Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
Dinis Mota – Mãe (2025) (single)
DINIS MOTA
Natural de Aveiro, Dinis Mota é um músico e produtor emergente português que se move pela arte com uma assinatura sonora única. Com uma energia cativante e uma visão criativa singular, Dinis é um multi-instrumentista, apaixonado pela criação, que procura aprofundar a sua essência em cada um dos seus trabalhos, com o objetivo de criar mundos sonoros com uma identidade própria. Tem vindo a conquistar público pela sua vertente estilística que combina o R&B, Hip-Hop, AfroSwing, Soul com uma fusão de Rock e Blues. Em 2023, lançou o EP “TRIAGEM”, que marcou presença em várias playlists editoriais e, em 2024, estreou-se nos palcos nacionais com um concerto no Teatro Aveirense. Este ano, marca-se o lançamento do seu primeiro álbum “DINIS”.
MÃE
O músico e produtor português Dinis Mota lança o seu mais recente single, “MÃE”, onde elementos do fado e da música latino americana se conectam.
É difícil traduzir em palavras o que esta música representa no universo que se constrói o próximo álbum de Dinis Mota. “MÃE” é mais do que uma canção, é um manifesto sonoro, uma serenata dedicada a quem dá vida ao mundo. Um tributo à força de quem cuida, ama e sustém, não como um dever, mas como uma presença que nos acompanha para sempre.
A “mulher linda”, que habita nesta música, representa a figura materna, mas
ultrapassa a imagem do cuidado. É força livre, é quem dança, vibra, vive, sendo dona de si e do mundo que ajudou a criar. Entre a saudade e a alegria, a canção retrata o amor com as cores que a mãe deixou, aquelas que ficam para sempre.
Produzida pelo próprio, com mistura e masterização de Pedro Rafael, este single antecipa o seu primeiro álbum que irá ser lançado em Setembro deste ano.
Memória de Elefante (23/06/25)
Memória de Elefante (23/06/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 23/06/25 a 29/06/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. The Kinks – Rainy Day in June (1966)
02. 16-aconteceu um novo amor (1960)
03. 08 Naquele Tempo (2005)
04. Frank Zappa – Inca Roads (Visualizer) (1975)
05. Patti Smith – Break It Up (1975)
06. Gilberto Gil – Toda Menina Baiana (1979)
07. Herbie Hancock – Sly (1973)
08. Eu Também Vou Reclamar – Raul Seixas (1976)
09. Dave Blume – I Work the Whole City (1976)
1 Álbum 100 Palavras #99: Gilberto Gil – Realce (1979)
1 Álbum 100 Palavras #99: Gilberto Gil – Realce (1979)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Realce” (1979) é um álbum marcante de Gilberto Gil cantor bahiano, que mistura samba, reggae, pop e música eletrônica de forma inovadora. Gravado durante o seu exílio na Inglaterra, o disco reflete diversas influências internacionais enquanto mantém o carater de brasilidade essencial. Faixas como “Realce”, “Lady” e “Refavela” destacam a habilidade de Gilberto Gil em reinventar a sua sonoridade, combinando letras poéticas com ritmos dançantes e arranjos sofisticados. O álbum simboliza um momento de experimentação e renovação na carreira do artista, abrindo caminhos para a música popular brasileira contemporânea, ao mesmo tempo em que reafirma seu compromisso social e cultural.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #377: Lygia Fagundes Telles – Os Objectos (2024)
Prazeres Interrompidos #377: Lygia Fagundes Telles – Os Objectos (2024)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Numa entrevista famosa, Clarice Lispector apresentava deste modo a amiga Lygia Fagundes Telles: «Com Lygia, há o hábito de se escrever que ela é uma das melhores contistas do Brasil. Mas do jeitinho como escrevem parece que é só entre as mulheres escritoras que ela é boa. Erro. Lygia é também entre os homens escritores um dos escritores maiores.» Nesta selecção de vinte narrativas breves, procuramos captar alguns dos traços mais marcantes e originais da arte do conto de Lygia Fagundes Telles. A vida dos objectos, das «coisas pequenas, minúcias» e a vida das personagens entrelaçam‑se aqui por caminhos que implicam, numa narração meticulosa, um jogo metamórfico sempre latente: estranha ciranda entre o mundo das pessoas, da natureza, ou dos materiais que sustenta um insólito mapa das relações humanas e dos seus desencontros — na família, no amor, na loucura, ou na infância, esse «tempo descabelado, selvagem» no qual a autora diz ter começado a escrever.
A Sul – Metáforas (2025) (single)
A Sul – Metáforas (2025) (single)
Depois de “Tela”, A SUL entrega-nos “Métáforas”
Terceiro avanço do álbum de estreia da artista
‘Metáforas’ é a nova canção de A SUL – depois de nos brindar com o seu ‘Gin’ e a pintura sonora ‘Tela’, chegam-nos as metáforas que pintam o corpo e prenunciam o que poderá chegar. O terceiro tema lançado pela artista neste seguimento fará também parte do álbum de estreia ‘Quer Quer Quer’ com lançamento previsto para Outubro de 2025.
Depois de nos apresentar um lado mais escuro, a artista traz o complemento da angústia mas com uma sonoridade dançável para que o momento “antes da morte chegar” não seja tão pesado. Não temos todos maior certeza do que essa, resta-nos só saber como lidar com o que vivemos antes dela chegar.
Nestas ‘Metáforas’ cantadas, A SUL traz-nos o bater à porta da morte, pura e dura. “O nome Metáforas veio a partir duma expressão que o meu avô me tinha contado, já com alguma dificuldade em comunicar – ‘disseram-me que tinha metáforas na cabeça ou lá o que era..’”.
Assim nasceu este tema, quando da maior dor extraímos o maior dos ensinamentos e dentro da metáfora a própria metáfora surgiu.
A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.
Em 2025, a artista prepara-se para mostrar todo o novo repertório ao vivo, com concerto marcado no dia 29 de junho nos Jardins do Marquês. Antes disso, poderemos escutar A SUL, dia 5 de junho na Galeria Zé Dos Bois, na abertura do concerto do artista Christopher Owens. Não só de canções já lançadas serão compostos estes concertos, o antecipar do álbum será feito aos poucos sempre que atuar ao vivo até outubro.
Por agora é com ‘Metáforas’ que ficamos, temas escrito e composto por Cláudia Sul. A artista assumiu também a produção da canção e o mix e master ficou a cargo de Nuno Simões.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #221
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #221
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Regressamos esta semana ao Rosa’s Lounge, clube de Chicago para apreciarmos um espectáculo da cantora de Blues com formação no Gospel, Sheryl Youngblood.
Manifesto Sonoro #65
Manifesto Sonoro #65
Autor: Carlos Cleto
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.
Porque todos os manifestos são importantes nestes dias aqui segue o alinhamento do mais recente:
Too Many Suns – Take Me Home feat. Beatriz Nunes
Raquel Martins – Dead end
Manel Cruz – Constelação
E.se – Mangrove prod. AZAR AZAR
Cara de Espelho – O Que Esta Gente Quer
Ana Água vs Alex FX – Another Brick in the Wall
Fusionlab – Havemos De Ir A Viana feat. Kalaf
Caetano Veloso e Gilberto Gil – Haiti
Tó Trips & Fake Latinos – Rua Escura
Monstro – Live For Tomorrow
Evols – Euro tragedy
Catarina Munhá – Isto de Ser Mulher feat. Hélio Morais
The Weatherman – Chloe’s Hair (Remaster 2022)
Beautify Junkyards – Fuga nº 2
Império Pacífico – Aftershow feat. Panda Bea
Grande abraço
Romain Valentino – Vender o País (2025) (single)
Romain Valentino – Vender o País (2025) (single)
O músico ítalo-francês residente no Porto, Romain Valentino, apresenta “Vender o País”, o primeiro single do álbum de estreia “L’Étoile et le Chariot” a ser lançado em maio com produção musical do guitarrista Telmo Sousa. A canção, escrita de uma só vez na intimidade do isolamento de 2020, é um desabafo no qual ferve o desejo de construir uma existência genuinamente coletiva, um “país” que possa ser casa para todes.
O videoclipe será estreado no dia 28 de fevereiro e foi realizado por André Sousa. Contou com um processo ao qual contribuiu uma equipa de cerca de 30 profissionais e pessoas amigas na fotografia, produção e interpretação, com filmagens em várias zonas do país. No dia do lançamento do single vai acontecer uma sessão aberta e um showcase no Lugar da Palmilha Dentada, no Porto, às 19h30, onde também será exibido o videoclipe. A capa do single é uma ilustração de Julieta Ruiz Argañaraz.
Segundo Romain, “Escrevi a letra de Vender o País movido pela urgência de pôr em palavras um sentimento de indignação e uma paixão reivindicativa que eu sentia, mas sugestionado ao mesmo tempo por dúvidas e preconceitos sobre a minha legitimidade para abordar assuntos políticos, especialmente em música, e sobre a minha posição para falar do “país” enquanto imigrante. Há um contexto relevante que tem a ver com o meu interesse crescente pela questão do direito à habitação, que só muito tempo depois de escrever a canção se concretizou na minha entrada na organização Habitação Hoje, de que já fazia parte na altura da manifestação cujas imagens estão integradas no vídeo.”
Romain Valentino é cantor, guitarrista e compositor nascido em Itália de pais franceses. A sua trajetória musical alimenta-se de samba, choro, canzone napolitana, jazz-manouche, nueva canción, chanson française, maloya, e outras sonoridades e ritmos.
Sandrino – Superficial (2025) (single)
Sandrino – Superficial (2025) (single)
Sandrino apresenta EP de estreia ‘SER’
Depois de nos dar a conhecer três dos temas que compõem o seu primeiro EP: ‘Ser Pra Não Ser’ ainda em 2024, e já em 2025, ‘Casa’ e ‘Tá Em Aberto’, o jovem natural do algarve apresenta agora as restantes canções numa compilação única, a sua estreia nos ‘discos’, com mais 3 inéditos.
Lançou há cerca de duas semanas dois singles ‘Casa’ e ‘Tá Em Aberto’ que comprovam que o primeiro single já era de facto sinal da distinção sonora que o cantor apresenta – não só musicalmente como líricamente. Formado no Hot Clube de Portugal, é nos género MPB, Jazz, Pop e ainda indie/bedroom pop num registo íntimo e orgânico, que Sandrino funde a sua arte, entregando temas únicos onde questiona o Ser, e temas filosóficos e utópicos que nos levam a acreditar que ainda existe muito para além do amor e ainda amor.
Este EP vive, maioritariamente, dessas questões, mas claro, conta com pelo menos duas faixas onde se aborda o amor relacional, não fosse ele o tema rei da arte de cantar, fazer canções e escrever poemas. ‘Ser’ é um EP erudito e destacável, pelo timbre do artista primeiramente, e depois porque alberga uma produção muito bem trabalhada com arranjos especiais, o que tornam o conjunto sonoro toda uma experiência.
Para além dos três temas já conhecidos, o artista apresenta agora mais três: ‘Não Te Quero’, ‘Próximo Amor’ e ‘Superficial’. Sandrino apresenta o amor ainda de outras formas, como a auto-estima, o Ser para parecer ou Ser porque se é, e a questão da superficialidade que vivemos todos nos dias de hoje, na correria dos dias, na falta de tempo para efetivamente amar e “ter onde pousar” e ser feliz.
É no tema ‘Não Te Quero’, por exemplo, que o cantor mostra o poder da sua performance ao vivo, gravada num só take, focada na pureza e simplicidade artística de Sandrino, refletindo a sua capacidade ao vivo, sem as ferramentas modernas que simulam a perfeição. Puro e cru este ‘Não Te Quero’ que talvez nos fará tanto querer mais e mais.
Sandrino posiciona-se numa linha entre o indie alternativo e a MPB moderna, contando com claras influências de António Zambujo, Tim Bernardes, Caetano Veloso e João Gilberto.
Não é de todo coincidência que as canções deste primeiro EP têm entre si uma vibe coerente e nostálgica, com tons e notas que nos fazem viajar até à infância e a um passado longínquo, perdido mas persistente na memória coletiva. São esses os temas que inquietam o artista e que o fazem compor e cantar, à procura de algo maior do que ele próprio, em busca da sua essência e da essência de cada um de nós, de quem somos e o que estamos aqui a fazer.
A sonoridade do projeto, com influências de jazz, eletrónica e bossa nova, confere-lhe um caráter atemporal e um apelo além-fronteiras.
Para manter esse caráter orgânico, pouco digital e texturado, optou-se por gravações com instrumentos vivos, como bateria, percussão, baixo, guitarra, piano, acordeão e fliscorne, interpretados por músicos experientes. Destacam-se as colaborações de Tiago e Pedro Joaninho, Gabriel Salles, Hugo Portugal, Iúri Oliveira e Francisco Sá, que enriqueceram a sonoridade do EP, ao contribuir com a sua arte e com a sua visão. O mix e master é do engenheiro de som Pedro Serraninho, e a produção, claro, ficou a cargo de Francesco Meoli.
O visual de todo o curta-duração não é por acaso – acompanhado da estética gloriosa das câmaras VHS, looks ganga, cores vibrantes e saturadas, cenário dreamy e a procura constante de sair da monotonia do dia a dia (como tão bem nos explica nas suas canções).
‘SER’ passou a ser de todos, e encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
It is April 1204, and Constantinople, the splendid capital of the Byzantine Empire, is being sacked and burned by the knights of the Fourth Crusade. Amid the carnage and confusion, one Baudolino saves a historian and high court official from certain death at the hands of the crusading warriors and proceeds to tell his own fantastical story.
Born a simple peasant in northern Italy, Baudolino has two major gifts-a talent for learning languages and a skill in telling lies. When still a boy he meets a foreign commander in the woods, charming him with his quick wit and lively mind. The commander-who proves to be Emperor Frederick Barbarossa-adopts Baudolino and sends him to the university in Paris, where he makes a number of fearless, adventurous friends.
Spurred on by myths and their own reveries, this merry band sets out in search of Prester John, a legendary priest-king said to rule over a vast kingdom in the East-a phantasmagorical land of strange creatures with eyes on their shoulders and mouths on their stomachs, of eunuchs, unicorns, and lovely maidens.
With dazzling digressions, outrageous tricks, extraordinary feeling, and vicarious reflections on our postmodern age, this is Eco the storyteller at his brilliant best.