Este episódio mergulha fundo no lado pesado de graves e no estilo sound system do dub reggae moderno. Dando continuidade à jornada pelo roots reggae da Sessão 1, Taz Rizza apresenta um DJ set ao vivo repleto de riddims que fazem o chão tremer e sons influenciados pelo dub, feitos para a dança. Estilo puramente sound system: denso, cru e cheio de energia.
(This episode dives deep into the bass-heavy, sound system side of modern dub reggae. Following Session 1’s roots reggae journey, Taz Rizza brings a live DJ mix packed with floor-shaking riddims, and dub-influenced sounds designed for the dance. Strictly sound system style; weighty, raw, and full of energy.)
Tracklist
Möbius & Bless – Camino
Dub Dynasty – Ever Powering Medicine
Marcus Gad – Tempo
Riddim Activist – I N I Nah
Chaos in the CBD – Mania Madness
Dubancholik – Lo End Dub
Green Lion Crew – Green Brain
Aba-Ariginals – Aba Ariginals
Roman Stewart – No Dub in the City
Full Dub – Wave Spiritual
Daba Makourejah – Bamba
BassTrooperz – Argo Navis
Skream – Dutch Flowerz
Chronixx – Dela Move
Kanka – Fantasia
Cali P – Herbist
Trovador Urbano #70
Trovador Urbano #70
Autor:
David Calderon
(episódio de 07 De Outubro 2025)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)
Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)
Os BonaParte apresentam os seus dois singles “The Darkness” e “Black Demon”
Ambos os singles fazem-nos viajar por um universo musical misterioso, dinâmico e energético. No qual as guitarras distorcidas e a bateria complementam-se numa dança rítmica, que sumarizam do melhor modo possível a plenitude de influências deste grupo.
O local predileto de gravação é o 28.40 Studios, no qual o projeto é misturado e produzido por Francisco Santos e Ricardo Faneco, e posteriormente masterizado no Mister Master Studios por Rui Dias. Saiu em primeira instância o tema “The Darkness”, na compilação “A Outra Margem” da editora Anti-Demos-Cracia, que conta com 33 projetos musicais do Seixal.
Após o lançamento do “The Darkness”, em Abril, o segundo single “Black Demon” é lançado na compilação digital “50 Anos 25 Abril” no mesmo dia a que remete o título em questão. Está ainda previsto o lançamento de outro tema da banda – Que será anunciado no decorrer do tempo.
As origens deste projeto remontam a 2017/2018. Período o qual foi iniciado o processo de composição de alguns temas por Tomás Bonaparte. Por motivos profissionais e pandémicos o processo atrasou-se. Com uma nova oportunidade em vista, em 2023 reúne-se com Guilherme Reis para complementar a sua visão e pô-la em prática. Criando os “BonaParte” neste processo.
Formados em 2023, os BonaParte são uma banda da Margem Sul do Tejo (Seixal) de Hard Rock / Heavy Metal que contam com Tomás Bonaparte (Voz, Guitarra) e Guilherme Reis (Bateria).
Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id
Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id
“Quando eu me for” é uma canção que nasce do dilema de trazer ou não uma criança para um mundo tão catastrófico e em declínio como o nosso. Meses depois de a ter escrito, a Alice estava a caminho. Que esta seja uma nota de esperança e um lembrete de que o bem vai sempre vencer o mal. Que o amor e a união vão sempre vencer o ódio e a tirania Que o futuro do nosso planeta reside no exemplo que deixamos às crianças.
Rui Taipa, cantor e compositor nascido nos anos 90, já com vários discos apresentados e grande destaque no The Voice Portugal em 2021 e que divide a carreira entre este projeto de cantautor e o de intérprete jazz, apresenta agora uma sonoridade mais crua, com influências da música tradicional portuguesa e indie rock. As suas letras mordazes e uma certa verdade na voz, resultam num espetáculo inquietante, intimista e memorável. “A Gente” e “Pássaros” (último single a ser lançado) marcam o início de uma escrita sobre e para as pessoas.
Putumayo #2 – World Music Legends
Putumayo #2 – World Music Legends
Putumayo 9/29/2025
Dan Storper and Rosalie Howarth highlight legendary world music performers who have helped bring “World Music” to global stages, including artists such as South Africa’s Miriam Makeba, Cuba’s Buena Vista Social Club, and the father of Jamaican reggae, Bob Marley.
Episode: 25.40
Air Dates: September 29th – October 5th
Featuring:
1. Johnny Clegg and Savuka – Scatterlings of Africa (from the albums “Third World Child” & “World Hits” on Capitol / Putumayo)
2. Stan Getz feat. Astrud Gilberto – Girl From Ipanema (from the album “Getz / Gilberto” on Verve)
3. Buena Vista Social Club – Chan Chan (from the album “Buena Vista Social Club” on World Circuit)
4. Youssou N’Dour with Neneh Cherry – 7 Seconds (from the albums “The Guide (Wommat)” & “World Hits” on Chaos / Columbia / Putumayo)
5. Israel Kamakawiwo’ole – Over the Rainbow / What a Wonderful World (from the album “Finding Forrester Soundtrack” on Sony)
6. Bob Marley & The Wailers – No Woman No Cry (from the album “Africa Unite The Singles Collection” on Tuff Gong Universal)
7. Enya – Orinoco Flow (from the album “Watermark” on Enterprise)
8. Patrick Bruel & Charles Aznavour – Ménilmontant (from the album “17 Precious Artists” on BMG France)
9. Touré Kunda – E’mma (from the albums “Les Freres Griots” & “World Hits” on Celluloid Records / Putumayo)
10. Ladysmith Black Mambazo – Mbube (from the albums “Gift of the Tortoise” & “Animal Playground” on Music for Little People / Putumayo)
11. Celia Cruz – Rie y Llora (from the album “Regalo Del Alma” on Sony)
12. Mongo Santamaria – Watermelon Man (from the album “Skin on Skin: The Mongo Santamaria Anthology (1985-1995)” on Rhino Records)
13. Miriam Makeba – Pata Pata 2000 (from the albums “Homeland,” “World Playground 2,” “New World Party,” & “Miriam Makeba” on Putumayo)
1 Álbum 100 Palavras #114: Tom Zé – Tom Zé (1972)
1 Álbum 100 Palavras #114: Tom Zé – Tom Zé (1972)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
O álbum “Tom Zé” (1972), também conhecido como Se o Caso é Chorar, é uma das obras mais inventivas do compositor baiano. Lançado após sua participação no movimento tropicalista, o disco revela sua postura crítica e experimental dentro da MPB. Com arranjos ousados e letras irônicas, Tom Zé mistura samba, bossa, baião e referências eruditas, desconstruindo convenções musicais. Canções como “Se o Caso é Chorar” e “Dor e Dor” exemplificam seu humor ácido e olhar atento às contradições sociais e afetivas do Brasil. O álbum reafirma Tom Zé como um criador único, radical e fundamental na música brasileira.
Memória de Elefante (06/10/25)
Memória de Elefante (06/10/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 06/10/25 a 12/10/25 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
Béla Fleck – October Winds (1982)
Millie – My Boy Lollipop (2010)
Yo-Yo Ma – Tres minutos con la realidad (1997)
Prince & The Revolution – I Would Die 4 U (1984)
Chucho Valdés & Irakere – Bacalao con pan (2004)
Ennio Morricone – The Good, The Bad And The Ugly (2004 Remaster) (1968)
Cartola – O Sol Nascerá (1974)
Tom Zé – Frevo (1972)
Spok Frevo Orquestra – Passo de Anjo (2006)
Prazeres Interrompidos #409: António Torrado – Correr Atrás da História (2024)
Prazeres Interrompidos #409: António Torrado – Correr Atrás da História (2024)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Pouco tempo antes de morrer, António Torrado, com a generosidade, a sabedoria e o humor que o caracterizavam, conversou com Inês Fonseca Santos sobre o seu longo percurso como escritor, pedagogo e autor de uma das mais singulares e vastas obras da literatura infantojuvenil portuguesa. Mas não só: recordou a infância, as experiências que o marcaram, os autores que o inspiraram. A esta conversa somam-se depoimentos de pares, amigos e familiares. António Torrado.
Correr atrás da História integra a coleção História Natural do Livro, dedicada à criação para a infância e a juventude.
Asa Cobra – Ponta de Lança (2025) (single) id
Asa Cobra – Ponta de Lança (2025) (single) id
Asa Cobra é uma banda luso-brasileira formada em 2024, que reúne a intensidade poética da cantora e letrista Carollyne Barreira (Brasil) com a experiência dos produtores e músicos Marco Castro e Igor Domingues (Portugal – Throes + The Shine). Inspirada pela provocadora máxima de Bezerra da Silva — “Se Deus desse asa à cobra, o mundo não estava perdido” — a banda nasce como um manifesto sonoro onde a revolta e o amor caminham lado a lado.
A sua identidade musical cruza ritmos afro-brasileiros, eletrónica e elementos orgânicos, criando uma paisagem sonora que se move entre o etéreo e o pulsante, entre o confronto e o sussurro. A palavra ocupa um lugar central, com letras de múltiplas camadas, que refletem tanto as tensões políticas como as forças íntimas que moldam a experiência humana.
Com três singles lançados — “Asa à Cobra”, “Flutuar” e o mais recente “Ponta de Lança” — a banda afirma-se como uma das propostas mais inquietas e poéticas da nova música de expressão portuguesa. Em palco, Asa Cobra revela-se num formato intenso, que vai da força ao íntimo, onde som, corpo e mensagem se fundem para criar um concerto que é uma viagem sensorial.
O primeiro álbum da banda tem lançamento previsto para 2026.
Rui Fernandes Quarteto – Brisa do Mar del Plata (2025) (single) id
Rui Fernandes Quarteto – Brisa do Mar del Plata (2025) (single) id
Rui Fernandes Quarteto apresenta Para Dois Corações
O segundo capítulo de um compromisso com a viola amarantina
Após a estreia discográfica que marcou a afirmação do seu percurso artístico, Rui Fernandes Quarteto regressa com Para Dois Corações, lançado em julho deste ano, um novo trabalho que reafirma a missão do músico: dar visibilidade e renovar a presença da viola amarantina no panorama musical contemporâneo.
Mais do que uma continuação, este álbum é um manifesto. Através de arranjos meticulosos, de uma interpretação sensível e de uma abordagem que cruza tradição com inovação, Rui Fernandes revela o potencial da viola amarantina como instrumento versátil, capaz de emocionar e dialogar com diferentes universos sonoros.
Com raízes profundas no norte de Portugal, a viola amarantina surge aqui projetada para além das fronteiras regionais. Ao longo de todo o disco, é possível sentir a dedicação do quarteto em resgatar a identidade única deste instrumento, sem deixar de o levar a territórios inesperados.
Para Dois Corações é, assim, uma viagem entre passado e futuro: uma homenagem às tradições que nos definem, mas também a prova de que a viola amarantina é uma voz viva, reinventada e plenamente preparada para brilhar em palcos nacionais e internacionais.
Em 2025, o projeto será apresentado no dia 9 de novembro, em Castelo Branco.
quem é Rui Fernandes Quarteto?
O projeto Rui Fernandes Quarteto é único no mundo: tem como protagonista a viola amarantina, instrumento tradicional português tantas vezes esquecido no panorama contemporâneo. Criado por Rui Fernandes, o quarteto apresentou-se pela primeira vez em outubro de 2021, no Teatro de Vila Real, com o concerto de lançamento do álbum de estreia, A Viola Amarantina. O entusiasmo e curiosidade despertados por esta sonoridade levaram o grupo a uma digressão nacional, que ajudou a espalhar o som singular desta viola portuguesa.
Com arranjos cuidados, uma interpretação sensível e uma abordagem que cruza tradição com inovação, Rui Fernandes mostra que a viola amarantina é capaz de dialogar com diferentes géneros e de emocionar públicos para além das suas raízes no norte de Portugal.
A génese deste percurso remonta a 2018, quando Rui Fernandes iniciou a sua exploração da viola amarantina. Desde então, através das suas composições originais, tem procurado construir um novo reportório e abrir portas para uma abordagem renovada a este símbolo musical tão português.
O quarteto é composto por Rui Fernandes, na viola amarantina, Pedro Neves, no piano, Miguel Ângelo, no contrabaixo, e Miguel Sampaio, na percussão. Juntos, dão corpo a uma sonoridade singular que combina tradição e modernidade.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #65
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #65
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Rashaan Barber – The Pink Piranha
Isaiah Collier – Invocation Part II. Humility
Eric Dolphy – Something Sweet, Something Tender
Clifford Brown – I’ll Remember April
Enrico Rava – Dear Old Stockholm
Stan Getz – Night Rider
Matteo Mancuso Riccardo Oliva Salvatore Lima – The Chicken
Fool Arcana – Midnight 12
Cristina Maria – A Alma e o Cinzel (2025) (single)
Cristina Maria – A Alma e o Cinzel (2025) (single)
Cristina Maria apresenta o seu sexto álbum, Entre a Pedra e a Canção, num espetáculo único onde a voz se funde com a escultura, revelando a profundidade da sua vida e obra.
Neste concerto, o público é convidado a embarcar numa viagem musical plural, guiada pelas sonoridades que sempre inspiraram a artista: do fado à música popular portuguesa, passando pela música brasileira, cabo-verdiana e até pela música ligeira.
Em palco, Cristina Maria estará acompanhada pelos músicos que participaram na criação do álbum, garantindo a autenticidade e a riqueza de cada tema interpretado.
As esculturas da própria artista estarão também presentes no espaço cénico, criando um diálogo sensível e poético entre formas visuais e sonoras.
✨ Este espetáculo é mais do que um concerto — é um mergulho na essência criativa deCristina Maria, uma celebração da arte em todas as suas expressões.
Ficha Artística e Técnica
Concerto “Entre a Pedra e a Canção”
🎤 Interpretação Cristina Maria – Voz Ana Laíns – Voz convidada
🎼 Músicos
Ricardo Silva – Guitarra Portuguesa Bernardo Saldanha – Guitarra Clássica Jorge Carreiro – Contrabaixo João Maneta – Percussões Eduardo Miranda – Bandolim Carlos Lopes – Acordeão Davide Zaccaria – Violoncelo Nuno Junqueira – Piano
🎚️ Equipa Técnica
Miguel Ponte – Engenharia de Som André Pina – Engenharia de Luz Rui Madeira – Técnico de Palco