JazzNewBlood Tapes #5

Música Improvisada #5

Spitz – “Slasher” (2022) (single)

Slasher é o single do seu recente álbum Infâmia que foi lançado em Julho 2022. Convidamos-vos a visualizar o vídeo na íntegra através do link https://youtu.be/sXL1Dtz0ado

Segue também uma breve uma explicação do projeto e do álbum:

Spitz é a união entre o rap e o cinema de terror, e fruto dessa ligação macabra nasceu o álbum Infâmia, que surgiu no dia 22 de Julho aos olhos de todos. Esta rapper nortenha, tem como primeiro destaque pertencer ao duo Poker, 2008. Entre participações em vários projetos, a rapper,recente membro do coletivo MCNk. Infâmia promete ser uma viagem cheia de mudanças e epifanias com pulso firme, e sobretudo sem dar qualquer quietude aos causais bons impulsos através da voz de uma interlocutora psicologicamente instável e deveras subversiva na sua visão de bem e mal. Inspiradas sobre as obras de Stephen King, as líricas particularmente sádicas  deste álbum projetam o paralelismo entre  o universo misterioso e a cultura hip-hop.

O projeto pode ser escutado através do seguinte site: www.spitz.pt

Seguem as outras redes sociais caso seja do vosso interesse www.instagram.com/a_spitz_
www.facebook.com/aspitzdazona4

Manifesto Sonoro #4

Lafa Mukigo #9: Orfélia

Prehistoricos – “7488” (2022) (EP)

Prehistoricos – 7488 (2022)(EP)

7488 é o disco de estreia de prehistoricos!

Uma explosão de jazz, rock, funk e muito mais.

Prehistoricos tem na sua sonoridade uma combinação de gerações, fruto das vivências que cada um dos músicos traz para estúdio. Prehistoricos trazem-nos uma fusão de jazz, rock, world music, funk e até hip-hop no seu EP de estreia.

O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e para ser ouvido com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte. Um disco que é quase que uma compilação das longas horas de ensaios e concertos que foram tendo ao longo dos anos.

Ao comando do baixista César Correia juntam-se no núcleo duro os irmãos André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva e Carlos Pires. O EP conta ainda com a participação de André Moreira, Dikas, Tânia Tavares e Vicente.

O disco foi gravado entre os estúdios tuff, BEEP e Comcordas e foi misturado por João Santos e masterizado por Paulo Abelha.
O EP, que terá uma edição física e digital, já está disponível no site da editora tuff.pt, para pré-reserva, dado que o mesmo sairá no dia 14 de Outubro. 

A festa de apresentação do projeto e EP será já no dia 15 de Outubro na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.


Sobre a música “Repeat/Tones”:
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
Vejam o video Repeat/Tones aqui: https://youtu.be/r_H3Vu51aQA

Sobre a música “T3”:
O projeto prehistoricos existe na cabeça de César Correia e dos outros músicos há vários anos. E o problema foi sempre um: o Tempo. E é disso que o T3 fala. Da voracidade do tempo que nos leva momentos e que faz com que não aproveitemos a vida como o espectáculo que deve ser. O tempo que nos consome e não nos deixa fazer aquilo que mais gostamos. Este que foi o primeiro tema a ser composto pela banda.
Vejam o video T3 aqui: https://youtu.be/ckCowkC4ehk

Sobre a música “Zé Libório”:
Zé Libório é uma daquelas personagens que existem em todos os bairros. Um pintas com a mania que era maior que os outros. É uma personagem da infância de César Correia, que marcou muito o seu crescimento e esta música seria a banda sonora perfeita para se um dia fizessem um filme sobre o Zé Libório.

Vejam o video Zé Libório aqui: https://youtu.be/3imMbXZhhvQ
prehistoricos no Spotify: https://bit.ly/prehistoricos-no-spotifyMais informações em: tuff.pt/prehistoricos/

Lobo Mau – “Agarrado ao Mundo” (2022) (álbum)

Lobo Mau – Agarrado Ao Mundo (2022) (álbum)

AGARRADO AO MUNDO é o 3º álbum de LOBO MAU com lançamento marcado para 14 de Outubro de 2022.
 
LOBO MAU é a banda de David Jacinto, Gonçalo Ferreira e Lília Esteves. Depois de colaborarem na mítica banda TvRural, uniram-se na criação do universo sonoro das canções que nascem da sua partilha artística, enquanto músicos, autores, compositores, intérpretes e produtores.
 
Depois de NA CASA DELE (LP, 2020) e VINHA A CANTAR (EP, 2021), a banda prepara-se para apresentar o seu mais recente trabalho de originais, numa edição de autor apoiada pela República Portuguesa, através do ‘Programa Garantir Cultura’.
 
São 9 canções que nos transportam para o universo folk/rock português, tão característico da banda, em comunhão com o resultado da experimentação de novas texturas sonoras, como vem sendo habitual na composição do trio lisboeta e na personalidade sonora do lobo. À linguagem melódica e lírica que nasce da comunhão criativa dos 3 autores, compositores e músicos de Lobo Mau, juntam-se nestas canções a ousadia da electrónica, o arrojo dos trompetes e dos kazoos, e a insistência da caminhada no ritmo das peles, das cordas e das teclas que acompanham a génese das canções – a guitarra e as duas vozes.
 
Agarrado ao mundo, o lobo continua a sua perpétua caminhada e contempla, reflecte, transforma-se e uiva por trilhos sinuosos e desconhecidos, mas aos quais pertence.
 
Com a contribuição dos músicos João Pinheiro na bateria, David Santos no baixo, Jorge Machado na percussão e electrónica, João Gil nas teclas e Moisés Fernandes no trompete, este álbum é a afirmação poética e musical que se segue no percurso da banda.
 
www.lobomau.bandcamp.com
www.facebook.com/Lobo.Mau.Musica
www.instagram.com/lobomau_musica
www.youtube.com/channel/UCfk2yvg71nqsunI37Bmav1g/featured

António Vale da Conceição – “Slower” (2022) (single)

ANTÓNIO VALE DA CONCEIÇÃO ANUNCIA SEGUNDO EP AT YOUR SERVICE, MA’AM 2 COM SINGLE “SLOWER”.

SINGLE “SLOWER”

“Slower” – A canção de uma só frase.

O que inicialmente parece ser a gravação de uma confissão, rapidamente se transforma num tema de banda sonora dos anos 60 onde os violinos choram a única frase cantada e os metais acentuam a gravidade da confissão.

“Slower” é o tema que vem arrastar as memórias deste verão para o outono e inverno, abrandando o tempo e perpetuando os prazeres que não queremos terminados, nunca – não fosse a única frase da canção: “If this is dying slow… make it slower, babe.”

DISCO AT YOUR SERVICE, MA’AM

At your service, ma´am 2 (AYSM2) é o nome do EP sequela de António Vale da Conceição com edição marcada para 2 de Dezembro. O produtor e compositor traz-nos a conclusão à sua colecção de músicas At your service, ma´am com 7 temas que prometem manter o calor do Verão pelo Outono e Inverno dentro.

O que soava à banda sonora de um filme policial/ cómico/ romântico revela-se nesta sequela um filme, afinal, mais maduro e espiritual. AYSM2 debruça-se sobre uma paleta de estilos que oscilam entre o pop gingão, o Cha-Cha (50s & 60s) e as vozes de um coro clerical ou tribal. Mas não são só canções. São histórias, montagens áudio (do que parecem ser arquivos de televisão, gravações pessoais, depoimentos policiais…).

António Vale da Conceição já nos tem vindo a habituar a um filtro cinematográfico na sua música e este EP é, sem dúvida, um aprofundamento dessa assinatura ao explorar sentimentos, moods, personagens que vão além do enamorado/a, dos amores perdidos ou achados. AYSM 2 fala-nos de desafiar a monotonia, de confiança, de libertação espiritual, de “olhares largos” como nos diz na canção “Confidance” (Dança da confiança).

Eis o final de AYSM!

Disco Voador: Ululo “Música Moura N.3”

Melting Dreams – Serenity (2022) (single)

Melting Dreams – Serenity (2022)(single)

JUST LIKE THEY TOLD ME SERENITY SHOULD BE

O terceiro single dos Melting Dream, SERENITY, do LP de estreia CAN YOU SEE ME? foi lançado no passado dia 22 de setembro em todas as plataformas de streaming.

Serenity é uma balada de Dream Pop inspirada em contos de fadas, mitologia e na peça Sonho de Uma Noite de Verão. O tema reflete sobre a intensa relação entre um artista e as suas musas e sobre quão intensa e voraz a criatividade pode tornar-se, transformando-se numa papoila intensamente vermelha que flameja contra a terra negra e exige que os nossos olhos nela pousem, e que pousem nela apenas. Alcançar a verdadeira essência de uma ideia nunca é tarefa fácil. A musa é evasiva, raramente se deixa ver. Existe então o medo paralisante de jamais ser-se capaz de alcançar a sua verdadeira forma, e existe o medo de que o resultado seja terrível; de que o público o deteste. A verdadeira paz parece, então, ser alcançável apenas quando o artista abandona a ideia por inteiro. “Mato a semente e puxo os caules de debaixo dos meus pés, antes que comecem a exigir algo de mim.” A canção reflete a jornada criativa quando esta se torna esmagadora: primeiro repleta de sonho, depois bela, gloriosa; depois desconcertante, repleta de ansiedade; em seguida impotente; finalmente, abandonada. A melodia e o arranjo, com a sua esvoaçante e encantadora flauta ney, o violino alegre, os pratos ride urgentes, a guitarra cintilante e celestial, lembra-nos, ora contos de fadas, a beleza das criaturas Fae a vaguear pela floresta em noites de verão; ora desespero: os seu truques e travessuras caíram sobre nós. A voz navega por estas florestas; os puxões gravitacionais do rio e as vocalizações das criaturas, oferecendo ora abundância, ora terror, sentidos em cada inflexão. A questão que este tema coloca é a seguinte: Será que uma mente que vivencia um fluxo criativo intenso pode alguma vez sentir o calor envolvente da verdadeira serenidade?

Melting Dreams Melting Dreams é um duo independente de Dark Dream Pop formado por Inês Rebelo (Voz, Produção Vocal e Edição) e Asaf Rahamim (Composição e Produção), que se juntou a Artur Lenivenko (Piano e Sintetizadores) e convidou músicos de todo o mundo para gravar o seu álbum de estreia, Can You See Me?, com lançamento previsto para o final de 2022. A sua estética e estilo são inspirados em cinema noir, filmes de animação, e atos como Kate Bush, Florence and the Machine, Lana Del Rey, Chelsea Wolfe e Patrick Watson.

Créditos Composição, Produção; Backing Vocals – Asaf Rahamim
Voz, Arranjo Vocal; Edição; Sampling de Prato Ride – Inês Rebelo
Piano e Sintetizadores, Arranjo de Sintetizadores Artur Lenivenko Guitarra e Baixo (Arranjo e Performance) Sami Turunen
Cordas (Arranjo e Performance)Lucia La Rezza
Ney (Arranjo e Performance) Ido Romano
Bateria (Arranjo e Performance) Emiliano Di Fiori
Prato Ride (Performance) Timo Brülls
Mistura e Masterização Xavier ‘Hill’ Collado
Artwork Kupu Senja

Dj Mamashemade #2

Mamashemade #2

Sheylla Barros nasceu em Luanda de mãe moçambicana e pai cabindense, aquando da independência, a família teve de se instalar em Portugal, mais precisamente em Lisboa em 1982. Em meados dos anos 90 descobriu o canto e conviveu com o movimento Hip-Hop com o grupo pioneiro BOSS AC com quem realizou os seus primeiros concertos, marcando o início da música urbana em Lisboa.

Ela se emprenha da energia emergente, compartilhada entre admiração e entusiasmo de toda uma geração para a qual acaba de abrir um novo campo de expressão. Mas nessa época ela se contenta com refrões melodiosos que trazem o toque de doçura às rimas viris dos rappers em formação. Curiosa e recetiva à energia musical ambiente, interessa-se ao mesmo tempo pelo Garage Rock com o grupo DREAD ASTAIRE onde novamente, sobre fundo de música grunge experimental, trouxe tons de suavidade ao palco.

Depois chega a altura do seu desenvolvimento artístico pessoal, torna-se DJ em pequenos bares/clubes de Lisboa, aparece em projetos de curtas-metragens e sobe ao palco assim que surge a oportunidade.
Em Lisboa, nasceu a SHEYLLA B.

Mudou-se para Paris em 2003, onde estudou o canto de jazz scat, após a os estudos conheceu o baixista Lionel Tabar. Juntos criam TRUE FANTASY, ela é a autora, ele é o compositor do trio drum n’ bass. Com uma primeira demo serão premiados em vários eventos musicais em frança, como o prestigiado festival Jazz à Vannes. Surgindo assim várias oportunidades como tocar nas primeiras partes de: Chuchu Valdés, Roberto Fonseca, Dub Pistols.

TRUE FANTASY então lançou seu primeiro álbum autointitulado em 2012. A aventura duraria 9 anos.

Em 2017 criou MAMASHEMADE, um projeto íntimo e feminista. Com a força de sua maturidade e de sua experiência, ela carrega este projeto sempre atrelado à sua voz sensual e suave em seus próprios textos introspetivos, às vezes melancólicos, em português, inglês e francês. Ela será acompanha pelo contrabaixo e compusera as suas melodias, textos e bases rítmicas para finalmente expressar a sua própria “fantasia real” de uma forma feminina. O repertório original agora escrito e composto por Sheylla B. proporciona-lhe a oportunidade de tocar em palcos de frança à Macau.

Em 2020 tudo se báscula devido à uma crise sanitária COVID-19, ela decide nesse momento graças ao encontro com um músico/engenheiro de som Sweet$pot que a convida para gravar o álbum em seu estúdio e criar a sua própria editora de música SHEO.

Desta colaboração nasceu o álbum MAMASHEMADE, composto por 9 títulos originais, produzido pela SHEO Music, a editora de Sheylla B e Sweetspot.

Tracklist Mamashemade #2:

  1. Serge Gainsbourg – “Cargo Culte”
  2. Benjamin Clementine – “Nemesis”
  3. Finley Qauye – “Falling”
  4. Guru’s Jazzmatazz – “Night Vision” (Feat. Isaac Hayes)
  5. Goodie Mob – “Just About Over”
  6. K-os – “BlackWater” (The Ancorman Mixtape)
  7. Joey Badass – “World Domination”

Luizga, iZem – Pé da Laranjeira – From Elis Records (single) (2022)

Luizga, iZem – Pé da Laranjeira – From Elis Records (single) (2022)

“espero que desfrutem & espalhem por aí
na pistinha, nas playlists, nas ondas do rádio!”

(Luíz Gabriel Lopes).