DJ Pancho: Professore Maestro Valente #6

T3D Bunny – J.O.T.A. (Just Open The Audio)(2022)(single)

T3d Bunny (Ted Bunny), é uma entidade artística que surgiu em 2020, em plena pandemia, sob o formato de A.R.G. Começou a sua epopeia musical com o tema “Electro Nana” em 2021, tendo já lançado 3 Singles, 2 EPs e um Álbum de 11 faixas nomeadas: “MAIS DO QUE UMA MÁQUINA”.
Sediado em Lisboa, Portugal, o artista não se detém na música para expressar a visão do mundo que o rodeia, mas utiliza outros meios como Ilustração, Videoarte, Código, Foto-manipulação … e colabora anonimamente com outros artistas de várias disciplinas da criatividade.
Está presente uma forte componente de música electrónica e Eurodance, bem como synthwave, dark synth, Electro-punk, techno, etc … Podemos dizer que nomes como: Master Boot Record, Fartbarf, Mr. Oizo, Deadmaus, Aphex Twin, MSTRKRFT, Perturbator, SebAstian, SayMaxWell, Trey Frey, Driver86 e Acacia Carr são nomes que ele respeita muito.

Não mostrar o seu rosto, vem de todos os problemas de um projecto marginal e interventivo, muitas vezes confundido como bot, muitas etiquetas, revistas, estações de rádio e espaços acabam por não lhe dar espaço para actuar ou exposição.

Um dos objectivos do projecto é que o público o encontre e mergulhe nesta toca de coelho de código, arte, melodias e ritmos, e descodifique cada peça que coloca à disposição do público em todas as plataformas de streaming e redes sociais.
A 7 de Outubro será lançado o novo single J.O.T.A. (Just Open The Audio), que estará disponível em todas as redes sociais. Este single tem a colaboração de Luiz Loureiro Ferreira, um artista 2D de Pernambuco, Brasil, que fez o trabalho artístico para a imagem do single, após encontrar o projecto online e apaixonar-se pela filosofia da liberdade criativa que tenta transmitir.

O single é também acompanhado por um vídeo musical que está disponível no mesmo dia. Co-produzido pelo jovem realizador Tiago Gameiro e Márcia Gonçalves. T3d Bunny contou também com a participação da artista austríaca Indie Folk Verena Bachinger, que aparece como actriz no vídeo.
A melhor maneira de ajudar T3d Bunny é ouvir, seguir o projecto nas redes e, claro, partilhar a sua música. Quanto mais coelhinhos dentro da toca, mais túneis se abrirão, e maior será o fluxo musical, assim como a colecção de novos coelhinhos nesta família.



LINK TREE DO ARTISTA
https://linktr.ee/T3DBUNNY

Cristina Clara no Teatro da Trindade no dia 18 de Outubro

Cristina Clara reúne elenco de luxo no Teatro da Trindade!
e convida Maria João, Marco Mezquida, Batucadeiras Freirianas Guerreiras e Bárbara Faustino.

Ao vivo numa das mais belas salas da capital, a artista prepara o aniversário do seu primeiro álbum – Lua Adversa – da forma que melhor a caracteriza: transformando o palco numa verdadeira praça Lisboeta, onde culturas de diferentes partes do mundo se encontram.

Reuniu para isso uma banda brilhante, com músicos de Cabo Verde, Brasil, Espanha e Itália para apresentar temas do seu disco de estreia e revelar algumas surpresas.

Na noite de 18 de Outubro, pelas 21h00, Cristina Clara partilhará o palco com nomes incontornáveis do panorama musical nacional e internacional, como a cantora de jazz Maria João, uma das suas maiores inspirações, e o virtuoso pianista espanhol Marco Mezquida. Fascinada pela cultura de Cabo Verde, convidou o mais jovem grupo de batucadeiras – Freirianas Guerreiras – e ainda a bailarina Bárbara Faustino.

Foi no palco do Café -teatro da Trindade que Cristina Clara se estreou, pouco depois de se mudar do Minho para a capital, onde durante anos conciliou a enfermagem com a música.

Regressa agora ao Teatro da Trindade no mês da Womex, a maior feira internacional de música, para um espectáculo vibrante e diverso, criado especialmente para esta noite.

Bilhetes à venda na BOL: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/114231-cristina_clara-teatro_da_trindade_inatel/

Carmen Souza – Kuadru Pintadu” (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/carmen-souza-kuadru-pintadu-2022-single/s-TgalbKzWFlP?si=3731efe1173c432793e1c0251e6b51be&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Carmen Souza – Kuadru Pintadu (2022) (single)

New single “Kuadru Pintadu” is out!

ABOUT this song:
“I do not believe that we are all a blank canvas when we are born.
I think that we are born with energetic and genetic information embedded in our beings. Our lives are the most beautiful paintings, and as we go through this journey we give ourselves and we receive from others.
The strokes of paint in our lives are what make us unique and give us a sense of belonging.” Carmen Souza

Musica – @theopascalmusic | Lyrics – Carmen Souza
feat Carmen Souza, Theo Pascal, @marcosmendesalves and @Indiapascal

Tiago Vilhena – Canções Mundanas (2022) (álbum)

TIAGO VILHENA EDITA CANÇÕES MUNDANAS DIA 7 DE OUTUBRO
 
Canções Mundanas é um conjunto de músicas que foram compostas e executadas por Tiago Vilhena que, ao sabor da corrente, toma um rumo folclórico e alternativo revelando uma personalidade de cantautor.
 
É o segundo álbum de Tiago Vilhena em nome próprio, terceiro álbum a solo contando com o seu passado como George Marvinson. Durante os últimos 2 anos aproveitou o isolamento para compor todas as músicas que conseguisse e o álbum que sairá dia 7 de Outubro é o resultado disso.
 
Com influências demasiado variadas para justificar serem referidas, cria uma atmosfera sem nação, ainda que petisque costumes portugueses. Em 8 temas, fala-se de vontades, delírios, frustrações, ambições, paixões e personalidades. Nestas, emanando uma aura colorida, o artista convida-nos a aligeirar os problemas e a agradecer os sucessos sem que nos tenhamos de tornar despreocupados pelo que requer dedicação. A vida é uma construção e assim é a música também.
 
Mais uma vez, e como é comum com o artista, houve uma reinvenção da sua essência musical. Tiago Vilhena apresenta-se desta vez com músicas divertidas, esperançosas, coloridas e que dão vontade de dançar. O ritmo é a chave das novas canções e a boa disposição é nítida e contagiante.
 
Canções Mundanas revela-se um disco composto por músicas construídas com atenção ao detalhe. Com pormenores e arranjos que concretizam uma obra onde o pilar é a canção, o ligante é o instrumento e a estética é a emoção. O formato pop está presente quando escutamos o álbum, quer nas estruturas, melodias ou significados e assim se revela um trabalho coeso, animado e apaixonado.
 
Tiago Vilhena é um músico português, vive em Lisboa e foi parte de projetos como Savanna e George Marvinson. Hoje apresenta-se com o nome Tiago Vilhena e canta na sua língua de nascença.
 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4LNwjlVorhFaH23ASPzKTA?si=0PG1Z99aQ-S6Y2YrWBQYzg
Instagram: https://www.instagram.com/tiagovilhena/
Facebook: https://www.facebook.com/GeorgeMarvinson

Pete Astor – Time On Earth (2022) (álbum)

Pete Astor – Time On Earth (2022) (single)

PETE ASTOR EDITA TIME ON EARTH DIA 7 DE OUTUBRO


 
“The master of less is more.”
The Guardian
 
DISCO TIME ON EARTH
 
Nos meus 50 anos percebi que o passado se torna lentamente num lugar maior que o futuro. Como sempre, o futuro é para onde vou mas agora o passado e tudo o que vem com ele está empilhado atrás de mim. E, com o passar do tempo na terra, mais e mais dos meus contemporâneos começaram a desaparecer do planeta.
 
Fiz 11 álbuns de material novo desde 1987. Eu dou-me conta que tudo o que eu achava que importava, que contava a verdadeira história, está nesses discos. Já passou 5 anos desde o meu último disco de música nova. Talvez mais do que antes, houve muito tempo nos últimos anos para pensar e refletir. Como qualquer trabalho, Time On Earth é uma tentativa de dar sentido à vida fazendo um trabalho sobre ela.
 
Como antigo editor do NME e do Q, o jornalista Danny Kelly escreveu recentemente ao entrevistar The Loft: ‘a lifetime of listening to them has led me to believe that Pete Astor’s songs would have always found a way to reach an audience. If he’d been a Californian baby boomer, he’s have ended up in the Capitol Records building in Los Angeles, laying down late-night grooves with the Wrecking Crew for a largely-neglected, slightly gloomy, pop album that’d now be worth a fortune. If he’d been born into post-War Britain, earnest girls in sweaters would’ve fallen in love with him, and his songs, in Embassy-fogged folk clubs.’ É claro que eu amo essa citação. E acredito que Time On Earth é a maioria dessas coisas. Mas então eu diria isso, não é?
 
Time on Earth tem canções que foram escritas em resposta direta à perda e luto (“Undertaker”, “Fine and Dandy”); canções que lutam por diferentes tipos de crença (“New Religion”, “Time on Earth”, “Miracle on the High Street”); histórias de ambas as extremidades do ciclo de vida (“Sixth Form Rock Boys”, “English Weather”). E algumas ainda buscam a satisfação do coração. (“Stay Lonely”, “Grey Garden”, “Soft Switch”).
 
Tive a sorte de poder fazer a música com a ajuda do multi-instrumentista Ian Button (Wreckless Eric, Death in Vegas, Papernut Cambridge) na bateria, o baixista Andy Lewis (Spearmint, Paul Weller e DJ no lendário Blow Up Club e Soho Radio), o guitarrista de longa data Neil Scott (Everything But the Girl, Denim) e por último, mas não menos importante, Sean Read (Dexys, Edwyn Collins, Rockingbirds) que gravou e produziu o álbum no seu Famous Times Studios . Como seria de esperar, estou convencido de que é o melhor disco que fiz.
 
BIOGRAFIA
 
Pete Astor é músico, escritor e educador. Ele liderou os grupos da Creation Records The Loft e The Weather Prophets, compôs músicas e lançou discos que ajudaram a definir o som da editora e o emergente género indie. Passou para uma longa carreira a solo na qual escreveu, gravou e lançou música em várias editoras, incluindo Matador, Heavenly, Warp, EMI e Fortuna Pop. Ele é professor sénior de música na Universidade de Westminster. Para além das extensas tours, ele também faz discos com David Sheppard na banda Ellis Island Sound e lança o seu trabalho de spoken word The Attendant na sua editora Faux Lux com a ajuda de Ian Button. Desde 2017, Astor assinou contrato com a Tapete Records, lar de Robert Forster, Lloyd Cole e Comet Gain, entre muitos outros grandes artistas.
 
http://www.peteastor.com/
https://www.instagram.com/peteastor/
https://www.facebook.com/pete.astor
https://twitter.com/astorpete
https://open.spotify.com/artist/3hOyXm00iqGbv7BvoPyGbn
https://soundcloud.com/pete-astor
https://peteastor1.bandcamp.com/

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single)

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single).

O seu passado é embebido no gospel e no soul. A reminisciência a Marvin Gaye, a irreverência de James Brown vão aparecer
mais tarde ou cedo e isso transforma-o num quase
produto perfeito. Encontrou a espiritualidade em Gospel Collectiv, onde a potencialidade da sua voz é um estandarte de bandeira. Ali reencontrou a música negra que deixara em terras africanas, o sonho e o caminho certo. Passou a olhar nos olhos de plateias cheias em palcos como Cinema São Jorge, CCB ou Aula Magna. Ou em festivais como Rock in Rio, Belém Art Fest ou ainda na Bélgica, no Festival de
Gent. A bênção do gospel também lhe deu novas sensações, quando se juntou em 2012 também aos Soul Gospel e com eles fizeram o musical Oh Happy Days no Teatro Villaret, em Lisboa.

A caminhada fez-se também com microfones ao lado de Bernardo Sasseti, Dengaz, L1NK, Legendary Tiger Man, NBC, Matay ou com Selma Uamusse.

Disco Voador: Katerina L’dokova “Jazz da Ucrânia #3”

BBEST OF SEPTEMBER (Part 2) 2022 B&W Humanist and Street Photography Corner

BEST OF SEPTEMBER (Part 1) 2022 B&W Humanist and Street Photography Corner

BEST OF AUGUST (Part 2) 2022 B&W Humanist and Street Photography Corner

BEST OF AUGUST (Part 1) 2022 B&W Humanist and Street Photography Corner