06. Murray Schafer – As paisagens sonoras versão final (doc.)
07. Como una rosa roja – Lucha Reyes (1970)
08. Santana – Waiting (by EarpJohn) (1969)
09. Tony Allen – No Discrimination (2002)
1 álbum 100 palavras #102: Tony Allen – Eager Hands And Restless Feet – The Best Of Tony Allen (2002)
1 álbum 100 palavras #102: Tony Allen – Eager Hands And Restless Feet – The Best Of Tony Allen (2002)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Eager Hands and Restless Feet – The Best of Tony Allen” (2002) é uma coletânea que celebra a genialidade do baterista nigeriano Tony Allen, cofundador do afrobeat ao lado de Fela Kuti. O álbum reúne faixas de diversas fases da sua carreira, destacando seu estilo inconfundível: grooves complexos, sincopados e profundamente rítmicos. Combinando jazz, highlife e funk, Allen redefine a bateria como instrumento central e melódico. Esta compilação apresenta tanto trabalhos a solo quanto colaborações marcantes, servindo como introdução essencial ao seu legado. “Eager Hands…”confirma Tony Allen como um dos bateristas mais influentes da música africana e global.
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Perder-se revela o diário íntimo mantido por Annie Ernaux durante o ano e meio em que viveu uma relação intensa e secreta com um diplomata russo, mais jovem, casado, que a deixou à beira da obsessão. Conhecem-se em setembro de 1988. Annie está divorciada, tem dois filhos crescidos, mora nos arredores de Paris e acaba de fazer quarenta e oito anos. Sem conseguir trabalhar num novo livro e desempenhando automaticamente as tarefas banais do dia a dia, é a expectativa da visita daquele homem que lhe ocupa os pensamentos. Quando tudo acaba, sem um gesto de despedida, restam-lhe os sonhos – e a escrita. Esta é a relação retratada em Uma Paixão Simples, aqui exposta através de apontamentos mais imediatos e sem artifícios, que põem a nu toda a vulnerabilidade de uma mulher perdida de amor e de desejo.
Baco – Não Estás Lá (2025) (single)
Baco – Não Estás Lá (2025) (single) id
“Não Estás Lá” é a nova música de Baco
Uma visão renovada do Soul em português que já está disponível em exclusivo em todas as plataformas de streaming.
Depois de se estrear como artista a solo em abril com o aclamado EP “Túnel Kármico”, com mais de 25000 views no youtube, o cantor, compositor, produtor e multi‑instrumentista Baco acaba de lançar “Não Estás Lá” em exclusivo nas principais plataformas de streaming.
Misturando o R&B/Soul com um subtil toque de pop contemporâneo, “Não Estás Lá” reafirma a assinatura artística de Baco: produção apurada, groove quente e letras recheadas de sentimento que exploram as nuances da intimidade e da ausência. Tal como já é habitual em toda a sua discografia, o artista assumiu sozinho todas as frentes criativas — composição, escrita, instrumentos, voz, produção, mistura e masterização — consolidando‑o como um dos criadores mais completos e promissores da nova música portuguesa.
“Este single é a continuação natural da viagem iniciada em Túnel Kármico — um olhar para dentro, mas também um convite a dançar”, refere Baco.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #77
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #77
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Nicholas Payton – Turn-a-Ron
Theo Croker – Anthem
Freddie Hubbard – Weaver of Dreams
John McLaughlin – Qué Alegría
Eric Dolphy – Iron man
Abbey Lincoln – Tain’t Nobody’s Bizness If I Do
Duke Ellington – Solitude
Marty Ehrlich / Myra Melford – Trough The Same Gate
Samara Joy – Everything happens to me
Catman Plays The Blues #182
Catman Plays The Blues #182
Continuando na edição deste ano do festival de Blues de Chicago apresentamos esta semana uma homenagem ao grande B.B. King cvom a participação de D.K.Harrell, Christone Kingfish, Jonathan Ellison e da BB King Centennial Band.
Manifesto Sonoro #66
Manifesto Sonoro #66
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Porque todos os manifestos são importantes nestes dias aqui segue o alinhamento do mais recente:
Bernardo – Nada, Nada, Nada
Patrick Watson & Maro – The Wandering
Too Many Suns – Teenage Dreams
Montanha Mágica – Verão de 2019
JP Coimbra – Lost In The Moment
J.Mystery – Breakdown
John Wolf – I Just Can’t Wait To Get Off Work
John Mercy & Tracy Vandal – Don’t It Look Like Rain
Rossana – Lambo boots
Mao Morta – Tu disseste
Máquina – Maré-Gaza
Sara Não Tem Nome – Cidadão de bens
Turbo Junkie – Bonnie & Clyde (Feat. Viviane)
Homem em Catarse – Mergulho no Cávado
Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)
Andre Viamonte & Janeiro – Tanta Pena (2025) (single)
Em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, estreia hoje o tema “Tanta Pena” de André Viamonte com Janeiro. Uma canção que sublinha a intolerância e a dificuldade que muitos têm em aceitar a diferença.
Como explica André Viamonte: “É inquietante o comportamento mesquinho de quem, no fundo, se sente incomodado com aquilo que não compreende ou não consegue sustentar em si mesmo. Às vezes, até dentro da própria família, o desdém camuflado e o fingimento de aceitação revelam uma cortesia dissimulada que encobre o desprezo, a alienação e o silenciamento. Dói mais quando a rejeição vem justamente de quem deveria acolher. E, diante disso, o que dizer? Sentimos pena. Uma imensa pena da pobreza de afeto, da incapacidade de suportar a autenticidade e de reconhecer a grandeza que não se sabe amar.”
A canção reflete o aprender a lidar com esse tipo de comportamento. Ser autêntico e ter a coragem de viver com verdade é para os audazes — para aqueles que verdadeiramente amam a sua essência e não têm medo de mostrá-la ao mundo. A diversidade não é ruído, é harmonia. É a riqueza que nos torna inteiros.
Como os símbolos de infância (líchias e as bananas) dos artistas, frutas tropicais, improváveis, pouco convencionais — cada um de nós traz consigo uma essência rara.
Toda a fruta que cresce à luz do sol tem o direito ao seu lugar. Cada existência tem o seu brilho e cada diferença o seu valor.
Parte das receitas de “Tanta Pena” reverte a favor da ILGA Portugal, cuja missão é garantir que todos possam “crescer no mesmo sol”, com liberdade, amor e dignidade.
Tomás Rocha – Panamá (2025) (single)
Tomás Rocha – Panamá (2025) (single)
TOMÁS ROCHA APRESENTA NOVO SINGLE ‘PANAMÁ’
Depois de ‘Feitos de Carne e Osso’, dueto com Carolina de Deus, acumular cerca de 60 000 streams, o cantor e compositor regressa com uma faixa pop rock que celebra a leveza do verão
‘Panamá’ é o novo single de Tomás Rocha, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do cantor e compositor, a canção celebra o espírito de improviso e a vontade de viver plenamente cada momento, reafirmando a identidade pop rock do artista.
Nas palavras de Tomás Rocha, ‘Panamá’ é “um convite à vontade de viver. Um lembrete de que só se vive uma vez e, por isso, uma vez não são vezes. A música aborda decisões por impulso que, para mim, são importantes para manter a leveza no meio de tanta confusão e ruído. Fala sobre esses momentos em que nos deixamos levar, sem grandes planos, e que acabam por ser os que mais nos marcam”. O artista acrescenta que esta “é uma música de verão. Uma canção pop rock com esse sabor, em que a sonoridade acompanha a mensagem. É leve, mas com a minha identidade muito específica, com o objetivo de nos levar exatamente para o sentimento que estou a tentar passar”.
‘Panamá’ conta com arranjo e produção de Marco Reis e Vasco Teodoro, que resultam na sonoridade pop rock energética e fresca, que se enquadra no ambiente de verão que inspirou a faixa.
African Roots #80
African Roots #80
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Kondi Band – Titi Dem Too Servic
2 – Les Freres Smith – Ecolo Assiko (iZem Remix)
3 – Arp Frique – Nos Magia
4 – JK Mandengue – Kosa Mba
5 – The Souljazz Orchestra – Lufunki
6 – Afrik Bawantu – Noko Hewon
7 – Bindiga – Perfect Disco Machine
8 – Jimi Macon – Jimi’s Guitar Raps With The Bass
9 – Alogte Oho & His Sounds of Joy – Mam Yinne Wa
10 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Hado Deeli
11 – Livy Ekemezie – Delectation
12 – Uncle Joe’s Afri-Beat – Eshe Wo Kon Ho
13 – Dionisio Maio – Dia Ja Manch
14 – África Negra – San Tome Plodozu
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Carlos Félix – Quero Ir (2025) (single)
Quero ir – Ficha Técnica Artista:
Carlos Félix
Nome do projeto:
“Quero ir”
Direção Geral:
Carlos Félix e Ned Flanger
Autorias:
Letra
Carlos Félix e Rita Onofre Música
Carlos Félix e Rita Onofre
Produção:
Ned Flanger
Voz Principal:
Carlos Félix
Vozes secundárias:
Carlos Félix e Rita Onofre
Beat + percussões:
Ned Flanger
Baixo:
Ned Flanger
Piano:
Ned Flanger
Teclados:
Ned Flanger
Guitarras:
Ned Flanger
Arranjo de cordas:
Ned Flanger
Edições e programações:
Ned Flanger
Mistura e Masterização:
Choro
Gravado e produzido na:
Groovebox
Data de conclusão:
21.05.2025
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Henrique Tomé – Rope (2025) (single)
Depois de vários anos como compositor e baixista em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho, Henrique Tomé — conhecido também na cena musical independente como produtor e agente cultural do Porto — apresenta-se a solo com “Rope”, o seu single de estreia. O tema antecipa o álbum “Thin Ice”, com edição marcada para o final de 2025 pela Biruta Records. Já disponível em todas as plataformas digitais, “Rope” assinala uma nova etapa criativa na trajetória do músico, agora também como vocalista e letrista.
“Rope” é uma canção enérgica e emotiva que marca o início do segundo ato do álbum, simbolizando um reencontro com a esperança. “É uma história sobre conhecer alguém que nos ilumina o fundo do túnel, a corda que nos faz subir mais alto”, partilha o artista. “Retrata a amizade, o amor que se quer desarmado, darmo-nos a outra pessoa e desfazer o muro que nos isola.”
Henrique Tomé assina letra, composição, voz principal, baixo e sintetizadores. Junta-se a ele João Freitas (guitarras, piano, vozes e coros), Inês Pinto da Costa (coros, vozes de apoio), Gabriel Valente (bateria) e Maria Inês Gouveia (flauta transversal). A gravação e produção decorreu no Estúdio Cedofeita, com mistura de Gabriel Valente e masterização de João Guimarães.
“Thin Ice” será um álbum dividido em dois atos — o primeiro de conflito, o segundo de resolução — com uma estrutura narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens sonoras densas e momentos de depuração lírica, o disco propõe uma viagem emocional e simbólica pela fragilidade da existência, pela ansiedade e pela possibilidade de superação.
O álbum será editado pela Biruta Records — editora, agência e promotora musical sediada no Porto, inquietante e independente desde 2014 — que conta no seu catálogo com artistas como zé menos, Riça, MONA LINDA, redoma e Vitoria Vermelho.