Depois de, em 2024, apresentar o single ‘Voltar p’ra Ti’ onde explora o conceito de vulnerabilidade no seu mais puro significado, num ritmo dançante mas ainda assim emotivo, CACO apresenta o single que dá continuidade a estes temas, ‘Nós’.
A artista conta com um álbum de estreia editado em 2021, ‘Sen-t(ir)’, e o novo single é também um ponto de partida, tal como ‘Voltar p’ra Ti’ foi, para os próximos passos na carreira de Caco.
As sonoridades exploradas são cada vez mais próprias e num caminho de procura daquela que é a sua expressão musical, tanto a nível sonoro como a nível lírico.
Depois de contar com um tema do seu primeiro álbum na novela ‘Festa é Festa’ da TVI, da sua participação no programa Ídolos sendo uma das 15 finalistas, de ter aberto o concerto da Bárbara Bandeira e do rapper T-Rex na Expofacic, e ainda ter participado no Festival Agit’Águeda, Caco volta aos lançamentos com uma canção que diz ser o espelho da libertação, seja numa relação seja pessoalmente.
Carolina Félix, de nome artístico CACO, é natural de Tomar e tem vindo a construir o seu caminho na peculiaridade que é o seu timbre e a sua maneira de escrever canções.
“Esta canção fala da libertação (a muito custo) daquilo que nos prende a uma pessoa que amámos, daqueles “nós” invisíveis que fomos atando ao longo de um período de tempo e que hoje nos prendem ao passado e nos impedem de viver o presente.” Afirma a cantora, e acrescenta: “É uma canção dividida em “duas partes” – uma de “aceitação triste” e a outra em que entramos numa atmosfera tão envolvente que conseguimos ir instantaneamente para o momento da raiva e da angústia de não ter dado certo.”.
Depois deste lançamento, CACO contará com vários lançamentos ao longo do ano, completando, quem sabe, um próximo longa duração a sair em 2026. Por agora, é em ‘Nós’ que nos devemos focar, na sua nova canção e no que realmente queremos – liberdade, aceitação e cura.
“Apesar de querer fazer da música a minha profissão, a música é a coisa mais pessoal para mim e gosto de saber que ponho canções no mundo que me façam sentido no momento em que as lanço.” Conclui CACO.
Marta Bettencourt – Só a Lua Sabe (2025) (single)
Marta Bettencourt – Só a Lua Sabe (2025) (single)
Novo EP “Conversas Com A Lua” de Marta Bettencourt disponível a 9 de maio
O primeiro EP de Marta Bettencourt é um retrato honesto e cru de um período de grande transformação na vida da artista. Gravado em formato acústico, o projeto revela canções intimistas que exploram temas como o amor, a amizade, a família e a relação consigo mesma.
“Este EP surgiu numa fase em que passei por muitas mudanças e em que cresci muito em todas as áreas da minha vida”, partilha Marta. “As canções falam sobre isso mesmo. Creio que o facto de tudo soar muito orgânico e cru é o que faz com que as pessoas se conectem com a minha música.”
A simplicidade dos arranjos acústicos permite que a vulnerabilidade das letras se destaque, criando uma experiência sonora sincera e emocional.
O tema de destaque do primeiro EP de Marta Bettencourt, “Só a Lua Sabe”, é mais do que uma canção — é uma celebração do amor e da amizade. “Foi a primeira música que escrevi em português e, por isso, é muito especial para mim”, partilha Marta.
“Só a Lua Sabe” veste-se de Bossa Nova e nostalgia. Fala de uma confissão de amor feita a um amigo — aqui representado simbolicamente pela lua -, sendo que o dueto com João Miguel eleva a melodia.
“É uma Bossa Nova e sinto que evoca um sentimento enorme de felicidade e de nostalgia do verão. Com a voz incrível do João Miguel a completar, ‘Só a Lua Sabe’ é a música perfeita para este verão”, acrescenta a artista açoriana.
Este é o tema que abre caminho para o universo cru, acústico e emocional do EP de estreia de Marta Bettencourt — uma nova voz da pop portuguesa com raízes no Jazz e na Folk, e que promete deixar marca pela sua autenticidade e sensibilidade musical.
Marta Bettencourt é uma cantautora de Ponta Delgada, nos Açores, que se mudou para a capital na procura pelo seu sonho. Já com quatro singles cá fora, lança este ano de 2025 o seu primeiro EP a solo. Com influências do Jazz e da música Folk, introduzidas no universo da Pop, as suas composições juntam os conhecimentos adquiridos durante a sua licenciatura em Jazz e Música Moderna, com uma certa ingenuidade refletida nas suas letras e com um instrumental acústico que traz uma certa frescura à Pop. Fala-nos de vários assuntos com os quais os ouvintes, facilmente, se relacionam como, a amizade, a família, o amor, entre outros.
Disponibilizamos “Só a Lua Sabe” em WAV e MP3 para se tiverem interesse em incluir o tema na programação. Caso queiram também entrevistar a Marta, estou totalmente disponível para agendar.
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Wolfgang Amadeus Mozart, Jordi Savall & Le Concert des Nations — Requiem K. 626: VII. Lacrimosa
2. MistaKay — Recargar
3. Backxwash — Vibanda (ft. Morgan-Paige & Michael Go)
4. Retro X — Orphée aux Enfers
5. Tech N9ne — Lacrimosa
6. Hgemona$ — Knock Knock
7. Ca$hanova Bulhar — Lvcrimosa
8. N.A.P. — La Fin du Monde
9. Wolfgang Amadeus Mozart, Michael Finnissy, Academy of Ancient Music, Stephen Cleobury & Choir of King’s College, Cambridge — Requiem, K. 626: Lacrimosa
10. Ludacris — Coming 2 America
11. Zbigniew Preisner — Lacrimosa
12. K-Rino — Tower of Sadness
13. WeNoV & Wolfgang Amadeus Mozart — Lacrimosa
14. Куок — 2K17
15. Enmiosis — Emissão de Energia Vital (ft. D$ Luqi, izxx & Vidari)
16. Rhapsody of Fire — Reign of Terror
17. Wolfgang Amadeus Mozart, Michel Piquemal Vocal Ensemble, Hungarian State Opera, Schola Cantorum of Oxford, Slovak Philharmonic Chorus, Orchestre de la Cite, Oxford Camerata & Slovak Philharmonic Orchestra — Lacrimosa
Jorge Rivotti – Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos (2025) (single)
Jorge Rivotti – Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos (2025) (single)
Mantenha as Armas Fora do Alcance dos Adultos.
Desde que o autor aprendeu a ler, lia-se regularmente uma frase mais que informativa, escrita em letras bem claras “Mantenha os medicamentos fora do alcance das crianças “, era sobretudo um alerta para que os adultos tivessem cuidados redobrados nos oprimidos/comprimidos lá em casa, por vezes de embalagens enganadoras…qual chocolate do Dubai.
O continuo negócio dos geradores de material Bélico, a venda Legal de armas de fogo a favor da “Inocência” de uma melhor defesa, como se tratasse de uma cadeia de supermercados de promoções ao nível dos descontos nos seres humanos, levou Jorge Rivotti a este tema, a esta dissertação não alinhada, cantada também por um Coro Infantil, que contrapõe, que se expõe e impõe! …na lírica da canção.
Em parceria com o escritor António Pocinho foi escrita a letra em 2001 para juntar à música. Agora em 2025, com nova masterização e mistura.
Música Retirada do Álbum “Dias da Publicidade “Jorge Rivotti (Edição Strauss 2001)
Ficha Técnica:
Voz e Guitarra: Jorge Rivotti
Arranjos e programação: Jorge Rivotti
Coro Infantil: (Miguel Manso, Ricardo Jorge, Teresa Candeias, Maria Almeida, Sara Costa, Mariana Botelho.)
Bateria: Paulo Bandeira
Produção: Jorge Rivotti, Fernando Nunes, Beto Medina, Amândio Bastos.
Gravado nos estúdios “Nuvem Eléctrica” por Amandino Bastos. 2001
Remisturado e masterizado nos estúdios “Pé de Vento” por Fernando Nunes 2025.
La Negra – O Canto (2025) (single)
La Negra – O Canto (2025) (single)
La Negra edita EP de estreia “Deus Só” – um grito íntimo de liberdade e transformação
A artista e performer La Negra acaba de lançar o seu EP de estreia, “Deus Só”. Com quatro faixas, este primeiro trabalho afirma uma identidade sonora e artística singular no panorama nacional, explorando o poder transformador da solidão e a complexa dualidade da existência humana.
“Deus Só” é apresentado esta noite em Lisboa, no Teatro Ibérico, num concerto com início marcado para as 21h. O espetáculo contará com a primeira parte de Joana Guerra, num concerto de voz e violoncelo, e com as participações especiais dos performers Frederico Barata e Duarte Melo.
A acompanhar La Negra em palco estão os músicos Ricardo Martins (bateria) e Alexandre Bernardo (guitarra e teclados), compositores e produtores do EP, cujo trabalho em conjunto dá forma a uma sonoridade que se move entre o pop cósmico, a música urbana, o spoken word e o fado, numa paisagem sonora intensa, emocional e ritualística.
Com letras, composição e voz de Sara Ribeiro, “Deus Só” é uma viagem sensorial e política, mística e profundamente pessoal. A artista explica: “Fechei os olhos para ver e coloquei-me a sós. Dei por mim perplexa e maravilhada com a complexa dualidade da existência humana: criadores todos nós, matamos com a mesma leveza com que fazemos nascer; tão fortes e tão frágeis. Tenho urgência em falar, tenho a urgência do fogo na voz.”
Cada tema assume-se como um manifesto – um convite ao empoderamento individual, ainda que silencioso e invisível, enquanto força de crescimento coletivo. A dramaturgia interna de cada canção guia os ouvintes numa jornada profunda e emocional, onde a solidão se revela como semente de revolução, consciência e resgate interior.
Depois de Lisboa, La Negra segue com uma série de concertos para apresentar o EP ao vivo: 17 de maio na Cooperativa Mula no Barreiro, e a 24 de maio na Sociedade Harmonia Eborense, em Évora.
Ao vivo, La Negra é um corpo em movimento e palavra em combustão. Um concerto seu não se limita ao palco: é um campo vibrante de manifestação coletiva, onde a música convoca, desperta e transforma. É uma experiência sensorial onde se cruza o lirismo da voz com a fisicalidade da performance, amplificada por uma linguagem musical que se recusa a ser contida em categorias fixas.
Sara Ribeiro, aka La Negra, é artista e maga – nas palavras, na voz e na presença. Em palco, transfigura-se em canal e impulso. Une a performance vocal e física camaleónica a uma expressão emocional indomável, capaz de elevar corações e limpar almas. Ao lado de Ricardo Martins e Alexandre Bernardo, músicos e coautores do projeto, La Negra encontra o espaço ritual onde o som é manifestação de liberdade e consciência.
O EP “Deus Só” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Trovador Urbano #51
Trovador Urbano #51
Autor:
David Calderon
(episódio de 27 de Maio)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
GANA – Manhãs de Nevoeiro Ft. Maze (2025) (single)
GANA – Manhãs de Nevoeiro Ft. Maze (2025) (single)
“Manhãs de Nevoeiro” é o 2o single de avanço do 1o álbum dos GANA e conta com a participação do rapper Maze, membro do lendário grupo de hip-hop português Dealema, e de Cátia M. Oliveira (A Garota Não).
“Manhãs de Nevoeiro” demonstra outra face da banda, em comparação com o anterior “Mundo a Sós” (feat. Andrea Verdugo), na qual se revela a prevalência do rap consciente com preocupação poética pincelada pela spoken word. “Manhãs de Nevoeiro” invoca o conceito da morte metafórica, como que um portal para a superação atravessando um O videoclipe de “Manhãs de Nevoeiro”, realizado por Tiago Cerveira, demonstra o potencial performativo da banda num ringue de kickbox intercalado por duas lutadoras que posicionam o ritual do combate como uma metáfora para o exigente percurso do quotidiano. A cidade de Coimbra serve de plano de fundo, culminando na partida do último comboio da Estação Nova da cidade antes do seu encerramento, espelhando a transformação da urbe, a sua morte e esperança no renascimento.
“Manhãs de Nevoeiro” é o segundo episódio de um disco composto por 14 faixas cuja edição está prevista para o último trimestre do ano e conta com a participação de outros artistas portugueses, além de Andrea Verdugo, Maze e A Garota Não.
So Dead – Roadkill (2025) (single)
So Dead – Roadkill (2025) (single)
Depois de em Janeiro lançarem o single “PUSH”, os So Dead estão de volta com “Roadkill”, o lado A de um novo 7” que marca o início de uma nova fase: mais ácida e mais incisiva. A faixa é uma descarga de inquietação ou anti-apatia, com uma lírica que oscila entre o desabafo e o confronto emocional.
Este single dá-nos mais um vislumbre do novo álbum, com lançamento marcado para o final de maio, onde os So Dead disparam sem rodeios contra o estado do mundo.
Do outro lado, “I Shot JFK”, mostra o título provocador que antecipa uma viragem mais politizada da banda.
Está dado o pontapé de saída de um disco que promete não deixar ninguém indiferente!
O 7″ está disponível na Lucky Lux numa edição de autor super limitada.
Memória de Elefante (26/05/25)
Memória de Elefante (26/05/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 26/05/25 a 01/06/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. The Beatles – She’s Leaving Home (1967)
02. Moondog – Witch of Endor (Instrumental) (1969)
07. Paulinho Da Costa – Love Till The End Of Time (1979)
08. Buddy Miles – Down By The River (1970)
1 Álbum 100 Palavras #95: Moondog – Moondog (1969)
1 Álbum 100 Palavras #95: Moondog – Moondog (1969)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Moondog” (1969) é um álbum emblemático do compositor e músico de rua nova-iorquino Moondog, nascido Louis Thomas Hardin. Lançado pela Columbia Records e produzido por James William Guercio, o disco apresenta composições orquestrais sofisticadas, que misturam música clássica, jazz, minimalismo e estruturas rítmicas inspiradas em culturas não ocidentais. Peças como “Stamping Ground” e “Symphonique #3 (Ode to Venus)” revelam sua genialidade rítmica e melódica, marcada por polirritmia e um senso de ordem matemática. Com arranjos elegantes e acessíveis, “Moondog”ajudou a levar sua música ao grande público, consolidando-o como uma figura única e visionária da música do século XX.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #369: Julian T. Jackson – France on Trial: The Case of Marshal Pétain (2023)
Prazeres Interrompidos #369: Julian T. Jackson – France on Trial: The Case of Marshal Pétain (2023)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
One of the great contemporary historians of France on one of the most controversial periods of twentieth-century French historyFew images more shocked the French population during the Occupation than the photograph of Marshal Philippe Pétain – the great French hero of the First World War – shaking the hand of Hitler on 20 October 1940. In a radio speech after this meeting, Pétain told the French people that he was ‘entering down the road of collaboration’. He ended with the ‘This is my policy. My ministers are responsible to me. It is I alone who will be judged by History.’ Five years later, in July 1945, the hour of judgement – if not yet the judgement of History – arrived. Pétain was brought before a specially created High Court to answer for his conduct between the signing of the armistice with Germany in June 1940 and the Liberation of France in August 1944.Julian Jackson uses Pétain’s three-week trial as a lens through which to examine the central crisis of twentieth-century French history – the defeat of 1940, the signing of the armistice and Vichy’s policy of collaboration – what the main prosecutor Mornet called ‘four years to erase from our history’. As head of the Vichy regime in the Second, Pétain became one of France’s most notorious public figures, and the lightening-rod for collective guilt and retribution immediately after the Second World War. In France on Trial Jackson blends politics and personal drama to explore how different national factions sought to try to claim the past, or establish their interpretation of it, as a way of claiming the present and future.
Bermim – Renascer (2025) (single)
Bermim – Renascer (2025) (single)
Bermim é um projeto musical acústico que nasce inspirado na resiliência, serenidade e paz da planta que lhe dá o nome. É constituído pelos músicos do norte de Portugal Filipe Fonseca, Duda (Maria Eduarda) e do galego Marcos Fernandez. Este primeiro disco reúne composições de vários autores açorianos, como Carlos Alberto Moniz, António Bulcão, Zeca Medeiros, Aníbal Raposo, Luís Alberto Bettencourt, e as de Filipe Fonseca, que também assina todos os arranjos musicais, onde se destaca a introdução da sonoridade da viola da terra, pelas mãos de Marcos Fernandez. Bermim valoriza a poesia de Natália Correia, Gabriela Silva, Victor Rui Dores, entre outros, fazendo levar ao público a essência da força da palavra cantada por Duda. A primeira amostra do disco de estreia é a canção da autoria de Filipe Fonseca, “Renascer”.
Nos dias 16 e 17 de maio o disco de estreia será apresentado em concerto no Teatro Faialense, no âmbito do 50º aniversário da RTP Açores. Os Bermim vão contar com alguns convidados especiais como Aníbal Raposo, António Bulcão, Carlos Alberto Moniz, Luís Alberto Bettencourt e Zeca Medeiros.
Bermim é uma viagem musical que homenageia as raízes e a criatividade que ligam o continente às ilhas, oferecendo uma experiência profunda e autêntica em que a herança cultural se funde com a originalidade, criando uma sonoridade única, envolvente e contemporânea. Apesar do disco de estreia ser inspirado em compositores açorianos, o objetivo de Bermim é explorar várias sonoridades e conceitos, sempre com a música portuguesa como pano de fundo.
“Bermim é uma planta que dá uma flor de pétalas brancas, símbolo de paz e tranquilidade, mas também de resiliência e capacidade de adaptação devido à sua habilidade de crescer em ambientes costeiros e adversos.
Assim também é a canção que, na sua efémera duração, existe e resiste.
Por isso, Filipe Fonseca convida Duda e o Marcos Fernandez, e concebe “Bermim”, um projeto acústico que celebra a essência da música, numa viagem que cruza olhares a partir de diferentes ambientes sonoros e padrões melódicos, a par de diferenciados universos poéticos bastante reveladores.
O que escutamos é um misto de emoções, sentimentos e estados de alma a par de inquietações que questionam o sentido das coisas e da vida” – por Victor Rui Dores