DISCO VOADOR: Ricardo Quinteira – Stellium #2
DISCO VOADOR: Selecta Alice – Ritmos Nómadas #2
Sontato #2 – Mater Dei

DISCO VOADOR: La Dame #3 – “Editoras entre África e Europa: Rebel Up”
DISCO VOADOR: Jazznewblood Tapes #3 PT
“O meu disco é melhor que o teu!” EP#11 Andrea Musio – “Dunyá”
Nascido em Trento, Itália, mas com uma já relativamente longa ligação a Lisboa, Andrea Musio assume-se como devoto de oxímoros. Apesar da formação clássica, diz adorar a forma da canção e todas as suas facetas que contam a história da fusão da música mundial através das palavras.
Procura leveza na complexidade, harmonia na confusão, tradição na modernidade líquida e jogo na resistência. Vive à procura da maravilha, originalidade e emoção. Adora o vento que, com a sua força ou carícia, nos transporta quando menos esperamos. Para depois nos descobrirmos, novamente, unidos, desgrenhados ou partidos.
Assim se define o autor, que acaba de editar o terceiro disco, Dunya. Uma homenagem à mulher, a todas as mulheres por esse mundo fora. Um álbum que conta com a participação de Chiara Pellegrini na voz, Olmo Marin e Luca Porcelluzzi na guitarra eléctrica, Francesco Valente no contrabaixo e Diogo Picão no saxofone tenor.
Hoje, n’ O Meu Disco É Melhor Que O Teu.
Zé Lencastre – Jazz e Música Improvisada #3
Orion Nebula Music – “Lysergsäurediethylamid” (2022) (single)
Orion Nebula Music é um projecto musical que começou como um exercício de saúde mental, necessário para ajudar a ultrapassar a pandemia e os sucessivos confinamentos.
Criado por Sérgio Cruz – baterista de Porn Grenade – perante a impossibilidade de alimentar a necessidade de fazer música com os seus companheiros, este projecto baseia-se na exploração de sons e ideias. Aos riffs de guitarra e baixo e fills de bateria, Orion Nebula Music acrescenta a presença de variados instrumentos como piano, violinos, violas, etc, assim como samples de voz para criar uma atmosfera cativante onde o ouvinte se pode perder.
O primeiro álbum, The View From The Milky Way (2021), leva-nos numa viagem que começa com a criação do Universo e acaba na reflexão sobre os problemas ambientais com que nos deparamos, hoje, no nosso planeta azul.
O segundo álbum, Forsaken (2022), é uma coletânea de músicas que, por uma razão ou outra, não tiveram espaço no primeiro álbum, e aborda temas tão diversos como o Big Bang, a saúde mental, drogas, guerra, etc.
Link: https://share.amuse.io/album/orion-nebula-music-forsaken
Link: https://linktr.ee/orion_nebula_music
Big House
Big House
“Some instrumentals I’ve produced all over the years, some of those are recent some are more dated. The musical genres of the instrumentals are varied, I usually switch from Hip Hop to Dancehall and more recently Afrobeat and every time I switch genre, I really like to carry on my artiste background, my personal taste and choices and my musical references as well” (Big House).
Gabriele Casagrande (Big House), nasceu artisticamente cedo frequentando cursos de música e ao mesmo tempo tocando violão clássico. Mais tarde estudou guitarra elétrica e bateria, tocando em vários grupos musicais. Por volta de 2010 começou a se apaixonar pelo hip hop, escrevendo os primeiros textos rimados e desenvolvendo métricas e fluxo.
Por volta de 2012, por necessidade musical, começa a compor os primeiros instrumentais como autodidata. Em 2013, passa a integrar o coletivo Família Birrette e abre o home studio BHL Records, localizado próximo a Trento, em Trentino-Alto Adige, onde grava as primeiras demos do grupo e vários projetos musicais. Simultaneamente à actividade do atelier, inicia-se a dedicação à arte de DJing e seleção musical durante as noites musicais, uma paixão que ainda o acompanha.
Em 2014 muda-se para Milão para iniciar seus estudos em Engenharia de Áudio e Tecnologia Musical na Accademia del Suono. Em 2017 mudou-se para Manchester para terminar seus estudos e se formou na Futureworks University (UCLan) com o título Bachelor of Science with Honours in Audio Engineering and Production.
A sonoridade musical de Big House é caracterizada pelo uso de sintetizadores e samplers, misturados com o uso de bateria acústica e breakbeats, fundindo o período boom-bap com a nova escola de sons. O produtor está aberto a novas experiências musicais, derivadas do estudo e pesquisa de um som pessoal.
bighouseisthetruth@gmail.com
Augusto Baschera & João Bernardo – “Tempos e Lugares” (2022)(álbum)
João Bernardo e Augusto Baschera – “Tempos e Lugares” (2022) (álbum).
Lançado em Maio de 2022, “Tempos e Lugares” é o segundo álbum da dupla intercontinental Augusto Baschera & João Bernardo. Este álbum resulta da gravação de um concerto ao vivo no Teatro Micaelense em São Miguel, Açores, que pode ser visto aqui: https://youtu.be/eRudKpMv_SI .
As composições que compõem esta gravação ecoam traços explorados pela dupla em seu primeiro álbum, “Grey City”, que representam e marcam a identidade característica da dupla, como as melodias uníssonas que são guiadas por uma voz interior dotada de lirismo.
Neste novo trabalho, a dupla combina sua essência com um vigor rítmico que enfatiza suas tradições e influências e ao mesmo tempo reflete a universalidade de sua música.
Tempos e Lugares chega para afirmar a afinidade musical e a ligação do duo que interage musicalmente com fluidez, cumplicidade e energia”.

Soulsista
Soulsista é autora do Disco Voador com titulo “A Minha Vida Dava Uma Banda Sonora”
A Minha Vida Dava uma Banda Sonora nasce nas mãos da portuense Susana (soulsista), da compilação de bandas sonoras caseiras para as pistas.
Considera-se uma seleta de moods, momentos e pistas, não se definindo em estilos-musicais-totais, tribos ou tendências. Segue tendências de outros tempos e tudo que lhe for na alma.
Gosta de ouvir o pó nos discos e raramente recusa um bom clássico. Conhece letras de músicas que ela própria desconhece a razão.
Em 5 episódios vai proporcionar uma viagem por uma pequena parte da sua bagagem. Algum soul, funk, hip-hop, world, afro roots, mpb e por onde andar o estado da alma.
5 episódios, 5 bandas sonoras, 5 moods.