Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single) id

Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single) 

Nunca Mais Era Sábado estreiam-se com “Maria do Monte” — uma viagem sonora por uma floresta encantada e eletrónica

Já se encontra disponível “Maria do Monte”, o single de estreia do projeto Nunca Mais Era Sábado. O tema, gravado no estúdio Blue House e com videoclipe realizado por Tiago Cerveira, é uma viagem noturna por uma floresta onde o mistério espreita a cada passo. Entre paisagens oníricas moldadas pela ruralidade encantada da lua cheia, a ameaça do lobo e ecos de eletrónica sombria, “Maria do Monte” desenha uma fábula moderna pronta para ser desbravada.

O projeto, que junta Diogo Félix (FeMa), Eduardo Ricarte e Daniel Silva, nasceu da amizade entre os três músicos e do amor partilhado pela música e pela cultura popular portuguesa. A canção agora editada foi uma das selecionadas pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra (2024), marcando o arranque de um percurso que culminará no EP de estreia, intitulado “Quatro Corpos”.

De uma garagem no topo da Serra dos Candeeiros para o universo da música independente nacional, Nunca Mais Era Sábado é uma proposta que cruza a vida rural com a experimentação sonora. Daniel Silva assume o baixo, Diogo Félix (a voz e os instrumentos melódicos, e Eduardo Ricarte a percussão e as vozes. Juntos, compõem canções onde a serenidade do quotidiano bucólico se encontra com texturas eletrónicas e elementos da música moderna.

“Maria do Monte” é o primeiro passo de uma caminhada que promete surpreender pela forma como funde tradição e vanguarda, natureza e enigma, dia e noite — numa linguagem sonora própria, tão atmosférica quanto telúrica.

O single e o videoclipe de “Maria do Monte” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single)

Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single) 

 Pink Pussycats From Hell – HEIII

E se existirem deusas com forma de gato, todas irmãs, cada uma vestindo uma tentação diferente que andam em modo independente e altivo, tal como um gato doméstico, a rondar os seres humanos numa versão toca e foge sensual que faz qualquer um ficar desarmado, podendo até desmaiar, acordando com riffs graves no calor do inferno?

Em HElll isso é possível. Existe uma mitologia felina onde três gatas irmãs: “Hellsa”, “Hell Niña” e “Helektra” estão dispostas a abanar os seres humanos, causando desordem e alguma inquietação. Cada uma delas com o seu poder de tentação, podem tornar-se bastante viciantes.

No submundo onde elas vivem, podem conseguir várias formas de encantamento e fazer com que o ser humano desperte a cavalgar por entre as chamas quentes do rock’n’roll que ocupam um belo espaço no inferno. Este inferno está cheio de riffs electrizantes e densos que são acompanhados por uma bateria garageira e uma voz grave e encorpada que ajudam ao aconchego do calor. Tudo isto disperso por 9 contos que compõem a história de HElll.

Os Pink Pussycats From Hell lançam agora o seu terceiro álbum, HElll, a sair no dia 20 de Janeiro com o selo da Raging Planet. Como cartão de visita, apresentaram “Hellsa” a 20 de junho de 2024 e “Hellektra” a 9 de Dezembro, ambos acompanhados de videoclipes.

Caravananana – Tequila (2025) (single)

Caravananana – Tequila (2025) (single) 

Os CARAVANANANA apresentam os seus novos singles: LONELY BIRD / TEQUILA. Já disponíveis nas plataformas digitais.

Entre concertos, tours e tocar na rua, os Caravananana fizeram uma breve paragem em Lisboa no Estúdio Roma 49 para gravar estes dois singles. Entre os quais Lonely Bird, que tem um videoclipe gravado entre o Porto e a sua cidade natal de Setúbal. Para partilhar estes singles os Caravananana embarcaram numa tour de 3 meses rumo à Inglaterra!

Pedro Venceslau na voz e guitarra, João Figueiras na bateria, Mauro no baixo e participação especial de José Zambujo na flauta transversal e saxofone. Este é o power trio que certamente vos vai pôr a mexer!

Ilana Volcov – Odalisca (2025) (single)

Ilana Volcov – Odalisca (2025) (single) 

ODALISCA
Single

Música: Guinga
Letra: Aldir Blanc

Intérpretes: Ilana Volcov / Cristovão Bastos

Animação. Marcio H Mota

Ilana Volcov e Cristovão Bastos lançaram, em março, o single da canção ODALISCA, de Guinga e Aldir Blanc, acompanhada de um videoclipe de animação de Marcio H Mota.
A música foi criada para concorrer à trilha sonora de uma novela como tema de uma personagem inspirada em “La Gioconda”, de Leonardo da Vinci. Por esta razão, Guinga desenvolveu a valsa a partir da primeira frase melódica de “Mona Lisa” (Ray Evans / Jay Livingston). A melodia sinuosa do violonista inspirou a letra de Aldir Blanc, centrada numa dançarina. Entretanto, a musa da canção é descrita de forma poética, metafórica, com espaço para cada ouvinte imaginar sua própria odalisca, de acordo com seu ideal feminino.

A tarefa do animador Marcio H Mota era ilustrar a tal musa, sem apelar para padrões de beleza. Assim, o videoclipe retrata a odalisca de forma imprecisa, em tons de rouge e manchas de aquarela, para diluir biotipos corporais e convidar o espectador a completar a figura na sua imaginação.

Animação :: Marcio H Mota

Voz, Direção Artística e Produção Executiva :: Ilana Volcov 

Piano e Direção Musical :: Cristovão Bastos 

Gravação, Mixagem e Masterização :: Carlos Fuchs

Assistentes de gravação :: Bárbara Santos e Rui Velho Rebelo

Estúdios :: Arda Recorders e Tenda da Raposa

Editora :: Universal Music Publishing

Distribuição :: Biscoito Fino

Logo :: Estúdio m-cau

Gravada, mixada e masterizada no Porto, Portugal, e animada em São Paulo, Brasil.

Prazeres Interrompidos #374: João Tordo – Hotel Memória (2007)

Prazeres Interrompidos #374: João Tordo – Hotel Memória (2007)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Onde termina a culpa e começa a expiação? Em Nova Iorque, um estudante apaixona-se por uma rapariga enigmática com quem vive uma intensa relação. Mas a morte desta, inesperada e violenta, enche o protagonista de culpa e remorso, lançando-o numa espiral descendente até o transformar num vagabundo, sem dinheiro e sem posses. Prisioneiro do Memory Hotel, um pardieiro da baixa de Manhattan que parece destinado a albergar criaturas perdidas como ele próprio, é contratado por Samuel, um milionário excêntrico, para procurar um fadista português emigrado para os estados Unidos quarenta anos antes.

Tendo Nova Iorque como pano de fundo, dos anos sessenta até ao presente, e criando a figura inesquecível de Daniel da Silva, o fadista que conquista Manhattan com o seu talento, Hotel Memória é, ao mesmo tempo, um romance de mistério e aventura nos meandros da condição humana – uma história simultaneamente intrigante e comovente, que lida com os fantasmas da memória, da culpa e da redenção.

aBAND’onados – Baixar os Braços (Não) (2025) (single)

aBAND’onados – Baixar os Braços (Não) (2025) (single) 

aBAND’onados lançam novo single “Baixar os Braços (Não)” Um grito de resistência contra a rotina

Os aBAND’onados, banda de rock de Coimbra, lançam o single “Baixar os Braços (Não)”, o primeiro avanço do seu álbum de estreia com o mesmo nome, que será editado no dia 11 de julho.

Esta música é um manifesto de resiliência pessoal, nascido do confronto com a rotina sufocante e da vontade de mudar. Com este tema, os aBAND’onados traduzem em música o que muitos vivem em silêncio: a luta interior por sentido, movimento e identidade.

“O tempo não espera, os braços não vou baixar” é o verso que resume a essência do single – um convite direto à ação, ao despertar e à quebra da apatia.

A letra descreve a vida de alguém preso ao ciclo casa-trabalho, isolado no próprio quarto, mas que recusa continuar estático.

“Baixar os Braços (Não)” é, assim, um hino à persistência e à autonomia, com energia contagiante e uma mensagem atual.

Este é o primeiro de três singles que antecedem o lançamento do álbum.

Esteves sem Metafísica – Sóbria (2025) (single)

Esteves sem Metafísica –  Sóbria (2025) (single) 

“sóbria” marca a estreia de Esteves sem Metafísica 

Esteves sem Metafísica, projeto musical da escritora Teresa Esteves da Fonseca, acaba de lançar “sóbria”, o primeiro single de avanço para o seu álbum de estreia, “de.bu.te.”, com edição prevista para junho.

Composto em plena pandemia, “sóbria” nasceu como um primeiro gesto de criação musical. “Esta música é sobre curtir de estar a viver à tona sabendo que, quando der, mais cedo ou mais tarde, hei de voltar à inevitável interioridade”, partilha Teresa. Trabalhado em conjunto com o produtor Sebastião Macedo (Príncipe), o tema é descrito como uma composição de quadras simples, quase infantis, mas carregadas de uma intensidade emocional que lhe confere um carácter de hino à juventude inconsequente — um território que todos, de alguma forma, atravessamos.

Musicalmente, “sóbria” procura reproduzir “algum éter” na sua atmosfera, com um “rasgar” que ganha particular força nos refrões. É, segundo a própria artista, a faixa “estilisticamente mais consensual” de “de.bu.te.” e aquela que, pela sua simplicidade, revela o princípio de todo o percurso que agora se abre: “Foi a primeira música que compus, e que mais tarde me levou a querer compor mais.”

O projeto Esteves sem Metafísica nasceu da inevitabilidade artística de Teresa Esteves da Fonseca — lisboeta de nascimento, arrudense de coração — que encontrou na música uma extensão natural da sua escrita. Autora do livro de poesia “A morte não tem pátria” (2023) e colaboradora da revista Brotéria, Teresa traz para este novo trabalho a mesma paixão pela palavra e pela experimentação lírica que sempre marcaram o seu percurso.

Sobre o álbum “de.bu.te.”, a artista revela que é o resultado de cinco anos de composição, experimentação e maturação artística. Produzido por Sebastião Macedo (Príncipe), o disco transita entre o indie pop e o pop alternativo, com referências que vão de Beatles a Andrew Lloyd Webber, de Isaac Albéniz a Samuel Úria, passando pelo fado e pelo cancioneiro tradicional português. Trata-se de um trabalho que privilegia a essência sobre a superfície, onde a liberdade criativa e a verdade interior são assumidas sem filtros nem concessões.

“A lírica deste disco revela a minha experiência como ser humano, como mulher, e a minha espiritualidade em todas as suas dimensões: do corpo à alma, da glória ao vício, do desejo à promessa”, sublinha Teresa Esteves da Fonseca.

“de.bu.te.” será editado em junho e conta com o apoio da Fundação GDA. O single “sóbria” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Coffee Breakz #118 — Instant Holograms on Metal Film

Coffee Breakz #118 — Instant Holograms on Metal Film

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

1. Sly & The Family Stone — Everyday People 

2. Julian Jay Savarin — Worlds of the Outer Rim 

3. Natalie Bergman — Dance 

4. Stereolab 

4.1 Immortal Hands 

4.2 Transmuted Matter 

5. The New Eves — Rivers Run Red 

6. Will Varley & Billy Bragg — End Times 

7. Peter Baumann — No One Knows 

8. Standing On the Corner — Baby 

9. Billy Woods — A Doll Fulla Pins (ft. Yolanda Watson) 

10. Wu-Tang Clan & Mathematics — Sinners (Mo’ Better Blues) (ft. Erick Sermon, Keith Murray & Jamal) 

11. DIIV — Return of Youth

BEST OF MAY 2025 B&W Humanist and Street Photography Corner

Eskilograma – Cabeça Dura (2025) (single)

Eskilograma – Cabeça Dura (2025) (single) 

Eskilograma é uma banda de rock alternativo cantado em português. Começou como um projeto virtual e cómico entre amigos, mas ao longo dos anos transformou-se numa banda com uma voz real, mais consciente e mais incisiva.

O projeto atual culmina num álbum homónimo, lançado em Maio de 2025. Um disco que revela a maturação do grupo, tanto nas letras como na sonoridade. Momento também onde baixam as máscaras e revelam finalmente a sua identidade.

Eskilograma quer provocar, abanar e deixar marca.

Riffs proféticos. Palavras inquietas. Ouve. E sente.

Nayr Faquirá – Tradução (2025) (single)

Nayr Faquirá – Tradução (2025) (single) id

Nayr Faquirá lança álbum de estreia “Entrelinhas” e apresenta novo single com Deezy

Nayr Faquirá, cantora, produtora e compositora luso-moçambicana, acaba de lançar o seu aguardado álbum de estreia, “Entrelinhas”, um manifesto íntimo e contundente sobre identidade, resiliência e liberdade. A acompanhar este lançamento, chega também o novo single “Tradução”, com a participação especial do artista Deezy.

Composto por 13 faixas, “Entrelinhas” é o resultado de anos de maturação artística e pessoal. Nas palavras da própria artista: “‘Entrelinhas’ não é apenas um álbum — é um manifesto. Um espaço onde a minha voz encontra a sua liberdade, onde as histórias não contadas finalmente ganham vida”. Ao longo do disco, Nayr explora temas como o amor próprio, os traços tóxicos que carregamos, o abuso sexual, o empoderamento feminino e o empoderamento negro. 

O novo single “Tradução” é um mergulho no r&b em português, género que a artista tem vindo a consolidar no panorama lusófono. “É um tema de puro r&b, no qual quisemos honrar as raízes daquilo que crescemos a ouvir”, partilha Nayr. Com um compasso de valsa 3/4, influenciado pela soul e pelo hip-hop, a canção reflete cumplicidade e entrega — uma verdadeira tradução emocional em forma de música. O videoclipe que acompanha o single já se encontra disponível.

O disco é o culminar de um percurso que tem vindo a ganhar força nos últimos anos, marcado por colaborações com artistas como Selma Uamusse, Valete, Ivandro, Garry e o próprio Deezy, bem como pelos temas lançados em antecipação ao álbum:

“On & On” (28 de fevereiro), um grito de resistência e afirmação num meio ainda marcado por estruturas de exclusão;

“Tua” (28 de março), um retrato íntimo da nostalgia e da saudade de um amor passado;

“Brinde” (25 de abril), lançado como homenagem à liberdade conquistada — e à que ainda falta alcançar —, sobretudo para as mulheres cuja voz continua silenciada.

“Entrelinhas” é mais do que um conjunto de canções: é uma tomada de posição. Um espaço onde Nayr Faquirá se afirma artisticamente e emocionalmente, cruzando r&b, soul, hip-hop e afrobeat com uma escrita lírica confessional, sem filtros nem concessões. 

O disco já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Trovador Urbano #53

Trovador Urbano #53

Autor:

David Calderon

(episódio de 10 de junho) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)