1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Sambalanço Trio Vol. 2” (1965), liderado por César Camargo Mariano ao piano, com Humberto Clayber (contrabaixo) e Airto Moreira (bateria), é um marco do samba-jazz brasileiro. O trio, que já havia impressionado com o primeiro álbum, aqui refina ainda mais a fusão entre a sofisticação harmónica do jazz moderno e a pulsação viva do samba. As interpretações são cheias de swing, improviso e virtuosismo coletivo, revelando a modernidade da música instrumental brasileira nos anos 60. O disco combina standards e composições originais, projetando o trio como referência fundamental no cenário do samba-jazz e precursor de novas linguagens musicais no Brasil.
Prazeres Interrompidos #403: W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)
Prazeres Interrompidos #403: W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
W. S. Merwin – Lamento por Uma Pedra (2025)
Nesta antologia da poesia de W.S. Merwin, Jorge Sousa Braga traduziu e selecionou um conjunto de poemas que nos revelam a mestria do poeta norte-americano em pleno: defensor acérrimo da consciência ecológica, apaixonado da cultura oriental e um cultor de uma poesia nova e descomplexada, este é um trabalho de um dos mais inovadores poetas das últimas décadas.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #68
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #68
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Barry Atschul – Long Tall Sunshine
Giovanni Guidi – Buenos Aires
Dave Liebman – Lazy Bird
Sonny Rollins Without a song
Art Pepper – Straight No Chaser
Kenny Barron – Blue Monk
Charlie Haden Hank Jones – Goin Home
Charles Mingus – Better Git It In Your Soul
Ledisi – My Baby Just Cares For Me
Catman Plays The Blues #186
Catman Plays The Blues #186
Autor:
Manuel Pais
Regressamos esta semana às novidades discográficas apreciando os novos trabalhos de Geoff Arsenault e Buddy Guy.
Manifesto Sonoro #68
Manifesto Sonoro #68
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Porque todos os manifestos são importantes nestes dias aqui segue o alinhamento do mais recente:
Os Manifestantes desta semana foram:
Bernardo – Tom Zé, Mon Chéri
Da Chick – Cartoon
Marta Hugon feat. Samuel Úria – Insane
Rita Cruz feat Dino d’Santiago – Cuidado
Cachupa Psicadélica – Dônet Casada Côcada Quêjada
Ganso – Nem Sonhar
Ra-Fa-El – Caught by chance
Beautify Junkyards – Dancers Reward
mARCIANO – MEUMORIAL (My Spectral Guise Remix)
Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo – Embaraço total
Três tristes tigres – Exodus (feat. A garota não)
Rodrigo Leão & Scott Matthew – That’s Life
A Naifa – esta depressão que me anima
Belle Chase Hotel – São Paulo 451
Rita Braga – Illegal Planet
O Mau Olhado – 4Feira (single) (2025)
O Mau Olhado – 4Feira (single) (2025) id
O Mau Olhado lança single “#4 feira”
e prepara estreia em álbum
Apresentação de Os Cães Ladram ao vivo: 26 de setembro, Maus Hábitos, Porto (21h)
O Mau Olhado, projeto do músico portuense João Cardoso, apresenta o single “#4 feira”, um tema que transforma a rotina em poesia sonora. Inspirado num dia comum, a composição reflete a tensão entre luz e sombra, entre o quarto fechado e a rua aberta. A viagem sonora é marcada por escalas orientais e contrastes que oscilam entre intensidade e clareza. O tema, tal como o videoclipe que o acompanha, é um retrato íntimo e universal de um quotidiano que ganha nova vida através da música.
Este lançamento antecipa a chegada do primeiro álbum de longa duração, “Os Cães Ladram”, disponível a partir de 26 de setembro. O disco reúne o percurso já trilhado nas ruas do Porto e em palcos por todo o país, entre temas inéditos e composições que já conquistaram ouvintes em concertos. Gravado e produzido inteiramente por João Cardoso, o álbum será apresentado em diferentes formatos — de atuações a solo a formações em trio — sempre com a mesma energia crua e imprevisível.
A estreia de Os Cães Ladram será celebrada em concerto de apresentação no Maus Hábitos, Porto, às 21h do dia do lançamento.
O Mau Olhado nasceu nas ruas do Porto como uma one man band instrumental em que João Cardoso, armado com guitarra, loopstation e percussões, constrói camadas sonoras onde convivem jazz, fado, flamenco, música latina e ritmos balcânicos. O improviso e a espontaneidade são marcas registadas dos seus concertos, capazes de transformar qualquer espaço numa viagem coletiva.
Com dois EPs editados — Advogado do Diabo e II (tiragem limitada de 200 cópias) — o músico transporta agora essa linguagem singular para o seu primeiro longa-duração, afirmando-se como um dos músicos mais originais a emergir da cena independente portuguesa.
Lavoisier – O Mundo Bem Monstro (single) (2025)
Lavoisier – O Mundo Bem Monstro (single) (2025)
Lavoisier lançam O Mundo Bem Monstro, tema que antecipa disco construído com dez poetas contemporâneos
A cantiga não só é uma arma, como pode ser uma prece. O Mundo Bem Monstro é o single de avanço do novo disco dos Lavoisier, banda de Patrícia Relvas e Roberto Afonso, que neste trabalho juntam três músicos à sua banda: o baterista Diogo Sousa, o baixista Ricardo Dias Gomes e o guitarrista Pedro Branco. Para o longa duração, com lançamento previsto para outubro, desafiaram dez poetas contemporâneos a escreverem poemas inéditos para que fossem musicados e tornados também canção. Para que se desse a voz e o passo marcial da música ao que há de visceral, mas também de contemplativo, na poesia.
O poema de O Mundo Bem Monstro foi escrito por Raquel Nobre Guerra, poeta e tradutora que reside entre Lisboa e o Alentejo, autora dos livros Groto Sato (2012), prémio Primeira Obra do PEN Clube Português e Prémios Novos da Culturgest/ CGD; SMS de Amor e Ódio (2013); Saudação a Álvaro de Campos (plaquete, 2014); Senhor Roubado (2016), semi finalista do Prémio Oceanos em 2017.
Este primeiro single reflete sobre o mundo como lugar opressor e confinado, na perspetiva de alguém que procura não ser turista da própria vida, mas antes a liberdade de se sentir em casa na sua pele. Os Lavoisier mantém a sua identidade musical, sem possibilidade – ou intenção – de atribuição de rótulo, viajando pelas mais diversas latitudes e mantendo o apego à música tradicional portuguesa, apesar deste disco acentuar a personalidade elétrica, que sempre existiu na guitarra de Roberto Afonso, dos Lavoisier.
Esta não é a primeira vez que os Lavoisier se dedicam inteiramente à poesia, já que em 2019 lançaram Viagem a um Reino Maravilhoso, em que musicaram poemas do incontornável poeta Miguel Torga.
Os Lavoisier atuam sexta-feira, 5 de setembro, na Feira do Livro do Porto, às 19:00.
Ficha Técnica: Patrícia Relvas, Voz Roberto Afonso, Guitarra eléctrica, acústica, efeitos e campaniças. Pedro Branco, Guitarra elétrica. Ricardo Dias Gomes – Baixo Mário João Santos, Adufe. Poema de Raquel Nobre Guerra Mix e Master de Martín Scian Produção de Lavoisier
African Roots #85
African Roots #85
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Balka Sound – Ka Mu Wila K
2 – Assagai – Kinzambi
3 – Alostmen – Tanga
4 – Hedzoleh Soundz – Rekpete
5 – The Original Brothers – Black Out
6 – Babatunde Olatunji – Soul Makossa
7 – Peter King – Ajo
8 – Jabula – Let Us Be Free
9 – Oneness of Juju – Nooky
10 – Etuk Ubong – Ekpo Mmommom
11 – Faaji Agba – Oge Gele
12 – Kapingbdi – Yakundé
13 – Bhundu Boys – Hazvisekanwe
Who Plays Sessions #6 (#193)
Who Plays Sessions #6 (#193)
Autor:
Costa (UK)
Tracklist:
1 CHANEY (UK) – Prayer 0:41
2 Fatboy Slim, Daniel Steinberg – Bus Stop Please 3:19
3 Costa UK – Jealous Girl 7:30
4 Ferreck Dawn, Hayley May – Deep Inside 11:04
5 Costa UK – I GET ENOUGH 15:30
6 GAWP, Dyn Dyn – Bang 19:55
7 Gene Farris, Illyus Barrientos – Problems 24:27
8 Jesus Fernandez – La Samba 28:14
9 Jonk & Spook – Girls 31:55
10 Jordan (IT) – My Body 36:58
11 Joshwa – Lost In Music 39:25
12 Marco Melissen, Milton Shadow – Groovin 45:38
13 Kristofson & Costa UK – Jokers Anthem 49:26
14 Piem, CASSIMM – Don’t Let Me Go 53:05
15 Wh0 – Girls & Boys 57:12
Boucanyeah Mix #2
Boucanyeah Mix #2
Boucanyeah Mix II takes you through a vibrant journey of groove-driven beats, rare sonic nuggets, and subtle twists between genres. From deep rhythmic layers to sparkling highlights, it blends energy and finesse in a fluid, uplifting flow.
Prazeres Interrompidos #402: Afonso Cruz – O Vício dos Livros (2021)
Prazeres Interrompidos #402: Afonso Cruz – O Vício dos Livros (2021)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Na biblioteca do faraó Ramsés II estava escrito por cima da porta de entrada: «Casa para terapia da alma». É o mais antigo mote bibliotecário. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos múltiplas vidas. São seres pacientes e generosos. Imóveis nas suas prateleiras, com uma espantosa resignação, podem esperar décadas ou séculos por um leitor.
Somos histórias, e os livros são uma das nossas vozes possíveis (um leitor é, mal abre um livro, um autor: ler é uma maneira de nos escrevermos).
Nesta deliciosa colheita de relatos históricos e curiosidades literárias, de reflexões e memórias pessoais, Afonso Cruz dialoga com várias obras, outros tantos escritores e todos os leitores.
Este é, evidentemente, um livro para quem tem o vício dos livros.