Caetana Aguiar – Só Mais Um Minuto (2025) (single)

Caetana Aguiar – Só Mais Um Minuto (2025) (single)

Caetana Aguiar estreia-se com ‘Só Mais Um Minuto”
‘Só Mais Um Minuto’ é o primeiro single da artista do Porto que começou por ser apenas guitarrista mas depressa percebeu que na composição estava o seu caminho também, e na junção da voz e da guitarra criou este tema.
Foi junto do produtor João André que deu passos onde se destacou, colaborando com artistas como Rita Rocha, Carolina de Deus, Nena, Miguel Araújo e os Quatro e Meia.
Também esta experiência a levou a elevar a sua capacidade de criar as suas composições e nasce da co-produção de João André e João Só, ‘Só Mais Um Minuto’, um single bastante despido, num Pop português envolvente, escrito na totalidade pela artista.

Esta canção é, nas palavras de Caetana, “uma tentativa de parar o tempo”, onde explora a sonoridade da guitarra acústica, a simplicidade da sua voz e a envolvente, frágil e ténue linha entre a amizade e o amor. É uma canção que fala sobre uma relação que nunca chegou a começar. Com uma letra simples, mas impactante, “fala sobre pedir mais tempo à tal pessoa, por quem nos apaixonamos, antes de nos apercebermos de que não iria resultar. Enfrenta a dor de um amor correspondido, mas demasiado racional”, acrescenta a artista.
‘Só Mais Um Minuto’ é um convite para refletir sobre a coragem de saber deixar ir, mesmo que presa a um passado no qual imaginou um futuro.
Com um tom nostálgico e melancólico, Caetana apresenta uma sonoridade que vive entre o Pop português e arranjos contemporâneos. “Só Mais Um Minuto” é o primeiro single daquele que será um projeto refletor da caminhada da artista ao longo dos últimos anos.
A artista admite ver a guitarra como uma extensão dela própria, sendo este o instrumento que sempre a acompanhará, tal como a vontade de explorar diferentes sonoridades.
Caetana inicia agora o seu caminho, com ‘Só Mais Um Minuto’, a sua primeira marca no panorama musical atual. O primeiro single da artista encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single)

Tiago Chaves – A Culpa Viveu Solteira (2025) (single) 

“A Culpa Viveu Solteira” é a canção que desvenda e dá o nome ao próximo disco de Tiago Chaves, assinalando um novo marco na sua música, tanto por abordar temas e reflexões urgentes dos nossos dias, como pelo seu registo na língua portuguesa.

O tom sarcástico da canção introduz-nos a uma figura narcisista e manipuladora, cujo modo de vida passa pela recusa de qualquer sinal de vulnerabilidade. É na letra que se expõe a forma como este sujeito se ilude a si próprio e a quem o rodeia, mantendo uma fachada de impunidade e escondendo-se atrás da ilusão do triunfo. Aliada a esta crítica mordaz, surge ainda a ideia de que “ser feliz é ser capaz de aceitar as ironias”, o que sugere a conformação de que tudo é um inevitável castigo ao qual é impossível escapar.

Trata-se, portanto, de uma reflexão sobre a hipocrisia social, o autoengano e o mal- estar emocional de quem escolhe viver a ignorar tudo o que ameaça a sua falsa estabilidade.

Com música, letra e co-produção de Tiago Chaves, “A Culpa Viveu Solteira” contou com a produção, gravação, mistura e masterização de Rafael Fernandes, bateria tocada por André Macedo e gravada no estúdio de Cláudio Tavares e a fotografia, vídeo e design por Tó Nascimento.

Memória de Elefante (09/06/25)

Memória de Elefante (09/06/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 09/06/25 a 15/06/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

01. Junho – Alceu Valença (1992)

02. Anoushka Shankar – Boat To Nowhere (2016)

03. 07.- O Grande Amor – Getz-Gilberto – Stan Getz & Joao Gilberto (1964)

04. Vitorino – Menina estás à janela (1993)

05. King Crimson – Exiles (1973)

06. Earl Van Dyke – Runaway Child, Running Wild (2002)

07. Marcus Miller – Hylife (2015)

08. Sala Keba (1995)

09. Glykeria – Apopse Kerna Me Na Pio (2016)

1 Álbum 100 Palavras #97: Marcus Miller – Afrodeezia (2015)

1 Álbum 100 Palavras #97: Marcus Miller – Afrodeezia (2015)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Afrodeezia” (2015) é um álbum do multi-instrumentista e produtor Marcus Miller, inspirado pelas rotas do tráfico transatlântico de escravos e pela herança musical africana na diáspora. Combinando jazz, funk, soul e ritmos africanos, o disco traça uma viagem sonora que liga o continente africano às Américas e Caraíbas. Participam músicos de diversos países, como Mali, Senegal, Marrocos, Brasil e Haiti. Faixas como “Hylife”, “B’s River” e “Son of Macbeth” mostram o virtuosismo de Marcus Miller no baixo elétrico e seu talento como compositor e arranjador. “Afrodeezia” é ao mesmo tempo uma celebração cultural e um manifesto de memória e resistência.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #373: Javier Marías – Os Enamoramentos (2015)

Prazeres Interrompidos #373: Javier Marías – Os Enamoramentos (2015)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

O novo romance de um dos mais importantes e respeitados escritores espanhóis. Com obra publicada em mais de 50 países, e mais de 6 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e distinguido com o Prémio Literário Europeu 2011.

Os Enamoramentos foi considerado o melhor romance do ano 2011 (eleito por um painel de 57 críticos literários espanhóis).

O autor aborda o mistério em torno de uma morte acidental para reflectir sobre o estado do “enamoramento”, considerado quase universalmente como algo positivo, quase redentor, que tanto justifica as acções nobres e desinteressadas, como as maiores tragédias e catástrofes.

Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single)

Asa Cobra – Asa a Cobra (2025) (single) id

Asa Cobra é um novo projeto nascido do encontro entre a cantora e letrista Carollyne Barreira e os músicos/produtores Marco Castro e Igor Domingues. 


O trio apresenta-se com uma identidade sonora híbrida, onde o groove brasileiro se funde com batidas eletrónicas e texturas orgânicas. O single de estreia, ‘Asa à Cobra’, lançado na última sexta-feira, é um manifesto visceral e questionador, onde revolta e amor coexistem.

Victor Torpedo and The Pop Kids – Friends (2025) (single)

Victor Torpedo and The Pop Kids – Friends (2025) (single) id

Numa altura em que o mundo está literalmente ao contrário, com guerras, crises e catástrofes, as pessoas revelam o quão difícil é aprender alguma coisa com o passado. O mundo, ao invés de se ir tornando num local melhor com pessoas empáticas e humanas, está a tornar-se em algo monstruoso onde assusta viver.

As pessoas estão cada vez mais robóticas, desumanas e egoístas e as relações cada vez mais impessoais e descartáveis. Quem está certo ou errado? Nunca saberemos, mas continuaremos a remar contra o que nos parece errado e a lutar para defender os nossos ideais.

Fuck The World é mais um manifesto de Victor Torpedo, desta vez acompanhado em estúdio pelos seus Pop Kids. São 9 faixas que descrevem o nosso estado e o nosso estado em relação ao mundo alienado em que vivemos. Mostram, ainda, a revolta de nos encontrarmos assim, aqui.

Victor mantém as raízes dos anos 80 bem vincadas tanto na vertente rock, synth, new wave, pop e punk, num regresso ao passado com bom gosto e coberto de contornos modernos. Mantém um equilíbrio entre a dança e o salto, entre a elegância e o caos, entre a poesia e a revolta numa unidade sonora que tão bem caracteriza este conimbricense.

É um disco que emana calor e vontade de dançar, com sonoridades vibrantes e electrizantes que, certamente, não deixará o ouvinte imóvel.

Conta com a delicadeza forte e astuta do saxofone de Filipe Fidalgo em algumas músicas e com a belíssima voz de Bonnie Blossom em “Eisbar”.

Fuck The World é o primeiro disco gravado com os Pop Kids e vai sair em todas as plataformas no próximo dia 16 de Maio, podendo ser já adquirido fisicamente na Lucky Lux, em Coimbra. Teve como single de antecipação “Society” que saiu no dia de aniversário de Victor, dia 7 de Abril, e vai ter um segundo single, “Friends” a sair, igualmente, no dia 16 de Maio acompanhado de um vídeo.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #219

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #219

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Hayes Greenfield → While Bud and / Chi chi’s / Honeysuckle rose / Scrappled with the apple

Sun-Mi Hong → A Never-Wilting Petal II: Loneliness

Alessandro Fongaro’s Pietre → Palermo

Irreversible Entanglements → Enough

Sidney Bechet → Summertime

Milestones All Stars → Don’t stop the Carnival

Joe Henderson → Visa

Al Foster → Kierra

Karin Krog & Steve Kuhn → Time After Time

Anthony Braxton → The Girl from Ipanema

Catman Plays The Blues #177

Catman Plays The Blues #177

Apresentamos esta semana um concerto  gravado em plena pandemia (2020) de um dos músicos preferidos cá de casa, o cantor e guitarrista de New Orleans Mem Shannon acompanhado pela sua banda The Membership.

Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single)

Os Tua – Fuga da Alegria (2025) (single) 

Os Tua lançam segundo single!

O novo tema da banda poveira mergulha na derrota do amor, transformando o fim de uma relação numa reflexão poética e nostálgica sobre a felicidade. “Fuga da Alegria” destaca-se pela sonoridade pop envolvente e reflete a versatilidade sonora d’Os Tua.

No mês passado, a banda estreou-se com o single “Outra Vez”, um pop-rock vibrante que marcou o início de um novo ciclo.

Muito em breve, será lançado o seu primeiro EP, “Partida.”, que promete ser uma viagem de emoções fortes e melodias marcantes.

Os Tua são Laura Costa (voz), André Regufe (guitarra), Luís Coentrão (bateria), Inês Ferreira (teclados) e Eduardo Teixeira (baixo).

Rick Montalvor – Psychotic Carousel (2025) (single)

Rick Montalvor  – Psychotic Carousel (2025) (single)

O ser humano constrói-se de vivências, histórias, pessoas e fantasmas. Em vários estágios da vida, há que estabelecer rituais de libertação onde ficamos com o que aprendemos e deixamos para trás o que não precisamos.

Inspirado na ecdise — o processo vital através do qual as serpentes se libertam da pele antiga, marcada por traumas e parasitas — o novo disco de Rick Montalvor ergue-se como uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura, onde cada faixa revela uma nova camada, onde memórias, cicatrizes e desejos esquecidos ganham forma e voz.

Com uma sonoridade mais sombria e enigmática, Skinless afasta-se da energia do registo anterior, propondo-nos uma experiência imersiva e hipnótica de som, silêncio e texturas que se entrelaçam num misto de vivências sensoriais e emotivas. Trata-se de um disco bastante orgânico, como se, aquando da sua escuta, conseguíssemos tocar nas notas, nos sons, nas palavras…

Skinless revela a falta de pele mas ao mesmo tempo retrata uma certa sensibilidade à flor da pele. É uma metáfora poderosa sobre renascimento e cura!

Rick Montalvor celebra uma década de estrada com a edição do seu segundo disco. Skinless foi gravado no Bandido Sessions Studio, produzido por Rick Montalvor e Fred Garcias que também esteve a cargo da mistura e masterização, sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Sai no próximo dia 19 de Maio com o selo da Raging Planet e da Band-it. Tem como single de apresentação “Psychotic Carousel” e vai ser apresentado no dia 22 de Maio no Tokyo, em Lisboa, e no dia 24 no Bafo de Baco, em Loulé.

Mais do que um disco, é um rito de passagem. Um sussurro que arde.

Uma pele deixada para trás.

African Roots #77

African Roots #77

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Celestine Ukwu – Mmefie Adioo Mgbayalu Mma Di

2 – Akira Ishikawa & Count Buffaloes – Jumbo

3 – Ipi Ntombi – Imyeneni

4 – Mahotella Queens – Nomhloshazana

5 – Songhoy Blues – Toukambela

6 – Ferro Gaita – Bejo Bafatada

7 – Terrero – Xubenga

8 – Ildo Lobo – Ask Xanana

9 – Jorge Humberto – Dum Banda Sô

10 – Cordas Do Sol – Czemente de Riba Ribera

11 – Rajery – Sofera

12 – Kali Kali Boys – Mchezo Wa Panya

13 – Jivaro – Saturday Fever

14 – Pat Thomas – Enye Woa