Who Plays Sessions #2 – Molly Mouse (August Wh0 2025)

Who Plays Sessions #2 – Molly Mouse (August Wh0 2025)

Wh0 Plays Sessions is a worldwide radio show, brought to you every week. You can hear this show on Select Radio, Radio FG, Gaydio, Vibe Nation & many other stations. It is hosted by Wh0 Plays Records & presented by our favourite DJ’s.

Listen / Watch:

https://linktr.ee/wh0playssessions

Tracklist:

Silicone Soul – Right On, Right On (00:00)

Alex Peace & Brian Boncher ft. Sean McKenzie – Keep On (06:30)

Milton Shadow & Marco Milessen – Operator (10:00)

Metroplane & Daniel Wilson – Be Where I Am (Whitesquare Remix) (14:20)

Piem & CASSIMM – Don’t Let Me Go (19:45)

Supafly – Let’s Get Down (ALEXA PERL Remix) (24:00)

Marcus Cito & MUFTY – Storytelling (28:00)

Wh0, Josh Parkinson & CHRSTPHR – I Wanna Be Free (31:50)

Per QX & Kry – Guitarish (36:20)

Wh0 – Boys & Girls (40:00)

Samtroy – Feel Good (44:30)

Bobby Newman – Loved You (49:00) 

SCHEINY – The Feeling (53:00)

HoneyLuv & Aluna – Waymo (56:50)

Ricardo Reis Soares – A Velha Bailarina (2025) (single)

Ricardo Reis Soares – A Velha Bailarina (2025) (single) 

Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Muito novo teve aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.

Músico, compositor, traz para as suas canções a sua interpretação do mundo através da sensibilidade de quem o escuta devagar, o olha através dos detalhes e conta histórias através de seus personagens reais e fictícios. O quotidiano, as coisas mais simples do dia a dia, têm sido o que mais o inspira a compor e a escrever. O primeiro EP Contra tempo sairá no final deste ano, com produção de Miguel Marôco.

“A velha bailarina” é o título da canção e terceiro single partilhado pelo cantautor. Retrata a história de uma mulher idosa, bailarina, cuja passagem do tempo não a esqueceu. Ela encontra-a em cada gesto e em cada movimento do seu próprio corpo. Retrata a velhice e como esta se faz notar não só fisicamente como na perspetiva com que o mundo pode ser olhado na sua presença.

O videoclipe, cujas filmagens decorreram no theatro-club na Póvoa de Lanhoso, em Braga, foi realizado por Luís Castro e conta com duas participações especiais: a talentosa bailarina Margarida Braz e a avó Guida, avó de Ricardo Reis Soares.

Ao vivo, Ricardo Reis Soares apresenta-se tanto a solo como com a sua banda. Enquanto o disco não sai, podem ouvir algumas das novas canções nos seguintes concertos em Lisboa: 19 de Julho na Cossoul e 3 de Agosto na Tasca das Artes em Lisboa.

Trovador Urbano #61

Trovador Urbano #61

Autor:

David Calderon

(episódio de 05 de agosto) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Tsunamiz – Slide (2025) (single)

Tsunamiz – Slide (2025) (single) 

Tsunamiz is the alter ego of Bruno Sobral, a musician and producer

from the South Bank of the Tagus River, just outside Lisbon. Raised in a

humble working-class family, his sonic identity blends rock, punk,

electronic music, hip-hop, and global influences. From Nirvana to Daft

Punk, from hardcore to African and Latin rhythms, Tsunamiz defies

genres to create melodic songs that hit hard and resonate deep. His live

act is a one-man show: voice, guitar, beats, and pure intensity.

Tsunamiz is sonic resistance. Raw freedom. Music that doesn’t ask

for permission.

Memória de Elefante (04/08/25)

Memória de Elefante (04/08/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 04/08/25 a 10/08/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

01. Khruangbin – August 10 (2018) (Con Todo el Mundo)

02. Curtis Mayfield – Freddie’s Dead (1972)

03. Sambalanço Trio – Samblues (1964)

04. Dorothy Ashby – Wax and Wane (1970)

05. Baden Powell – Canto De Xango (1966)

06. Caetano Veloso – Cá-Já (1985)

07. Pentangle – People on the Highway (2017 Remaster) (1968)

08. Miles Davis – Miles Runs the Voodoo Down (1970)

09. Toumani Diabaté, Amadou & Mariam, Jain – L’Âme Au Mali (2017)

1 álbum 100 palavras #105: Baden Powell – Tristeza on Guitar (1966)

1 álbum 100 palavras #105: Baden Powell – Tristeza on Guitar (1966)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Tristeza on Guitar” (1966) é um dos álbuns mais celebrados do violonista brasileiro Baden Powell, gravado no Rio de Janeiro e lançado pelo selo alemão MPS/SABA. Nele, Baden combina virtuosismo técnico e profundo lirismo, explorando samba, bossa nova e ritmos afro-brasileiros. O repertório traz clássicos como “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá) e composições próprias em parceria com Vinícius de Moraes, como “Canto de Ossanha” e “Canto de Xangô”, impregnadas de espiritualidade e sofisticação harmónica. Acompanhado por músicos como Milton Banana e Copinha, Baden cria um diálogo entre tradição e modernidade, consolidando este disco como um marco do violão brasileiro.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #391: Martin Latham – Crónicas de um Livreiro (2020)

Prazeres Interrompidos #391: Martin Latham – Crónicas de um Livreiro (2020)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Esta é a história da nossa relação amorosa com os livros, quer os organizemos nas nossas prateleiras, inalemos o seu cheiro, rabisquemos nas suas margens ou apenas nos enrosquemos com eles na cama. Levando-nos numa viagem através de leituras de conforto, bancas de livros de rua, bibliotecas míticas, vendedores ambulantes, panfletos radicais, clientes de livraria extraordinários e colecionadores fanáticos, o livreiro Martin Latham revela a curiosa história da nossa – e da sua – obsessão pelos livros.

Em parte história cultural, em parte carta de amor aos livros e em parte memórias relutantes, estas são as crónicas de um livreiro que honra o seu ofício.

LIVRO DO ANO 2020 PARA O SPECTATOR E PARA O EVENING STANDARD

«Uma alegria. Cada capítulo tornou-se instantaneamente o meu favorito.»

David Mitchell, autor de Atlas das Nuvens

Sucuri – Bike (2025) (single)

Sucuri – Bike (2025) (single) id

Banda brasileira de reconhecimento internacional, BIKE apresenta o primeiro single do novo disco: oiça Sucuri

O grupo que é referência da nova psicodelia completa uma década de existência e vai editar Noise Meditations em Setembro –  o vinil já está em pré-venda

A banda brasileira BIKE, referência na nova psicodelia e autora de cinco álbuns, apresenta agora Sucuri, o primeiro single do novo disco  – que marca os 10 anos de existência do projeto – com edição prevista para Setembro. “Sucuri é uma canção que traz a interação da terra natural com a terra ocupada”, conta o guitarrista e vocalista Júlio Cavalcante. O tema propõe uma reflexão que convida a aprender a interagir com a natureza animal. Oiça aqui. 

No arranjo, o ritmo pulsante da percussão e da bateria remete aos mestres brasileiros Dom Um Romão e Robertinho Silva, conferindo uma levada dançante, tribal e contemporânea. As guitarras, por sua vez, cantam como pássaros ruidosos – melodias que voam e improvisam livremente – guiadas por drones que acompanham a música do começo ao fim.

A letra de Sucuri é inspirada na lenda Yube e a Sucuri, da tradição indígena Kaxinawá, em que um homem apaixona-se por uma mulher sucuri. Para viver esse amor, ele também transforma-se em sucuri, e mergulha no mundo profundo das águas. Lá, descobre uma bebida alucinógena que oferece poderes de cura e acesso ao conhecimento — uma metáfora poderosa para os estados de transe, transformação e sabedoria espiritual que a música evoca.

O tema é um dos 10 que compõem o repertório de Noise Meditations, sexto disco da banda que já tem vinil em pré-venda (acesse o link aqui). Para aqueles que garantirem o LP antecipadamente, o vinil chegará antes da data de lançamento nas plataformas de streaming. Uma iniciativa que busca conversar diretamente com o público cativo da banda que os acompanha em turnês pelo Brasil, Europa e Estados Unidos.

BIKE é formada por Júlio Cavalcante (voz e guitarra), Diego Xavier (voz e guitarra),  Daniel Fumega (bateria) e Gil Mosolino – novo integrante que passa a assumir o baixo. 

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #74

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #74

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Franco Cerri – Blues For Jo

Django Reinhardt – Nuages

John Dennis – Odissey

Stacey Kent – Bonita

Gato Barbieri – Brazil

Bansigu Big Band – Giant Steps

Brad Mehldau – Blackbird

Broken Shadows –  Una Muy Bonita

Ornette Coleman – Lonely Woman

Catman Plays The Blues #105

Catman Plays The Blues #105

Autor:
Manuel Pais

Curley Bridges
My girl Josephine

Chris O’Leary
Lost my mind
Who robs a musician
Funky little club on Decatur

Buddy Fleet
Linin Track
Mama’s Kitchen
Hideaway
on’t you lie to me
Mississippi sea

Luther Tucker

Person to person

Playboy
I hate to see you go

Sweet sixteen

Keep on drinking

Tomás Meirelles – Sei (2025) (single)

Tomás Meirelles – Sei (2025) (single) id

Tomás Meirelles lança novo single ‘Sei’

Depois de nos entregar o ‘Sonho’, Tomás Meirelles lança ‘Sei’, um novo single, com uma sonoridade mais alegre e descontraída. 

Esta nova canção nasce da vontade de criar algo mais leve e alegre em termos de ritmo — um contraste propositado com a profundidade emocional da letra, e que chega na altura certa.

“Comecei a compor esta música no meu jardim, com a guitarra ao colo. Foi um momento simples, mas marcante. Percebi logo que a canção queria seguir um caminho muito próprio”, afirma o artista. 

A melodia esconde uma letra onde a nostalgia e as memórias de uma relação que já terminou continuam vivas. É essa dualidade — entre o som e o sentimento — que torna esta faixa tão especial.

A canção conta com a participação do cantor e compositor João Só, que colaborou na escrita da letra, trazendo um contributo emocional e lírico especiais que já lhe são característicos. “O João entendeu exatamente aquilo que eu queria dizer, mesmo nas entrelinhas. Trabalhar com ele foi um privilégio.” acrescenta Tomás.

Nas guitarras e percussões, o talento de Francisco Sales foi determinante para levar a música a um novo patamar. O artista conclui “O Francisco deu à canção uma nova alma. Quando ouvi o que ele criou, percebi imediatamente: era isto que eu estava à procura sem saber.”.

Este single é um retrato honesto de uma relação que já não existe, mas que continua viva nos lugares, nos gestos e nas canções. Uma história que, mesmo com finais imperfeitos, ficou eterna. 

Eternizou-a assim, Tomás Meirelles, numa canção que nos leva aos sonhos mesmo com os pés bem assentes na terra. ‘Sei’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

Bruno Pereira – Melancolia (2025) (single)

Bruno Pereira – Melancolia (2025) (single) id

“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte do país (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.

Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019.

Em Março de 2024 apresentou “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo demais.

Em Julho de 2025 (disponível a 17 de Julho no YouTube com um lyric vídeo e no dia seguinte disponível em todas as plataformas digitais), apresenta “Melancolia”, resultado de uma nova parceria entre Bruno Pereira (autor da música e da letra) e Rui Paiva, responsável pelo arranjo, produção e com participação ativa, nomeadamente, ao nível dos coros do tema. Com uma roupagem voltada para o pop rock e uma sonoridade “vintage”, “Melancolia” é o segundo single de um autor que procura – através da ambiguidade da sua letra – fazer o ouvinte viajar pelas suas memórias, experiências e histórias de vida.”