Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. The Bug — Alien Virus (West Indian Centre, Leeds)
2. D-DON — Wrinkles (ft. Chester Watson)
3. Chester Watson — Continuum (ft. Dr. Josephine OlaTomi Soboyejo)
4. Rasheed Chappell — Open Fire
5. Conway the Machine — Se7enteen5ive
6. Joey Bada$$ & Westside Gunn — Swank White
7. Brenda and The Tabulations — That’s the Price You Have to Pay
8. Cardi B — Principal (ft. Janet Jackson)
9. Janet Jackson — The Pleasure Principle
10. Mick Jenkins & Emil — Words I Should’ve Said (ft. Enny)
11. Kojey Radical — Everyday
12. Statik Selektah, The Musalini & Wais P — Cashmere Coast (ft. Planet Asia)
13. Young Thug — Miss My Dogs
14. Carlos Dafé & Adrian Younge — O Baile Funk Vai Rolar
15. Kassa Overall — Big Poppa
16. CKTRL — Undo My Eyes
GOGO – Dust In My Eyes (2025) (single)
GOGO – Dust In My Eyes (2025) (single)
GOGO – DUST IN MY EYES
“Dust In My Eyes” – Um Hino Rock sobre o Destino – É o quarto single dos GoGo.
Esta poderosa canção foi escrita e composta pela dupla criativa Pedro Gogodomal e Joel Costa Cabeleira, refletindo a versatilidade musical da banda sem nunca perder de vista as suas raízes no rock.
Com interpretações marcantes do baterista David Sequeira e da vocalista Irina Matata, “Dust In My Eyes” mergulha em temas sombrios e emocionais. A letra conta uma história intrigante sobre o destino — deixando em aberto se se trata de um conceito inevitável ou de uma personagem com esse nome. A expressão que dá nome ao tema simboliza a dificuldade em encarar a realidade, traduzindo de forma intensa a essência inquietante da canção, sempre com uma sonoridade rock inconfundível.
Para assinalar o lançamento, os GoGo juntaram-se à realizadora Liliana Bairrão para a criação de um videoclipe visualmente impressionante. O vídeo capta toda a energia da banda em palco, sublinhando que, independentemente da distância, a paixão pela música nunca esmorece. Este single surge na sequência do primeiro concerto dos GoGo no LAV, onde tiveram a honra de abrir para os consagrados canadianos Harem Scarem.
“Dust In My Eyes” promete tocar os fãs e conquistar novos ouvintes, convidando todos a explorar os seus múltiplos significados enquanto se deixam envolver pela força do seu som.
Mirror People – Any Color U Like (2025) (single)
Mirror People – Any Color U Like (2025) (single)
Já está disponível “Desert Island Broadcast”, o novo álbum de Mirror People, projeto do músico e produtor português Rui Maia. O disco encontra-se disponível em vinil e em todas as plataformas digitais e é acompanhado pelo novo single “Any Color U Like”. Antes deste lançamento, já tinha sido revelado ao público o primeiro avanço, “Million Questions”, editado a 9 de maio.
Descrito pelo artista como “uma emissão de rádio de uma ilha deserta — um espaço imaginário onde diferentes estilos e referências se encontram e coexistem”, o novo álbum completa a trilogia iniciada com “Voyager” (2015) e “Heartbeats Etc.” (2022). “Quis criar um álbum que soasse simultaneamente familiar e inesperado, como uma transmissão perdida que encontra quem a escuta no momento certo. É uma celebração da música como companhia, mesmo em lugares isolados”, partilha Rui Maia.
O disco foi escrito entre 2022 e 2025 e conta com a participação de vários colaboradores habituais e convidados: a voz de Rö (Maria do Rosário), presença regular em estúdio e em palco; a percussionista Ryoko Imai; o saxofonista João Cabrita; e as vozes de apoio de Ana Vieira e Isa Gomes.
Com uma carreira que conquistou público em Portugal e no estrangeiro, Mirror People reafirma com este trabalho a sua relevância na cena independente, mantendo a aposta em composições cativantes e numa produção minuciosa.
Mirror People é o alter ego do músico, produtor e DJ Rui Maia, também teclista dos X-Wife. Idealizado como um projeto de colaboração com artistas de diferentes expressões culturais, Mirror People centra-se na música de dança, navegando entre o disco, o funk e a eletrónica. O novo álbum será apresentado ao vivo em quatro datas anunciadas: a 26 de setembro, com uma listening party no Incógnito (Lisboa), acompanhada pelos DJs Armanda e Rui Maia; a 11 de outubro no Lustre (Braga), com DJs Senõr Pelota e Rui Maia; a 24 de outubro nos Maus Hábitos (Porto); e a 25 de outubro no Badassery (Lisboa).
“Desert Island Broadcast” encontra-se à venda no formato vinil e está disponível em todas as plataformas digitais.
Trovador Urbano #68
Trovador Urbano #68
Autor:
David Calderon
(episódio de 23 de Abril)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Terra Pura #2 – De Savina Yannatou a Ablaye Cissoko
Terra Pura #2 – De Savina Yannatou a Ablaye Cissoko
Com Savina Yannatou e Lamia Bedioui, Anouar Brahem, Abel Selaocoe, Salif Keita, Piers Faccini e Ballaké Sissoko, Constantinople, Ablaye Cissoko e Cyrille Brotto, Trio da Kali, Vieux Farka Touré, Sahra Halgan, Momi Maiga. Notas de agenda sobre o Festim, Med de Loulé e FMM Sines.
Pullmao – De Camino Al Mare (2025) (single) id
Pullmao – De Camino Al Mare (2025) (single) id
Pullmao apresentam-se com o single de estreia “De Camino al Mar”
Acaba de ser lançado “De Camino al Mar”, o single de estreia de Pullmao, o novo projeto de Pedro Galhoz, que pela primeira vez se arrisca no domínio da música instrumental. O lançamento chega acompanhado por um videoclipe.
“Fecha os olhos. Respira. Respira fundo, respira bem fundo. Descontrai e deixa o tempo parar. Do deserto até ao mar, encontramos a nossa paz. A música é parte da nossa terapia.” É neste espírito de introspeção e viagem que os Pullmao se apresentam com o seu primeiro tema.
Descrita pelo próprio Pedrou Galhoz como uma jornada sonora, “De Camino al Mar” é uma faixa ambiental com groove, onde a sonoridade aponta para “um cruzamento intrigante entre o funk místico de Prince e o rock jazzulado de Morphine (como notou Rui Miguel Abreu), com um retoque de guitarras PinkFloydescas que expandem o horizonte sonoro”.
A canção arranca com um coro que facilmente remete para um western spaghetti ou que, pela sua cadência quase métrica, pode igualmente lembrar um conjunto de escravos num campo de algodão, estabelecendo um tom solene e cinematográfico. De seguida, deixa-se levar pelo groove hipnótico da bateria de Nico Guedes, pelas guitarras psicadélicas que se entrelaçam com o saxofone de Francisco Menezes e por alguns sintetizadores que fundem subtilmente ritmo e melodia. “Esta é, no seu cerne, a banda sonora de uma caminhada por um deserto imaginário, uma jornada a caminho do mar – é estar De Camino Al Mar”.
O projeto Pullmao nasce da vontade de Pedro Galhoz explorar novas possibilidades criativas, mantendo-se fiel à sua paixão pelas guitarras, à música psicadélica e aos ambientes cinemáticos. Para esta estreia, o músico, compositor e produtor conta com a colaboração de vários músicos nacionais e internacionais, com destaque para o seu amigo e companheiro de viagem, Nico Guedes, responsável por todas as baterias e percussões.
A ficha técnica deste lançamento inclui Pedro Galhoz nas guitarras e sintetizadores, Nico Guedes na bateria e percussão, Francisco Menezes no sax barítono e vozes adicionais. O single foi gravado por João Martins, Pedro Galhoz e Nico Guedes, misturado por João Martins no estúdio Ponto Zurca e masterizado por Rui Dias no estúdio Mr. Master. A arte gráfica é da autoria de Miguel Fonseca.
Pedro Galhoz é conhecido pelo seu trabalho na agência musical Luckyman Music e como músico em projetos como Pedro e os Lobos, Plástica e LovedStone. Com Pullmao, abre um novo capítulo da sua trajetória criativa — um espaço de experimentação instrumental, onde a viagem sonora e visual se fundem.
“De Camino al Mar” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tempo Livre – Ruminação (2025) (single)
Tempo Livre – Ruminação (2025) (single) id
Depois dos primeiros temas “Introdução” e “Campo Dourado”, o projeto Tempo Livre — encontro criativo entre Pedro Tavares (funcionário) e Luís Neto — apresenta “Terra Nova”, o seu álbum de estreia, já disponível em todas as plataformas digitais. A acompanhar o lançamento, é também revelado o novo single, “Ruminação”.
Descrita como uma música com estrutura incomum e letra introspetiva e repetitiva, “Ruminação” funde rock progressivo, folk e música ambiente, com um toque pop. Tal como o álbum que integra, é uma peça emocionalmente densa e aberta à experimentação, onde a forma e a repetição constroem um espaço de reflexão interna.
“Terra Nova” nasce de uma exploração musical colaborativa entre dois músicos com trajetórias distintas mas complementares. Pedro Tavares, através do seu projeto funcionário, tem-se dedicado à exploração da vida quotidiana como um mosaico de sensações, através de colagens sonoras que ligam a memória e a imaginação. As suas composições não seguem uma narrativa linear, mas criam atmosferas íntimas onde o real e o onírico se cruzam. Luís Neto, por sua vez, é músico, produtor e engenheiro de som, com experiência que atravessa o jazz fusão, o metal progressivo e a música experimental. Cofundador do selo turva e membro do duo eletrónico AG.R97, Neto tem colaborado com projetos como Pedro Ricardo, Shell From Oceanic ou redoma, trazendo uma abordagem rítmica precisa e detalhada ao processo de produção ou mistura.
O álbum resulta de sessões de gravação com instrumentos acústicos como bateria, percussão, kemenche, duduk, santur e guitarra, criando inicialmente uma atmosfera ambient com influências folk. A essas paisagens sonoras foram somadas camadas de voz processada com autotune, bateria expansiva, guitarra de 12 cordas, nyckelharpa e baixo, resultando num universo onde o rock progressivo, a música experimental e a eletrónica convergem.
Ao longo das nove faixas que compõem “Terra Nova”, destacam-se letras introspetivas e poéticas, como em “Ruminação” e “Em Apneia”, que abordam temas como a memória, o medo e a transformação. Musicalmente, o disco alterna entre momentos de suspensão e explosões rítmicas, numa fusão deliberada entre instrumentos tradicionais e modernos.
O álbum foi produzido por Pedro Tavares e Luís Neto, e conta com masterização de Carlos Nascimento (Qualia Audio Lab) e colaborações de Pedro Pimentel, Nuno Craveiro e Luís Correia. O design visual ficou a cargo de AALTAR SYSTEM e a fotografia é de Elisa Azevedo.
Editado pela turva com o número de catálogo TRV007, “Terra Nova” é uma obra que desafia categorias e propõe uma escuta profunda — um diálogo entre o etéreo e o visceral, onde cada camada é revelação.
“Terra Nova” será apresentado ao vivo no dia 16 de outubro, no Passos Manuel, Porto, e no dia 18 de outubro, na Casa Capitão, Lisboa.
O álbum “Terra Nova” e o single “Ruminação” encontram-se já disponíveis em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (22/09/25)
Memória de Elefante (22/09/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 22/09/25 a 28/09/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. The Tempos – See You in September (1973)
02. Osibisa – Chooboi (Heave Ho) (1997)
03. Steely Dan – Aja (1977)
04. Tower Of Power – Can’t You See (You Doin’ Me Wrong) (1974)
05. Couple Coffee Conversa de Botequim (2005)
06. Gal Costa, Caetano Veloso – Que Pena (Ele Já Não Gosta Mais De Mim) (1969)
07. Trio Mocotó – Voltei Amor (2001)
08. Tim Maia – Imunização Racional (Que Beleza) (1974)
09. Victor Jara – Deja la Vida Volar (1966)
1 Álbum 100 Palavras #112: Victor Jara – Victor Jara (1966)
1 Álbum 100 Palavras #112: Victor Jara – Victor Jara (1966)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Víctor Jara” (1966) é o primeiro álbum homónimo do grande cantor, compositor e ativista chileno. Lançado pela Demon, o disco marca o início da sua carreira fonográfica dentro do movimento Nueva Canción Chilena, trazendo canções que unem poesia social, tradição folclórica e arranjos simples, focados na voz clara e no violão expressivo. Faixas como “El Arado”, “La Luna Siempre es Muy Linda” e “Ojitos Verdes” revelam o olhar atento de Jara para o cotidiano dos trabalhadores e a beleza das paisagens andinas. Este trabalho estabelece o tom humanista e comprometido que caracterizaria toda a sua obra posterior.
Prazeres Interrompidos #405: Kōbō Abe – A Mulher da Areia (1962)
Prazeres Interrompidos #405: Kōbō Abe – A Mulher da Areia (1962)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Romance considerado uma das obras-primas da literatura japonesa pós-Segunda Guerra Mundial e que foi adaptado para o cinema, num filme de Hiroshi Teshigahara, premiado no Festival de Cannes. O Autor, já falecido, é um dos mais importantes escritores japoneses contemporâneos, sendo muitas vezes comparado a Kafka.
A história dum professor de Tóquio, entomologista nas horas vagas, que, aproveitando umas pequenas férias, partiu à descoberta de insectos das areias ainda desconhecidos e foi dar a uma aldeola no fundo das dunas, caindo, por assim dizer, numa armadilha – prisioneiro da areia, a areia que invade tudo, que se infiltra na mínima fenda e que é preciso afastar continuamente. Romance duro e angustiante que sob a exactidão dos pormenores de uma ficção realista reencontra a dimensão dos mitos eternos – uma fantasia simbólica, uma fábula, talvez uma parábola, talvez mesmo uma alegoria – uma obra insólita e duma perfeição surpreendente que revela um escritor de primeira grandeza.
Alcabala – Encarar o Vendaval (2025) (single)
Alcabala – Encarar o Vendaval (2025) (single)
Alcabala lança novo single “Encarar o Vendaval” — tema integra a coletânea Novos Talentos Fnac 2025 e antecipa álbum produzido por Makoto Yagyu
Já disponível em todas as plataformas digitais, “Encarar o Vendaval” é o novo single de Alcabala, projeto a solo do músico lisboeta João Leal, e integra também a edição de 2025 da coletânea Novos Talentos Fnac. O tema antecipa o segundo álbum de longa duração do artista, “Dinossauro Azul”, com lançamento previsto para o início de 2026. A produção do disco ficou a cargo de Makoto Yagyu (PAUS, Riding Pânico, If Lucy Fell), gravado no HAUS estúdio e masterizado por Steve Kitch.
Com letra e música de João Leal, “Encarar o Vendaval” apresenta-se como um tema de fusão sonora e narrativa conceptual. É também a primeira aparição de uma personagem central — o Dinossauro Azul — que dá nome ao disco e conduz o ouvinte por uma história de alienação, busca de identidade e resistência. A canção reflete o percurso de alguém que, apesar do conformismo inicial, encontra forças para redefinir o seu caminho, enfrentando medos e dúvidas com um propósito renovado. “Será assim tão mau encarar o vendaval?”, ouve-se, entre a tensão da percussão e os ambientes melódicos que misturam eletrónica, rock progressivo e texturas orgânicas.
O single conta ainda com arranjos de João Leal e Makoto Yagyu, com participações de Iuri Oliveira (percussão), Ana Roque (baixo) e Daniel Constantino (teclados). O videoclipe, lançado em simultâneo com a canção, foi realizado pelo artista Daniele Arcuri e recorre à animação para dar corpo ao universo do Dinossauro Azul, numa viagem visual onírica, introspetiva e envolvente.
Alcabala é o nome artístico de João Leal, músico de 25 anos com uma linguagem autoral que cruza fragilidade e experimentação, melodia e ruído, canção e abstração. As suas composições nascem da guitarra e da voz, evoluindo por entre atmosferas imprevisíveis, onde o som revela tanto vulnerabilidade quanto inquietação. Ao vivo, apresenta-se em formato solo ou com banda, tendo passado por salas como Tokyo Lisboa, Cine-Incrível (Almada), Fábrica Braço de Prata e Casa do Comum. Alcabala estreou-se nas edições discográficas no ano passado, com o lançamento do álbum “A Viagem Atrás do Sol”.
“Encarar o Vendaval” é o primeiro capítulo do universo de “Dinossauro Azul” — um álbum conceptual que aborda o desconforto do presente e a urgência de encontrar lugar e sentido num mundo em constante colapso.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #67
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #67
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Dado Moroni Giovanni Scasciamacchia Giuseppe Bassi – Never let me go
Bill Evans – Blue Serge
Bojan Z – Ashes to Ashes
Louis Armstrong and his Hot Seven – Potato Head Blues