Jazz Tracks de Danilo Di Termini #66

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #66

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Emmet Cohen – Future Stride

Tommy Flanagan – Ruby My Dear

Art Blakey & The Jazz Messengers – Moon River

Danilo Gallo – No Boundaries

Manuel Pramotton Donato Stolfi Federico Marchesano  – Aljazzeera

Giovanni Falzone – Suite For Bird 1

Emanule Cisi & Roberta Gambarini – Lester Left Town

Lester Young – These Foolish Things

Carla Marciano – Theme From “Marnie” (Prelude)

John Coltrane – Wise One

Catman Plays The Blues #188

Catman Plays The Blues #188

Autor:

Manuel Pais

Esta semana partimos ao encontro do guitarrista norueguês Bjorn Berge e do seu album “Introducing Steelfinger Slim”. Destaque ainda para o disco  Blood Red Blues da cantora Cee Cee James.

Putumayo

Putumayo World Music Hour

Hosted by former KFOG personality Rosalie Howarth and Putumayo founder Dan Storper, the Putumayo World Music Hour (PWMH) is an internationally syndicated radio show that takes listeners on a weekly journey through the music of many different cultures. ​PWMH episodes include a blend of music from well-known artists and exceptional, underexposed international artists. 

The program is heard on more than 100 commercial and non-commercial stations around the world.

www.putumayo.com/radioshow.

Putumayo

Putumayo World Music Hour

Hosted by former KFOG personality Rosalie Howarth and Putumayo founder Dan Storper, the Putumayo World Music Hour (PWMH) is an internationally syndicated radio show that takes listeners on a weekly journey through the music of many different cultures. ​PWMH episodes include a blend of music from well-known artists and exceptional, underexposed international artists. 

The program is heard on more than 100 commercial and non-commercial stations around the world.

www.putumayo.com/radioshow.

Passo Real – Companhia (2025) (single)

Passo Real – Companhia (2025) (single) 

COMPANHIA, A BALADA DE FIM DE VERÃO DE PASSO REAL.

Dias depois do projeto se estrear na Festa do Avante, Passo Real lança agora “companhia”, canção que vem fechar o ciclo de singles num tom mais calmo e contemplativo que os seus precedentes, deixando espaço para a energia explosiva do álbum de estreia, a ser lançado muito em breve.

Companhia foi “escrita para os amores desencontrados, que desejavam poder estar ao pé de quem mais gostam mas a vida não o permite. Perfeita para ouvir numa viagem de carro noturna, com os vidros em baixo e com o vento a bater na cara. A verdadeira balada de fim de verão, tão melancólica quanto nostálgica”.

O “teledisco” que acompanha a canção, realizado por Hugo Matias, mostra este mesmo sentimento, através de um carismático tubarão que deambula, algo perdido, pelas ruas do Porto. No instrumental, ao compositor Hugo Formiga, juntaram-se o produtor Luar e o baterista Rui Daniel, a criar os ingredientes que Ricardo Borges misturou e masterizou. 

O single está disponível em exclusivo no Youtube dia 14 de setembro, e estará em todas as plataformas a partir do dia 19 de setembro.

Senhor Vulcão – Rock N Roll (2025) (single)

Senhor Vulcão – Rock N Roll (2025) (single) id

Senhor Vulcão lança “Rock N Roll” — primeiro avanço do novo disco com produção de The Legendary Tigerman e Mike Ghost

Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais “Rock N Roll”, o novo single de Senhor Vulcão. O tema antecipa o quinto disco do cantautor português, “Boca de Fogo”, com lançamento previsto para o final do ano, e conta com a participação de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) na guitarra.

“Rock N Roll” é uma canção em modo folkrap, género onde Senhor Vulcão tem vindo a desenhar um percurso singular, com identidade muito própria. Entre a dor, o espanto e uma explosão de fé no caminho, o tema fala de se cair — e de, ainda assim, continuar de pé. “Por muito que se caia, de pé é que se anda”, afirma o artista. A guitarra afiada e viva que acompanha esta caminhada é da autoria de Paulo Furtado, The Legendary Tigerman.

“A grande nova ebulição de Senhor Vulcão”. Com produção conjunta de The Legendary Tigerman e Mike Ghost, “Boca de Fogo” promete ser uma obra sem barreiras estilísticas, onde a poesia, o folk, o rap e o punk se encontram de forma crua, direta e visceral. São canções escritas entre baldios e espaços com luz intermitente, plenas de urgência e esperança no que está por vir. “Boca de Fogo, do Senhor Vulcão, é algo nunca antes visto em Portugal. É folk, é rap, é punk, é poesia inspirada na beat e em Pessoa, com os pés bem assentes em Portugal e a cabeça a olhar à volta para todo o Mundo. É fundamental descobri-lo”, afirma The Legendary Tigeman.

Figura singular do universo independente português, Senhor Vulcão é o alter ego de Bruno Pereira, músico e criador com uma ligação profunda à palavra e à oralidade. Apaixonado pela língua portuguesa, onde encontra expressão em termos em desuso ou quase esquecidos, constrói canções onde o humor, a denúncia, o afeto e a observação se entrelaçam.

Começou por se dar a conhecer como fundador e baterista dos Atomic Bees, mas foi no regresso solitário à composição que encontrou o espaço para a sua verdadeira voz. Em 2008, embalado por uma pequena guitarra e pela urgência de escrever, gravou a sua primeira canção. Em 2013 editou o álbum de estreia, “Montanha”, seguindo-se “As Canções do Bandido” (2015), com coprodução de Rita Redshoes, “Flores do Bem” (2015) e “Bixos Bons” (2021).

Todos os seus discos são edições de autor, numeradas e limitadas — objetos únicos que refletem a independência estética e ética de um músico que nunca seguiu tendências, mas que se mantém firme na sua forma de fazer e de dizer. Senhor Vulcão é, antes de tudo, um operário da canção — um criador que encontra no som, na palavra e no gesto um espaço de libertação.

“Boca de Fogo” marca o regresso à edição discográfica e à estrada, com uma nova energia e o mesmo compromisso: dizer o que precisa de ser dito, como tem de ser dito. Sem concessões.

Senhor Vulcão está de volta. E está em erupção.

African Roots #86

African Roots #86

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Francis Bebey – Lambarene Schweitzer

2 – Ginger Johnson and His African Messengers – Talking Drum

3 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Bawa

4 – Airto Fogo – Black Soul

5 – Afro National – Gowa

6 – Tala Andre Marie – Soweto

7 – Maalem Houssam Guinia – Jahwari Bouri Bouriama

8 – Ngalle Jojo – Ngigna Loko

9 – Bonga – Kambua

10 – Elisio Gomes – Cabo Verde Lanta

11 – Os Tubaroes – Largan Largan

12 – Pedro Ramos – Cá Bu Dam

13 – Mahotella Queens – Sebai bai

14 – Akwassa – I Don’t Want No-Body (To Tell Me)

15 – West Nkosi Nabashokobezi – Benoni Station

Lindu Mona – Fado e Nostalgia (2025) (single)

Lindu Mona – Fado e Nostalgia (2025) (single) id

Depois de lançado o 1º single «Ngasolo», do 2º single «Ngoma», do 3º single «Uazeka» e do 4º single «Ginga Amor», venho por este meio apresentar a data de 26 de Setembro de 2025 para lançamento digital do 5º single «Fado e Nostalgia» do artista Lindu Mona com visualizer no youtube e áudio nas plataformas de streaming e que fará parte do próximo álbum «Muxima». Irei lançar single a single com visualizer até ao 7º, e no dia seguinte ou seja a 29 Novembro lançarei o álbum.

O estudo revela que o Fado desperta principalmente nostalgia e tristeza nos ouvintes, enquanto a alegria é evocada com menor frequência. A nostalgia fortalece o senso de comunidade e promove a reflexão sobre o passado, enquanto a tristeza é regulada por experiências catárticas, como o choro. A música também ativa memórias negativas e positivas, contribuindo para o crescimento pessoal e a prevenção de erros passados. O julgamento estético do Fado está ligado à mensagem, à expressividade dos intérpretes e ao ambiente envolvente. A interação entre lugares, música e ouvintes desempenha um papel crucial na ativação de emoções e no bem-estar subjetivo, com a melodia das guitarras e o contágio emocional favorecendo a catarse.

Fritz Kahn and the Miracles feat. Mafalda Veiga – Caminero (2025) (single)

Fritz Kahn and the Miracles feat. Mafalda Veiga – Caminero (2025) (single) 

O novo single “Caminero” marca um momento especial no percurso de Fritz Kahn and The Miracles, não só pela colaboração com Mafalda Veiga, como também por ser o primeiro tema cantado em castelhano, com letra e música de sua autoria.

Fritz Kahn and The Miracles, compôs a canção “Caminero” e apresenta-se em dueto íntimo e contido com Mafalda Veiga, onde a sensibilidade interpretativa é o centro da construção musical, transmitindo uma profundidade particular ao tema. Com uma entrega sóbria, mas emocionalmente densa, Mafalda Veiga transporta para “Caminero” a sua reconhecida capacidade de dar voz àquilo que muitas vezes fica por dizer. A sua interpretação não é apenas complementar — é estrutural, conferindo ao tema equilíbrio, clareza e autenticidade.

“Caminero” representa também um passo em frente na evolução estética de Fritz Kahn and The Miracles ao optar pela língua cantada em castelhano. O músico abre espaço a novas sonoridades e possibilidades poéticas, mantendo-se fiel à matriz autoral do projeto, mas explorando outras formas de dizer e de cantar. A escolha do castelhano não é decorativa — está profundamente ligada ao tom da canção, à cadência das palavras e à figura central que ela evoca.

“Caminero” é uma personagem simbólica: alguém que atravessa lugares e tempos, que carrega consigo histórias, afetos, passos e dúvidas. Não é um herói nem um fugitivo — é um mensageiro silencioso, que caminha para não esquecer, e que encontra sentido na escuta e na partilha. Vem “de outra ciudad”, de “otra Navidad”, mas é no presente que toca, com gestos pequenos e transformadores.

A edição de “Caminero” está marcada para 26 de Setembro de 2025, assinalando um novo capítulo na carreira de Fritz Kahn and The Miracles e reforçando o compromisso com uma música autêntica, emocional e linguisticamente plural.

Who Plays Sessions #8 (#195)

Who Plays Sessions #8 (#195)

WH0 PLAYS SESSIONS 195

With Molly Mouse 

TRACKLIST:

Nic Fanciulli – La Luna (00:00) (Saved Records)

Analu (BR) – I Didn’t Feel Like Singing (06:00) (Lady of the House)

Jaques Le Noir – Right On Soul (10:55) (Bellosguardo)

KPD – Back In The Day (16:30) (King Street Sounds)

Steven Caretti – Get Down (21:40) (Houseklange Records)

Milton Shadow, Marco Melissen – Operator (Sam Frandisco Remix) (25:45) (Wh0 Plays)

Frank Di Maria – Let This Play (Tape One Remix) (30:20) (Metropolitan Recordings)

Eugene Carnell – Lost In House (34:30) (Good For You Records)

Juliet Thurbz – Rich Man (Molly Mouse Remix) (39:00) (Elemental Music)

Lizzie Curious – My Kind of Lovin (43:20) (Love To Be Recordings) 

KPD – No Face (47:45) (Total Freedom Recordings)

Massimo Conte – Glitched Love (52:10) (Club Whatever) 

Sophia Guerrero – I Know (56:00) (Toolroom Trax) 

Prazeres Interrompidos #406: Sigrid Nunez – Qual É o Teu Tormento (2020)

Prazeres Interrompidos #406: Sigrid Nunez – Qual É o Teu Tormento (2020)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Todo o ser humano tem necessidade de falar sobre si e de ser ouvido. É com esta convicção que a mulher que aqui nos narra olha em redor, presta atenção às histórias das pessoas e se questiona sobre as suas dores. 

Quando toma conhecimento de que uma amiga que não vê há longos anos está internada com um cancro terminal, visita-a e aceita partilhar casa com ela e acompanhá-la até ao fim. Conversam, riem, leem, veem filmes, recordam a juventude e as relações mais ou menos complicadas dos seus passados, produzindo uma reflexão comovente, polvilhada de humor e de crítica social, sobre o nosso tempo e o absurdo da vida e da morte. 

Qual É o Teu Tormento é um texto extraordinário de homenagem ao poder da empatia e do companheirismo.

Beatriz Almeida – Roupa Suja (2025) (single)

Beatriz Almeida – Roupa Suja (2025) (single) id

“Roupa Suja” é o novo single de Bea Almeida

Depois de se estrear a solo com ‘Até Quando’, single em que revelou de imediato a sua identidade artística e capacidade lírica ao abordar o tema da violência contra as mulheres, Beatriz Almeida apresenta agora ‘Roupa Suja’, uma canção que tem como mote o reinventar da vida e o desapego das coisas menos boas.

A cantora atuou recentemente nas Festas do Mar 2025 em Cascais com a sua banda de originais Hera com quem já lançou um EP intitulado ‘Ela’. Ficou também conhecida, em 2022, pela sua participação no Ídolos, na SIC.

Na sua nova canção, que nasceu após a participação num workshop com Luísa Sobral, a artista volta a refletir sobre os preconceitos de género a partir da perspetiva feminina. Em ‘Roupa Suja’, explora diferentes estilos musicais para lançar um convite: encarar as separações de forma saudável, valorizando o passado, respeitando o presente e mantendo sempre o olhar voltado para um futuro melhor.

O tema une amor e humor, celebrando não só o fim de uma relação, mas também o início de uma nova vida, marcada por descobertas e pela libertação de preconceitos.

‘Roupa Suja’ foi composta por Beatriz Almeida e por Miguel Galamba, gravada pelo João Só e por Pedro Zagalo, com produção assinada pelo João Só.

Sobre o workshop com Luísa Sobral e a criação da canção, Beatriz conta-nos: “A mim, calhou-me uma fotografia caótica de um homem e uma mulher vestidos a rigor, no meio do caos. Numa esplanada, a tentar comer mas com tudo a ir pelos ares. Lembrei-me imediatamente de uma perspetiva de uma festa de divórcio: uma relação onde correu tudo mal, uma celebração irónica do fim. A frase no verso era ‘Gosto de abraçar’ – A partir daí, surgiu a ‘Roupa Suja’. Eu escrevi a melodia e a letra, a Luísa ajudou-me na construção harmónica, posteriormente, terminei a canção com o Miguel.”

‘Roupa Suja’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.