The Pages – Ordinary Love (2025) (single)

The Pages – Ordinary Love (2025) (single) 

“Ordinary Love” é o mais recente single do primeiro disco dos The Pages a sair no próximo dia 30 de Maio com o selo da Lux Records

Saiu no passado dia 22 de Abril este single de antecipação do primeiro LP dos The Pages. 
“Ordinary Love” é um single apaixonante e intrigante, marcando um compasso tranquilo e envolvente. 
Vem acompanhado de um vídeo elegante e sedutor, tal como a música, que fala do amor nos dias de hoje.

Os The Pages são o Philip Page na voz, Stephon Page na voz e guitarra, Peter Page no baixo e Casper Page na bateria. Nasceram em fevereiro de 2023 e foram inicialmente pensados para homenagear os Secret Affair, criando para o efeito um estilo dentro do conceito Mod Revival/Power Pop. 

Em Maio de 2023 editaram o seu primeiro single “God Save The President” que foi incluído na compilação This Is Camouflage Records 20, tendo-se estreado ao vivo a 11 de Novembro de 2023 no Cine Teatro de Corroios com Maloio e os escoceses The Outcasts. 

Sempre com o revivalismo demarcado, os The Pages trazem o estilo Mod aos palcos de Portugal, mantendo-o bem vivo. 

No dia 1 de Abril de 2024 foi editado um split LP com a banda sevilhana do Revival, The Neuras, tendo como antecipação o single “Circle of Life“ que saiu no dia 28 de Fevereiro. Contou com o selo da Lux Records. Depois de terem tocado em várias salas do país e de Espanha, preparam-se agora para lançar o primeiro disco We Are The Pages!, a sair no dia 30 de Maio de 2025 com o selo da Lux Records e com apresentação no dia 31 na Blackbox do Cineteatro Ginásio Clube de Corroios na companhia dos The Neuras.  

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #217

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #217

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

David Murray → Birdly Serenade 

Rudresh Mahanthappa → Faith

Bunky Green → It Could Happen To You

Trilok Gurtu → Five illusions

Betty Carter → The Man I Love

Cyrus Chestnut → Autumn Leaves

Miles Davis → Love for Sale

Michel Legrand → ‘Round About Midnight

Dave Liebman → In The Still Of The Night

Catman Plays The Blues #175

Catman Plays The Blues #175

Damos  esta semana  a conhecer, em primeira mão, novos discos de  Moses Patrou e de Charlie Musselwhite.

Fritz Kahn and The Miracles – Love knows (2025) (single)

Fritz Kahn and The Miracles – Love knows (2025) (single) 

Fritz Kahn and The Miracles lança “Freedom” — um EP de intervenção sobre a liberdade como estado transitório

Depois de “Attila, the Crow”, editado no ano passado, Fritz Kahn and The Miracles regressa aos lançamentos com “Freedom”, um novo EP que explora, de forma clara e direta, a liberdade enquanto estado instável, ameaçado e, por isso mesmo, urgente. A acompanhar o disco, é lançado também o single “Love Knows”. 

“Freedom” é uma obra de intervenção. Em tempos em que se normalizam discursos autoritários e se diluem direitos adquiridos, o projeto assume uma posição. A liberdade pode ser passageira — mas vale sempre a pena lutar por ela. A capa do EP, onde uma onda prestes a desfazer-se na areia transmite essa mesma ideia, sublinha que, mesmo efémera, a liberdade deixa marca.

O disco é composto por cinco temas, cada um com uma identidade própria, mas todos ligados por um mesmo fio condutor: a busca, a resistência e a dignidade.

“Love Knows” abre o EP com um olhar sobre a perda. Fala das vozes que desapareceram, das memórias que resistem e da fé num amor transformador, mesmo em contextos de violência e esquecimento. A letra e voz pertencem a Gonçalo Serras, criador do projeto, e a produção musical esteve a cargo de Rúben Alves, que também assina a orquestração e interpreta o piano. Mário Delgado assume as guitarras, Miguel Amado o contrabaixo e baixo acústico, e a captação de som ficou a cargo de Nuno Simões no Slow Music Studios. A mistura e masterização foram feitas por Samuel Nascimento, e o vídeo foi produzido nos EUA pela equipa da ViewManiac.

O disco prossegue com “Going Home”, tema que aborda o regresso, não necessariamente geográfico, mas emocional e simbólico — um reencontro com aquilo que permanece quando tudo o resto se desmorona. “The Great Escape” é um exercício sobre resistência individual. Fala de fuga e escolha, sobre manter a vontade de viver com sentido, mesmo quando o mundo parece ter perdido o seu. “Jeremy The Outlaw” dá voz a uma figura solitária que se recusa a desistir. Uma canção sobre coragem e insubmissão — alguém que canta, dança e questiona, mesmo quando a resposta é o silêncio ou a violência. “The End” encerra o EP com uma aceitação lúcida do fim. Não como derrota, mas como constatação — e, quem sabe, como ponto de partida para outra coisa.

Este novo lançamento consolida a linguagem musical e filosófica do projeto Fritz Kahn and The Miracles, fundado por Gonçalo Serras, compositor que questiona as fronteiras entre lógica e magia, ciência e espiritualidade. O nome é uma homenagem interrogativa ao médico e cientista judeu-alemão Fritz Kahn, e serve de ponto de partida para um universo onde o rigor harmónico da composição se funde com uma expressão emocional intensa e transformadora.

Depois de uma menção honrosa no International Songwriting Competition (2006) e atuações em palcos como o Super Bock Super Rock ou a Casa da Música, Gonçalo Serras viveu um longo percurso de reinvenção, agora espelhado neste trabalho: “Freedom” é um disco curto, mas claro. Não tem a intenção de ser neutro. É um gesto artístico e político. E uma afirmação de que, mesmo sabendo que a liberdade não dura sempre, há quem continue a escolhê-la.

Luca Argel – Tempo de Amor (2025) (single)

Luca Argel – Tempo de Amor (2025) (single) 

Para uma leitura antimachista de Vinicius de Moraes

Novo álbum de Luca Argel, “Meigo Energúmeno” (2025), realiza uma releitura de seis obras do repertório de Vinicius de Moraes, propondo uma audaciosa revisão crítica para as suas canções. Lançado pela Aurita Records, o álbum chega às plataformas de streaming no dia 09 de maio.

Pode-se dizer que a música popular brasileira moderna se funda em meados dos anos 1950, quando do encontro de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. A união destes dois artistas fez nascer um tipo de canção no Brasil que, não apenas mudou toda a história da música no país, mas também, no mundo. A bossa-nova foi o gênero que, a um só tempo, internacionalizou a música brasileira (impactando diretamente estéticas em formação pelo globo) e, aqui dentro, reorientou tudo o que seria feito nas décadas seguintes – repercutindo sua influência para áreas as mais diversas, como a política, o cinema e a arquitetura. E a importância do Poetinha para tanto foi seminal: poeta excelso, suas letras inauguram uma nova forma de se fazer canção, através de uma produção ímpar que vai construir noções de sofisticação, modernidade e delicadeza entre nós. Mas… E se, engendrado no interior dessa grande revolução, repousasse intacto o machismo do autor? Estivemos todo esse tempo de olhos e ouvidos resistentemente fechados para essa dimensão?

Esse é o esforço de releitura que nos propõe Luca Argel no seu mais recente lançamento, “Meigo Energúmeno”. Fruto de sua pesquisa para dissertação de mestrado pela Universidade do Porto, em Portugal, acabam de chegar ao mercado brasileiro disco e livro. O livro (“Meigo Energúmeno – Notas para uma leitura antimachista de Vinicius de Moraes”, Editora Urutau) é um ensaio onde o autor vai se debruçar sobre a obra de Vinicius em busca de explorar uma nova interpretação dos seus textos. Embasado em referências teóricas feministas, Luca vai nos apresentar uma outra face da obra de Moraes, sem com isso desmerecer sua profícua contribuição para o cenário cultural brasileiro e internacional. O disco, por sua vez, poderia ser apenas uma guia que nos conduzisse

conforme lemos, iluminando certos argumentos, certas percepções. Mas não. Luca Argel em seu “Meigo Energúmeno” nos oferece uma reinterpretação corajosa de uma obra tão insistentemente regravada. Seu olhar prismático traz para esse repertório uma perspectiva nova, fresca. Fato que desperta em nossas escutas, ainda uma vez mais, algo extraordinário, ou espantoso a respeito desse importante cancioneiro.

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #34

DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #34

JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.

É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.

O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde. 

Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.

Patricia Pascal

(patriciapascal.com)

Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.

Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que

lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.

Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.

Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.

Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com

Links:

Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes

Patriciapascal.com

Diego Guerro – Peixe Vivo (2025) (single)

Diego Guerro – Peixe Vivo (2025) (single) 

Em Afon, novo álbum do acordeonista premiado, compositor, produtor e arranjador brasileiro Diego Guerro, o cancioneiro infantil é transportado para um universo sonoro em que a inocência das melodias que embalaram gerações no Brasil encontram novos caminhos harmônicos. No trabalho, música erudita e ritmos brasileiros se entrelaçam e criam um espaço de encantamento para crianças e adultos. O álbum apresenta releituras instrumentais de clássicos infantis imersos em arranjos orquestrais. Para dar vida a essa fusão entre o tradicional e o contemporâneo, o disco conta com a participação da renomada Saint Petersburg Recording Orchestra, da Rússia. Oiça aqui. 

Uma viagem afetiva, Afon é fruto da vivência da paternidade e nasce do olhar de Diego Guerro sobre a música infantil. “Ao ser pai de dois filhos, percebi que existe evidente preocupação com a educação, a alimentação e os brinquedos das crianças, mas com a música, elemento fundamental na formação infantil, não. A qualidade musical de muitas coisas que são oferecidas para as crianças fica em segundo plano”, comenta. Assim, surgiu o desejo de oferecer uma experiência sonora que respeitasse a inteligência e a imaginação da infância, mas que também despertasse o interesse dos adultos.

O disco é resultado  da parceria com o produtor Maycon Ananias, que também colabora tocando cravo. Além da Saint Petersburg Recording Orchestra, o trabalho conta com participações da cantora Vanessa Moreno e do pianista Davi Sartori. 

O Simplesmente – Sem Saber Sentar (2025) (single)

O Simplesmente – Sem Saber Sentar (2025) (single) 

ATROPELEI-ME, o novo EP de O Simples Mente (OSM), é um exercício de libertação emocional e criativa. Nascido da espontaneidade e do caos ordenado dos pensamentos do artista, este trabalho segue a sua linhagem hip-hop consciente misturando lo-fi, pop e outras influências sem seguir regras fixas, refletindo uma mudança de atitude e um espírito comum entre as faixas. O título simboliza a luta interna entre pensamento e expressão — uma metáfora para a constante tensão entre o mundo e o eu.

Com 25 anos, natural de Viana do Castelo e atualmente a viver em Barcelona, onde frequenta o mestrado em gestão e produção musical da ESMUC, Leo Amorim apresentou-se como O Simples Mente em 2021, com o EP Vino Blanco at 4AM, após a colaboração em Flight com Leexo. Desde então, lançou O Puto (com Marrquise) e Procura (com LeirBaG), ambos em 2023, afirmando o seu percurso no hip-hop nacional.

Depois dos singles VENTOSO e SEM SABER SENTAR, juntam-se agora PINTOR e QUANTOS QUERES (com a participação de ROSEE), completando o alinhamento do EP. A edição física e digital, disponível através do Bandcamp da Biruta Records, inclui ainda duas faixas bónus exclusivas: ARRENDAR e CASTELOS.

ATROPELEI-ME está disponível em formato digital, físico (Chave-Pen USB) e nas principais plataformas de streaming. O EP foi escrito, produzido e interpretado por Leo Amorim, com colaborações de ROSEE, Manel G, Nuno Moreira, Sofia Calvet, João Marques, Tuito Loureiro, Francisco Rua e Luara Ateyeh.

A 7 de junho, O Simples Mente apresenta o EP ao vivo no MAVY, em Braga, num concerto especial em formato banda.

Bad Vibes Only #16

Bad Vibes Only #16

Autor:

Adam Denis

An hour of ambient, electronica , punk, dub and all time bizarre favourites: deep, dark and strange.  But always with heart and emotion.

Bio : Adam (satoshi) Denis, a young motivated man with strong believe in the power and responsibility of the individual to create his own success and fortune in life. He is a warrior for freedom, from ones spirit to the free markets, since we are all one. 

Adam has a true passion for the exciting world of cryptocurrencies, particularly Bitcoin and is about to launch his own NFT documenting highlights from his life, like daily outfits, fine dining and inspiring moments.

In short, Adam  will take you on a journey mixing capitalism, spiritualism and off course music! Let’s dive in!”

Tracklist

Rite Bwiti (extrait) joué par Papé Nziengui

Einstürzende Neubauten – Negativ Nein

Jogn carpenter – Abduction at Airport

רעה – המוכתר 

The Saints – This Perfect Day

Halcyon

Sweeping promises – whats going on 

LADY GAGA (Video Oficial) – Peso Pluma, Gabito Ballesteros, Junior H

Khotin – Life Mask

Jenny Put the Kettle On

Rick Ross – Aston Martin Music ft. Drake, Chrisette Michele

Anna Domino – Everyday, I Don’t

Prazeres Interrompidos #368: Alessandro Barbero – Dante: Uma Vida (2020)

Prazeres Interrompidos #368: Alessandro Barbero – Dante: Uma Vida (2020)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Apesar de ser considerado o maior poeta da língua italiana, popularizado pela sua monumental Divina Comédia, a vida de Dante Alighieri (1265-1321) permanece um mistério, e há aspetos que precisam de uma releitura. Esta é uma grande história sobre a beleza vivida. Alessandro Barbero segue Dante desde a adolescência como filho de um usurário, pertencendo já ao mundo dos nobres e dos escritores; depois, nos corredores escuros da política, onde os ideais são destruídos em face da realidade mesquinha do ódio partidário e da corrupção desenfreada; finalmente, nas peregrinações do exílio, onde o poeta descobre a variedade da Itália do século XIV, entre metrópoles comerciais, cortes de cavaleiros e conspirações. O livro aborda o vazio e o silêncio da incerteza de toda a vida de Dante, verificando como uma vida tão complexa e atribulada – feita de exílios e vinganças, de solidão e paixões – se reflete numa obra paradoxal, inovadora e fascinante pela quantidade de leituras que gerou e permitiu ao longo dos últimos séculos.

Quando se assinalam os 700 anos da morte de Dante Alighieri, o maior dos poetas italianos e um dos nomes centrais do cânone ocidental e da nossa tradição literária, a Quetzal publica uma biografia notável, clara, simples e cuidada.

Andy Scotch & Leak Wine – Tradição é Tradição (2025) (single)

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Andy Scotch lança hino à tradição com muito humor.

Andy Scotch está de volta com um novo tema que promete pôr toda a gente a bater o pé e a levantar o copo: “Tradição é Tradição”, uma canção que é tanto uma sátira como uma celebração da identidade cultural portuguesa. O tema conta com a participação especial do carismático Leak Wine, que dá o tempero certo a este verdadeiro petisco musical.

Com uma sonoridade que cruza ritmos populares com uma produção moderna, “Tradição é Tradição” é uma crítica bem-humorada aos modismos contemporâneos e uma ode às raízes: pão caseiro, chouriço no altar, marteladas no São João e um brinde sempre pronto. Tudo embalado num refrão que não sai da cabeça e numa mensagem clara: há coisas que não se podem esquecer.

Segundo Andy Scotch, “esta música é uma forma de pôr o dedo na ferida com humor e ao mesmo tempo relembrar o valor das nossas tradições, daquelas memórias que fazem parte de quem somos. E com o Leak Wine ao meu lado, a coisa só podia sair bem regada.”

O videoclipe oficial mantém o espírito irreverente da música, com imagens carregadas de humor.

O projecto contou ainda com o apoio de empresas da região de Andy Scotch (Mealhada), o restaurante Rei dos Leitões, Grupo C’s e a Tropical Padaria & Pastelaria, cujo contributo ajudou a dar vida à ao videoclipe. “Faço questão de valorizar a minha terra, e agradeço sinceramente a estas três casas por apoiarem esta ideia desde o início”, sublinha o artista.

“Tradição é Tradição” para quem quiser ouvir, rir e brindar à portuguesa.

FeMa., Francis Salema, Malinwa, Mia Lobo – Queimada (2025) (single)

FeMa., Francis Salema, Malinwa, Mia Lobo – Queimada (2025) (single) 

“Queimada” nasce da junção de quatro vozes, distintas, ligadas pela palavra e pela maneira como entrelaçam o tradicional e a vanguarda para criar canções que vivem de tapeçarias singulares e coloridas. Em estúdio juntam-se Francis Salema, FeMa, Mia Lobo e Malinwa, com abordagens estilísticas e de composição muito diferentes, mas com o elo em comum da exploração da palavra e da narrativa melancólica e íntima que se atribui aos melhores contadores de histórias.

Sob a alçada do produtor Nuno Rancho, desconstroem o cancioneiro popular português, filtram-no pela pop e electrónica contemporânea mais arrojada e, voltam a montar tudo sobre delicadas camadas instrumentais.

Em “Queimada”, são explorados os vários estágios do luto sobre um pulsar hipnótico de baixo e percussão, onde o mantra do refrão nos lembra que depois das cinzas, a manhã canta sempre.

Este projeto foi criado em novembro de 2023 no espaço SERRA (Leiria), no âmbito das Academias MIL. E em 2024 foi finalista da Mostra Nacional de Jovens Criadores do Gerador.