Cábula – Dança do Fogo (2025) (single) id

Cábula – Dança do Fogo (2025) (single) id

Os Cábula são uma banda rock portuguesa fundada a 1 de Janeiro de 2016 e formada por Ricardo Maravalhas (guitarra e voz), Leonardo Ferreira (bateria e segunda-voz) e Telmo Brandão (guitarra), elementos da bem sucedida banda Checkpoint, entretanto extinta.
Após algum tempo de hiato, explorando outros projetos, os elementos fundadores retomaram o trabalho em 2024, acolhendo também Marcelo Oliveira (baixo) e César Silva (teclado) tendo, pouco tempo depois, lançado “Tempos Mortos”, o primeiro single do seu novo álbum, já em produção.
A 15 de Agosto de 2025 foi lançado o segundo single do álbum,  “Dança do Fogo”, e o terceiro e último single será divulgado em Outubro, a tempo do regresso da banda aos palcos, no Milheirós Fest 2025.

Trovador Urbano #64

Trovador Urbano #64

Autor:
David Calderon
(episódio de 26 de Agosto)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón
Inicio emisiones:  Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)

Maya – Chinfrim (2025) (single)

Maya – Chinfrim (2025) (single) id

“Nesta edição, a artista recifense MAYA apresenta a faixa “Chinfrim”, uma canção de ruptura, fatalismo e beleza, que evoca o universo sombrio e cinematográfico do trip hop com referências a Portishead, Ennio Morricone, Gal Costa e Queen. A música parte de uma exaustão emocional e encontra força na recusa: do amor, da performance e da submissão. Com letra carregada de imagens de palco, memória e colisões afetivas, “Chinfrim” faz do lamento um ato de liberdade. A produção musical de Habacuque Lima equilibra beats densos, arranjos eletrônicos e guitarras dramáticas, enquanto MAYA entrega uma interpretação intensa, crua e encantatória. Gravada em imersão no Trampolim Estúdio e Torii Synth Studio, a faixa recebe vídeo captado durante o processo criativo, lançado no canal oficial da Sound Department e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.”

Para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=F8rymooRtEA&list=RDF8rymooRtEA&start_radio=1

Memória de Elefante (25/08/25)

Memória de Elefante (25/08/25)
 
Memória de Elefante rubrica semanal de 25/08/25 a 31/08/25
Autor: Francesco Valente
 
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
 
Tracklist:
 

  1. The Doors – Summer’s Almost Gone (1968)
  2. Wayne Shorter – Juju (1965)
  3. Cedric Burnside – Call On Me (2018)
  4. Alice Coltrane – Los Caballos (1976)
  5. The Clash – Ghetto Defendant (1982)
  6. Cesária Évora – Sabine Largam’ (2002)
  7. Ustad Vilayat Khan – Raga Piloo (1962)
  8. Meshell Ndegeocello, Jason Moran – Perceptions (2023)
  9. Santana – Persuasion (1969)
  10. Lily Laskine – Pour les enfants I. Petit reverie (1958)

1 Álbum 100 Palavras #108: Cesaria Evora – The Very Best Of Cesaria Evora (2002)

1 Álbum 100 Palavras #108: Cesaria Evora – The Very Best Of Cesaria Evora (2002)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“The Very Best of Cesária Évora” (2002) é uma coletânea que reúne alguns dos maiores sucessos da inesquecível “diva dos pés descalços”, embaixadora da morna e da música cabo-verdiana no mundo. O álbum passeia por clássicos como “Sodade”, “Petit Pays” e “Angola”, celebrando a voz profunda e melancólica de Cesária, marcada pela doçura e pela força emocional. As canções misturam mornas e coladeiras, refletindo tanto a saudade da diáspora quanto a alegria das ilhas. Esta compilação funciona como uma porta de entrada perfeita para novos ouvintes e como celebração definitiva do legado da artista que levou Cabo Verde ao mapa musical mundial.

Prazeres Interrompidos #397: Jojo Moyes – As Mensageiras da Esperança (2019)

Prazeres Interrompidos #397: Jojo Moyes – As Mensageiras da Esperança (2019)

Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Alice Wright casa-se com o belo americano Bennett Van Cleve na esperança de escapar a uma vida sufocante, em Inglaterra. Mas a pequena cidade de Kentucky rapidamente se revela igualmente claustrofóbica, sobretudo vivendo Alice com o sogro autoritário. É então que é feito um apelo para a participação das mulheres da cidade numa equipa para entregar livros; um projeto da nova biblioteca itinerante de Eleanor Roosevelt. Alice adere com entusiasmo.
Alice conhece assim Margery, a líder desta equipa, uma mulher autossuficiente e de discurso inteligente que nunca pediu permissão a um homem para nada. A elas juntar-se-ão três outras mulheres singulares que ficarão conhecidas como as Packhorse Librarians of Kentucky.
A aventura destas mulheres – e dos homens que amam – torna-se um drama inesquecível de lealdade, justiça, humanidade e paixão. Estas mulheres, autênticas heroínas, recusam-se a ser intimidadas pelos homens ou pelas convenções. E embora enfrentem todos os tipos de perigos, não desistem da missão que abraçaram: levar a sabedoria, a leitura e o mundo fantástico dos livros até aos mais pobres e desfavorecidos.
Mas quando a comunidade de Baileyville se voltar contra elas, será que a determinação – e o poder da palavra escrita – será suficiente para as salvar?

André Caroço – The Clock (2025) (single)

André Caroço – The Clock (2025) (single)

O meu nome é André Caroço e sou um artista português no universo singer-songwriter, com uma abordagem acústica e intimista. Escrevo para partilhar convosco o meu novo single, “The Clock”, lançado no passado dia 4 de maio.

A música fala do tempo como espelho interno — da pressa e das nossas ambições, que nos fazem perder no tempo, sem aproveitar o momento presente. É uma reflexão crua e honesta, que convida a parar, respirar e ouvir o que muitas vezes calamos.

Catman Plays The Blues #102

Catman Plays The Blues #102

South Memphis String Band
-Turnip greens

Gringo’s Washboard band
-The sentimental gentleman from Georgia

Eric Clapton
-Early in the morning
-Worried life Blues
-Further on up the road
-Ramblin’ on my mind
-Blues power
-Double trouble

Rafa. – No meu mundo (2025) (single)

Rafa. – No meu mundo (2025) (single) 

“no meu mundo.” já está disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhada por um videoclipe vibrante e cheio de personalidade, que começa num duche e vai até um estádio de futebol! 🫧🚿⚽🏟️

Uma celebração do conforto, da expressão livre e do poder de sonhar alto, sem limites quando estamos no nosso espaço sem ninguém a ver.

African Roots #83

African Roots #83

Autor:
Gil Santos

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Alemayehu Eshete – Telantena zare
2 – Christy Essien Igbokwe – Ku Saura Re Ni
3 – Girma Beyene – Ené Nègn Bay Manèsh
4 – Jimmy hyacinthe – Maquis lô
5 – Letta Mbulu – The Village
6 – Ayalew Mesfin – Hasabe (My Worries)
7 – Gyedu-Blay Ambolley – Who Made Your Body Like Dat
8 – Bitori – Bitori Nha Bibinha
9 – Ousmane Kouyate – N’Ny
10 – Jaojoby – Taratasy Maitso
11 – Pierre Didy Tchakounté – Ma Fou Fou
12 – Christie Azumah – Aja Wondo
13 – Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou – Yeye We Nou Mi

Adriana Santhi – Amanhecer (2025) (single)

Adriana Santhi – Amanhecer (2025) (single)

Adriana Santhi canta com o coração na pele. Filha de mãe portuguesa e pai brasileiro, nascida em Luxemburgo e criada entre Bruxelas e Madrid, a artista encontrou no Brasil o território criativo ideal para desenvolver sua identidade musical — íntima e espiritual. Em seu mais recente lançamento, o single “Água & Sal”, Adriana se une à cantora anglo-brasileira IIVY para celebrar a cura, o movimento e a força da vulnerabilidade.

Com uma sonoridade neo-soul, produção minimalista e melodia envolvente, a faixa aborda o recomeço como uma travessia delicada, mas poderosa. “A água limpa, o sal cicatriza — e a música faz as duas coisas”, diz Adriana, que assina a composição e a interpretação da canção, além de estar à frente de toda a direção criativa do projeto.

Apesar de ter iniciado sua carreira oficialmente em 2023 com o projeto eletrônico souvenir (em parceria com o produtor belga Dolcious), foi a partir de 2024 que Adriana passou a trilhar um caminho mais orgânico e autoral. No single “My Experience”, por exemplo, abordou a dor de um relacionamento abusivo. Agora, com “Água & Sal”, mostra outra camada de sua narrativa, marcada pela liberdade emocional e pelo amadurecimento artístico.

“Acredito que abrir a vulnerabilidade é força, não fraqueza. Minha música nasce do desejo de me reconstruir”, diz.

As referências de Adriana transitam entre Amy Winehouse, Snoh Alegra, Kali Uchis, Erykah Badu e Luedji Luna, somadas à MPB e soul que ouvia com os pais. Essa multiplicidade de vivências estará reunida em seu primeiro EP, Pouso, previsto para setembro de 2025. Com seis faixas autorais e um videoclipe, o projeto é uma espécie de diário musical sobre os afetos, desconexões e descobertas que surgiram em seu processo de adaptação ao Brasil.

“Pouso é o momento de aterrissar em mim mesma. De dar nome às dores e, a partir disso, caminhar com mais firmeza”, resume.

Adriana Santhi encontra nesse território a liberdade de ser inteira: imigrante, mulher e artista em movimento. Com uma estética visual sofisticada e direção criativa assinada por Angelo Pontes, ela quer expandir o R&B feito no Brasil — sem fórmulas, sem pressa, com verdade.

Radio Is A Foreign Country 20 – HERE THERE BE DRAGONS – ODES(S)A

Radio Is A Foreign Country 20 – HERE THERE BE DRAGONS – ODES(S)A

An intimate sonic portrait of Odesa, a Ukrainian city along the Black Sea. Produced by Ivan Samokrutkin, with support from the podcast Here There Be Dragons, this densely layered sound collage weaves together raw and haunting field recordings (audio documents of air raid sirens, the hum of a restless city, the distant murmur of the sea, snatches of conversation, and mechanical pulses), remixed local sound art, and processed samples of acoustic instruments (bayan, kalimba, flute, tambourine, psaltery, and more) to create a shifting and fractured soundscape of a city marked by war, tension and stillness. 

Many thanks to Ivan Samokrutkin, Jess Myers, Adriene Lilly and Olivia Bradley-Skill. 

@dragons_podcast  

@systemnapotvora