Fatspoon – Pensei Ser Sensei (feat. Edu Mundo) (2025) (single)

Fatspoon –  Pensei Ser Sensei (feat. Edu Mundo) (2025) (single) 

Banda: Fatspoon Álbum: Pensei Ser Sensei Editora: Self-released Composto por: Miguel Pinto Produzido por: André Indiana

Link: https://fatspoon.bandcamp.com/album/pensei-ser-sensei

Formados em 2018, os Fatspoon são um coletivo em constante mudança de músicos baseados no Porto. No dia 26 de setembro, lançam Pensei Ser Sensei em vinil — uma coleção que junta temas lançados ao longo dos últimos anos com material novo.

Produzido por Miguel Pinto e André Indiana, o álbum foi gravado entre 2021 e 2023 nos A.I. Studios de Indiana. Enraizado numa fusão de jazz, funk e rock alternativo, os Fatspoon apresentam, ao longo de oito temas, um soberbo trabalho instrumental. Este é o sucessor de Mushgrooves (2020), o EP de estreia, e inclui letras escritas ou interpretadas por Jake Miagra, David Bruno, Bruna Moreira e Tiago Nacarato, com vozes de Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel) e Helena Neto (Expensive Soul), as mais recentes adições ao grupo.

O lado A começa com “How I Feel”, feat. Jake Miagra — uma faixa com ecos de blues, D’Angelo e pés a bater no chão. Segue-se “Erótico & Sensual”, marcada pelos vocais inconfundíveis de David Bruno. Temas como “Domingo Não Estou” e “Feira” completam a primeira metade com instrumentação precisa e letras que se podem agarrar com as mãos.

O lado B assume um tom mais aéreo e sonhador. O instrumental “Lúdio”, “Tecer” feat. Tiago Nacarato e “Pensei Ser Sensei” feat. Edu Mundo flutuam até ao tema final, “Stride [Live]”, uma progressão de oito minutos que introduz os instrumentos aos poucos e termina com um trio de sopros que, num bar de jazz, tocariam noite fora.

Habituais nas jam sessions do Mr. Bean’s — um espaço de referência na cena musical portuense —, os Fatspoon continuam a reinventar-se e têm já dois novos álbuns em desenvolvimento. Para já, Pensei Ser Sensei traz um sabor novo à música portuguesa — nos temas que contém e nos artistas que nele participaram.

Os Fatspoon são:

Miguel Pinto – Baixo

Gonçalo Palmas – Keyboards Zandré Dinis – Bateria

Zé Nuno – Guitarra

Pedro Nadais – Guitarra

Edu Mundo – Vocais e Percussão Helena Neto – Vocais

Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id

Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id

“Nem mais um” é uma música que fala de quando se escolhe deixar ir, mesmo quando o amor persiste. É luto mas também libertação. 

Chega dia 26 de Setembro às plataformas digitais.

Filipe da Graça – Skaters Waltz (2025) (single) id

Filipe da Graça – Skaters Waltz (2025) (single) id

Filipe da Graça, tesouro escondido do panorama indie rock português, é o canvas onde o cantautor multi-instrumentalista e colorista de filmes Filipe Fernandes navega o seu próprio universo.
Habitado por guitarras shoegaze e baladas country-folk que andam de mãos dadas, URLOP é o álbum de regresso a casa de Filipe da Graça.

Natural do Algarve, viajou e viveu por diferentes países onde trabalhou e colaborou com um leque de artistas como A.R. Kane, Gökçe Kilinçer, Luís Severo, Filipe Sambado, Michał Jan e Lull.
Nascidas em Londres, fruto da união criativa com Sam Cockerton, as canções de URLOP seguem Filipe da Graça até Gdynia, onde são moldadas pela paisagem báltica. Resultado desta viagem geográfica e emocional, URLOP aterra em Lisboa com bagagem nova, sem deixar para trás a identidade lo-fi de sempre.

Urlop parte da escrita e produção colaborativas com o meu soulmate Sam Cockerton, violinista natural de Nutley no Reino Unido. Gravado essencialmente em Londres, foi concluído na cidade portuária de Gdnyia na Polónia, durante o período mais intenso da pandemia. A cidade assumiu um papel fundamental no processo criativo, contrabalançando o seu legado inóspito pós-soviético com a beleza onírica das florestas onde cisnes brancos e javalis caminham pelas praias nevadas do Báltico.

Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id

Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id

Joaquim Rosa é um cantautor e guitarrista português nascido em Évora.
O seu trabalho percorre territórios entre o pop alternativo, o folk, o blues e o rock soft, criando canções de forte carga emocional e intimista. As letras abordam temas como a saúde mental, as relações humanas e a solidão, convidando o público a uma viagem introspectiva.
Em 2025 iniciou o lançamento do seu primeiro álbum, Introspectivo, revelado faixa a faixa e acompanhado por um imaginário visual coeso. Ao vivo, apresenta-se em formato a solo ou com banda completa, sempre com foco na autenticidade e na proximidade com o público.

“Não Choro”

Joaquim Rosa continua a revelar o seu álbum de estreia Introspectivo com o lançamento do novo single “Não Choro”, disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 3 de outubro de 2025.

Depois de “Planos” e “Indecisão”, que conquistaram público e crítica pelo tom honesto e intimista, Joaquim apresenta agora uma canção que aborda o conforto na solidão após o
desamor, recusando ceder ao desespero de estar sozinho. Com uma atmosfera marcada pela melancolia mas também pela força interior, “Não Choro” reafirma a identidade de Joaquim enquanto cronista das emoções humanas. Gravado no Next Level Studios, o tema contou com baixo por Francisco Lopes, bateria por Francisco Marques, guitarras pelo próprio Joaquim Rosa e teclado por Daniel Jamil. A mistura e masterização ficaram igualmente a cargo da equipa do Next Level Studios.
O lançamento de “Não Choro” será acompanhado por uma forte presença nas redes sociais, com promoção contínua durante pelo menos um mês após a estreia, reforçando o compromisso de Joaquim Rosa em chegar a novos públicos e consolidar o seu percurso no panorama da música portuguesa.

African Roots #87

African Roots #87

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

Tracklist:

1 – Akeikoi – Midjo Peya

2 – Max Cilla – La Flûte Des Mornes

3 – Mokoomba – Nzara Hapana

4 – Tony Allen – Selfish Gene

5 – Onom Agemo & The Disco Jumpers – Trudy The Monster

6 – Remi Kabaka – Aqueba Masaaba

7 – Honny & The Bees Band – Psychedelic Woman

8 – Orchestra Gold – Maribayassa

9 – Bebe Manga – Lokognolo

10 – Gyedu-Blay Ambolley – Ochoko Bila

11 – Harari – Thiba Kamoo

12 – Putumayo – Vevede

13 – Rim Kwaku Obeng – I’m Not Going to Let You Go

14 – Pamela Badjogo – Koule

Who Plays Sessions #10 (#197)

Who Plays Sessions #10 (#197)

Autor:
Who

Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)

Prazeres Interrompidos #410: LAO TSÉ – O Livro das Cinco Mil Palavras (2025)

Prazeres Interrompidos

Autor: Octavio Nuno 

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Dos vários clássicos da filosofia chinesa, só os Analectos de Confúcio podem rivalizar com este Tao Te Ching, ou sendo mais rigorosos, O Livro das Cinco Mil Palavras. Fruto de um estudo de anos e uma dedicação ímpar à cultura oriental, Joaquim Palma devolve-nos este muito conhecido texto como se fosse editado pela primeira vez: com o seu título mais preciso, dividido nos pequenos blocos de prosa, não numerados, que estavam pensados inicialmente. Uma joia da literatura mundial.

Adriana Santhi – Pouso (2025) (single)

Adriana Santhi – Pouso (2025) (single) 

Adriana Santhi lança primeiro EP, Pouso, com sonoridade sensível e atmosférica

Projeto traduz o processo de reencontro da artista com sua voz criativa e emocional

A cantora e compositora Adriana Santhi apresenta seu primeiro trabalho autoral completo: o EP Pouso. O projeto revela um momento de introspecção e amadurecimento criativo da artista luso-brasileira radicada no Rio de Janeiro, e chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 26 de setembro. 

“Pouso é o início de um caminho e, ao mesmo tempo, a sensação de chegada. Depois de um tempo de silêncio, rascunhos e buscas, encontrei um lugar para aterrissar as ideias que estavam no ar. É o meu primeiro EP, mas também uma metáfora sobre me permitir parar, respirar e transformar sentimentos em música”, explica Adriana.

Com produção musical de CARLO (Iglu Estúdio), o projeto transita entre o neo-soul, o R&B e atmosferas da nova MPB, criando paisagens sonoras que mesclam delicadeza e potência. As composições nasceram de fragmentos do cotidiano — anotações soltas, notas de voz, sensações — conectadas por um fio condutor que atravessa todo o EP: a ideia de travessia e recomeço.

A faixa que dá nome ao EP simboliza o desejo de aterrissar em um lugar escolhido pela própria artista, e não num destino imposto. “Tá na hora de lavar a alma, deixar a água chegar devagar”, canta Adriana, evocando o elemento da água como símbolo de movimento e cura, presente em toda sua poética. A letra fala também sobre escuta interna, direção e autocuidado: “Minha rosa dos ventos só tem uma direção”, diz em um dos versos.

O EP reúne canções bilíngues, com letras em português e inglês, e amplia as referências da artista, que cita inspirações que vão de paisagens naturais ao soul contemporâneo. Ao longo das faixas, Adriana constrói um universo íntimo e ao mesmo tempo expansivo, que convida o ouvinte a mergulhar em processos de transformação com leveza, verdade e coragem.

“Mais do que um conjunto de músicas, Pouso é um registro de um momento muito verdadeiro da minha vida. Espero que, ao ouvir, cada pessoa também possa sentir esse pouso dentro de si”, finaliza.

Sobre Adriana Santhi
Adriana Santhi é cantora, compositora e DJ luso-brasileira. Nascida em Luxemburgo, filha de pai brasileiro e mãe portuguesa, cresceu entre Bruxelas, Madrid e Rio de Janeiro, onde vive atualmente. Com influências do R&B, neo soul, jazz e música urbana, sua obra mistura poesia bilíngue, estética refinada e vivências profundas marcadas por migração, espiritualidade e saúde mental. Em 2025, lança seu primeiro EP autoral, consolidando-se como uma das vozes mais sensíveis e autênticas da nova cena alternativa.

Joana Banza – Longe (2025) (single) id

Joana Banza – Longe (2025) (single) id

Longe é uma canção pop com influências R&B e fala sobre distância emocional e desapego. A letra é direta e confessional, sobre perceber que uma relação não tem futuro e assumir isso sem dramas.

Sortido Rico #1

Sortido Rico #1

Autor:

Pedro Belchior Nunes 

Sortido Rico é uma viagem sonora pelas diversas margens da música popular, das electrónicas ao kraut, do jazz à world music, passando pelo impopular da pop. Com curadoria e apresentação de Pedro Belchior Nunes. 

Tracklist:

Se Ba Ho – Orchestre Poly Rythmo de Cotonou

Sahra – Tootard

Atwitas – Tamikrest

Shouei – Yasmine Hamdan

Buje Buje – Orlando Julius and the Heliocentrics

Bafon – Moonlight Benjamin

Ladra – Juçara Marçal

Blinta Madiallo – Francis Bebey

Tala Tannam – Mdou Moctar

You Ain’t Gonna Know Me Cause You Think You Know Me – Louis Moholo Octet

Bêtes Féroces – Orchestre Tout Puissant Marcel Duchamp

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Au Luar/Cala-te e Engole são as últimas amostras da estreia homónima de Pagão.

Reflexo da vertigem própria do amor e da perda, os universos sonoros de Pagão fragmentam-se como os seus estados de alma: Au Luar é luminosa, leve e apaixonada, dançada em homenagens a clássicos do house, hip-hop ou até do indie; Cala-te e Engole é uma experiência industrial e noise angustiante, um mergulho na escuridão urbana com o peso da perda e do refúgio da dor.

Depois de Queimar a Bandeira, Sou Eu e agora deste duplo single, Pagão é editado a 31 de Outubro pela Maternidade

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

O coletivo REI BRUXO apresenta no dia 24 de setembro o álbum-livro “O Quarto Fechado”: designação que escolheram para caracterizar este objeto que é simultaneamente um álbum de música e um livro com uma história, personagens, ilustrações e letras.

REI BRUXO é um coletivo fundado em 2017 por três criadores: Ricardo Pinto (guitarra, teclas), Sofia Faria Fernandes (voz) e Marcelo Rúben Aires (bateria) dedicam-se à exploração e fusão de sonoridades e recursos musicais, técnicos e tímbricos menos comuns para criar um repertório provocador, contemporâneo e instigador de novas reflexões sobre o mundo atual e as suas problemáticas. Música para desassossegar.

A música do novo trabalho – ainda que fiel ao som que REI BRUXO consolidou em lançamentos anteriores – é um exercício arrojado de experimentação e fluidez, revelando uma miríade de inspirações que vão desde o rock progressivo à música eletrónica, passando pelo jazz, grunge, hip-hop, MPB, stoner, experimental, noise, hardcore, etc.

O texto d’ O Quarto Fechado nasce de histórias, parágrafos e passagens do homónimo terceiro andamento da Trilogia de Nova Iorque, de Paul Auster. As personagens, lugares, situações e acontecimentos falam-nos de isolamento e invisibilidade e mostram-nos como “seria impossível uma fuga do mundo, uma vez que não há nenhum outro mundo” (Byung-Chul Han).

REI BRUXO apresentam O Quarto Fechado no dia 4 de outubro, no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura), Guimarães; e atuam no dia 25 de outubro, no Porto Prog Night, no Auditório CCOP, Porto.

Esta obra foi inteiramente criada e produzida pela banda, com o apoio à criação da Direcção-Geral das Artes.

A edição física já está disponível para pré-encomenda no Bandcamp da banda: https://reibruxo.bandcamp.com/album/o-quarto-fechado