Democrash – The Concept Of Clothing (2025) (single)
Democrash – The Concept Of Clothing (2025) (single)
Com Important People, os Democrash ampliam o seu universo distópico e confrontacional, mergulhando mais fundo nas estruturas invisíveis que moldam a nossa percepção de identidade, de valor e de realidade.
Cada faixa é um episódio desse colapso moderno, onde o reconhecimento se torna moeda, o corpo se torna um símbolo e a linguagem é uma armadilha. O single “The Concept of Clothing” despe-nos da pertença e “Important People” questiona o véu do estatuto social, enquanto que o resto do álbum continua esse percurso de desprogramação, entre sistemas manipulados, escolhas impostas e verdades disfarçadas.
Da alienação urbana ao hacking emocional, da memória que se desfaz às relações que nunca se concretizam, o disco não oferece respostas. Tenta apenas expor o ruído, o vazio e as sombras do tempo em que vivemos.
Important People é um grito para um espelho partido. É uma denúncia musical e estética do colapso lento do “eu” no meio de algoritmos, distrações e falsas utopias, com a urgência de dizer o que importa.
Antes que o silêncio nos substitua.
O segundo LP da banda tem data de lançamento marcada para o dia 12 de Maio com o selo da Raging Planet e Vinil Experience e vai ser apresentado no dia 16 de Maio no Tokyo em Lisboa.
Coffee Breakz #125 – The Hip-Hop Sessions
Coffee Breakz #125 – The Hip-Hop Sessions
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
Offset — Professional
Gunna — Just Say Dat
Metro Boomin — Drip BBQ (ft. J Money, Quavo & Waka Flocka Flame)
JID — Community (ft. Clipse, Pusha T & Malice)
Hit-Boy & Spank Nitti James — Eat Couch
Sheff G — Grind 4
Mike Dimes — Flyest in the Room
YG & Leon Thomas — Lovers or Friends
Wolfacejoeyy — Imani
Logic — Witness
Conway the Machine — Se7enteen5ive
Lithe — Cannonball (ft. Don Toliver)
Young Nudy — Iced Tea (ft. 21 Savage, Project Pat & Coupe)
Kodak Black — Imma Shoot
Hanumankind — Reckless (ft. Denzel Curry)
Lil Harold — Dope Boy
Rich Brian — Jumpy (ft. Ski Mask the Slump God)
Tory Lanez — So Many Times (Lost Tapes 2022)
K Camp — Early Morning (ft. Chase Shakur & Ty Dolla $ign)
Skepta — Friendly Fire
Ciara — Drop Your Love
Salomão Duarte – Sorrisos (2025) (single)
Salomão Duarte – Sorrisos (2025) (single)
Salomão Duarte lança “Sorrisos” — Um novo tema musical que ilumina plataformas digitais
– O músico multifacetado Salomão Duarte, natural de Coimbra, revela esta semana o seu mais recente single “Sorrisos”, disponível agora em todas as plataformas digitais. O tema apresenta uma atmosfera emocionalmente rica, combinando o ecletismo que define Salomão — uma fusão de blues, pop e eletrónica com toques “easy-listening” que encantam o público.
Desde muito cedo atraído pelas notas melancólicas e densas do blues, Salomão Duarte cativou o público com a sua voz quente e profunda. Além de compositor e intérprete, Salomão é um virtuoso instrumentista, formado em percussão, piano e guitarra em prestigiadas instituições como o Conservatório Filarmónica União de Oliveira do Bairro, o Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro e a Rock School. A sua formação académica inclui também uma licenciatura em Ciências Aeronáuticas (Manutenção) pelo ISEC e um mestrado em Engenharia de Manutenção pelo ISEL.
O novo single “Sorrisos” aprofunda esta identidade sonora única, tecendo harmonias envolventes com uma melodia que desperta emoções genuínas. A fusão de géneros cria uma paisagem sonora que promete ressoar com diferentes públicos, mantendo uma elegância e sensibilidade que lhe são características.
“Sorrisos” convida a uma viagem interior, onde cada nota revela um fragmento de ternura — uma celebração da alegria humana, expressa com autenticidade e delicadeza.
Fumaça #25 – Amanhecer em Gaza
Fumaça #25 – Amanhecer em Gaza
TRANSCRIÇÃO
Joana Teresa Batista: Olá. Daqui Joana, do Fumaça. O que vais ouvir são excertos do livro Daybreak in Gaza — Amanhecer em Gaza, editado, em 2024, pelo livreiro palestiniano Mahmoud Muna e o jornalista britânico Matthew Teller. É construído a partir de histórias, conversas e textos de pessoas palestinianas em Gaza.
Ver em: https://fumaca.pt/amanhecer-em-gaza/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter_mahmoud_muna
Trovador Urbano #66
Trovador Urbano #66
Autor:
David Calderon
(episódio de 09 de Setembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Hugo Costa – Sempre Gostei do Inverno (2025) (single)
Hugo Costa – Sempre Gostei do Inverno (2025) (single)
‘Sempre Gostei do Inverno’ é o single de avanço do novo álbum de Hugo Costa
‘Sempre Gostei do Inverno’ é o primeiro single de avanço de ‘Onde Vivem os Carneiros’, o novo álbum de Hugo Costa.
Neste tema de tom íntimo, o cantor aborda um amor pelas coisas que acabam, pelas estações que morrem – mas sem nunca perder de vista a promessa de uma nova primavera.
A canção cruza o lirismo folk com a energia do rock e a ousadia do prog, num arranjo onde convivem o alaúde árabe, clarinete, acordeão, guitarras elétricas, baixo e bateria.
Este single é o levantar do véu de um disco onde a canção se entrelaça com a experimentação eletroacústica — um projeto nascido da sua investigação de mestrado sobre este território e que consolida Hugo Costa como uma voz ímpar da música alternativa portuguesa, situada entre a tradição e a vanguarda.
Hugo Costa é músico e compositor português que habita o espaço onde a canção encontra a experimentação, onde a tradição se abre ao risco e a emoção se alia à reflexão. A sua obra percorre diferentes universos sonoros — do folk-rock à música tradicional portuguesa, do swing ao jazz, da escrita erudita à eletroacústica — num caminho em que palavra e som avançam em permanente diálogo.
Depois da estreia discográfica em 2023 com ‘Isto é o Vento’, e de um ano repleto de concertos memoráveis por todo o país com a Banda do Vento – culminando na vitória no concurso de bandas da Festa do Avante em 2024 – Hugo Costa prepara agora o lançamento de ‘Onde Vivem os Carneiros’, o seu segundo disco, que leva a canção ainda mais longe: cruzando-a com a música eletroacústica, almejando a criação de uma nova linguagem.
As suas letras falam de amor e de política, da crise climática e das raízes familiares, da memória e da inquietação contemporânea. É um trovador moderno, com influências tão diversas que vão de Messiaen à Brigada Victor Jara, de Zeca Afonso a Nick Cave, de Fiona Apple a Pauline Oliveros. Na sua música, cabe o íntimo e o coletivo, o poético e o político – sempre com uma voz singular e aberta ao amanhã.
A letra e a produção ficaram a cargo do artista, e a masterização de Francisco Duque.
No próximo dia 6 de setembro, o artista apresentará estas novas canções num concerto especial, onde contará também com a sua banda, no Palco Paz da Festa do Avante. O novo single ‘Sempre Gostei do Inverno’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (08/09/25)
Memória de Elefante (08/09/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 08/09/25 a 14/09/25 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
Earth, Wind & Fire – September (1978)
Grateful Dead – New Speedway Boogie (1970)
Otis Redding – Ole Man Trouble (1965)
Sam & Dave – Rich Kind of Poverty (1967)
Roy Ayers – Pretty Brown Skin (1970)
Toots & The Maytals – Funky Kingston (1973)
Papa John Defrancesco – The House of the Rising Sun (2006)
Yma Sumac – Indian carnival (1955)
Cachao – Malanga Amarilla (1957)
1 Álbum 100 Palavras #110: Sam & Dave – Soul Men (1967)
1 Álbum 100 Palavras #110: Sam & Dave – Soul Men (1967)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
Lançado em 1967 pela Stax Records, “Soul Men” é um dos álbuns mais marcantes de Sam & Dave, dupla símbolo da soul music dos anos 60. Produzido por Isaac Hayes e David Porter, o disco captura a energia crua e contagiante do duo, apoiado pela lendária house band Booker T. & the MG’s e pelos metais dos Mar-Keys. O tema-título, “Soul Man”, tornou-se um hino do soul, celebrado até hoje. O álbum equilibra faixas dançantes e baladas carregadas de emoção, destacando os vocais poderosos e a química única entre Sam Moore e Dave Prater. Um clássico absoluto do soul sulista.
Prazeres Interrompidos #401: Andrew Kaplan – Homeland: Segurança Nacional (2014)
Prazeres Interrompidos #401: Andrew Kaplan – Homeland: Segurança Nacional (2014)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Beirute. Durante uma tentativa de encontro clandestino com um novo contacto -nome de código Rouxinol -, Carrie Mathison, agente de operações da CIA, escapa por pouco a uma emboscada. Desconfiando de que a segurança no quartel-general de Beirute possa estar comprometida, a altamente especializada e volátil agente desafia o chefe de divisão num acalorado confronto que lhe vale o recambiamento para casa.
Frenética e com pouco tempo a perder. Carrie aventura-se num chocante ato de insubordinação que a ajuda na revelação de indícios secretos que ligam o Rouxinola Abu Nazir, o líder da Al-Qaeda no Iraque. Decidida a travar o mentor do plano terrorista, embarca numa obsessiva demanda que irá destruí-la.
UM LIVRO ORIGINAL E EMPOLGANTE BASEADO NA SÉRIE DE SUCESSO: SEGURANÇA NACIONAL
Rara – Filha Bastarda (2025) (single)
Rara – Filha Bastarda (2025) (single) id
Onde não havia lugar, nasceu uma canção – “Filha Bastarda”
Editado a 8 de agosto de 2025, “Filha Bastarda” já está disponível em todas as plataformas digitais.
A banda portuguesa RARA lançou o seu mais recente single “Filha Bastarda”, uma canção que celebra a singularidade. Com uma sonoridade que cruza o rock alternativo, o psicadélico e o progressivo, o tema confronta o estereótipo e transforma o “desvio” numa força.
“A ‘filha bastarda’ é tudo o que não era suposto acontecer — mas acontece. É o erro no molde. A peça fora da série. É a beleza que só existe porque fugiu do plano.”
O single foi apresentado ao vivo num concerto especial no Festival de Arronches, no próprio dia do lançamento, onde a performance da banda reforçou a identidade musical e emocional deste novo capítulo.
BIOGRAFIA
RARA começou com a vontade crua de fazer música com verdade.
Sem grandes planos, sem moldes — e como tudo o que vem de dentro, não foi pensado, foi sentido. Foi música feita a partir de nervo, de silêncio, de querer dizer o que não cabia em mais lado nenhum. O tempo tratou do resto — e do resto nasceu tudo.
Ao longo de uma década, a banda foi-se moldando a partir do que cada um trazia: sons, silêncios, cidades, ausências, vozes, dúvidas. O resultado é difícil de rotular, porque nunca foi pensado para caber numa caixa. RARA é uma mescla de lugares: um pouco de cada um, um pouco de cada influência, um pouco do que a vida foi deixando à porta.
O seu som cruza o rock alternativo e o progressivo com uma estética poética e cinematográfica, onde cada palavra importa, e cada pausa respira.
Mas mais do que um estilo, RARA tem um propósito: inovar sem perder a identidade, desconstruir sem perder a sensibilidade. Criar algo que seja, acima de tudo, único — mesmo que imperfeito.
Em 2025, reencontram o seu centro criativo e assumem uma formação renovada, unindo cinco músicos com universos distintos: Andreia Carreiras (Voz), Sérgio Borges (Guitarra), Bruno Coelho (Teclados), Pedro Sereno (Baixo) e Vasco Lopes (Bateria).
A banda entra agora numa nova fase. Filha Bastarda, o novo single, é o espelho disso: uma canção que vem de fora — do que é deixado de lado, do que não encaixa — e que faz dessa diferença a sua força.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #69
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #69
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Kenny Garrett – It’s Time to Come Home
Pat Metheny – Turnaround
Lee Morgan – Speedball
Charlie Parker – Parker’s Mood
John Zorn – Bith Aneth
Bob Berg & Mike Stern – Autumn Leaves
Erroll Garner – I’ll Remember April
Bill Evans – My Foolish Heart
Fats Waller – Let’s Pretend There’s a Moon
Catman Plays The Blues #100
Catman Plays The Blues #100
Autor:
Catman (Manuel Pais)
Voodoo woman -Koko Taylor
Hobo don’t mind.. -Talmud Beach
Nothin but the Blues -Lightnin Hopkins
Rollin stone -Muddy Waters
Married woman -Cinelli Brothers
Gone so long -John-Alex Mason
Too late for us -Thornbjorn Risager
Blues up the river -Charlie Musselwhite
I´m so tired -Sonny Green
Everyday I have the Blues -Jimmy Witherspoon
At the purchaser’s option -Rhiannon Giddins
Time Waster -Nobody’s Bizness
Tell me who -Charles Brown, Ruth Brown
Blues funky like dat -Eric Bibb, Tal Mahal, Jontavious Willis