Catarina Lima – Sinais Master (2025) (single)

Catarina Lima – Sinais Master (2025) (single)

Catarina Lima, cantora e atriz, com fortes ligações familiares à música e estudos intensivos na arte da representação, em Portugal na ACT e em Madrid, no prestigiado Estúdio Carazza, prepara o lançamento do seu EP de estreia com um single que define este grande passo na sua carreira e abre a primeira página do seu curta-duração: ‘Sinais’.

O caminho na música e na arte foi crescendo à medida que Catarina Lima cresceu, construídos de mãos dadas, o lado pessoal e o lado artístico, foi no grande palco do The Voice Portugal 2023 que a artista se mostrou ao público — apresentando o seu timbre distinto, numa prova cega que não deixou ninguém indiferente. Nessa atuação, a cantora apresentou em horário nobre um tema original que lançou recentemente ‘WHAT you NEVER’ e marcou o início desta jornada a solo, e na música em Portugal.

O início em inglês aconteceu, mas é na nossa língua que Catarina pretende exprimir cada emoção através das suas letras e canções, com fortes inspirações tradicionais.

Tal como a sua música, a sua identidade visual fala por si: intensa, livre, autêntica e apaixonada. É desta forma que apresenta este primeiro single do curta-duração. De dentro para fora, como surgem todas as suas canções — o foco na sua realidade e experiência para o mundo exterior numa identificação muito pessoal e relatable.

“Esta canção teve como gatilho uma viagem que terminou numa ruptura de dentro para fora. Momento esse que me fez realmente voltar a ver, tudo o que estava à minha frente ou o que o meu corpo me ia avisando e eu ia ignorando, acreditando que o dia seguinte seria melhor, e que o que hoje se disse e se fez, facilmente desapareceria com um dia bom.” Afirma a artista sobre a sua nova canção.

‘Sinais’ é um reconhecimento de um espaço onde ecoam momentos e frases ditas, um reconhecimento do que não se viu, do que não se recebeu, do que conscientemente decidimos que não era sítio para nós. O ultrapassar, o seguir em frente, com consciência, sempre. 

Vários nomes deram o seu cunho a este tema, como Francisco Lima Da Silva, Márcia, Sara Cruz e Ana Mariano, embora Catarina Lima assuma a letra da canção e conte com produção de MOGNO. 

Conta com Produção Executiva de tobehonest e Púrpura, e ainda mix e master de Jazzy. Este single fará parte do seu primeiro EP, ‘TristeMente’

Assinala dia 16 de Maio o lançamento do seu primeiro EP, TristeMente, onde apresentará a dualidade do próprio nome escolhido semanticamente – Tristemente e Triste Mente (mente triste). Este EP explora o lado mais escuro do pensamento, na consciencialização daquilo que o outro pensa não é exatamente aquilo que pensamos, culminando em falhas de comunicação, dor e tristeza, todas elas desnecessárias. 

O primeiro tema da artista em português traz-nos a fragilidade daquelas que serão todas as faixas do EP, nunca esquecendo que o início pode ser escuro, mas o fim pode clarear e, ter como foco, a luz, a aurora, o caminho “certo” e a libertação. Catarina traz nas suas melodias a tradição em fusão com o Pop e o Alternativo, sendo ela mesma no seu todo. 

O EP ‘TristeMente’ tem data de lançamento marcada para o dia 16 de maio, o qual será apresentado numa Listening Party, no dia anterior, no Tokyo Lisboa. 

A primeira faixa ‘Sinais’ já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.

Ricardo Neto – Conforto Desconfortável (2025) (single)

Ricardo Neto – Conforto Desconfortável (2025) (single) 

A 21 de abril, Dia Mundial da Criatividade e Inovação, Ricardo Neto revelou uma primeira incursão no seu universo com o lançamento de Conforto Desconfortável — um tema que serve de porta de entrada para um trabalho de estreia intimista, onde palavra e melodia se entrelaçam numa identidade autoral vincada e cativante.

Com 26 anos, Ricardo Neto é natural de Amiais-de-Baixo, no coração ribatejano, mas foi em Aveiro que encontrou, como costuma dizer, o amor — pela cidade, pela música e por quem o acompanha. Foi também aí que fundou os Maria Café, uma banda aveirense de sonoridade pop leve e luminosa, onde segue como vocalista e de onde se adivinha um novo lançamento para breve. Dividindo o seu tempo entre Aveiro, Porto e as raízes que nunca largou em Amiais, Ricardo vai desenhando uma geografia afetiva que se reflete na sua música: sincera, próxima e profundamente pessoal. Com influências de Tiago Bettencourt, Maro, Salvador Sobral e Tiago Nacarato, a sua música vive de uma forte componente lírica, com letras introspectivas, poéticas e emotivas, que exploram o amor, a nostalgia, a procura interior e o quotidiano. Os arranjos são simples mas envolventes, e a sua entrega vocal — sensível e genuína — empresta autenticidade a cada canção.

O single “Conforto Desconfortável” é a primeira amostra deste trabalho de estreia de Ricardo Neto. A música, com uma sonoridade delicada e poética, foi a base para o título do EP. Para o artista, “Conforto Desconfortável” é uma expressão que não tem uma definição única. Segundo Ricardo, pode ser um equilíbrio, uma ponte, um sossego inquieto, um amor inexperto ou até mesmo um primeiro beijo — algo que pode ser tudo e, ao mesmo tempo, não ser nada.

As outras faixas do EP — “Será”, “Porto Seguro” e “Adeus” — continuam a explorar as diferentes fases do amor, desde a incerteza do início, a procura de refúgio e culminando na decisão de deixar partir. Apesar de ter gravado vários takes de voz e guitarra, os escolhidos para o EP foram sempre os primeiros de cada música. Ricardo realça que, tal como no amor, a primeira vez é sempre a mais sincera, aquela em que damos o melhor de nós.

O EP será lançado a 10 de maio nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Tidal e Apple Music. Os vídeos e visualizers de cada tema serão lançados, nas semanas seguintes, no YouTube, Instagram e TikTok, oferecendo uma experiência visual que complementa a jornada emocional de cada canção.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #216

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #216

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Bill Stewart → Ten Foot Two

Nic Ferron → Valencia

Dil trio → Irinčetovo Čukanje Na Ćukovcu

Matt Ulery → On Broilers

Knebody → Top Hat

Kenny Barron → Body and Soul

Art Pepper → Patricia

Sarah Vaughan → Nice Work If You Can Get It

Andy Bey → Someone To Watch Over Me

Manifesto Sonoro #63

Manifesto Sonoro #63

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Os manifestantes desta semana foram:

Monday – One foot in Line (Live Underwater)

Mokina – mirage

Human Natures – Simple Feelings

Cara de Espelho – Elefante no Hemiciclo

Capitão Fausto – Verdade

A Garota Não – A casa de Bernarda Alba

A Garota Não – Ferry Gold

Miramar – I’m Leaving Cap. II

Ricardo Reis Soares – A noite

Party People In A Can – Ayahuasca

Ithaka – Escape From The City Of Angels

Mirror People – Million Questions

Memória De Peixe – Golden Fiasco

Terra Chã – Inquieto

Catman Plays The Blues #174

Catman Plays The Blues #174

Divulgamos esta semana os principais vencedores dos Blues Music Awards deste ano. Ficamos ainda a conhecer os novos trabalhos de John Primer e de Jon Cleary.

Mão Cabeça – Sofá (single) (2025)

Mão Cabeça – Sofá (single) (2025) 

“Sofá” é o mais recente single de Mão Cabeça, uma canção sobre a dificuldade de sair da zona de conforto, onde tudo é feito à nossa medida e nos apresenta apenas os desafios que sabemos conseguir enfrentar. 

Mónica – Melhor ou pior (single) (2025)

Mónica – Melhor ou pior (single) (2025) 

 ‘Melhor e Pior, um tema emocional que soa como um pedido de desculpas e agradecimento a alguém que foi tudo. A canção reflete a culpa e o arrependimento, mas também a vontade de mudar. 

Com honestidade e sem desculpas, Mónica enfrenta os seus erros através da música e deixa uma mensagem clara: é preciso aceitar, crescer e seguir em frente, sem nos culparmos para sempre.

African Roots #75

African Roots #75

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Farafina – Faso Denou

2 – Kin’Gongolo Kiniata – Kingongolo

3 – Sweg Unity – Musikana

4 – Aboubakar Traoré & Balima – Sababu

5 – Nebeyu Hamdi – Arte Azmen

6 – Echoes Limited – Engelina

7 – Sierra Leone’s Refugee All Stars – Bend Down The Corner

8 – Ayalew Mesfin – Wegene (My Countryman)

9 – Zézé Nha Reinalda – Kortel Di Rabidanti

10 – Ricky Banda – Who’s That Guy?

11 – Chrissy Zebby Tembo – I Am Not Made Of Iron

12 – Atakora Manu – Super Otete Impomamu

13 – Os Tubaroes – Tunuca

14 – Avalanche Kaito – Talitakum

Contraluz – Ontem-Agora (single) (2025)

Contraluz – Ontem-Agora (single) (2025) 

A banda lisboeta Contraluz acaba de editar “BATEQUEBRAFURA”, o seu segundo disco, acompanhado pelo lançamento do novo single “Ontem-Agora” e do respetivo videoclipe, realizado pelos próprios. O novo trabalho assinala uma viragem no percurso da banda, que aqui aprofunda o seu universo sonoro e lírico, num registo onde o rock se cruza com melodias indie e toques de funk, sem perder o olhar crítico sobre o presente.

Composto por Pedro Verdelho, João Francisco Pinto, António Rolo, Hugo Pereira e Vasco Guerlixa, o coletivo dá continuidade a uma colaboração que soma mais de 15 anos de cumplicidade musical, formalizada com a edição do álbum de estreia, “Onze”, em 2022. Agora, em “BATEQUEBRAFURA”, os Contraluz apresentam uma proposta mais madura e contundente, onde a música se assume como força em movimento — como a água que, batendo na pedra, acaba por quebrar e furar.

O disco parte de um estado que oscila entre o absurdo e a exaustão, entre o colapso e a esperança. A abordagem da banda é assumidamente mordaz e desassossegada, mas nunca cínica. Mesmo perante um mundo em combustão, a vida persiste — e com ela, a possibilidade de ação, de resistência e de transformação. Esse é o impulso que percorre “BATEQUEBRAFURA”, num encontro entre luz e sombra, entre o peso do presente e o desejo de futuro.

O novo single, “Ontem-Agora”, destaca-se como uma das composições mais sensíveis do disco e sucede a “Pedra Mole em Água Dura”, a primeira faixa disponibilizada em antecipação. Apoiado por melodias delicadas e uma linha de guitarra que sublinha a identidade da banda, o tema propõe uma reflexão sobre o passado e o seu impacto no presente. “Ontem- Agora” é uma canção sobre nostalgia, mas também sobre superação — um reconhecimento das feridas como parte do caminho.

A letra, escrita por Pedro Verdelho, transporta uma carga emocional que ganha forma num videoclipe construído em torno das próprias vivências da banda. Imagens da infância, da adolescência e da idade adulta compõem a narrativa visual, sublinhando o crescimento e a aceitação das diferenças como parte integrante do percurso humano. Como sugere a canção, o futuro só se conhece a partir do passado — que importa abraçar, mas não idolatrar.

Formados em Lisboa, os Contraluz têm vindo a afirmar-se no circuito independente com uma proposta musical que vive no paradoxo: entre energia e contemplação, entre crítica e beleza, entre a urgência do rock e a subtileza de harmonias mais expansivas. “BATEQUEBRAFURA” é a mais recente afirmação dessa identidade — música que bate, que quebra e que deixa marca.

O disco e o single já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Mirror People – Million Questions (single) (2025)

Mirror People – Million Questions (single) (2025) 

Mirror People, o alter ego do músico, produtor, DJ e teclista dos X-Wife, Rui Maia, está de regresso com um novo tema. “Million Questions” é o single de avanço para o seu próximo álbum, “Desert Island Broadcast”, com lançamento marcado para o dia 26 de setembro.

Escrito por Rui Maia e Rö (nome artístico de Maria do Rosário), “Million Questions” vai buscar influência ao funk e ao jazz hipnótico, misturando-se com a eletrónica vincada e identitária do projeto. A voz e a letra estão a cargo de Rö, com vozes secundárias de Ana Vieira e Isa Gomes, e participação especial de João Cabrita no saxofone. O tema foi integralmente escrito e produzido por Rui Maia, misturado por Zé Nando Pimenta nos estúdios Arda Recorders, no Porto, e masterizado por Jorge Lima.

Prazeres Interrompidos #366: Haruki Murakami – Sputnik, Meu Amor (1999)

Prazeres Interrompidos #366: Haruki Murakami – Sputnik, Meu Amor (1999)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

«O narrador, um jovem professor primário, está apaixonado por Sumire, uma rebelde que conheceu na universidade. Um dia, num casamento, Sumire conhece Miu, uma mulher fascinante e misteriosa, de meia-idade, por quem se apaixona loucamente, acabando por se transformar na sua secretária. Partem para a Europa, numa busca que as empurra para uma estranha e mútua descoberta, e também para um desenlace assombrado. Ensaio sobre o desejo humano e a especulação sobre o destino, o livro de Haruki Murakami é um exuberante exemplo da arte de um dos mais importantes escritores do Japão contemporâneo.»

Retimbrar – Só Ouve o Brado da Terra (José Afonso) (single) (2025)

Retimbrar – Só Ouve o Brado da Terra (José Afonso) (single) (2025) 

Agora é que isto vai aquecer: Retimbrar em homenagem a José Afonso.

Em aquecimento para o concerto que vai levar o Tugabeat ao coração da cidade do Porto, no próximo dia 25 de Abril, o coletivo portuense partilha “Só ouve o brado da terra”, uma gema escondida do reportório de José Afonso, que estava por retimbrar. 

Com grafismo e ilustrações de Miguel Ramos para a videoarte de João Cruz,

“Só ouve o brado da terra” reacende, por meio de palavras e gestos musicais, o grito a que os tempos incitam, em clima de revolução e luta contínuas.

Há uma memória que dá espessura ao canto e não dá descanso. Uma repetição na engrenagem do ritmo que encoraja o trabalho e não dá descanso.

E é marcados pela temperatura de balanços como este e movidos de esperança, que os oito músicos assentam a sua pegada como coletivo e celebram a diversidade, a retimbrá-la da raíz até à copa. 

Infinitamente agradecidos a José Afonso pela obra, a Fausto Bordalo Dias pela direção musical e a José Brandão, pela arte da capa – no álbum “Coro dos Tribunais” de 1974, onde está editada a canção. A pretexto da partida recente de ambos, um sentido agradecimento.