pignorio, Antonino Anastasia e Michele Signore.
Registrazione e mix di Kammermuzak (Napoli), cover di Lavinia Parlamenti.
Matteo Nocera, musicista, arrangiatore, compositore e storico dei movimenti musicali, si interessa su tutto ciò che concerne le musiche popolari e l’universo sonoro mediterraneo. Lavora tra la Francia e l’Italia spaziando tra attività di ricerca, di studio e pratica musicale. È il fondatore e batterista del gruppo ISMA!, collettivo di musicisti che fonde le sonorità popolari del mediteraneo a quelle del jazz contemporaneo, ha pubblicato a suo nome un primo EP, la sua musica è disponibile online in tutti gli store digitali.
Si interessa maggiormente alle opportunità date dall’incontro tra la musica di Napoli della Sicilia con quelle cugine del Maghreb e della sponda occidentale del Mediterraneo.
Marta Lima – No Mesmo Instante (2022) (single)
Marta Lima – No Mesmo Instante (2022) (single).
O fiel retrato do caminho da vida de Marta Lima surge pela primeira vez eternizado na sua canção. “No Mesmo Instante” assume-se não só como single de estreia do EP que decerto sucederá, como da carreira que promete prosseguir.
A nostalgia do vivido, motivada pela ausência de presente, levaram Marta Lima à escrita de canções sinceras, com a devida importância ao detalhe e à mensagem que pretende transmitir. “No Mesmo Instante” aborda a diferença emocional de momentos, entre a intensidade do tão breve vivido e do nefasto brilho que o presente vislumbra.
Misturado por João Ornelas e masterizado por John Ruberto, conta ainda com a produção do músico terceirense Cristóvam e da prestação musical do baterista Francisco Santos, da teclista Maria Carvalho, do baixista Vasco Trindade e do guitarrista Afonso Lima.
A ambição de Marta Lima em conferir ao pop português uma nova visão, com pequenas incursões pelas cores e ambientes do jazz e do indie, levou a que no início do ano de 2020 iniciasse a escrita de canções delicadas, denotando um claro cuidado pela harmonia entre a palavra e a música. Em fevereiro de 2022, inicia o trabalho em estúdio, desaguando no nascimento do seu primeiro EP, com previsão de lançamento para o início do ano de 2023.
pelas cores e ambientes do jazz e do indie, levou a que no início do ano de 2020 iniciasse a escrita de canções delicadas, denotando um claro cuidado pela harmonia entre a palavra e a música. Em fevereiro de 2022, inicia o trabalho em estúdio, desaguando no nascimento do seu primeiro EP, com previsão de lançamento para o início do ano de 2023.
Zoe Dorey – Mundo Novo (2022) (single)
Zoe Dorey – Mundo Novo (2022) (single)
Transe & Transe
Espiritual e carnal, o novo som de Zoe Dorey
Um disco nascido na pandemia, que inspira encontros
Há anos afastada de sua trajetória discográfica, Zoe Dorey volta batizando de “Transe” um novo álbum. O impacto de uma experiência espiritual profunda e a feliz exaustão de uma fase de intenso prazer sexual trouxe o título e ditou o conceito. “Transar é também entrar em transe”, diz ela, conectando os sentidos.
O álbum gerado e produzido no meio da pandemia, em uma cidade em outro continente, parece trazer uma atmosfera brasileira que inspira o encontro, seja espiritual ou carnal. Logo na primeira faixa, a carioca moradora de Lisboa canta: “Eu estou vendo/um mundo novo está nascendo/só pra gente se encontrar” (“O Mundo Novo”). E se o disco fecha com uma música sobre separação, é com certa maturidade que faz isso: “Meu amor agora é tarde/ Nos perdemos no caminho/Esquecemos que o amor escapa sozinho” (“Fim”).
Nas cordas da música brasileira
A forma como Zoe usa os elementos eletrônicos em sua música tem uma assinatura que é parte importantíssima da sua obra e em “Transe” não é diferente. No entanto, assim como antes, o trompete jazzístico, tocado por ela, tinha (e ainda tem) seu espaço de destaque, agora é o violão que chega junto sem qualquer timidez. O instrumento traz mais Brasil para dentro da música de Zoe. Ela chegou a ter aulas com Cezar Mendes – o violonista e compositor baiano já gravado por nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte e Chico Buarque – o que possivelmente teve influência no caminho que sua música tomou. “Foi a melhor escola que eu poderia ter feito. Eu aprendi a mão direita através de músicas de GIl, Caetano, Joao Gilberto. Cezinha sabe tudo, é um gênio! E essas aulas me inspiraram a compor outras coisas. ganhei vocabulário e pude experimentar novos terrenos”, confirma ela.
As músicas
Entre o que Dorey realizou em alguns de seus álbuns anteriores e o ponto que agora está, “Rainha do Amor” (faixa 5), é o elo de ligação maior. As bases eletrônicas criam o clima, um Downtempo tropical. Por cima, o piano costurando uma bela melodia de claro DNA BR. A doçura da já citada “Mundo Novo” começa o disco de forma convidativa. “Bem Vinda” é a delícia pop do álbum. “Morena” parece nascida em alguma passagem inspiradíssima pela Bahia. “Shhh” é a cantada em inglês, mas é carregada da MPB “doreyana”. “Continente” acontece como uma bossa, só na voz e violão. Basta para arrepiar. Como única faixa não composta por Zoe, “Inquietação”, do cantautor José Mário Branco, é o som popular de Portugal convertido para o “Transe”. “Derreti” não tem pressa e sem ostentar vai como que sinuosa num clima de sensualidade. A reflexiva “Fim” fecha o álbum com uma atmosfera de intimidade com o ouvinte.
Para um disco cheio de delicadezas, a produção precisa entender o espírito da coisa. Foi o que fez Fred Ferreira, que produziu todas as faixas. O músico integrante da Banda do Mar veio para o projeto por meio de seu parceiro no trio, o brasileiro Marcelo Camelo, que além de participar em algumas músicas contribui de outras formas. Dorey conta como: “Ele é um dos homens mais delicados e dedicados que conheço. Mandei umas gravações voz e violão e ele me voltou com comentários importantes e sensíveis”.
A trilha percorrida
Zoe Dorey chega nesse “Transe” com bagagem e história consistente. Por exemplo: ainda usando o nome Claudia Dorey realizou a trilogia musical “Respire” (2009), “Inspire” (2014) e “Justpire” (2015). Entre um e outro, em 2012, se transformou em Malika e lançou “One”, uma experiência eletrônica ousada. Já produziu outros artistas, fez trilhas para teatro e cinema, trabalhou com nomes como Gerald Thomas e Denise Stoklos. O bonito é que tudo isso está presente, de uma forma ou de outra, nesse mais recente álbum.
Kyohh – “HoneyDew” (2022) (single)
Música: HoneyDew
Língua inglesa
Artista: KYOHH (pronunciado – k-ay-yoh)
Gênero: Jazz Moderno/Soul
E-mail: kyohhmusic@gmail.com
redes sociais: @kyohhmusic
Dj Shalaby #6
Kimi Djabaté – Alidonke (2022) (single)
Alidonke is a joyful celebration of finding love and friendship and the various forms of communication––
smiling, talking, caring for each other and dancing together––that strengthens these relationships.
Words & Music by Kimi Dkabaté
Published by Cumbancha Music Publishing (BMI)
Alidonke
(Original Mandinka)
Djelennhe kanunhoko djelenhe
Kumanhe ikanunhoko kumanhe
Ipulu dinma ikanunhoko ipulu dinma dé
Ntebilele fé ntebilele fé molu
Yoo ndjarabi ntebilele fé
Ikanunho n nata de Ifuronho n nata dé
Djelenhe Ikanunhoko djelenhe niman
Djelenhe by djonbe djelelanhe
Kumanhe ikanunhoko kumanhe niman
Kumanhe by djon by kumalanhe
Yoo ndjarabi ntebilele fé
Yoo ndjarabi ntebilele fé
Ikanana malya ikanana mokani
Dianamola maluya djamaro alidonké
Ifuronho nata dé
Ikanunho nata Ifuronho nata Ikanunho
Let’s Dance
(English Translation)
Smile at me
My love
Speak to me
Give me your hand
It’s you that I want
The love of my life arrived
My friend has arrived
Smile at me
If you don’t smile at me, who will?
Speak to me
If you don’t speak to me, who will?
Let’s take care of each other
Let’s dance
Let’s dance
It’s you that I want
The love of my life has arrived
My friend has arrived
Kimi Djabaté was raised in Tabato, Guinea-Bissau, a village known for its griots, hereditary singer-poets whose songs of praise and tales of history and legends play an essential role in Africa’s musical life. Centuries ago, Djabaté’s ancestors, a wandering troupe of musicians from Mali, traveled to the region and the king of Guinea so loved their songs he invited them to stay and offered them the territory of Tabato. Ever since, the area has been a recognized center for music, dance, handcrafts and other creative arts.
In 2005, Djabaté independently released his first solo album, Teriké , followed by Karam in 2009, which was released by Cumbancha and met with resounding praise. His third album, Kanamalu , came out in 2016. Djabaté’s albums pay tribute to his griot heritage and the spirit of Africa, laying a foundation for his latest musical masterpiece, Dindin , scheduled for release by Cumbancha on February 24, 2023.
Recently, Djabaté has worked with the pop star Madonna , who moved to Lisbon in 2017 and become entranced with the vibrant Afro-Portuguese music scene. She credits Djabaté with introducing her to the distinctive sound of gumbé music, which she then became committed to sharing with her millions of fans. In 2019, Djabaté was a featured singer on her song “Ciao Bella ,” and continues to strengthen his friendship with Madonna through their mutual love of African rhythms.
The central themes of Djabaté’s music are the joys and challenges of life in Africa, from freedom and poverty to the rights of women and children and the many forms of love. Continuously optimistic about the power of music and its message to create a better future for Africans, Djabaté’s magical songs remain uplifting and hopeful even as they reflect on contemporary struggles and challenges. An expression of his griot roots, Djabaté pays tribute to the people, soul and spirit of Africa that is at the heart of his music.
Manuel Linhares – Suspenso (2022) (álbum)
Manuel Linhares – Suspenso (2022) (álbum)
Suspenso do cantor Manuel Linhares é reeditado dia 14 de Outubro em antecipação da tour com a participação especial do saxofonista David Binney
26 de Outubro/ 22h30m e 00h00m/ Hot Clube, Lisboa
28 de Outubro/ 22h30m/ Casa da Música, Porto
29 de Outubro/ 21h30m/ Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima
6 de Novembro/ 20h00m/ Sala Clamores, Madrid
especial do saxofonista americano David Binney já esta sexta-feira dia 14 de outubro. Suspenso está disponível no site e bandcamp do artista, bem como estará à venda nos concertos que aí vêm.
A primeira edição, limitada e numerada de 300 cópias, apoiada pela DGARTES e lançada pelo carimbo Porta-Jazz em Janeiro de 2022, esgotou com um considerável número de vendas para o mercado japonês. Supenso suscitou o interesse do distribuidor japonês Disk Union que conheceu o disco através do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, produtor de Suspenso, que tem um forte percurso artístico no Japão.
Esta reedição numerada e de 300 exemplares assinala a tour com David Binney, o músico convidado de Manuel Linhares que diferencia e eleva estas apresentações ao vivo de Suspenso de todas as anteriores.
David Binney possui uma das mentes mais originais da música contemporânea, segundo a Stereophile Magazine. Aclamado como um talento da composição e da performance, o saxofonista David Binney é um dos músicos de jazz mais relevantes da atualidade. Recebendo elogios de críticos e colegas, David foi recentemente apontado pelo Jazz Times como um dos poucos músicos que criaram uma estética de jazz alternativa … todos tocando música original e aventureira. Binney venceu por três vezes o prémio dos críticos da revista Downbeat na categoria de Saxofone Alto, foi capa das revistas Jazz Times, Downbeat e do editorial de arte do NY Times Magazine. David Binney irá dar uma Masterclass no dia 27 de Outubro, pelas 14h00m, no Auditório 4 da Universidade Lusíada de Lisboa (entrada livre) onde irá partilhar a sua experiência artística, dar a conhecer a sua carreira, a forma como compõe e toca.
Manuel Linhares traz ainda para esta tour a sua banda de sempre – Paulo Barros no piano, José Carlos Barbosa no contrabaixo e João Cunha na bateria. A este elenco de luxo, juntam-se ainda os portugueses Paulo Perfeito no trombone e Gonçalo Marques no trompete.
A acompanhar esta reedição temos o lançamento do videoclip “Dança Macabra”, o segundo single de Suspenso, tema composto pelo cantor em parceria com a rapper e escritora Capicua e a sua extraordinária forma de escrever, através da letra que compôs para esta canção. Margarida Rêgo ficou a cargo da direcção artística do videoclip feito em colaboração com Miguel C. Tavares.